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O plano de gestão tem por objetivo estabelecer diretrizes sobre educação, saúde e sustentabilidade dos povos indígenas da TI Caititu
Plano de gestão do povo indígena Xavánte de Marãiwaiséde de mapeamento, monitoramento, vigilância e fiscalização da terra indígena
Plano de gestão das Terras Indígenas Parque do Tumucumaque e Rio Paru D`Este fruto do trabalho coletivo e participativo das comunidades locais, lideranças indígenas, associações APIWA e APITIKATXI, FUNAI e equipe do Programa Tumucumaque/Iepé e FUNAI
GRUPIONI, Denise FajardoPlano de gestão socioambiental do povo indígena Wayampi
Conselho das Aldeias Wajãpi - ApinaO livro "Plano de Gestão Ashaninka" traz os acordos e as intenções elaboradas pela comunidade Ashaninka do rio Amônea. Esses acordos se referem a diversas temáticas como o uso dos recursos naturais (caça, pesca e plantas), planejamento da aldeia, saúde, vigilância e fiscalização, relação com o entorno, entre outras
Este plano de Gestão Territorial e Ambiental (PGTA) foi construído pelos povos indígenas que vivem no noroeste do estado do Pará, nordeste do Amazonas e sudeste de Roraima, nas Terras Indígenas contíguas Nhamundá-Mapuera, Trombetas-Mapuera e Kaxuyana-Tunayana
Publicação contendo diretrizes da gestão territorial do povo indígena Yamamadi
Plano de gestão da Terra Indígena Rio Biá dos Katukina
Publicação do Plano Nacional Setorial de Museus - PNSM em decorrência da Política Nacional de Cultura e da II Conferência Nacional de Cultura - II CNC, bem como de seu conjunto de reuniões setoriais, particularmente, a 1ª Pré-Conferência de Museus e Memórias
Trabalho de divulgação do Plano Setorial para as Culturas indígenas (PSCI) junto às comunidades, povos e organizações indígenas e indigenistas, governamentais e não-governamentais, e também para a sociedade não-indígena em geral
O livro dá voz às pessoas que participaram das formações de Agentes e Educadores Socioambientais do Xingu realizadas entre 2007 e 2009, em 15 municípios matogrossenses localizados na bacia do Rio Xingu. Através de entrevistas, elas contam histórias e relatam experiências que viveram durante e após o processo de formação.
WEIS, BrunoA publicação é o resultado do levantamento das espécies e fitofisionomias na percepção dos Juruna e Arara da VGX. O trabalho se insere no âmbito do Programa de Gestão Territorial Indígena do Projeto Básico Ambiental (PBA) da UHE Belo Monte
Sartorelli, Paolo Alessandro Rodrigues [et.al.]Este livro é resultado de uma pesquisa iniciada pelo professor Edson Ixã Kaxinawá, em 1996, sobre os saberes e curas das plantas medicinais, na Terra Indígena Kaxinawá do rio Jordão, município do Jordão, Acre. Percebendo que entre seu povo, poucos velhos mantinham esse conhecimento, com sua pesquisa, ele busca dar continuidade a esse saber. A partir de conversas e entrevistas com os mais velhos kaxinawá, as informações foram sendo organizadas, de acordo com a doença e o nome da espécie de planta que cura, bem como as dietas das mulheres e dos homens, das crianças e adultos, e os cuidados quando a criança ainda está na barriga da mãe.
Ixã Kaxinawá, Edson MedeirosA composição florística da bacia amazônica tem como referência a alta fitodiversidade, (mais de 35.000 espécies), de plantas superiores. Do total de espécies cadastradas, algo mais de 5000 espécies são cadastradas como utilidade econômica, tais como plantas de usomedicinal, alimentícia, cosmético, madeireira, resinas, aromática, corantte, fibra e outros são referidos do conhecimento popular
REVILLA, JuanA composição florística da bacia amazônica tem como referência a alta fitodiversidade, (mais de 35.000 espécies), de plantas superiores. Do total de espécies cadastradas, algo mais de 5000 espécies são cadastradas como utilidade econômica, tais como plantas de usomedicinal, alimentícia, cosmético, madeireira, resinas, aromática, corantte, fibra e outros são referidos do conhecimento popular
REVILLA, JuanA coleção Plante as árvores do Xingu e Araguaia é formada por dois volumes. O primeiro, o Manual do Plantador tem 40 páginas ilustradas com o passo-a-passo para quem quer plantar árvores nativas, desde a legislação, a coleta de sementes até as várias formas de plantio. Já o Guia de Identificação, com capa dura e espiral, tem 300 páginas com informações e fotos reunidas localmente sobre 73 espécies e gêneros de plantas nativas das bacias hidrográficas dos rios Xingu e Araguaia. Elas foram selecionadas por sua importância como fruta, remédio, óleo, resina, madeira, para abelhas, para jardins e para recuperação de áreas degradadas. As fotos foram coletadas entre pessoas que moram na região, índios, matogrossenses e gaúchos conhecedores da mata e do cerrado, coletores de sementes, viveiristas, agrônomos e biólogos, que colaboraram na descrição das formas de identificar, usar e plantar cada uma das espécies.
CAMPOS FILHO, Eduardo MaltaA coleção Plante as árvores do Xingu e Araguaia é formada por dois volumes. O primeiro, o Manual do Plantador tem 40 páginas ilustradas com o passo-a-passo para quem quer plantar árvores nativas, desde a legislação, a coleta de sementes até as várias formas de plantio. Já o Guia de Identificação, com capa dura e espiral, tem 300 páginas com informações e fotos reunidas localmente sobre 73 espécies e gêneros de plantas nativas das bacias hidrográficas dos rios Xingu e Araguaia. Elas foram selecionadas por sua importância como fruta, remédio, óleo, resina, madeira, para abelhas, para jardins e para recuperação de áreas degradadas. As fotos foram coletadas entre pessoas que moram na região, índios, matogrossenses e gaúchos conhecedores da mata e do cerrado, coletores de sementes, viveiristas, agrônomos e biólogos, que colaboraram na descrição das formas de identificar, usar e plantar cada uma das espécies.
CAMPOS FILHO, Eduardo MaltaApresentação do Plano Integrado de Implementação da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas - PII-PNGATI, que propõe ações e metas a serem executadas de forma integrada por instituições governamentais, organizações indígenas e indigenistas, em prol da qualidade de vida e bem estar nas Terras Indígenas do país
Stibich, Graziela R. de AlmeidaResultado de ampla pesquisa na qual a autora apresenta os diversos aspectos que compõem o complexo mundo baniwa, a importância que a doença ocupa nele, suas especificidades, sua cultura, seu modo estóico de vida, suas inter-relações com outros grupos étnicos do Alto Rio Negro, Amazonas. Nos permite mergulhar e melhor compreender o "caleidoscópio de problemas vividos hoje pelos povos indígenas" no Brasil em diversas áreas. Sociopoliticamente de alta relevância, revela a distância entre as necessidades desse povo e os serviços de saúde para eles disponibilizados, pautados por um tendência à uniformização e baixa sensibilidade às diferenças culturais
GARNELO, LuizaEste livro é um dos produtos previstos dos projetos ProDoclin, de seus pesquisadores indígenas e não-indígenas, bem como de toda a equipe gestora e técnica do Museu do Índio. Ele se destina em primeiro lugar aos povos indígenas que acolheram a proposta do ProDoclin abrindo suas línguas ao conhecimento de todos. O Livro da Língua Aparai contém textos e exercícios para que as crianças aparai possam praticar sua língua materna. Constitui uma obra de produção coletiva, dos professores indígenas e será utilizada como material de apoio ao exercício da língua escrita na escola de Aldeia Bona, situada na Terra Indígena Parque do Tumucumaque. Assim traz a singularidade de uma proposta que constitui uma experiência que é própria dos Aparai que vivem nesta aldeia. Os direitos autorais sobre os desenhos e textos em língua indígena constantes da presente obra são de natureza coletiva e pertencem exclusivamente aos povos Wajana e Aparai.
APIWA - Associacao dos Povos Indigenas Wayana e AparaiObra coletiva de registro de saberes do Povo Aparai, tendo como objetivo colaborar com práticas de ensino e aprendizagem desenvolvidas nas escolas de suas comunidades
Publicação resultado de um projeto de pesquisa financiado pela Fundação Ford, sediado no CEBRAP, que mobilizou pesquisas e reflexões sobre os efeitos das políticas culturais nas sociedades indígenas no Brasil, e de um simpósio, organizado em conjunto com o CestA (Centro de Estudos Ameríndios) da USP em 2013
CUNHA, Manuela Carneiro daUma história imperdível cheia de novas descobertas e muitas lições de aprendizado!e narra as aventuras de um menino da cidade grande que se depara com uma tribo indígena. Ao conhecer esta nova cultura, faz novos amigos e aprende muito; O ponto de partida da história acontece quando o menino João e seu tio Zeca são obrigados a fazer um pouso forçado com seu avião no meio da floresta amazônica, se perdem e conhecem a aldeia Katueté
GRANADO, ElianaA obra reúne relatos de experiências vividas pelo autor com o Programa Cultura Viva, que tem ação prioritária nos Pontos de Cultura e é voltado para a democratização da cultura, possibilitando a expressão de suas múltiplas identidades. No livro, o leitor encontra passagens sobre a visita de Turino à tribo Yawalapíti, no Parque Nacional do Xingu. A tribo teve seu território reconhecido como Ponto de Cultura e conseguiu ajuda para ensinar o idioma a seus integrantes, ajudando na preservação de suas características culturais.; O autor aborda ainda a experiência da Casa de Cultura Tainã, em Campinas, no interior de São Paulo. O núcleo cultural nasceu de modo independente após uma série de iniciativas tímidas na cidade, que incluíam desde uma biblioteca a uma orquestra de tambores em metal. Além disso, a obra relata o trabalho de cineastas indígenas que produzem documentários e filmes de ficção, dentro do projeto Vídeo nas Aldeias. Os longas e médias-metragens são falados em Falados em línguas como kaxinawá, kuikuro, huni-kuni e ashaninka e encenados e dirigidos pelos próprios índios.
TURINO, CélioMais que o livro sagrado dos maias, o longo poema Popol Vuh passou à história como um precioso documento nativo da Mesoamérica do século 16. Como tal, é a verdadeira crônica da morte anunciada do povo maia-quiché, que o poder da cristandade varreu do território hoje conhecido como Guatemala. O Popol Vuh sobreviveu ao massacre dos invasores espanhóis, mas não em sua forma original
Os professores Lúcio Tadeu Mota do Departamento de História e Valéria Soares de Assis do Departamento de Fundamentos da Educação acabam de publicar o livro Populações indígenas no Brasil: histórias, culturas e relações internacionais.; Segundo os autores: "Após 500 anos de tentativas de abolir as populações indígenas, elas continuam existindo, recriando práticas ancestrais e reinvidicando sua sobrevivência como sociedades específicas. Assim, em uma perspectiva etno-historiográfica e antropológica, propomo-nos a apresentar alguns aspectos da história e das culturas das populações indígenas que ocuparam e ainda ocupam vastos territórios que hoje fazem parte do Estado Nacional brasileiro."
Mota, Lucio TadeuTrata-se da primeira obra de Oliveira Viana, publicada em 1920, quando o autor completara 37 anos. Contrariando o enfoque tradicional entre os sociólogos e historiadores da época, que consideravam que o povo brasileiro constituía uma massa homogênea, o autor defendia a tese de que a nação brasileira era constituída de três sociedades diferentes: a dos sertões (o sertanejo), a das matas (o matuto) e a dos pampas (o gaúcho). Obra fundamental para o conhecimento do pensamento sociológico e historiográfico em nosso país
VIANNA, OliveiraPublicação sobre diversos aspectos da história da educação escolar indígena no Brasil