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Estudo na língua Esperanto de Francisco Valdomiro Lorenz sobre os índios da etnia Arawak
LORENZ, Francisco ValdomiroPara as pinturas corporais, os Wajãpi utilizam sementes de urucum, gordura de macaco, suco de jenipapo verde e resinas perfumadas. Desenham peixes, cobras, pássaros, borboletas e também objetos como, por exemplo, a lima de ferro. As pinturas aplicadas no corpo não são tatuagens nem decalques, nem são marcas étnicas ou símbolos rituais. É sua tradição decorar corpos e objetos por prazer estético e desafio criativo
GALLOIS, Dominique TilkinPara as pinturas corporais, os Wajãpi utilizam sementes de urucum, gordura de macaco, suco de jenipapo verde e resinas perfumadas. Desenham peixes, cobras, pássaros, borboletas e também objetos como, por exemplo, a lima de ferro. As pinturas aplicadas no corpo não são tatuagens nem decalques, nem são marcas étnicas ou símbolos rituais. É sua tradição decorar corpos e objetos por prazer estético e desafio criativo
GALLOIS, Dominique TilkinConto indígena na língua Esperanto de Tibor Sekelj sobre as aventuras de um curumin da etnia Karajá chamado Kumeuaua
SEKELJ, TiborTrabalho fotográfico de Gisa Müller sobre os índios Krahô
O livro tem o objetivo de fortalecer a memória cultural do povo Kotiria (Wanana) e reflete os encontros e oficinas que foram realizados à partir de uma visão coletiva e integral
Stenzel, KristineA publicação é resultado do trabalho de reflexão realizado por Jawaruwa Wajãpi sobre as práticas de resguardo de índios Wayampi
Jawaruwa WajãpiA música ocupa um lugar central no universo dos povos indigenas e, apesar disso, segue ainda pouco conhecida do público em geral. O presente livro-disco Komayxop cantos xamânicos se insere nas construções de pontes de entendimento entre as comunidades indigenas e nacional
MAXAKALI, Toninho (org)Publicação que retrata a história de luta do povo indígena Kinikinau
SILVA, Giovani José daA publicação é destinada a escolas indígenas e não indígenas de todo o país, com a intenção de fortalecer a comunidade escolar da Zabelê e a história dos Pataxó de Cumuraxatiba
Livro produzido a partir do encontro de um grupo de artistas com a comunidade escolar do Colégio Estadual Indígena Kijetxawê Zabele, no anexo da Aldeia Kaí
Livro didático do povo indígena Mayoungong
Tödönnamo`jödö (Organização)Excelente coletânea com 18 estudos originais sobre diversos aspectos das expedições para o alto Xingu, comandadas por von den Steinen em 1884 e 1887. Um belo trabalho editorial, o livro é amplamente ilustrado com imagens atuais e da época das expedições, trazendo ainda uma reprodução em tamanho original do mapa da expedição de 1887, publicada em Berlim em 1893
COELHO, Vera PenteadoPara muitas pessoas, especialmente os povos indígenas, o patrimônio imaterial é uma fonte de identidade e carrega a sua própria história. A filosofia, os valores e formas de pensar refletidos nas línguas, tradições orais e diversas manifestações culturais, constituem o fundamento da vida comunitária. Num mundo de crescentes interações globais, a revitalização de culturas tradicionais assegura a sobrevivência da diversidade de culturas dentro de cada comunidade, contribuindo para o alcance de um mundo plural
A obra destina-se aos leitores juruna, mas também ao público geral, aos interessado0s em arte/artesanato indígena. Buscou-se uma organização temática, apresentando primeiramente a cerâmica, arte basicamente feminina, pela qual os juruna são conhecidos inclusive no exterior. Em seguida, apresenta-se a cestaria, arte masculina; cuias, arte feminina; estalhes em madeira, arte masculina; tecelagem, arte feminina; adereços corporais, arte feminina; arte plumária masculina; armas, armadilhas, canoa, brinquedos e entalhes, artes masculinas. Todos os textos são ilustrados. As ilustrações seguem estilos bem diversificados, do uso da caneta hidrográfica ao sombreamento do lápis de cor. Isso reflete justamente a característica principal deste livro: a coletividade. Não se privilegiou um único traço, um único estilo, pois a obra foi feita por várias pessoas, que aqui deixam um pouco de si, pensando talvez em leitores diferentes como alunos, outros colegas professores, filhos, netos que vião, e também nós, os não-índios, os caríbas, que admiramos as peças produzidas quando as vemos em exposições, lojas, e que podemo assim saber um pouco sobre elas
FARGETTI, Cristina Martins (org)Por que se matam os índios guaranis do Brasil? Para um psiquiatra, que significa o suicídio? E quando ele é epidêmico, circunscrito a uma etnia e a um momento particular da história dessa cultura? O "país dos buracos", mesmo entorpecido pela violência quotidiana e pelo vil mercadejar de todos os bens simbólicos, assiste perplexo ao auto-extermínio dos primeiros habitantes da Terra de Santa Cruz. Por que se matam? Que explicações são possíveis para o suicídio? Psiquiatria, sociologia, psicanálise. como entender o que leva os humanos a se matarem? Buscando lançar luz sobre o enigma da epidemia de suicídio entre os índios brasileiros, o autor, psiquiatra e psicanalista no Rio de Janeiro, realiza um dos mais importantes estudos de pesquisa social psiquiátrica em nosso país. O trabalho recebeu o prêmio anual (1997) da Associação Brasileira de Psiquiatria
LEVCOVITZ, Sergio