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. A pesquisa girou em torno do estudo dos processos de mudanças e de continuidade das estruturas culturais dos diferentes grupos sociais que ocuparam a área em questão, desde o início de sua ocupação histórica, no final do século XVIII, até a atualidade
Retoma nesse novo livro o debate sobre a relação entre cultura e história, e nos revela uma obra extraordinária em vários sentidos. Em primeiro lugar, porque estabelece um diálogo com o grego Tucídides – o primeiro historiador a romper com o relato mitológico e a introduzir a política e a economia no pensar histórico; Em segundo lugar, compara duas guerras distantes no tempo e no espaço – a Guerra do Peloponeso e a Guerra da Polinésia – para analisar como a cultura determina certos padrões de ação, que adquirem força histórica e podem acabar por decidir o rumo dos acontecimentos; Finalmente, por esclarecer como os indivíduos se revestem de valores simbólicos a ponto de se tornarem determinantes da ação histórica, como o fascinante episódio da história do beisebol norte-americano em 1951, e o fenômeno Elián Gonzales – único sobrevivente de um naufrágio de refugiados cubanos e que se tornou objeto de disputas internacionais
SAHLINS, Marshall David 1930-"Nossa visão das sociedades indígenas há muito é distorcida por equívocos e preconceitos que surgem quando tentamos aplicar a outras civilizações os critérios de nossa própria cultura. (.) Para compreender melhor os povos indígenas, temos de examinar sua realidade a partir de sua perspectiva”. Desta prerrogativa parte História e cultura dos povos indígenas no Brasil, que trata das particularidades dos indígenas brasileiros, sua trajetória desde a conquista portuguesa, o impacto por ela causado e as lutas que eles empreendem hoje no país
O texto faz uma breve análise das relações entre História e Memória a partir das obras de Peter Burke, Henry Rousso e Jacques Le Goff
LE GOFF, JacquesOs ensaios que integram este volume analisam, de uma perspectiva multirregional, as grandes mudanças econômicas ocorridas no Brasil durante o século XIX, passando em revista seus principais aspectos, desde a época da Independência até a Proclamação da República. Autores como István Jancsó, Bárbara Weinstein, José Sebastião Witter, Wilma Peres Costa e Fernando Pedrão, entre outros,examinam as origens da economia nacional, a inserção do novo país no mercado mundial em formação, a transição do trabalho escravo para o trabalho livre, o início da construção de nossa infra-estrutura de serviços e, finalmente, a emergência de um mercado interno responsável pelo aparecimento das primeiras indústrias
Poucos livros contribuíram de maneira tão decisiva para a compreensão em profundidade das grandes questões nacionais quanto História Econômica do Brasil, de Caio Prado Jr. Produto de um esforço precursor de interpretação da história brasileira sob um ponto de vista marxista, ele inaugurou uma nova etapa da vida intelectual do país. Hoje, passados quase cinqüenta anos de sua primeira edição, História Econômica do Brasil continua a ser um livro indispensável para o entendimento das características estruturais da sociedade brasileira, dos dilemas que herdamos do passado e dos possíveis caminhos de sua superação
PRADO JÚNIOR, CaioO estudo do passado não vale por si, mas na medida em que procura compreender retrospectivamente a própria atualidade, assim como fundamentar a escolha de caminhos futuros. Os ensaios aqui reunidos colocam-se nessa perspectiva, tendo em vista a natureza e a dinâmica das relações entre metrópoles e colônias. Os temas estão agrupados em cinco blocos temáticos: o escravismo e as grandes lavouras; o ciclo do ouro e a urbanização; a pecuária e as culturas de subsistência; ofícios, manufaturas e comércio interno; e, finalmente, o comércio colonial e o chamado exclusivo metropolitano
SZMRECSCINYI, Tomás (org)- A arte no período pré-colonial Arte Índia do século XVI desenho industrial. comunicaÇÃo visual. 2. Início do século XIX maneirismo, barroco e rococó. 3. século XVII e o Brasil holandês os pintores de Nassau. 4. Século XIX transição e início do século XX Art-Noveau 5. Modernismo, ecletismo e industrialismo. 6. Arte contemporânea arquitetura contemporânea Fotografia 7. Desenho Industrial comunição visual Arte afro-brasileira 8. Artesanato arte educação 9. Arte e arquitetura contemporâneas fotografia
- A arte no período pré-colonial arte Índia do século XVI desenho industrial comunicação visual; 2. Ínício do século XIX maneirismo, barroco e rococó; 3. Século XVII e o Brasil holandês os pintores de Nassau; 4. Século XIX transição e início do século XX Art-Noveau; 5. Modernismo ecletismo e industrialismo; 6. Arte contemporânea Arquitetura contemporânea Fotografia; 7. Desenho Industrial comunição visual arte afro brasileira; 8. Artesanato Arte educação; 9. Arte e Arquitetura contemporâneas Fotografia
A obra analisa vários campos da formação histórica do país, da organização material da sociedade às formas da cultura e do pensamento. Os dois primeiros volumes são dedicados à época colonial: Do Descobrimento à Expansão Territorial e Administração, Economia, Sociedade. Especialistas estudam o processo de constituição e consolidação do Brasil como colônia portuguesa, abrangendo desde os aspectos econômicos e sociopolíticos até os temas medicina colonial, música barroca e expedições científicas; O período monárquico é tratado em cinco livros: O Processo de Emancipação, Dispersão e Unidade, Reações e Transações, Declínio e Queda do Império e Do Império à República. Inicia-se com a análise das condições de emancipação do Brasil e se encerra com a crise do regime monárquico e a transição para a República, em um volume, clássico, inteiramente escrito por Sérgio Buarque de Holanda. Os quatro volumes do período republicano, por sua vez, são Estrutura de Poder e Economia (1889-1930), Sociedade e Instituições (1889-1930), Sociedade e Política (1930-1964) e Economia e Cultura (1930- 1964). Dividem-se em duas épocas: uma anterior e outra posterior a 1930, ano de crise mundial e de revolução no Brasil
Holanda, Sérgio Buarque deA obra analisa vários campos da formação histórica do país, da organização material da sociedade às formas da cultura e do pensamento. Os dois primeiros volumes são dedicados à época colonial: Do Descobrimento à Expansão Territorial e Administração, Economia, Sociedade. Especialistas estudam o processo de constituição e consolidação do Brasil como colônia portuguesa, abrangendo desde os aspectos econômicos e sociopolíticos até os temas medicina colonial, música barroca e expedições científicas; O período monárquico é tratado em cinco livros: O Processo de Emancipação, Dispersão e Unidade, Reações e Transações, Declínio e Queda do Império e Do Império à República. Inicia-se com a análise das condições de emancipação do Brasil e se encerra com a crise do regime monárquico e a transição para a República, em um volume, clássico, inteiramente escrito por Sérgio Buarque de Holanda. Os quatro volumes do período republicano, por sua vez, são Estrutura de Poder e Economia (1889-1930), Sociedade e Instituições (1889-1930), Sociedade e Política (1930-1964) e Economia e Cultura (1930- 1964). Dividem-se em duas épocas: uma anterior e outra posterior a 1930, ano de crise mundial e de revolução no Brasil
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Holanda, Sérgio Buarque deImportante coletânea que reúne sete estudos, alguns publicados anteriormente, versando sobre diferentes dimensões da história dos índios do noroeste amazônico, com destaque para os Baniwa. Para além do mérito de reunir num só volume uma produção dispersa por revistas e coletâneas, o autor apresenta versões atualizadas e as contextualiza face aos debates atuais na etnologia sul-americana. Wright junta a análise documental – incluindo um material muito rico sobre a escravidão dos índios no século XVIII – com mais de vinte anos de pesquisa etnográfica, valorizando em primeiro plano as versões e interpretações indígenas sobre um passado marcado não apenas por grandes transformações, como também pela persistência de modos de vida e de pensar, a contrapelo das mudanças
WRIGHT, Robin MPublicação sobre os índios Guarani Kaiwá
CHAMORRO, GracielaA história oficial está nos livros e nos documentos, nos filmes e nos discursos de dirigentes. Mas ao lado do que a escrita e a imagem registraram, existe uma outra visão dos acontecimentos que pode ser recuperada através da memória. Os episódios significativos dos anos 20,30 e 40 de nossa história são percorridos nas lembranças das pessoas. Conhecemos assim um outro Vargas, uma outra visão da ditadura, uma outra perspectiva da intervenção do Estado, das perseguições, comícios, morte de João Pessoa, combates e campos de luta. Mais que isto, conhecemos uma outra maneira de "construir" a história; O livro apresenta ainda um minucioso e didático manual de orientação para aqueles que quiserem utilizar a história oral como técnica de pesquisa
MONTENEGRO, Antonio TorresÉ uma obra que reúne estudos de historiadores, antropólogos, sociologos e cientistas políticos, cujo objetivo comum centra-se na interpretação dos problemas e das metodologias apresentadas, a partir de uma perspectiva interdisciplinar
PRIORI, Angelo (org)Publicação sobre a história da ocupação indígena na região de Roraima
Miranda, Alcir Gursen deA autora reúne e comenta numa excelente introdução várias narrativas de índios de diferentes grupos étnicos residentes no Parque Indígena do Xingu. Além de versões de mitos que se entrelaçam com memórias históricas, são de particular interesse as reconstituições das origens do contato e do estabelecimento do Parque
FERREIRA, Mariana K. LealEste livro se propõe a auxiliar no processo de formação continuada de professores da educação sobre a temática indígena
SILVA, Giovani José daLivro contendo a narrativa de contos de diversos povos indígenas
Cesarino, PedroEsta abrangente publicação a respeito do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal é um retrato complexo de uma organização religiosa brasileira que utiliza duas plantas psicoativas como parte de seus rituais espirituais no Brasil, Estados Unidos e Europa. O foco do livro é a sua história, estrutura organizacional, conhecimento científico das plantas, crenças espirituais e uso ritual por adolescentes. Alianças entre a UDV e outras entidades religiosas, que utilizam a Hoasca como sacramento, são apresentadas. Este livro nos dá um insight de um complexo movimento social bem à frente de seu tempo.; O presente livro é produto de um congresso internacional que demonstra o amadurecimento institucional da UDV. Nele se apresentam as suas próprias visões de si mesmo e de questões de grande interesse público, como ciência, meio-ambiente, liberdade religiosa, dimensões do sagrado, neuropsicologia, uso de drogas psicoativas, educação, memória, beneficência, direito, relações entre Estado e sociedade
BERNARDINO-COSTA, Joaze (org)Pretendemos aprofundar o conhecimento de nossa terra, do nosso povo, nas suas raízes étnicas, culturais e históricas, projetando igualmente esses conhecimentos naquilo que somos hoje ou seremos no futuro. Em outras palavras: estudar a essência do nosso povo para melhor entendê-lo naquilo que ele é e ao mesmo tempo vislumbrar o caminho que vai ou deve seguir
SCHADEN, Egon (1913-1991)