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A historia de Manuel Córdova-Rios, peruano, que foi sequestrado aos 15 anos de idade pelos índos Huni Kui, na selva da Amazônia, foi submetido a um treinamento intensivo com o uso da ayahuasca ou Nixi Honi Xuma., em seu espantoso relato, Córdova contou sobre visões coletivas, os segredos da natureza, a verdade das lendas e mitos indígenas, a harmonia total com o ambiente da floresta a capacidade de ver à distância e conhecer o futuro, o conhecimento profundo sobre as plantas e animais, o saber dos ancestrais
UntitledO livro visa traçar um panorama atualizado dos vários campos de investigação da história e expõe os principais conceitos e as polêmicas que se fizeram presentes na história das disciplinas e da pesquisa, com ênfase na discussão sobre a questão dos paradigmas
UntitledFruto de uma longa vivência entre os Guarani em Mato Grosso do Sul e no Rio Grande do Sul, de uma densa pesquisa em documentos históricos do período colonial e de uma leitura criteriosa da etnologia referente à religiosidade Guarani, este livro se define, nas palavras da autora, "duplamente como uma teologia índia feita por uma teóloga cristã e como tradução de uma experiência religiosa indígena". Ao enfocar a maneira pela qual os índios cristãos têm permanecido "fiéis aos grandes valores de seu sistema cultural", a autora permite repensar a longa relação entre os Guarani e o cristianismo
UntitledShenibapu Miyui (História dos Antigos) resulta de um estudo minucioso realizado por um grupo de jovens professores kaxinawá sobre parte da memória oral de seu povo, autodenominado Huni Kui, Gente Verdadeira, destinado à construção do recente currículo bilíngue das suas escolas indígenas. Foi gravado, transcrito e escrito por eles mesmos, ao longo de sete anos, em Hãtxa Kui, sua Língua Verdadeira, e em sua segunda língua, o português, após pesquisa de campo em Terras Kaxinawá da Amazônia brasileira e peruana, junto aos parentes mais velhos, mestres da tradição.
UntitledWhen Western scholars write about non-Western societies, do they inevitably perpetuate the myths of European imperialism? Can they ever articulate the meanings and logics of non-Western peoples? Who has the right to speak for whom? Questions such as these are among the most hotly debated in contemporary intellectual life. In How "Natives" Think, Marshall Sahlins addresses these issues head on, while building a powerful case for the ability of anthropologists working in the Western tradition to understand other cultures; In recent years, these questions have arisen in debates over the death and deification of Captain James Cook on Hawai'i Island in 1779. Did the Hawaiians truly receive Cook as a manifestation of their own god Lono? Or were they too pragmatic, too worldly-wise to accept the foreigner as a god? Moreover, can a "non-native" scholar give voice to a "native" point of view? In his 1992 book The Apotheosis of Captain Cook, Gananath Obeyesekere used this very issue to attack Sahlins's decades of scholarship on Hawaii. Accusing Sahlins of elementary mistakes of fact and logic, even of intentional distortion, Obeyesekere portrayed Sahlins as accepting a naive, enthnocentric idea of superiority of the white man over "natives"—Hawaiian and otherwise. Claiming that his own Sri Lankan heritage gave him privileged access to the Polynesian native perspective, Obeyesekere contended that Hawaiians were actually pragmatists too rational and sensible to mistake Cook for a god; Curiously then, as Sahlins shows, Obeyesekere turns eighteenth-century Hawaiians into twentieth-century modern Europeans, living up to the highest Western standards of "practical rationality." By contrast, Western scholars are turned into classic custom-bound "natives", endlessly repeating their ancestral traditions of the White man's superiority by insisting Cook was taken for a god. But this inverted ethnocentrism can only be supported, as Sahlins demonstrates, through wholesale fabrications of Hawaiian ethnography and history—not to mention Obeyesekere's sustained misrepresentations of Sahlins's own work. And in the end, although he claims to be speaking on behalf of the "natives," Obeyesekere, by substituting a home-made "rationality" for Hawaiian culture, systematically eliminates the voices of Hawaiian people from their own history; How "Natives" Think goes far beyond specialized debates about the alleged superiority of Western traditions. The culmination of Sahlins's ethnohistorical research on Hawaii, it is a reaffirmation for understanding difference
UntitledO livro dos perfis não obedece às regras das perspectivas, não admiti um único olhar. É no entanto a "representação verdadeira"de uma realidade ainda viva na memória de cada mestre. Desenha as múltiplas faces de uma figura
UntitledA autora reúne e comenta numa excelente introdução várias narrativas de índios de diferentes grupos étnicos residentes no Parque Indígena do Xingu. Além de versões de mitos que se entrelaçam com memórias históricas, são de particular interesse as reconstituições das origens do contato e do estabelecimento do Parque
UntitledAo narrar seu encontro com os Aché ou Guayaki, um dos poucos grupos indígenas isolados da América do Sul, Pierre Clastres - mais conhecido por sua radical reflexão política a partir do marco teórico do estruturalismo - produziu uma obra singular, que se lê como um precioso romance filosófico
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