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O intento dos autores dos capítulos é promover o reconhecimento de que os acervos museais indígenas representam expressões materiais específicas, passíveis de serem recriadas através da rememoração e do discurso
ATHIAS, RenatoPromovido pelo Museu Histórico Nacional/IBRAM, em parceria com o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro/IHGB, o Seminário Internacional 2011 visa estimular reflexões e debates sobre a formação de coleções, seus usos, suas valorações, os agentes envolvidos na prática colecionista e sua patrimonialização. Procura compreender em que medida a reunião de acervos, numa perspectiva particular e individualizante, ao ser preservada e disponibilizada em instituições públicas, em galerias de arte e em exposições, agrega valores e sentidos que contribuem para a construção de gostos, memórias coletivas e identidades culturais. Como se estabelece a ponte entre a privacidade do ato de colecionar e a consagração de patrimônios coletivos? Qual é o papel dos colecionadores, pesquisadores, artistas e comerciantes na formação das coleções? Estas são algumas questões que se pretende refletir ao longo dos três dias de evento
MAGALHÃES, Aline Montenegro (org)Livro de Daniel Munduruku relatando alguns aspectos das culturas indígenas
MUNDURUKU, DanielO AACR2 teve a primeira edição lançada pela FEBAB em 1983 e 1985, e no presente momento disponibiliza a segunda edição atualizada e com novas informações proporcionando ao profissional de informação um instrumento atualizado para a catalogação de livros, multimeios e recursos de informação disponíveis na Internet. O livro, organizado pela Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (FEBAB )e publicado em co-edição com a Imprensa Oficial do Estado, traz as regras internacionais atualizadas para organizar o acervo de bibliotecas (livros e multimeios) e publicações on-line. Márcia Rosetto, presidente da FEBAB, explica que o Catálogo será utilizado em todos os países de língua portuguesa: "O livro serve de referência não só para bibliotecários, mas para todos os profissionais da informação que necessitam catalogar documentos de modo geral. Para catalogar um livro é preciso não só falar do autor e dados gerais da publicação, mas oferecer uma descrição completa para que ele seja bem recuperado pelos usuários nas bibliotecas, incluindo os catálogos on-line".
O AACR2 teve a primeira edição lançada pela FEBAB em 1983 e 1985, e no presente momento disponibiliza a segunda edição atualizada e com novas informações proporcionando ao profissional de informação um instrumento atualizado para a catalogação de livros, multimeios e recursos de informação disponíveis na Internet. O livro, organizado pela Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (FEBAB )e publicado em co-edição com a Imprensa Oficial do Estado, traz as regras internacionais atualizadas para organizar o acervo de bibliotecas (livros e multimeios) e publicações on-line. Márcia Rosetto, presidente da FEBAB, explica que o Catálogo será utilizado em todos os países de língua portuguesa: "O livro serve de referência não só para bibliotecários, mas para todos os profissionais da informação que necessitam catalogar documentos de modo geral. Para catalogar um livro é preciso não só falar do autor e dados gerais da publicação, mas oferecer uma descrição completa para que ele seja bem recuperado pelos usuários nas bibliotecas, incluindo os catálogos on-line".
Catálogo da exposição "A luta Yanomami" de Claudia Andujar no Instituto Moreira Salles de São Paulo entre os dias 15 de dezembro de 2018 a 7 de abril de 2019
Nogueira, Thyago (organização)O professor Aurelio M. G. de Abreu vem realizando pesquisas nas áreas de Arqueologia, Etnologia e Antropologia há mais de 20 anos, tendo feito escavações no Brasil, Bolívia, Paraguai e Chile, além de ter pertencido ao grupo internacional multidisciplinar que efetuou pesquisas na Ilha de Páscoa. Para o preparo desta obra selecionou uma relação de trabalhos arqueológicos realizados por indivíduos de todo o mundo, analisando os vestígios deixados pelos fenícios nos Açores, civilizações singulares das Américas, as culturas esquecidas das ilhas do Pacífico, cidades cobertas pelas areias dos desertos da Ásia Central, misteriosas ruínas africanas e os grandes enigmas escondidos pelo gelo eterno do Pólo Sul. Ídolos de ouro, crânios de cristal, minas, pedras, maldições e tesouros. Razões de sobra para que muitos arriscassem suas vidas na busca de intrigantes cidades perdidas tentando encontrar, lá longe, a realização de seus sonhos. E pouco importa se conseguiram ou não. O importante é que tentaram
ABREU, Aurelio M.G. deO livro relata as descobertas e as análises arqueológicas sobre as mais primitivas civilizações e sobre as populações indígenas conhecidas, que teriam habitado o Centro-Oeste de Santa Catarina, desde há cerca de dez mil anos atrás. Descreve a destruição e o quase aniquilamento da cultura e da gente indígena do Contestado, mostrando que os restos, ainda existentes, estão fadados a rápido e total esquecimento. O texto também contempla os costumes e as tradições dos índios, chegando ao legado do primitivo ao caboclo regional. O caboclo, geração de pessoas prensadas entre o índio e o branco, com características bem peculiares, foi quem mereceu cuidados especiais da pesquisa, sendo tratado como a pedra-de-toque, portadora do condão explicativo das origens e evolução do Homem do Contestado. Com esta obra, Nilson Thomé incluiu o Contestado nos estudos da Pré-História do Brasil
THOMÉ, NilsonVencedor do Concurso EDUSC-ANPOCS em 2003, este estudo inovador acompanha a trajetória dos Botocudos dos vales do Doce e Mucuri, enfocando particularmente a fundação, consolidação e desagregação do aldeamento capuchinho de Itambacuri (1873-1911). Fruto de uma ampla pesquisa documental, o estudo é enriquecido pelo olhar etnográfico da autora, que faz uma leitura instigante das cartas e relatos dos padres, documentos esses que não apenas informam sobre o projeto de "catequese e civilização" como também permitem entrever um "modelo indígena de historicidade" que conduzia as ações dos Botocudos diante das transformações profundas em curso. A revolta de 1893 em Itambacuri condensa, segundo a autora, "significados das transformações históricas" e das políticas de "misturas" nesse momento crucial na formação da nacionalidade
MATTOS, Izabel Misságia deDando continuidade à publicação da obra de Luís da Câmara Cascudo, a Global Editora apresenta CIVILIZAÇÃO E CULTURA. Um livro que certamente irá seduzir o leitor, da primeira à última página. Obra pensada e repensada em longos anos de pesquisa, apresenta como resultado um final surpreendente. Nele, mestre Cascudo alia a seriedade do erudito com a leveza do artista. O rigor da informação e o pitoresco dos fatos e da forma, fazendo com que o livro se torne, sem exagero, um misto de estudo com diversão
Cascudo, Luis da CamaraPublicação da 12ª Mostra de Cinema de Ouro Preto - CINEOP realizada de 21 a 26 de junho de 2017
d`Angelo, Raquel HallakA disciplina filme etnográfico tem despertado o interesse de antropólogos pelas técnicas de registro de leituras videográficas miniaturizadas, tornando cada vez mais evidente esse novo meio de investigação. A obra aborda a tecnologia e a descrição no filme etnográfico, privilegiando as técnicas do corpo e colocando a noção de comportamento técnico na base de toda atividade humana
France, Claudine deO livro dos perfis não obedece às regras das perspectivas, não admiti um único olhar. É no entanto a "representação verdadeira"de uma realidade ainda viva na memória de cada mestre. Desenha as múltiplas faces de uma figura
CANDOTTI, EnnioLivro resultado do seminário comemorativo dos 25 anos do Museu de Astronomia e Ciências Afins contendo artigos sobre a temática indígena
FAULHABER, PriscilaO leitor encontra, neste livro, uma história e uma etnografia de Iauaretê, povoado indígena multiétnico situado no médio rio Uaupés, fronteira Brasil-Colômbia, noroeste da Amazônia Brasileira. O tratamento das fontes históricas e do material empírico é um exercício dedicado à elucidação das premissas sociocosmológicas pelas quais os grupos indígenas descrevem e vivenciam as transformações sociais que se passaram na região desde o inicio da colonização do século XVIII; É uma história de mais de dois séculos, vivida por militares, missionários, viajantes, comerciantes, seringueiros, agências indigenistas, instituições do poder local e vários grupos indígenas. Como é de se esperar, é uma história de violências e exploração. Mas, mesmo em seus desdobramentos recentes, quando uma cidade começa a surgir e atrair inúmeros grupos antes dispersos pela comunidades do rio Uaupés, é preciso atentar para a maneira específica, e sutil, pela qual os índios imprimiram sua marca no processo; Nessa linha, a narrativa visa a um ponto de vista indígena e seu repertório simbólico, guiando-se pelo estilo das próprias descrições nativas e oferecendo um quadro precioso para a compreensão dessa realidade
ANDRELLO, GeraldoO livro descreve e analisa uma sequência de três anos no rio Tiquié, noroeste amazônico, mostrando como os ciclos de vida se entrelaçam, com os fenômenos e as atividades de manejo cotidianos
Cabalzar, Aloisio (Organização)Com o objetivo de aprofundar os conhecimentos sobre áreas estratégicas de interesse do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR), a Coordenadoria de Estudos da Secretaria de Acompanhamento e Estudos Institucionais (Saei) idealizou o Ciclo de Estudos sobre a Amazônia com uma série de três eventos: Palestra, Reunião e Encontro de Estudos – que reunirá especialistas, pesquisadores, técnicos e estudiosos da temática ambiental que, com seus conhecimentos; e experiências poderão auxiliar na construção e aprofundamento da referida temática e, dessa forma, contribuir para formulação de políticas e ações de Governo
Livro sobre linguística dos povos indígena Apalaí e Wayana
CAMARGO, ElianeO livro foi escrito e ilustrado por agentes agroflorestais durante seu curso de formação, quando refletiram, através de textos e desenhos, a interrelação entre o homem e a natureza, especialmente pensando o lugar das árvores frutíferas nativas e exóticas, na cultura de cada grupo e no desenvolvimento do ecossistema. Registraram também fundamentos e técnicas relacionadas à experiência de construção de viveiros de produção de mudas, sementeiras, cercas vivas, abertura de berços, plantio de árvores e seu manejo.
MANCHINERI, Paulo EmílioAnalisar o imaginário europeu na época das grandes navegações. Foi com esse objetivo em mente que Patrícia Seed analisou as cerimônias de posse da terra empreendidas pelos conquistadores espanhóis, portugueses, franceses e ingleses, de 1492 a 1640. O resultado é a reconstrução, por intermédio da antropologia e da crítica literária, das coordenadas gerais de um ideário que acabou por ser também incorporado ao Novo Mundo
SEED, PatríciaEste quinto número da Série Encontros e Estudos volta-se para o tema patrimônio imaterial, envolvidos nas discussões e nas práticas da pesquisa e produção de inventários no âmbito do Projeto Celebrações e Saberes da Cultura Popular.
LONDRES, Cecília et al