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              8524 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              Quem mata índio?
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-36 / P118q / 1991 · Item · 1991
              Parte de Bibliográfico
              PACIORNIK, Moysés
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-37(=081:81) / G892q / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Segundo dados do Ministério de Educação (2002), 1.392 escolas compõem o universo escolar indígena no Brasil, onde lecionam 3.059 professores índios e estudam, aproximadamente, 93 mil pessoas, representando 218 povos, distribuídos em todo o país. Mesmo distante da multiplicidade que se apresentava no início da colonização, o que demonstra quão destrutivo foi o contato com os europeus, temos hoje exemplos contundentes da potência e da singularidade de cada um desses povos, falantes de 180 idiomas e que, progressivamente, vêm afirmando diferenças e semelhanças culturais, produzidas na dinâmica histórica de cada etnia

              GRUPIONI, Luis Donisete Benzi
              Quem somos nós: os Wari encontram os brancos.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)PakaaNova / V695q / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Quem somos nós narra, tomando como referência o ponto de vista dos índios, o encontro dos Wari’ de Rondônia com os brancos. Tratando da dinâmica cosmológica da relação do grupo com a sociedade envolvente, o livro constitui importante contribuição aos estudos dos povos sul-americanos, por ser a primeira tentativa de fôlego na etnologia brasileira de aproximação ao problema da significação indígena das relações com a sociedade nacional

              VILAÇA, Aparecida 1958-
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-069.01 / M986q / 2012 · Item · 2012
              Parte de Bibliográfico

              A Coleção Museu Aberto tem como objetivo colaborar com a divulgação de estudos, experiências e reflexões elaborados na prática museológica e no campo acadêmico-científico. As publicações trabalham em torno dos três grandes eixos de ação museológica - preservação, comunicação e pesquisa

              Cury, Marília Xavier
              Quileute texts
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.95 / C726 v.12 / 1931 · Item · 1931
              Parte de Bibliográfico
              ANDRADE, Manuel J
              Raça e assimilação
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9 / V614r 1932 / 1932 · Item · 1932
              Parte de Bibliográfico

              Raça e assimilação (1932), um tratado antropológico de imensa repercussão e causou longas e eruditas polêmicas, principalmente porque, defendia a necessidade do caldeamento da raça negra, que julgava indispensável à integração do negro na sociedade universal, e Instituições políticas brasileiras

              VIANNA, Francisco José de Oliveira
              Raça e assimilação
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9 / V614r / 1938 · Item · 1938
              Parte de Bibliográfico

              Raça e assimilação (1932), um tratado antropológico de imensa repercussão e causou longas e eruditas polêmicas, principalmente porque, defendia a necessidade do caldeamento da raça negra, que julgava indispensável à integração do negro na sociedade universal, e Instituições políticas brasileiras

              VIANNA, Francisco José de Oliveira
              Raça e diversidade
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.483 / R118 / 1996 · Item · 1996
              Parte de Bibliográfico

              Este livro reúne as comunicações proferidas durante o curso "Raça e Diversidade: Estudos sobre o Racismo", promovido pelo Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP em 1995. O objetivo fundamental deste curso foi entender o racismo a partir de sua construção histórica, sua expressão nas artes e suas manifestações e repercussões no plano individual e psicológico; e, como não poderia deixar de ser, de considerar os cenários políticos e sociais em que se insere. A publicação buscou preservar a oralidade das falas dos participantes, com o intuito de conservar o clima informal que caracterizou o curso

              SCHWARCZ, Lilia Moritz
              Raça e história
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9(091) / L664r / 1975 · Item · 1975
              Parte de Bibliográfico
              LÉVI-STRAUSS, Claude
              Raças e classes sociais no Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-3-054(81) / I11r / 1966 · Item · 1966
              Parte de Bibliográfico

              Em 1988 a Abolição da Escravatura completou um século. No entanto, até hoje, a questão racial não foi resolvida. A idéia de que não há preconceito não convence nem aos brancos. O preconceito existe, é arraigado, e é criado e recriado no interior das mais diversas desigualdades sociais. Aqui. Octavio Ianni reúne escritos seus de várias épocas, (de (1955-1984) que se referem tanto à sociedade brasileira como um todo quanto a determinadas situações, cidades e regiões. Discute a questão étnica e afirma que a democracia racial só será alcançada quando negros, mulatos, índios, imigrantes, todo o povo brasileiro, tiverem conquistado uma democracia política e social. Será a verdadeira abolição

              IANNI, Octavio
              Race and culture
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9 / P236r / 1950 · Item · 1950
              Parte de Bibliográfico
              PARK, Robert Ezra
              Race et histoire
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9(091) / L664 / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico

              Ensaio do antropólogo Claude Levi-Strauss sobre as culturas humanas

              LÉVI-STRAUSS, Claude
              Raízes da América Latina
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-980 / R161a / 1998 · Item · 1998
              Parte de Bibliográfico

              Neste volume estão reunidos textos que questionam a trajetória histórica das sociedades latino-americanas a partir da fase de maturação do projeto colonizador até o período de consolidação dos estados nacionais. A obra contém trabalhos que lançam nova luz à documentação histórica e à história econômica, social e política dos povos latino-americanos. Além disso, há novas abordagens de investigação que ressaltam o enfoque interdisciplinar, tais como história da cultura, história da mulher, história da cultura material e eco-história.

              AZEVEDO, Francisca L. Nogueira de
              Raízes do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-301 / H722r / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              Sérgio Buarque de Holanda se tornou um clássico entre os pensadores que trataram da formação histórica e cultural do Brasil. Sua obra Raízes do Brasil, ao lado de Casa-Grande e Senzala, de Gilberto Freyre, e O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro, figura como uma das mais importantes para o entendimento da construção social do Brasil; Holanda difere da perspectiva de autores como Freyre e Ribeiro, que enfatizam a importância da mestiçagem étnico-cultural para a configuração do povo brasileiro. Ele considera o elemento lusitano como predominante. Mesmo onde há mistura, esta teria sido devida mais a uma plasticidade portuguesa a adaptar e se adaptar a novos costumes do que a uma mescla de culturas. A seu ver toda a associação se deu com o predomínio e precedência dos colonizadores portugueses, perspectiva que diminui a grande importância dos outros elementos étnico-culturais, notadamente do aborígine nativo e do escravo africano

              HOLANDA, Sérgio Buarque de, 1902-1982
              Raízes do povo Xavante tradição e rituais
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-77.03 Xavante / R161r / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              O livro destaca o cotidiano e a importância dos principais rituais e tradições do povo Xavante da Aldeia Pimentel Barbosa no Mato Grosso, Brasil

              GAUDITANO, Rosa
              Ralph Linton
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92LINTON / L761r / 1971 · Item · 1971
              Parte de Bibliográfico
              LINTON, Adelin
              Rebeliões no Brasil Colônia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-323.269.6(81) / F49r / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Inúmeras rebeliões e movimentos armados coletivos sacudiram a América portuguesa nos séculos XVII e XVIII. Esse livro propõe uma revisão das leituras tradicionais sobre o tema, mostrando como as lutas por direitos políticos, sociais e econômicos fizeram emergir uma nova identidade colonial

              FIGUEIREDO, Luciano
              Receitas da medicina tradicional Apinayé
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-633.88(81=1-82)Apinayé / P964 / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Livro publicado para subsidiar o trabalho em sala de aula dos professores Apinayé envolvidos no Projeto de Apoio Pedagógico à Educação Indígena Apinayé sobre plantas medicinais

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.42 / R248 / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              Um dos campos de resistência e de formulação de alternativas é o multiculturalismo, tema deste volume, no qual são analisadas as políticas identitárias e os direitos coletivos dos povos indígenas e das mulheres, os movimentos regionais de emancipação e de luta pela igual dignidade das orientações sexuais, o pluralismo jurídico e as concepções multiculturais dos direitos humanos

              SANTOS, Boaventura de Sousa (org)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / S337r / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              A questão de fundo desse livro é a definição de indígena com a qual opera o indigenismo. Se o leitor definir uma sociedade indígena como 'uma comunidade local que se desagregou em função do processo de expansão da sociedade nacional', não poderá considerar indígena uma população dispersa. Povos caçadores, que vivem em pequenos grupos e se deslocam por um território amplo, não cabem nessa definição. Coletividades e famílias que foram encapsuladas em fazendas só poderiam ser consideradas 'índios' se exibissem uma indianidade genérica, e não os elementos constantes de sua cultura atual. E povos sem contato não seriam 'ainda' indígenas; só o seriam depois da pacificação e da territorialização; Uma definição tão restritiva e circular torna a ação indigenista prisioneira de si mesma, incapaz de aceitar o desafio da diversidade histórica e cultural dos povos, limitando-se ao espaço do reconhecimento. Não são apenas as populações que foram territorializadas segundo a atuação dos poderes constituídos ou das missões religiosas que devem ser reconhecidas como objetos de direito. Aquelas que, lançando mão de múltiplas estratégias adaptativas, tentaram de algum modo preservar valores por elas partilhados e construíram uma sociabilidade e um projeto de futuro calcados em sua relação com o passado merecem igual atenção do Estado

              SANTOS, Ana Flavia Moreira
              Rede de dormir: uma pesquisa etnografica.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.612.22 / C336r / 1959 · Item · 1959
              Parte de Bibliográfico

              Durante séculos, milhões de brasileiros nasceram, viveram, amaram e morreram em cima dela. No sertão, ela envolvia os mortos conduzidos ao cemitério. Cantada por poetas, chamada carinhosamente de "mãe veia", mãe velha, pelos mais antigos, a rede de dormir atravessou os tempos sem que ninguém lhe dedicasse pesquisa, estudo ou análise

              Cascudo, Luis da Camara
              Rede de dormir: uma pesquisa etnografica.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.612.22 / C336r / 1983 · Item · 1983
              Parte de Bibliográfico

              Durante séculos, milhões de brasileiros nasceram, viveram, amaram e morreram em cima dela. No sertão, ela envolvia os mortos conduzidos ao cemitério. Cantada por poetas, chamada carinhosamente de "mãe veia", mãe velha, pelos mais antigos, a rede de dormir atravessou os tempos sem que ninguém lhe dedicasse pesquisa, estudo ou análise

              Cascudo, Luis da Camara
              Redes de relações nas Guianas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-291.61(81=1-82) / R314 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Se até o início dos anos 60 muito pouco se sabia sobre o mundo indígena nas Guianas, nos anos 70 e 80, com o avanço dos estudos etnográficos, a região se via predominantemente caracterizada pelo minimalismo de suas instituições e pela xenofobia de seus povos. A imagem que surgia era a de sociedades demograficamente pequenas, geograficamente isoladas e com uma organização social extremamente simples. Essas sociedades passavam a ser conhecidas como atomatizadas e fechadas, compostas de grupos locais auto-suficientes

              Gallois, Dominique Tilkin (Organizadora)
              Referenciais para a formação de professores indígenas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-371.13(=081:81) / B823r / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Este documento começou a ser gestado em março de 2000, quando se realizou, por iniciativa do Ministério da Educação, uma reunião técnica envolvendo coordenadores de programas de formação de professores indígenas oriundos de organizações não- governamentais e governamentais, visando à identificação de pontos comuns nas diferentes experiências de formação e titulação de professores indígenas no Brasil. Nesse mesmo ano, o Ministério convidou 15 professores indígenas pertencentes a 13 povos distintos para discutir essas idéias e formular o perfil do profissional necessário à condução do processo escolar em terras indígenas. O fruto dessas discussões foi organizado na forma de um documento preliminar, que foi submetido, durante um seminário nacional, à apreciação dos técnicos das secretarias estaduais de educação responsáveis pela educação indígena, que colaboraram para a adequação das propostas ali contidas. Uma nova versão do documento foi preparada e submetida a pareceristas de todo o país, envolvendo especialistas de universidades, organizações não-governamentais e secretarias estaduais de educação. O documento na sua presente versão procurou, assim, sistematizar idéias consensuais e práticas executadas em diferentes contextos culturais, que se mostraram eficazes para enfrentar o grande desafio que é propiciar uma formação intercultural de qualidade para os professores indígenas do país

              BRASIL. Ministério da Educação
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-376.74(81=1-82) / R332 / 1998 · Item · 1998
              Parte de Bibliográfico

              Trata-se de um longo e detalhado documento em que se apresentam considerações gerais sobre a educação escolar indígena, quer através da fundamentação histórica, jurídica, antropológica e pedagógica que sustenta a proposta de uma escola indígena que seja intercultural, bilíngüe e diferenciada, quer através de sugestões de trabalho, por áreas do conhecimento, que permitam a construção de um currículo específico e próximo da realidade vivida por cada comunidade indígena, na perspectiva da integração de seus etno-conhecimentos com conhecimentos universais selecionados.

              Reflexões indigenistas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(811=1-82) / R259 / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              Trata-se de uma coletânea organizada por membros experientes da OPAN, uma ONG indigenista com mais de 40 anos (é continuidade da Operação Anchieta). Segundo os organizadores, os artigos reunidos nessa coletânea tratam do “campo temático, complexo e variado, que marca o cotidiano dos povos indígenas com os quais trabalham os indigenistas da Operação Amazônia Nativa - OPAN –, em programas e projetos com povos indígenas no Mato Grosso e no Amazonas”. A ação da ONG é descrita, pelos organizadores da obra, como “missão de apoio e de potencialização da capacidade de atuação independente dos povos indígenas”; A obra reúne 13 textos (de 17 autores) que refletem trabalhos realizados (ou em andamento) com povos Tupi-Kagwahiva, Katukina, Deni, Paumari, Enawene Nawe, Xavante e Manoki (Irantxe)

              ARRUDA, Rinaldo S.V. (org)
              Região e nação na América Latina
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(7/8) / R335 / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico

              Produção coletiva dos participantes do Grupo de Trabalho sobre Identidades na América Latina, do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais, este livro discute aspectos como etnicidade, violência, absorção de imigrantes e identidades nacionais no Brasil, no México, na Colômbia e na Venezuela. Seus dez artigos investigam a fundo a questão regional e seu contexto no atual processo de globalização

              ZARUR, George de Cerqueira Leite (org)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)(815.2)"15" / M838 / 2019 · Item · 2019
              Parte de Bibliográfico

              A obra é uma investigação científica ainda pouco conhecida: a conquista e a territorialização de diferentes povos e grupos indígenas na região que veio a ser conhecida como capitania do Espírito Santo entre os anos de 1535

              MOREIRA, Vânia Maria Losada