Livro

Área de elementos

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

    Nota(s) de fonte(s)

      Nota(s) de exibição

        Termos hierárquicos

        Livro

          Termos equivalentes

          Livro

            Termos associados

            Livro

              8524 Descrição arquivística resultados para Livro

              8524 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              Hua et Himba
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-394(6) / V172 / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico
              VALIENTE-NOAILLES, Carlos
              How "natives" think about Captain Cook, for example
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(1-929.9) / S189h / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico

              When Western scholars write about non-Western societies, do they inevitably perpetuate the myths of European imperialism? Can they ever articulate the meanings and logics of non-Western peoples? Who has the right to speak for whom? Questions such as these are among the most hotly debated in contemporary intellectual life. In How "Natives" Think, Marshall Sahlins addresses these issues head on, while building a powerful case for the ability of anthropologists working in the Western tradition to understand other cultures; In recent years, these questions have arisen in debates over the death and deification of Captain James Cook on Hawai'i Island in 1779. Did the Hawaiians truly receive Cook as a manifestation of their own god Lono? Or were they too pragmatic, too worldly-wise to accept the foreigner as a god? Moreover, can a "non-native" scholar give voice to a "native" point of view? In his 1992 book The Apotheosis of Captain Cook, Gananath Obeyesekere used this very issue to attack Sahlins's decades of scholarship on Hawaii. Accusing Sahlins of elementary mistakes of fact and logic, even of intentional distortion, Obeyesekere portrayed Sahlins as accepting a naive, enthnocentric idea of superiority of the white man over "natives"—Hawaiian and otherwise. Claiming that his own Sri Lankan heritage gave him privileged access to the Polynesian native perspective, Obeyesekere contended that Hawaiians were actually pragmatists too rational and sensible to mistake Cook for a god; Curiously then, as Sahlins shows, Obeyesekere turns eighteenth-century Hawaiians into twentieth-century modern Europeans, living up to the highest Western standards of "practical rationality." By contrast, Western scholars are turned into classic custom-bound "natives", endlessly repeating their ancestral traditions of the White man's superiority by insisting Cook was taken for a god. But this inverted ethnocentrism can only be supported, as Sahlins demonstrates, through wholesale fabrications of Hawaiian ethnography and history—not to mention Obeyesekere's sustained misrepresentations of Sahlins's own work. And in the end, although he claims to be speaking on behalf of the "natives," Obeyesekere, by substituting a home-made "rationality" for Hawaiian culture, systematically eliminates the voices of Hawaiian people from their own history; How "Natives" Think goes far beyond specialized debates about the alleged superiority of Western traditions. The culmination of Sahlins's ethnohistorical research on Hawaii, it is a reaffirmation for understanding difference

              SAHLINS, Marshall David
              Hopi journal
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.95 / C726 v23 t2 / 1936 · Item · 1936
              Parte de Bibliográfico
              STEPHEN, Alexander M
              Hopi journal
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.95 / C726 v 23 t 1 / 1936 · Item · 1936
              Parte de Bibliográfico
              STEPHEN, Alexander M
              Homens invisíveis
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-913(811) / N785h / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Este livro narra uma viagem de três meses e meio pelo território dos povos desconhecidos da Amazônia, nas terras altas do Vale do Javari, no Amazonas, na fronteira do Brasil com o Peru e a Colômbia. Um dos lugares mais remotos e inexplorados do planeta, próximo às cabeceiras dos rios Itaquaí, Jutaí e Jandiatuba – essa é a terra dos misteriosos "flecheiros", uma tribo raramente vista, índios que se destacam pela destreza no manejo de arco e pelas flechas de ponta envenenada, que não hesitam em disparar contra os intrusos, na defesa de seu território. Os flecheiros são uma das tribos não contatadas, os isolados, que vivem em áreas praticamente inexploradas da floresta amazônica. Não se sabe ao certo quem são, onde estão, quantos são e que línguas falam. São homens invisíveis; Trinta e cinco homens entram na selva à procura dos sinais desse povo desconhecido. O objetivo não é contatá-los, é encontrar as provas de sua existência e mapear o território em que vivem, espremidos pelo avanço da civilização branca. O líder da expedição, o indigenista Sydney Possuelo, sabe que chegar perto dos nativos cria uma situação de perigo para os dois lados. Os isolados vêem os de fora como ameaça - invasores, grileiros, garimpeiros, caçadores - e os mantêm na mira de suas zarabatanas. Possuelo tenta a todo custo evitar o contato, que seria trágico para os índios. Eles têm fama de serem valentes guerreiros e exímios flecheiros, mas não possuem anticorpos contra doenças. De alguma forma, os homens da expedição têm que demonstrar aos isolados que não estão ali para atacá-los e sim para planejar e desenvolver ações que os protejam e garantam o direito deles de permanecer isolados. Enquanto for possível

              NOSSA, Leonencio
              Homens de Minas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92(815.1) / R673h / 1947 · Item · 1947
              Parte de Bibliográfico
              RACHE, Pedro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9(81) / S292h / 1977 · Item · 1977
              Parte de Bibliográfico

              Pretendemos aprofundar o conhecimento de nossa terra, do nosso povo, nas suas raízes étnicas, culturais e históricas, projetando igualmente esses conhecimentos naquilo que somos hoje ou seremos no futuro. Em outras palavras: estudar a essência do nosso povo para melhor entendê-lo naquilo que ele é e ao mesmo tempo vislumbrar o caminho que vai ou deve seguir

              SCHADEN, Egon (1913-1991)
              Hoasca: ciência, sociedade e meio ambiente.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-392.85(81) / B482h / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              Esta abrangente publicação a respeito do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal é um retrato complexo de uma organização religiosa brasileira que utiliza duas plantas psicoativas como parte de seus rituais espirituais no Brasil, Estados Unidos e Europa. O foco do livro é a sua história, estrutura organizacional, conhecimento científico das plantas, crenças espirituais e uso ritual por adolescentes. Alianças entre a UDV e outras entidades religiosas, que utilizam a Hoasca como sacramento, são apresentadas. Este livro nos dá um insight de um complexo movimento social bem à frente de seu tempo.; O presente livro é produto de um congresso internacional que demonstra o amadurecimento institucional da UDV. Nele se apresentam as suas próprias visões de si mesmo e de questões de grande interesse público, como ciência, meio-ambiente, liberdade religiosa, dimensões do sagrado, neuropsicologia, uso de drogas psicoativas, educação, memória, beneficência, direito, relações entre Estado e sociedade

              BERNARDINO-COSTA, Joaze (org)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(817) / H673x / 1994 · Item · 1994
              Parte de Bibliográfico

              A autora reúne e comenta numa excelente introdução várias narrativas de índios de diferentes grupos étnicos residentes no Parque Indígena do Xingu. Além de versões de mitos que se entrelaçam com memórias históricas, são de particular interesse as reconstituições das origens do contato e do estabelecimento do Parque

              FERREIRA, Mariana K. Leal
              Histórias de índio
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / M965h Não disponível no momento / 1996 · Item · 1996
              Parte de Bibliográfico
              MUNDURUKU, Daniel
              História, memória e patrimônio
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-069.6 / H673 / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              É uma obra que reúne estudos de historiadores, antropólogos, sociologos e cientistas políticos, cujo objetivo comum centra-se na interpretação dos problemas e das metodologias apresentadas, a partir de uma perspectiva interdisciplinar

              PRIORI, Angelo (org)
              História oral e memória: a cultura popular revisitada.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930 / M778h / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              A história oficial está nos livros e nos documentos, nos filmes e nos discursos de dirigentes. Mas ao lado do que a escrita e a imagem registraram, existe uma outra visão dos acontecimentos que pode ser recuperada através da memória. Os episódios significativos dos anos 20,30 e 40 de nossa história são percorridos nas lembranças das pessoas. Conhecemos assim um outro Vargas, uma outra visão da ditadura, uma outra perspectiva da intervenção do Estado, das perseguições, comícios, morte de João Pessoa, combates e campos de luta. Mais que isto, conhecemos uma outra maneira de "construir" a história; O livro apresenta ainda um minucioso e didático manual de orientação para aqueles que quiserem utilizar a história oral como técnica de pesquisa

              MONTENEGRO, Antonio Torres
              História indígena e do indigenismo no Alto Rio Negro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / W953 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Importante coletânea que reúne sete estudos, alguns publicados anteriormente, versando sobre diferentes dimensões da história dos índios do noroeste amazônico, com destaque para os Baniwa. Para além do mérito de reunir num só volume uma produção dispersa por revistas e coletâneas, o autor apresenta versões atualizadas e as contextualiza face aos debates atuais na etnologia sul-americana. Wright junta a análise documental – incluindo um material muito rico sobre a escravidão dos índios no século XVIII – com mais de vinte anos de pesquisa etnográfica, valorizando em primeiro plano as versões e interpretações indígenas sobre um passado marcado não apenas por grandes transformações, como também pela persistência de modos de vida e de pensar, a contrapelo das mudanças

              WRIGHT, Robin M
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / H673 t.3 v.3 / 1963 · Item · 1963
              Parte de Bibliográfico

              A obra analisa vários campos da formação histórica do país, da organização material da sociedade às formas da cultura e do pensamento. Os dois primeiros volumes são dedicados à época colonial: Do Descobrimento à Expansão Territorial e Administração, Economia, Sociedade. Especialistas estudam o processo de constituição e consolidação do Brasil como colônia portuguesa, abrangendo desde os aspectos econômicos e sociopolíticos até os temas medicina colonial, música barroca e expedições científicas; O período monárquico é tratado em cinco livros: O Processo de Emancipação, Dispersão e Unidade, Reações e Transações, Declínio e Queda do Império e Do Império à República. Inicia-se com a análise das condições de emancipação do Brasil e se encerra com a crise do regime monárquico e a transição para a República, em um volume, clássico, inteiramente escrito por Sérgio Buarque de Holanda. Os quatro volumes do período republicano, por sua vez, são Estrutura de Poder e Economia (1889-1930), Sociedade e Instituições (1889-1930), Sociedade e Política (1930-1964) e Economia e Cultura (1930- 1964). Dividem-se em duas épocas: uma anterior e outra posterior a 1930, ano de crise mundial e de revolução no Brasil

              Holanda, Sérgio Buarque de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / H673 t.2 v.1 / 1963 · Item · 1963
              Parte de Bibliográfico

              A obra analisa vários campos da formação histórica do país, da organização material da sociedade às formas da cultura e do pensamento. Os dois primeiros volumes são dedicados à época colonial: Do Descobrimento à Expansão Territorial e Administração, Economia, Sociedade. Especialistas estudam o processo de constituição e consolidação do Brasil como colônia portuguesa, abrangendo desde os aspectos econômicos e sociopolíticos até os temas medicina colonial, música barroca e expedições científicas; O período monárquico é tratado em cinco livros: O Processo de Emancipação, Dispersão e Unidade, Reações e Transações, Declínio e Queda do Império e Do Império à República. Inicia-se com a análise das condições de emancipação do Brasil e se encerra com a crise do regime monárquico e a transição para a República, em um volume, clássico, inteiramente escrito por Sérgio Buarque de Holanda. Os quatro volumes do período republicano, por sua vez, são Estrutura de Poder e Economia (1889-1930), Sociedade e Instituições (1889-1930), Sociedade e Política (1930-1964) e Economia e Cultura (1930- 1964). Dividem-se em duas épocas: uma anterior e outra posterior a 1930, ano de crise mundial e de revolução no Brasil

              Holanda, Sérgio Buarque de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / H673 t.2 v.2 / 1963 · Item · 1963
              Parte de Bibliográfico

              A obra analisa vários campos da formação histórica do país, da organização material da sociedade às formas da cultura e do pensamento. Os dois primeiros volumes são dedicados à época colonial: Do Descobrimento à Expansão Territorial e Administração, Economia, Sociedade. Especialistas estudam o processo de constituição e consolidação do Brasil como colônia portuguesa, abrangendo desde os aspectos econômicos e sociopolíticos até os temas medicina colonial, música barroca e expedições científicas; O período monárquico é tratado em cinco livros: O Processo de Emancipação, Dispersão e Unidade, Reações e Transações, Declínio e Queda do Império e Do Império à República. Inicia-se com a análise das condições de emancipação do Brasil e se encerra com a crise do regime monárquico e a transição para a República, em um volume, clássico, inteiramente escrito por Sérgio Buarque de Holanda. Os quatro volumes do período republicano, por sua vez, são Estrutura de Poder e Economia (1889-1930), Sociedade e Instituições (1889-1930), Sociedade e Política (1930-1964) e Economia e Cultura (1930- 1964). Dividem-se em duas épocas: uma anterior e outra posterior a 1930, ano de crise mundial e de revolução no Brasil

              Holanda, Sérgio Buarque de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / H673 t.2 v.4 / 1963 · Item · 1963
              Parte de Bibliográfico

              A obra analisa vários campos da formação histórica do país, da organização material da sociedade às formas da cultura e do pensamento. Os dois primeiros volumes são dedicados à época colonial: Do Descobrimento à Expansão Territorial e Administração, Economia, Sociedade. Especialistas estudam o processo de constituição e consolidação do Brasil como colônia portuguesa, abrangendo desde os aspectos econômicos e sociopolíticos até os temas medicina colonial, música barroca e expedições científicas; O período monárquico é tratado em cinco livros: O Processo de Emancipação, Dispersão e Unidade, Reações e Transações, Declínio e Queda do Império e Do Império à República. Inicia-se com a análise das condições de emancipação do Brasil e se encerra com a crise do regime monárquico e a transição para a República, em um volume, clássico, inteiramente escrito por Sérgio Buarque de Holanda. Os quatro volumes do período republicano, por sua vez, são Estrutura de Poder e Economia (1889-1930), Sociedade e Instituições (1889-1930), Sociedade e Política (1930-1964) e Economia e Cultura (1930- 1964). Dividem-se em duas épocas: uma anterior e outra posterior a 1930, ano de crise mundial e de revolução no Brasil

              Holanda, Sérgio Buarque de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / H673 t.2 v.3 / 1963 · Item · 1963
              Parte de Bibliográfico

              A obra analisa vários campos da formação histórica do país, da organização material da sociedade às formas da cultura e do pensamento. Os dois primeiros volumes são dedicados à época colonial: Do Descobrimento à Expansão Territorial e Administração, Economia, Sociedade. Especialistas estudam o processo de constituição e consolidação do Brasil como colônia portuguesa, abrangendo desde os aspectos econômicos e sociopolíticos até os temas medicina colonial, música barroca e expedições científicas; O período monárquico é tratado em cinco livros: O Processo de Emancipação, Dispersão e Unidade, Reações e Transações, Declínio e Queda do Império e Do Império à República. Inicia-se com a análise das condições de emancipação do Brasil e se encerra com a crise do regime monárquico e a transição para a República, em um volume, clássico, inteiramente escrito por Sérgio Buarque de Holanda. Os quatro volumes do período republicano, por sua vez, são Estrutura de Poder e Economia (1889-1930), Sociedade e Instituições (1889-1930), Sociedade e Política (1930-1964) e Economia e Cultura (1930- 1964). Dividem-se em duas épocas: uma anterior e outra posterior a 1930, ano de crise mundial e de revolução no Brasil

              Holanda, Sérgio Buarque de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / H673 t.3 v.1 / 1963 · Item · 1963
              Parte de Bibliográfico

              A obra analisa vários campos da formação histórica do país, da organização material da sociedade às formas da cultura e do pensamento. Os dois primeiros volumes são dedicados à época colonial: Do Descobrimento à Expansão Territorial e Administração, Economia, Sociedade. Especialistas estudam o processo de constituição e consolidação do Brasil como colônia portuguesa, abrangendo desde os aspectos econômicos e sociopolíticos até os temas medicina colonial, música barroca e expedições científicas; O período monárquico é tratado em cinco livros: O Processo de Emancipação, Dispersão e Unidade, Reações e Transações, Declínio e Queda do Império e Do Império à República. Inicia-se com a análise das condições de emancipação do Brasil e se encerra com a crise do regime monárquico e a transição para a República, em um volume, clássico, inteiramente escrito por Sérgio Buarque de Holanda. Os quatro volumes do período republicano, por sua vez, são Estrutura de Poder e Economia (1889-1930), Sociedade e Instituições (1889-1930), Sociedade e Política (1930-1964) e Economia e Cultura (1930- 1964). Dividem-se em duas épocas: uma anterior e outra posterior a 1930, ano de crise mundial e de revolução no Brasil

              Holanda, Sérgio Buarque de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / H673 t.3 v.4 / 1963 · Item · 1963
              Parte de Bibliográfico

              A obra analisa vários campos da formação histórica do país, da organização material da sociedade às formas da cultura e do pensamento. Os dois primeiros volumes são dedicados à época colonial: Do Descobrimento à Expansão Territorial e Administração, Economia, Sociedade. Especialistas estudam o processo de constituição e consolidação do Brasil como colônia portuguesa, abrangendo desde os aspectos econômicos e sociopolíticos até os temas medicina colonial, música barroca e expedições científicas; O período monárquico é tratado em cinco livros: O Processo de Emancipação, Dispersão e Unidade, Reações e Transações, Declínio e Queda do Império e Do Império à República. Inicia-se com a análise das condições de emancipação do Brasil e se encerra com a crise do regime monárquico e a transição para a República, em um volume, clássico, inteiramente escrito por Sérgio Buarque de Holanda. Os quatro volumes do período republicano, por sua vez, são Estrutura de Poder e Economia (1889-1930), Sociedade e Instituições (1889-1930), Sociedade e Política (1930-1964) e Economia e Cultura (1930- 1964). Dividem-se em duas épocas: uma anterior e outra posterior a 1930, ano de crise mundial e de revolução no Brasil

              Holanda, Sérgio Buarque de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / H673 t.2 v.5 / 1963 · Item · 1963
              Parte de Bibliográfico

              A obra analisa vários campos da formação histórica do país, da organização material da sociedade às formas da cultura e do pensamento. Os dois primeiros volumes são dedicados à época colonial: Do Descobrimento à Expansão Territorial e Administração, Economia, Sociedade. Especialistas estudam o processo de constituição e consolidação do Brasil como colônia portuguesa, abrangendo desde os aspectos econômicos e sociopolíticos até os temas medicina colonial, música barroca e expedições científicas; O período monárquico é tratado em cinco livros: O Processo de Emancipação, Dispersão e Unidade, Reações e Transações, Declínio e Queda do Império e Do Império à República. Inicia-se com a análise das condições de emancipação do Brasil e se encerra com a crise do regime monárquico e a transição para a República, em um volume, clássico, inteiramente escrito por Sérgio Buarque de Holanda. Os quatro volumes do período republicano, por sua vez, são Estrutura de Poder e Economia (1889-1930), Sociedade e Instituições (1889-1930), Sociedade e Política (1930-1964) e Economia e Cultura (1930- 1964). Dividem-se em duas épocas: uma anterior e outra posterior a 1930, ano de crise mundial e de revolução no Brasil

              Holanda, Sérgio Buarque de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / H673 t.3 v.2 / 1963 · Item · 1963
              Parte de Bibliográfico

              A obra analisa vários campos da formação histórica do país, da organização material da sociedade às formas da cultura e do pensamento. Os dois primeiros volumes são dedicados à época colonial: Do Descobrimento à Expansão Territorial e Administração, Economia, Sociedade. Especialistas estudam o processo de constituição e consolidação do Brasil como colônia portuguesa, abrangendo desde os aspectos econômicos e sociopolíticos até os temas medicina colonial, música barroca e expedições científicas; O período monárquico é tratado em cinco livros: O Processo de Emancipação, Dispersão e Unidade, Reações e Transações, Declínio e Queda do Império e Do Império à República. Inicia-se com a análise das condições de emancipação do Brasil e se encerra com a crise do regime monárquico e a transição para a República, em um volume, clássico, inteiramente escrito por Sérgio Buarque de Holanda. Os quatro volumes do período republicano, por sua vez, são Estrutura de Poder e Economia (1889-1930), Sociedade e Instituições (1889-1930), Sociedade e Política (1930-1964) e Economia e Cultura (1930- 1964). Dividem-se em duas épocas: uma anterior e outra posterior a 1930, ano de crise mundial e de revolução no Brasil

              Holanda, Sérgio Buarque de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / H673 t.1 v.1 / 1963 · Item · 1963
              Parte de Bibliográfico

              A obra analisa vários campos da formação histórica do país, da organização material da sociedade às formas da cultura e do pensamento. Os dois primeiros volumes são dedicados à época colonial: Do Descobrimento à Expansão Territorial e Administração, Economia, Sociedade. Especialistas estudam o processo de constituição e consolidação do Brasil como colônia portuguesa, abrangendo desde os aspectos econômicos e sociopolíticos até os temas medicina colonial, música barroca e expedições científicas; O período monárquico é tratado em cinco livros: O Processo de Emancipação, Dispersão e Unidade, Reações e Transações, Declínio e Queda do Império e Do Império à República. Inicia-se com a análise das condições de emancipação do Brasil e se encerra com a crise do regime monárquico e a transição para a República, em um volume, clássico, inteiramente escrito por Sérgio Buarque de Holanda. Os quatro volumes do período republicano, por sua vez, são Estrutura de Poder e Economia (1889-1930), Sociedade e Instituições (1889-1930), Sociedade e Política (1930-1964) e Economia e Cultura (1930- 1964). Dividem-se em duas épocas: uma anterior e outra posterior a 1930, ano de crise mundial e de revolução no Brasil

              Holanda, Sérgio Buarque de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / H673 t.1 v.2 / 1963 · Item · 1963
              Parte de Bibliográfico

              A obra analisa vários campos da formação histórica do país, da organização material da sociedade às formas da cultura e do pensamento. Os dois primeiros volumes são dedicados à época colonial: Do Descobrimento à Expansão Territorial e Administração, Economia, Sociedade. Especialistas estudam o processo de constituição e consolidação do Brasil como colônia portuguesa, abrangendo desde os aspectos econômicos e sociopolíticos até os temas medicina colonial, música barroca e expedições científicas; O período monárquico é tratado em cinco livros: O Processo de Emancipação, Dispersão e Unidade, Reações e Transações, Declínio e Queda do Império e Do Império à República. Inicia-se com a análise das condições de emancipação do Brasil e se encerra com a crise do regime monárquico e a transição para a República, em um volume, clássico, inteiramente escrito por Sérgio Buarque de Holanda. Os quatro volumes do período republicano, por sua vez, são Estrutura de Poder e Economia (1889-1930), Sociedade e Instituições (1889-1930), Sociedade e Política (1930-1964) e Economia e Cultura (1930- 1964). Dividem-se em duas épocas: uma anterior e outra posterior a 1930, ano de crise mundial e de revolução no Brasil

              Holanda, Sérgio Buarque de
              História Geral da Arte no Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7(091)(81) / H673 v2 / 1983 · Item · 1983
              Parte de Bibliográfico
              1. A arte no período pré-colonial Arte Índia do século XVI desenho industrial. comunicaÇÃo visual. 2. Início do século XIX maneirismo, barroco e rococó. 3. século XVII e o Brasil holandês os pintores de Nassau. 4. Século XIX transição e início do século XX Art-Noveau 5. Modernismo, ecletismo e industrialismo. 6. Arte contemporânea arquitetura contemporânea Fotografia 7. Desenho Industrial comunição visual Arte afro-brasileira 8. Artesanato arte educação 9. Arte e arquitetura contemporâneas fotografia
              ZANINI, Walter
              História Geral da Arte no Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7(091)(81) / H673 v1 / 1983 · Item · 1983
              Parte de Bibliográfico
              1. A arte no período pré-colonial arte Índia do século XVI desenho industrial comunicação visual; 2. Ínício do século XIX maneirismo, barroco e rococó; 3. Século XVII e o Brasil holandês os pintores de Nassau; 4. Século XIX transição e início do século XX Art-Noveau; 5. Modernismo ecletismo e industrialismo; 6. Arte contemporânea Arquitetura contemporânea Fotografia; 7. Desenho Industrial comunição visual arte afro brasileira; 8. Artesanato Arte educação; 9. Arte e Arquitetura contemporâneas Fotografia
              ZANINI, Walter
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-330.342.12 / H58 / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              O estudo do passado não vale por si, mas na medida em que procura compreender retrospectivamente a própria atualidade, assim como fundamentar a escolha de caminhos futuros. Os ensaios aqui reunidos colocam-se nessa perspectiva, tendo em vista a natureza e a dinâmica das relações entre metrópoles e colônias. Os temas estão agrupados em cinco blocos temáticos: o escravismo e as grandes lavouras; o ciclo do ouro e a urbanização; a pecuária e as culturas de subsistência; ofícios, manufaturas e comércio interno; e, finalmente, o comércio colonial e o chamado exclusivo metropolitano

              SZMRECSCINYI, Tomás (org)
              História econômica do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-338(81)(091) / P896h / 1970 · Item · 1970
              Parte de Bibliográfico

              Poucos livros contribuíram de maneira tão decisiva para a compreensão em profundidade das grandes questões nacionais quanto História Econômica do Brasil, de Caio Prado Jr. Produto de um esforço precursor de interpretação da história brasileira sob um ponto de vista marxista, ele inaugurou uma nova etapa da vida intelectual do país. Hoje, passados quase cinqüenta anos de sua primeira edição, História Econômica do Brasil continua a ser um livro indispensável para o entendimento das características estruturais da sociedade brasileira, dos dilemas que herdamos do passado e dos possíveis caminhos de sua superação

              PRADO JÚNIOR, Caio
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(81) / H673 / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Os ensaios que integram este volume analisam, de uma perspectiva multirregional, as grandes mudanças econômicas ocorridas no Brasil durante o século XIX, passando em revista seus principais aspectos, desde a época da Independência até a Proclamação da República. Autores como István Jancsó, Bárbara Weinstein, José Sebastião Witter, Wilma Peres Costa e Fernando Pedrão, entre outros,examinam as origens da economia nacional, a inserção do novo país no mercado mundial em formação, a transição do trabalho escravo para o trabalho livre, o início da construção de nossa infra-estrutura de serviços e, finalmente, a emergência de um mercado interno responsável pelo aparecimento das primeiras indústrias

              História e memória
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930 / L525h / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              O texto faz uma breve análise das relações entre História e Memória a partir das obras de Peter Burke, Henry Rousso e Jacques Le Goff

              LE GOFF, Jacques
              História e educação
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-37(091)(815.2) / H673 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico
              FRANCO, Sebastião Pimentel (Org.)
              História e educação
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-37(091)(815.2) / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico
              FRANCO, Sebastião Pimentel (Org.)
              HISTÓRIA e cultura dos povos indígenas no Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / H673h / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              "Nossa visão das sociedades indígenas há muito é distorcida por equívocos e preconceitos que surgem quando tentamos aplicar a outras civilizações os critérios de nossa própria cultura. (.) Para compreender melhor os povos indígenas, temos de examinar sua realidade a partir de sua perspectiva”. Desta prerrogativa parte História e cultura dos povos indígenas no Brasil, que trata das particularidades dos indígenas brasileiros, sua trajetória desde a conquista portuguesa, o impacto por ela causado e as lutas que eles empreendem hoje no país

              História e cultura: apologias a Tucídides.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(961.1) / S231h / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Retoma nesse novo livro o debate sobre a relação entre cultura e história, e nos revela uma obra extraordinária em vários sentidos. Em primeiro lugar, porque estabelece um diálogo com o grego Tucídides – o primeiro historiador a romper com o relato mitológico e a introduzir a política e a economia no pensar histórico; Em segundo lugar, compara duas guerras distantes no tempo e no espaço – a Guerra do Peloponeso e a Guerra da Polinésia – para analisar como a cultura determina certos padrões de ação, que adquirem força histórica e podem acabar por decidir o rumo dos acontecimentos; Finalmente, por esclarecer como os indivíduos se revestem de valores simbólicos a ponto de se tornarem determinantes da ação histórica, como o fascinante episódio da história do beisebol norte-americano em 1951, e o fenômeno Elián Gonzales – único sobrevivente de um naufrágio de refugiados cubanos e que se tornou objeto de disputas internacionais

              SAHLINS, Marshall David 1930-