Publicação que permite o contato e a imersão na produção cerâmica dos Wauja
Amaro, Fernanda RibeiroLivro
8524 Descrição arquivística resultados para Livro
Publicação sobre questões indígenas, mais especificamente sobre os grupos indígenas Guarani, Kaingang e Xetá
Mello, Glaúcia Buratto Rodrigues deReúno, neste livro, três estudos resultantes de uma pesquisa de campo realizada há trinta anos junto aos índios Kadiwéu. Desde então, terão mudado como mudaram entre minha visita e a estadia de Claude Lévy-Strauss, uma década antes. Entretanto, quem visitar hoje suas aldeias encontrará, certamente, muito do que aqui se descreve sobre sua mitologia, sua religião e sua arte. É certo que algumas crenças, instituições e costumes pareceram degradados se não forem vistos como uma tradição atuante que sobrevive justamente porque se altera. Mas serão, também, deteriorações, porque esta tradição não se transforma conduzida por impulsos internos e preservados sua autenticidade, mas sob a pressão das terríveis compulsões que exerce sobre os Kadiwéu a expansão a sociedade nacional
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)O livro Ka´a rewarã, escrito pelos pesquisaores Wajãpi e organizado por Dominique Gallois. Trata-se da 3ª. publicação de uma série de livros de leitura, em língua Wajãpi, que inclui “Ijã ma´e kõ” e “Kusiwarã”, idealizados e escritos pelos professores e pesquisadores Wajãpi, como atividade integrante do Plano de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial Wajãpi. O livro foi elaborado entre 2008 e 2011 no âmbito das oficinas de formação e acompanhamento dos pesquisadores Wajãpi. Ele explora um conceito da língua e do pensamento Wajãpi (Ka´a), que no contexto das relações com os não índios tem sido traduzido ora como floresta, ora como ambiente, às vezes como biodiversidade, ou ainda natureza. Dividido em quatro partes, o livro descreve os diferentes modos de conhecer Ka´a; aborda os recursos utilizados pelos humanos e pelos animais e seus donos; caracteriza as diferentes paisagens a partir do conhecimento tradicional e descreve o tekoa, a moradia dos humanos incluindo os elementos que compõe seu modo de viver. O livro, editado no âmbito das atividades do Pontão “Arte e Vida dos Povos Indígenas no Amapá e norte do Pará”, teve apoio do Iphan/MinC, Embaixada da Noruega e Rainforest Foundation, e e será distribuído a partir de agosto de 2011
Através de uma linguagem simples, o autor constrói um discurso para abordar a questão indígena de uma forma que emociona o leitor infantil, pela possibilidade de conhecer mais de perto as situações cotidianas e os rituais vividos por crianças, jovens e adultos, pertencentes a quatro povos indígenas: Kamayurá, Zo'é, Tiriyó e Waiãpi
GRUPIONI, Luis Donisete BenziDescendentes de índios Xavante, Carajá, Javaé e Kayapó (do sul), que foram assentados no aldeamento de Pedro III no noroeste de Goiás no século XVIII, os “Tapuios do Carretão” passaram a reivindicar o reconhecimento da indianidade e direitos territoriais no final dos anos de 1970, resultando na homologação da Terra Indígena Carretão em 1990. Este livro enfoca mais particularmente a questão da educação escolar, porém traz vários depoimentos nos quais os Tapuios entrevistados comentam de maneira muito instigante as suas relações com o passado
JOSÉ NETO, JoaquimLivro sobre arte dos chamados primeiros povos
Publicação do Museum Fünf Kontinente
Publicação contendo artigos sobre a temática dos jogos nas diferentes etnias brasileiras e a prática pedagógica dos professores nas aldeias
Grando, Beleni SeléteLivros sobre os jogos e brincadeiras dos povos indígenas do Xingu, mais especificamente, o povo indígena Kalapalo
Herrero, MarinaLivro contendo textos e artigos com reflexões acerca dos jogos indígenas no Brasil entre os anos de 1996 a 2009
Camargo, Vera Regina ToledoO núcleo de análise deste livro reside nas questões da identidade e da noção da pessoa a partir de uma abordagem antropológica. Ao delimitar estas questões no caso específico da sociedade Bororo, a autora introduz um material muito rico sobre a história das missões salesianas e sobre a história da etnologia. É de particular interesse a reprodução e análise de fotografias tiradas nas aldeias, não apenas aquelas feitas pelos missionários na primeira metade do século XX, como também as da autora, nas décadas de 1970 e 80
NOVAES, Sylvia CaiubyPlano de Gestão Territorial e Ambiental elaborado com os Zo`é, que vivem no interflúvio Erepecuru-Cuminapanema, no norte do Pará
O trabalho foi muito além de um mero registro e é um exemplo do espírito e da metodologia com os quais deveriamos nos aproximar desta literatura oral indígena
SEKI, LucyLivro de Alípio Bandeira que narra a saga dos povos indígenas habitantes do rio Jauapery, no Baixo Rio Negro
Bandeira, AlípioEste livro traz o relato do viajante Jacques Arago sobre os costumes alimentícios de diversos povos 'exóticos' no século XIX, como os hotentotes, os cafres (dois grupos étnicos africanos), os patagônios, os gaúchos, os chineses e os papuas, entre outros. O autor não se restringe a falar das comidas, comentando a forma de adquirir e preparar os alimentos. É um texto fluente, instrutivo e divertido. Os hábitos alimentares são encarados - sem qualquer isenção de preconceitos e estereótipos - por um europeu moralista, fazendo com que a obra funcione também como o retrato de uma sociedade européia com dificuldades em entender a questão do 'outro' - principalmente quando ele come serpentes ou formigas
ARAGO, Jacques 1790-1885As diversas facetas de Darcy Ribeiro – inclusive a permanente, de um brasileiro apaixonado pelo seu país – estão à mostra em uma coleção com fragmentos de textos inéditos do antropólogo, que será lançada pela Editora UnB até o fim do mês. Confissões, desabafos e opiniões de um dos maiores intelectuais do país e fundador da Universidade de Brasília fazem parte da coleção Darcy no Bolso, que apresenta 10 livros em formato pocket com bastidores do pensamento e obra do gênio
RIBEIRO, Darcy, 1922-1997Embarcação mais antiga do mundo, com 30 mil anos de vida, "primeira fórmula consciente do navio dirigido por mão humana", a jangada navegou por todos os mares da antiguidade. Os povos marítimos a conheceram e a utilizaram como veículo de pesca e de heroísmos.; Os portugueses a encontraram na Índia, de onde transplantaram o termo para o Brasil. O veículo era de uso cotidiano do índio brasileiro (chamado de igapeba ou piperi), registrado e descrito por Pero Vaz de Caminha, em sua carta, com o nome de almadia
Cascudo, Luis da CamaraO livro tem por objetivo contribuir para a valorização e permanência da língua original do povo Manoki, a língua Irantxe
Warakuxi, BartolomeuLéxico do povo indígena Palikur
CAMARGO, ElianeFruto de extensa pesquisa de campo realizada na Itália e no Brasil, Italianos no Mundo Rural Paulista tem como tema o processo de fixação de um grupo de imigrantes, após a Segunda Grande Guerra, em uma comunidade rigidamente planificada. O autor assistiu à gestação de um villaggio italiano em pleno interior paulista e acompanhou a experiência de grupos e indivíduos à procura de nova pátria, construindo novos projetos de vida
PEREIRA, João Baptista BorgesPublicação do universo narrativo das populações ribeirinhas do Baixo Amazonas
VAZ FILHO, Florêncio AlmeidaO livro relata a metodologia e o sistema de proteção indígena apresentando dados, estudos de referências de grupos isolados, registros recentes que confirmam a existência desses grupos principalmente nas regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil. Durante séculos as estratégias de contato provocaram grandes desequilíbrios e mortes, reduzindo drasticamente a população indígena. Essa realidade pediu medidas imediatas para proteção do indio brasileiro, passando do sistema de contato para o não contato, medida essa de proteção
VAZ, AntenorA publicação é fruto da parceria entre a Representação da UNESCO no Brasil e o UNAIDS, no âmbito do Plano integrado das Nações Unidas para o Estado do Amazonas (Amazonaids), com o objetivo de elaborar e disponibilizar material educativo multilíngue e intercultural, para o trabalho de prevenção das DST/Aids e hepatites virais nas escolas indígenas
Esta norma determina o tipo de informação que poderia ser incluída em descrições de instituições com acervo arquivístico e fornece orientação sobre como tais descrições podem ser desenvolvidas em um sistema de descrição arquivística
CONSELHO Internacional de ArquivosEste livro traz a história dos Pa’ miri-masa, que em português significa Gente de Transformação e que inclui diversos grupos indígenas da família linguística Tukano Ocidental. Estão entre eles os Desana, Tukano, Pira-Tapuia, Arapasso e Tuyuka, que tradicionalmente habitam o Rio Uaupés e seus afluentes Papuri e Tiquié. Os narradores são Moisés Maia (Ak~ito) e Tiago Maia (Ki’miro).
Publicação etnográfica de registro de contato com o povo indígena Bóe-Bororo com a missionária Irmã Maria Cibaíbo Ossemer
ISAAC, Paulo Augusto MárioAnalisa a trajetória e a luta do povo indígena Iranxe, que, pressionado pela expansão da fronteira agrícola e ameaçado por inimigos tribais, abandonou as matas férteis de seus ancestrais. A partir de um processo de reconstrução étnica, esse grupo passou a reivindicar a reintegração de posse do seu território tradicional, elemento chave de sua produção simbólica e, conseqüentemente, de sua sobrevivência física e cultural. Segundo os autores, este trabalho apresenta elementos históricos (entrevistas, fotos, mapas) com vistas a compor um instrumento legal para auxiliar os Iranxe no processo de recuperação de seu espaço de origem
PIVETTA, Darci LuizNuma atmosfera lendária e exótica, desenrola-se a história dos amores de Martim, o primeiro colonizador português do Ceará, e Iracema, bela jovem índia. A moça era filha de Araquém, pajé da tribo Tabajara. Martim saira à caça com seu amigo Poti e perdera-se do companheiro indo ter aos campos dos inimigos Tabajaras. Encontra Iracema, que o acolhe na cabana de Araquém, enquanto volta Caubi, seu irmão, que conduziria o guerreiro branco, são e salvo, às terras potiguaras. Iracema, porém, apaixona-se por Martim e, depois de algum tempo, casa-se com ele e deixa sua tribo num ambiente de revolta. Desencadeia-se uma guerra de vingança e os tabajaras são derrotados. Iracema confunde as aventuras do amor com as amargas tristezas da morte de seus irmãos. Ao remorso e saudade, outra dor lhe acrescenta, a desilusão ao amor de Martim, que triste por estar longe de sua pátria, ausenta-se em longas jornadas. Num de seus regressos, encontra Iracema a beira da morte, exausta pelo esforço que fizera para alimentar o filho recém-nascido, a quem dera o nome de Moacir (filho da dor). Martim enterra o corpo da esposa e parte, levando a criança e a saudade da fiel companheira
ALENCAR, José deO livro conta o princípio do mundo segundo os Guarani-Nhandéva
Marcolino, Claudino [et.al.]Este livro é um dos produtos previstos dos projetos ProDoclin, de seus pesquisadores indígenas e não-indígenas, bem como de toda a equipe gestora e técnica do Museu do Índio. Ele se destina em primeiro lugar aos povos indígenas que acolheram a proposta do ProDoclin abrindo suas línguas ao conhecimento de todos. Esta cartilha resultou de uma revisão e reestruturação de cartilha anterior, publicada em 1990, pelo Museu do Índio, que serviu como base para a presente edição. Um caderno de atividades, à parte, acompanha a cartilha, trazendo exercícios para a prática e a fixação dos grafemas apresentados, empregando-se, preferencialmente, vocábulos com referentes concretos, como nomes de animais e itens da cultura material Karajá. * Os direitos autorais sobre os desenhos e textos em língua indígena constantes da presente obra são de natureza coletiva e pertencem exclusivamente ao povo Karajá.
ProDoclin Karajá-InyA cartilha de letramento Karajá tem por objetivo atender a demanda dos professores Iny por material didático para o ensino da língua materna nas escolas das aldeias Karajá, podendo também ser instrumental no trabalho de revitalização da língua nas aldeias onde se constata quadro de perda linguística e cultural
A cartilha de letramento Karajá tem por objetivo atender a demanda dos professores Iny por material didático para o ensino da língua materna nas escolas das aldeias Karajá, podendo também ser instrumental no trabalho de revitalização da língua nas aldeias onde se constata quadro de perda linguística e cultural
Este livro é um dos produtos previstos dos projetos ProDoclin, de seus pesquisadores indígenas e não-indígenas, bem como de toda a equipe gestora e técnica do Museu do Índio. Ele se destina em primeiro lugar aos povos indígenas que acolheram a proposta do ProDoclin abrindo suas línguas ao conhecimento de todos. O presente Caderno de Atividades acompanha a Cartilha de Letramento Karajá, INỹ RYBÈ TYYRTI, trazendo exercícios para a prática e a fixação dos grafemas apresentados, empregando-se, preferencialmente, vocábulos com referentes concretos, como nomes de animais e itens da cultura material Karajá. O livro apresenta à criança Karajá, o sistema gráfico usado para a transcrição da língua Karajá, que consiste de um alfabeto com 6 vogais e 14 consoantes. * Os direitos autorais sobre os desenhos e textos em língua indígena constantes da presente obra são de natureza coletiva e pertencem exclusivamente ao povo Karajá.
ProDoclin Karajá-InyCatálogo produzido no âmbito do Projeto Índio no Museu, terceira edição, com os Iny Mahãdu
WHAN, ChangInventário linguístico do povo indígena Guarani
No presente trabalho o autor examina a evolução do Brasil nos setores social, econômico e cultural. São três sínteses magistrais que compõem a verdadeira teoria da sociedade brasileira
SODRÉ, Nelson Werneck