Livro
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Trata de um tema de grande relevância para o entendimento das diferentes sociedades indígenas: as configurações do feminino e do masculino no universo desses povos; Diversas comunidades étnicas brasileiras têm buscado alternativas para acompanhar as mudanças que advêm do contato com a sociedade envolvente. Nesse processo, homens e mulheres assumem novas tarefas para garantir a subsistência da aldeia, influenciando os modelos tradicionais de gênero, principalmente a divisão sexual do trabalho
UntitledA comunidade indígena Maxakali reside em Minas Gerais, em duas reservas – Água Boa e; Pradinho. É composta por aproximadamente 850 índios, onde nada menos que a metade de; sua população é constituída por indivíduos na faixa etária compreendida entre 0 e 12; anos. O grupo mantém muitas de suas tradições culturais, inclusive a língua. O objetivo; perseguido por esta pesquisa foi a compreensão dos sentidos e significados de corpo e; lúdico presentes nos indivíduos da comunidade em questão
UntitledTrata-se de uma coletânea organizada por membros experientes da OPAN, uma ONG indigenista com mais de 40 anos (é continuidade da Operação Anchieta). Segundo os organizadores, os artigos reunidos nessa coletânea tratam do “campo temático, complexo e variado, que marca o cotidiano dos povos indígenas com os quais trabalham os indigenistas da Operação Amazônia Nativa - OPAN –, em programas e projetos com povos indígenas no Mato Grosso e no Amazonas”. A ação da ONG é descrita, pelos organizadores da obra, como “missão de apoio e de potencialização da capacidade de atuação independente dos povos indígenas”; A obra reúne 13 textos (de 17 autores) que refletem trabalhos realizados (ou em andamento) com povos Tupi-Kagwahiva, Katukina, Deni, Paumari, Enawene Nawe, Xavante e Manoki (Irantxe)
UntitledA Biblioteca Nacional possui uma das mais ricas coleções de livros da América Latina. São mais de 9 milhões de peças, que compõem uma das maiores bibliotecas do mundo. É também o órgão responsável pela execução da política governamental de recolhimento, guarda e preservação do patrimônio bibliográfico brasileiro, garantindo às gerações presentes e futuras o acesso à produção intelectual brasileira,que constitui o Acervo Memória Nacional.; Considerando a necessidade de salvaguardar este precioso acervo,a Biblioteca Nacional desenvolveu o Plano de Gerenciamento de Riscos:Salvaguarda e Emergência, para a gestão de seu patrimônio – um; trabalho inovador e com grande nível de abrangência, que introduz o caráter de sustentabilidade, ou seja, a utilização de recursos próprios e permanentes que propiciem ações de uso cuidadoso e preventivo do; acervo. Como sinistros podem acontecer a qualquer hora e em qualquer lugar, a prevenção permite que a instituição pense e se prepare antes do acontecimento, além de funcionar como um contra-ataque ao desastre
UntitledHá pouco mais de meio milênio, um vasto mosaico de povos indígenas ocupava, de forma plena, o extenso território que depois seria nomeado Brasil. Hoje, fração pequena dessa sociodiversidade sobrevive, em estado de alerta. A educação escolar indígena tem sido um dos lugares de batalha contra e a favor dos processos de revitalização e desaparecimento de toda essa riqueza. Nietta Lindenberg nos apresenta os bastidores da história de jovens indigenistas brasileiros, chamando-os de cronistas de viagem. Ela foca as atividades de documentação e reflexão sobre o trabalho de campo realizado por esses viajantes - a assessoria e a formação de indígenas como professores e agroflorestais, em especial no Acre e no sul do Amazonas. Debruçada sobre alguns dos relatórios de viagem escritos por esses indivíduos, reproduzindo e analisando seus textos, narra as experiências vividas em campo pela voz de seus autores
UntitledNeste livro o autor trata da presença dos Camba-Chiquitano em Mato Grosso do Sul, com um profícuo diálogo entre a História e a Antropologia, analisando com maestria o desenvolvimento histórico das identidades assumidas e atribuídas na região da fronteira Brasil-Bolívia. O autor discute os percalços identitários de uma comunidade que vive em situação de fronteira
UntitledEste livro dá sequência à série iniciada com "Manejo do Mundo. Conhecimentos e práticas dos povos indígenas do rio Negro", publicado em 2010. Como o primeiro, este volume dedica-se a um tema de enorme relevância na vida dos povos indígenas do rio Negro: a inscrição de suas histórias de origem na paisagem natural. Em seu conjunto, os textos aqui reunidos são o resultado de pesquisas colaborativas e de múltiplos diálogos entre pesquisadores brancos e indígenas acerca de como fazer pesquisa, do que e como registrar, de como tratar das histórias contadas pelos mais velhos e de como estimular os mais jovens a se envolver neste tipo de atividade
UntitledPreto no branco é um trabalho já clássico e, de certa forma, premonitório. Nos anos 1970, época em que a questão racial andava esquecida pela academia, e ainda não fazia parte do debate público, Thomas E. Skidmore, decano entre os “brasilianistas”, tenta compreender um momento central para a explicação do racismo na sociedade brasileira. Seu estudo causou grande sensação na época e ajudou a recolocar em pauta esse tema agudo da realidade nacional. Com base nos escritos e discursos de uma grande gama de cientistas, políticos e romancistas, o livro revela que a intelligentsia local, influenciada por padrões e formas europeus, procurou acomodar as teorias racistas então em voga - que consideravam o negro inferior e condenavam a mestiçagem - à situação local. A solução original encontrada foi o “branqueamento” da sociedade, por meio da imigração europeia. Skidmore mostra, no entanto, como as ideias deterministas foram gradualmente cedendo lugar a novas perspectivas, que davam ênfase aos aspectos positivos da miscigenação, e acabaram por produzir um consenso sobre a existência de uma “democracia racial” no país, tese que gerou uma percepção distorcida do racismo brasileiro
UntitledO presente estudo põe em discussão a "escola diferenciada" destinada ao povo indígena Jiripancó, localizado próximo ao município de Pariconha no alto sertão alagoano. Discute a escrita da história como forma de compreender a relação entre teoria e prática no processo de investigação da história dos indígenas
UntitledAlcides Dessalines D ́Orbigny (1802-1875), naturalista francês, veio ao nosso país depois de Saint-Hilaire. Este é um dado importante a considerar no desdobramento e avaliação de sua obra. Conhecendo o trabalho daquele, não foi dele, contudo, um caudatário. Há muitos pontos de contato entre uma obra e outra, mas D ́Orbigny soube ver com seus próprios olhos e fixar o visto em páginas de grande valor que acrescentam as observações do ilustre naturalista, seu antecessor. Comissionado pelo Museu de História Natural de Paris, a fim de estudar o continente americano em geral, especialmente o elemento aborígene sul-americano, partiu da França em 1826, contando apenas vinte e quatro anos de idade. Foi esta viagem que lhe supriu de material de primeira ordem, para compor respeitável acervo de informações, observações agudas e transformar esse cabedal numa obra que o credenciaria como um grande estudioso. D ́Orbigny é considerado, pela especialização de seus estudos, um dos fundadores da paleontologia estratigráfica, com tanto afinco se dedicou ao exame dos nossos fósseis, dos exemplares recolhidos na América do Sul. O presente volume contém exclusivamente a parte de sua excursão pelo Brasil e nos seus onze capítulos acham-se descritas as mais exatas observações sobre a nossa geografia, fauna e flora, sobressaindo-se os dados etnográficos, até hoje considerados fundamentais pelos especialistas
UntitledO cativeiro da terra é a matriz estrutural e histórica da sociedade que somos hoje. Ele condenou a nossa modernidade e a nossa entrada no mundo capitalista a uma modalidade de coerção do trabalho. Aí encontramos a explicação de nossa lentidão histórica e a postergação da ascensão social dos condenados à servidão
UntitledRegimento de uso das terras indígenas do grupo Kaxinawá
Em edição bilíngue – português e guarani –, Olívio Jekupé conta a história de Vera, um indiozinho que queria estudar na escola dos não índios. As aquarelas de Rodrigo Abrahim captam a atmosfera alegre e corajosa dos indígenas, em sua luta para defender-se dos não índios
UntitledGramática elaborada por Vitor Francisco Juvêncio como documento de orientação básica para ensino da língua Makuxi e seus fundamentos. Tem como objetivo incentivar a prática de leitura e da escrita no ensino e uso da língua em diversos ambientes de convívio
UntitledArtigo de Marlene Castro Ossami de Moura que analisa a importância do território da comunidade indígena Tapuia a partir da representação do Aldeamento Carretão
UntitledO livro analisa, com base na relação saber-poder, as narrativas ocidentalizadas sobre os povos indígenas, que as destacaram como pessoas subalternas, selvagens, rudes, preguiçosas, indolentes e selvagens. Ao mesmo tempo em que visavam transformá-los em povos cristãos e em sujeitos que incorporassem um modo de ser, de viver e de pensar ocidentalizado
UntitledA publicação é o resultado de um processo de aprendizagem de pesquisa e registro de informações desenvolvido pelos índios funcionários do Museu Kuahí junto aos artesãos de suas comunidades indígenas. Essa pesquisa tem como tema as matérias-primas utilizadas pelos povos indígenas do Oiapoque para fazer os seus objetos
UntitledA publicação aborda as atividades desenvolvidas por índios do Médio Rio Negro por meio do projeto "Manejo de Fibras e Revitalização da Cultura Indígena no Médio Rio Negro". O objetivo principal da proposta foi documentar as manifestações culturais ligadas aos grupos indígenas presentes na região ocupada pelos municípios de Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro, principalmente aquelas voltadas a produção de artesanato em fibras vegetais, de forma a buscar posteriormente formas de revitalização cultural frente a crescente perda de costumes e valores observada na interação entre a cultura dos povos indígenas do Rio Negro com a sociedade envolvente
Relatório produzido pelo Conselho Indigenista Missionário - CIMI - no ano de 2012 sobre a violência contra os povos indígenas do Brasil
A publicação aborda alguns aspectos da vida de Darcy Ribeiro: sua trajetória parlamentar no campo do trabalhismo e as discussões sobre a interpretação do Brasil, como os debates de cunho antropológico baseado no indigenismo e nos estudos da civilização brasileira
UntitledO livro de Kelly Oliveira explora o movimento indígena do Nordeste brasileiro, abordando etnograficamente o escritório da Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo - Apoinme, em Olinda. Ela apresenta uma revisão do campo da Antropologia Política e sua articulação com a perspectiva histórica
UntitledLivro que tem como base a dissertação de mestrado defendida no Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Vale do Rio dos Sinos e é o resultado da pesquisa sobre a presença dos índios Xokleng no litoral norte do Rio Grande do Sul sob o enfoque dos conflitos interétnicos
UntitledLivro sobre a história da Amazônia
UntitledContos retratando diversos povos indígenas
UntitledO livro é resultado de duas oficinas sobre agricultura realizadas em 2007, durante a execução do projeto "Fortalecimento Cultural e Sustentabilidade na Produção e Consumo de Alimentos dos Wajãpi do Amapari". O projeto foi desenvolvido pelo Iepé em parceria com o Conselho das Aldeias Wajãpi - Apina, com financiamento do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)
UntitledLivro contendo coletânea de histórias Baniwa registrados pelo antropólogo Robin Wright
UntitledLivro contendo coletânea de histórias Desana, sendo que a primeira parte recorda a criação do mundo e da humanidade e a chegada dos ancestrais dos povos indígenas atuais na região do rio Negro. Já a segunda parte intitulada Api kereri reúne as outras histórias importantes na cultura dos Guahari Diputiro Porã
UntitledLivros sobre os jogos e brincadeiras dos povos indígenas do Xingu, mais especificamente, o povo indígena Kalapalo
UntitledContos de histórias tradicionais do povo indígena Xavánte das aldeias Fontoura e Etenhiritipá
UntitledLivro contendo contos representativos de diversos povos indígenas
UntitledConto infanto-juvenil que narra a história de uma mulher que come carne de onça e lentamente vai se transformando em um animal mitológico chamado Yaguarãboia do povo Maraguá
UntitledLivro sobre contos da Amazônia realizado após pesquisa de campo na área Pedras Grandes ao Município de Curuça
UntitledO livro conta a odisseia de um índio Mawé, desde o seu nascimento, da sua luta para salvar o povo das garras do monstro mau da floresta, até acabar com a morte do guerreiro tuxaua
UntitledLivro com lendas do grupo indígena Tikuna
UntitledConto do grupo indígena Maraguá
UntitledLivro contendo a discussão sobre a identidade brasileira à partir do marco dos 500 anos de descobrimento do Brasil
UntitledMito da terra sem males dos índios Guarani
UntitledLivro sobre folclore brasileiro, contendo a temática indígena
UntitledConto indígena da união de Guaracy (Sol) e Gixiá (Lua)
UntitledRelato da experiência docente com os índios Waimiri-Atroari
UntitledPublicação com lendas e mitos da Amazônia
UntitledTrabalho desenvolvido por antropólogos para profissionais do Direito, fruto da aproximação do Ministério Público Federal e da Associação Brasileira de Antropologia
UntitledA ideia da publicação surgiu durante as oficinas linguístico-pedagógicas realizadas na comunidade São Sebastião do Umari, no rio Tiquié, nos meses de junho e julho de 2012. O trabalho representa o resultado conjunto entre os pesquisadores e os falantes da língua Desano
UntitledO livro é resultado do Projeto de Documentação da Língua Kisêdjê realizado no contexto do ProDoclin e envolveu, entre outras atividades, a gravação, transcrição e tradução de eventos de fala, a coleta de sentenças, itens lexicais e julgamentos gramaticais
A ideia da publicação surgiu durante as oficinas linguístico-pedagógicas realizadas na comunidade São Sebastião do Umari, no rio Tiquié, nos meses de junho e julho de 2012. O trabalho representa o resultado conjunto entre os pesquisadores e os falantes da língua Desano
Cartilha produzida no contexto do Projeto Ninam - Yaroamë e tem por objetivo apoiar as futuras ações de educação na região Yaroamë e se destina a falantes nativos que desejam aprender a escrever sua língua
A cartilha de letramento Karajá tem por objetivo atender a demanda dos professores Iny por material didático para o ensino da língua materna nas escolas das aldeias Karajá, podendo também ser instrumental no trabalho de revitalização da língua nas aldeias onde se constata quadro de perda linguística e cultural
Trabalho etnohistórico de Edwin B. Reesink do Latin America Research Series sobre os índios Nambikwára
UntitledA publicação é fruto da parceria entre a Representação da UNESCO no Brasil e o UNAIDS, no âmbito do Plano integrado das Nações Unidas para o Estado do Amazonas (Amazonaids), com o objetivo de elaborar e disponibilizar material educativo multilíngue e intercultural, para o trabalho de prevenção das DST/Aids e hepatites virais nas escolas indígenas
Publicação contendo as transformações e a evolução dos vários termos que compõem a linguagem museal, considerando a história e o sentido atual
Conjunto de poemas que tratam da identidade do povo Omágua que vivem na aldeia Tururucari-Uka e no interior do Amazonas, no Alto Solimões
UntitledPublicação contendo artigos sobre línguas indígenas apresentadas no Simpósio Expresión de nociones espaciales en el Coloquio Internacional Amazónicas III realizado na Universidad Nacional de Colombia em abril de 2010
Etnografia do povo Witoto
UntitledLivro sobre pintura corporal e arte gráfica do povo indígena Wayampi