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No extremo norte do país, no Estado do Amapá, moram os povos Karipuna, Galibi Kali'na, Galibi Marworno e Palikur. Somam uma população de cinco mil indivíduos; O intercâmbio histórico entre índios e não índios no baixo Oiapoque fez com que os quatro povos indígenas atuais da região desenvolvessem características comuns a partir de uma mesma tradição cultural. O intenso contato não apagou as especificidades de cada grupo, que mantém uma identidade própria, historicamente construída, e configurações sociais, políticas e religiosas específicas. Neste livro apresenta-se os processos de fabricação e ornamentação de artefatos produzidos por estes povos, os símbolos que lhe são atribuidos, os contextos de uso e suas dimensões cósmicas: as transformações e interpretações a que são constantemente submetidos
UntitledO "Encontro" entre os missionários e os índios do Brasil, iniciado no século XVI, continua quinhentos anos depois e num mundo globalizado, este livro trata, de uma perspectiva antropológica, dessa história acidentada e das profundas transformações que esse encontro provocou e provoca em todos os envolvidos, particularmente com consequências inúmeras vezes trágicas para o grupo mais numeroso - os índios -, em todas as manifestações de sua historicidade, e se a antropologia é devedora da própria atividade missionária para constituir o seu olhar, ela também aqui pode se rever criticamente, tendo como palco para essa avaliação os problemáticos programas que, a partir dos anos 1970, são postos em prática junto aos aldeamentos indígenas pela Igreja Católica e pelos protestantes históricos e Pentecostais
UntitledAtlas dos territórios dos grupos indígenas Mebêngôkre, Panará e Tapajúna
Aborda o patrimônio cultural na perspectiva antropológica no Brasil. Discute a atuação dos antropólogos nos museus e nas atividades de gestão de políticas públicas e comunitárias ligadas ao tema. Avalia a necessidade do diálogo com outras disciplinas na definição do patrimônio e na elucidação de seus significados
UntitledBreve estudo sobre a vida e obra do principal articulador do SPILTN, bem fundamentado numa pesquisa documental e bibliográfica. O trabalho enfoca sobretudo os projetos junto aos índios do Mato Grosso durante as primeiras décadas do século XX.
UntitledEste estudio brinda al lector una primera aproximación histórica a la presencia protestante en la Amazonia colombiana empleando una amplia gama de archivos que junto con su experiencia de campo entre los Nukak permitieron al autor reconstruir en profundidad el caso de la organización religiosa fundamentalista de origen norteamericano New Tribes Mission o Misión Nuevas Tribus. Con un énfasis hacia los llamados pueblos aislados, tema que se aborda también en este libro, los primeros miembros de esta organización arribaron a Colombia hace más de 60 años y la representante más mencionada en diversas fuentes fue Sophie Müller, quien es reconocida como el agente que mayor cambio cultural produjo entre los indígenas de la zona trifronteriza de Colombia Venezuela y Brasil
UntitledAs missões Jesuíticas-Guaranis são reconhecidas desde o século XX como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade da UNESCO
Nesta obra-prima fascinante, divertida e muito acessível, Elias analisa a história dos costumes, concentrando-se nas mudanças das regras sociais e no modo como o indivíduo as percebia, modificando comportamento e sentimentos; Norbert Elias buscou informações em livros de etiquetas e boas maneiras, desde o século XIII até o presente, para mostrar que nossos hábitos se colocam em um determinado estágio de uma evolução milenar. Elias prova que desde a Idade Média, em que o controle das pulsões era bastante reduzido, até os nossos dias, as classes dirigentes foram lentamente modeladas pela vida social, e a espontaneidade deu lugar à regra e à repressão na vida privada
UntitledAs narrativas aqui proferidas são polifônicas não apenas no sentido de serem diferentes as concepões de museus e de patrimônios que lhes informam, mas também no sentido de elas mesmas registrarem múltiplas visões de mundo e de abarcarem diferentes olhares e abordagens profissionais e teóricas. Entre os autores que participam desta coletânea há antropólogos, cientistas políticos, sociólogos, arquitetos, educadores, biólogos, historiadores e museólogos. Alguns militam no campo dos museus e dos patrimônios há muitos anos, outros são recém-chegados; alguns são brasileiros, outros estrangeiros; alguns são professores, outros estudantes. Esta é a graça: investir numa espécie de miscigenação intelectual e sensível; estimular interconexões e inter-câmbios de idéias, saberes e afetos
UntitledEm A Presença Indígena na Formação do Brasil há um recorte histórico dos povos indígenas que se diferencia do lugar-comum tradicionalmente trabalhado no ensino básico e superior brasileiro, justamente por contar esta história sem encerrá-la apenas nos aportes da dominação, colonização e “civilização”, onde o indígena estaria posto como o acidental, passivo, exótico e/ou passageiro. O livro parte da perspectiva de que os povos indígenas foram (e são) agentes importantes na formação da sociedade brasileira – territorial e politicamente – seja pela sua organização sociocultural e pelo uso e controle dos recursos naturais existentes, seja pelas formas de resistência à colonização.
UntitledEste livro é o resultado de 15 anos de reflexão de Els Lagrou sobre sua experiência etnográfica entre os Kaxinawa do Alto Rio Purus, com os quais esteve durante os 18 meses de sua pesquisa de campo. Segundo a autora, o livro baseia-se na reelaboração de suas duas teses e dos vários artigos posteriores escritos com base nas notas de campo. Os Kaxinawa são um povo de língua pano com uma população estimada em 7 mil indivíduos, que habitam a floresta amazônica de ambos os lados da fronteira entre o leste peruano e o noroeste brasileiro, no estado do Acre, onde representam o grupo indígena mais numeroso. São também o grupo pano mais conhecido pela antropologia, existindo a seu respeito vasto material etnológico e histórico
UntitledNeste livro, o autor analisa as formas de contrabando nos territórios de fronteira das Américas portuguesa e espanhola, próximos ao rio da Prata, no período de 1760 e 1810.
UntitledNeste livro, a autora deslinda alguns dos segredos da formação do Estado no Brasil oitocentista. Ela percebe que no Conselho de Estado havia diálogo entre o pensamentodo governo e os interesses dos grupos dirigentes e suas vastas redes clientelares provinciais. Acompanhando o dia-a-dia daquela espécie de assembléia de notáveis, é demonstrada a possibilidade de coexistência de aspectos informais com as estruturas formais de ordenamento político e social
UntitledAo percorrer a história do baixo Amazonas da introdução do Diretório ao ocaso do boom da borracha, a autora sustenta que a colonização representou basicamente a exploração desenfreada dos recursos humanos e naturais da região. O objetivo é mostrar que o processo contemporâneo de devastação da Amazônia possui raízes profundas
UntitledResultado dos estudos sobre o uso da jurema entre os índios nordestinos, o livro mostra através da pesquisa pioneira um aprofundamento na realidade social, étnica, médica e mágica desses índios
UntitledO Projeto TUCUM visa a formação de professores indígenas que atuam em sala de aula e tem como objetivo formar e habilitar professores indígenas ao nível de magistério. Este projeto tem por fundamento três eixos norteadores: Terra, Língua e Cultura
UntitledPartindo das Exposições Universais, eventos que funcionavam como vitrine para as conquistas tecnológicas da burguesia no século XIX, o professor Francisco Foot Hardman investiga a expansão do capitalismo pelo globo, centrando-se no episódio da construção da ferrovia Madeira-Mamoré. O delírio desenvolvimentista levou operários de mais de quarenta países aos confins da Amazônia, para trabalhar em uma linha de trem cuja finalidade em pouco compensava os problemas de terreno e logística. Em um relato amplamente documentado, o autor mostra como esta obra faraônica custou a vida de milhares de trabalhadores anônimos
UntitledEm Saúde dos povos indígenas, a Associação Brasileira de Antropologia torna público um conjunto de estudos propositivos de uma reflexão crítica essencial sobre as relações entre o fazer antropológico, a implementação de políticas públicas de saúde e a participação dos povos indígenas nesse contexto. Ao fazê-lo, abordamos temas como a participação das organizações indígenas na formulação das políticas públicas e seu potencial transformador, as ligações dos intelectuais nativos - pajés, muitas vezes - com as formas de poder associadas à biomedicina, e a contribuição técnico-cientifica que o antropólogo, em seu trabalho cotidiano, traz para uma nova construção de nação e de cidadania no Brasil contemporâneo
UntitledO que mais agrada neste livro é o estilo pitoresco do autor. Feito com ironia, fina escrita, observação delicada de pintor (que Biard foi), "Dois anos no Brasil" é obra que pode ser lida com o sabor dos melhores cronistas e, sem exagero, dos bons ficcionistas. O pintor Biard esteve entre nós em meados do século XIX. Teve cargos importantes como professor honorário da Academia Imperial de Belas-Artes e foi retratista de D. Pedro II e caricaturista. A prática da caricatura e do retrato deu-lhe argúcia crítica que, levada à escritura, transformou-se em acuidade para descrever hábitos e costumes dos brasileiros daquela época. A descrição dos motivos de sua vinda e a chegada na Baía de Guanabara poderiam figurar numa antologia literária. Auguste François Biard (1798-1882) viajou pelo Rio de Janeiro, embrenhou-se pelo Espírito Santo e, principalmente, pelo Amazonas. Aí relata, numa narrativa etnográfica interessantíssima, seu encontro com os índios, a natureza, as crenças, costumes e cultura indígena e brasileira dos anos em que viveu na nossa nação.
UntitledO autor, viajante e naturalista inglês, nasceu em 1823. No dia 1º de julho de 1858, Wallace apresentou, na Sociedade Lineana de Londres, suas idéias sobre a seleção natural das espécies. Na tarde do mesmo dia, na mesma Sociedade, Darwin leu o manuscrito sobre "A Origem das Espécies pela Seleção Natural". Ambos os trabalhos foram aceitos, pois tratava-se de pesquisas desenvolvidas simultaneamente, sem contato entre seus autores. Essa obra é o resultado de quatro anos de experiência na bacia do Amazonas, viagem realizada às expensas do naturalista inglês, em que relata suas excursões e impressões. A primeira e a última parte do livro foram extraídas de seu diário de viagem, posto que muito do material que recolheu extraviou-se. Suas observações não se limitam à geografia dos trópicos, à flora e à fauna da região amazônica, alcançam também os costumes e a vida social de índios e portugueses que habitavam a Amazônia
UntitledA documentação reunida por Marcos Carneiro de Mendonça refere-se ao extremo-norte do Brasil (Grão-Pará, Maranhão, Mato Grosso, Piauí e São José do Rio Negro) que compunha então o Estado do Grão-Pará e Maranhão, e compreende a correspondência ativa do Capitão-General Francisco Xavier de Mendonça Furtado com o irmão, o Marquês de Pombal, com o Secretário de Estado para os negócios de ultramar de Portugal e com algumas pessoas da intimidade daquele governante, a propósito dos problemas que teve de enfrentar como administrador daquela extensa área do Brasil Colônia e chefe da comissão portuguesa de limites com os territórios espanhóis. Por esta correspondência o leitor tomará conhecimentos dos primeiros e principais problemas que surgiram na Amazônia para a administração pombalina; de como nasceram as grandes Companhias Gerais de Comércio, então criadas pelo Gabinete Pombal; e verificará o que ali foi feito pelo mesmo Gabinete e pelos seus representantes autorizados, agindo naquela região; visando todos a realização do sonho de D. José e de Pombal, de fundação do grande Império Português na América
UntitledAnálise de como nossa cultura evoluiu, transplantada de outros meridianos, este novo livro de Nelson Werneck Sodré traça , em brilhante síntese, o quadro panorâmico do esforço do povo brasileiro para, vencendo pressões ao longo da História, chegar à era capitalista, quando, outra vez, luta por sua plena independência econômica, politica e cultural. Trecho fascinante de Síntese de História da Cultura Brasileira é aquele em que o autor focaliza temas de grande atualidade, como a cultura de massa, o papel e a situação do cinema, teatro, rádio e televisão, universidade, imprensa e livros. Obra estimulante, poêmica e patriótica, este livro constitui alta contribuição expositiva, critica e analítica que demonstra como o artista e o intelectual brasileiros desejam produzir uma arte e uma cultura que expressem os verdadeiros e autênticos sentimentos do nosso povo
UntitledEm “Ensaios Insólitos” se percebe, imediatamente, a paixão e a liberdade com que Darcy enfoca temas que vão desde a educação no Brasil até a situação e o drama do Índio em nosso País; de uma análise meticulosa e crítica de Casa-Grande & Senzala, de Freyre, até um depoimento pessoal e evocativo de seu amigo, o presidente, João Goulart; O insíolito destes ensaios está na predominância de um clima polêmico e apaixonado em cada um deles (…) E se impregnam da ironia e da paixão, com as quais Darcy se arma para intervir na história da América Latina com seu testemunho de antropólogo, educador e romancista
UntitledO presente manual dá informações preciosas sobre o estudo comparativo dos sistemas de classificação bibliográfica, aplicados à organização do material documentário, preenchendo uma lacuna há muito sentida pelos que desejam dedicar-se à análise dos processos de registro convencional da documentação especializada
UntitledO livro Huni Meka, cantos do Nixi Pae, conhecido também como ritual do cipó, faz parte do trabalho de pesquisa que vem sendo realizado por alguns professores sobre as tradições musicais do povo Huni Kui, ou Gente Verdadeira. Em sua maior parte, este livro está escrito em hãtxa kui, ou Língua Verdadeira, uma das nove línguas da família Pano existentes no Acre
Advogado responsável pela condução do caso: Sérgio Leitão
UntitledNa presente edição estão sendo publicadas as admiráveis coleções de desenhos sobre a flora e a fauna do Brasil do primeiro terço do século XIX, conservados no Arquivo da Academia de Ciências da Rússia. Foram todos eles executados durante expedição russa ao Brasil, de 1821 a 1836. A expedição realizou pesquisas nas províncias do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Mato Grosso e Paraná. Com o objetivo de estudar a natureza, a população e a economia do país percorreram mais de 16 mil quilômetros de território
O livro tem como objetivo apreender o processo integral de formação do Brasil; ou seja, trata-se de se costurar uma narrativa contínua que vai desde o descobrimento até o governo Fernando Henrique Cardoso. São quase 500 anos de história de um povo a procura de um país moderno e reconhecido internacionalmente em sua singularidade
UntitledAs origens da linguagem são um tema que retorna ao cenário lingüístico após mais de um século de ostracismo. Entre questionamentos e explicações, esse livro conduz o leitor dos primórdios da questão ao seu estágio atual, em que a multidisciplinaridade, a velocidade em que surgem novas teorias e as controvérsias agitam as sucessivas e rápidas mudanças de paisagem
UntitledEm um mundo dominado por julgamentos de valor apressados e maniqueísmos perigosos, a antropologia representa uma possibilidade valiosa de reflexão sobre os fenômenos sociais. Nos ensaios reunidos em ‘A teoria vivida’, a autora põe em discussão tanto os caminhos atuais da antropologia quanto a tarefa de refletir sobre nossas categorias de senso comum e as práticas do cotidiano. O diálogo íntimo entre teoria e prática cria as condições indispensáveis para a renovação das idéias
UntitledFreud, Sherlock Holmes, o crítico de arte Morelli: partindo desses nomes, Carlo Ginzburg constrói o paradigma de um "saber indiciário", um método de conhecimento cuja força está na observação do pormenor revelador, mais do que na dedução. Nessa coletânea, Ginzburg aplica o método a temas aparentemente díspares: a história da cultura popular, a teoria e a história da arte, a psicanálise, a influência da ideologia nazista em alguns dos mestres da historiografia moderna. São sete ensaios iluminadores, fruto de uma investigação "detetivesca" que, trazendo à luz detalhes negligenciados, revela perspectivas surpreendentes e faz jus à epígrafe de um dos textos: "Deus está no particular"
UntitledOs índios escrevem! Esta é a mensagem da exposição apresentada no espaço Muro do Museu do Índio. Crianças, jovens, mulheres e homens indígenas são retratados,por diversos fotógrafos, em diferentes situações de uso e interação com a escrita; Os povos indígenas são tradicionalmente ágrafos, sem escrita
UntitledSão mais de 30 trabalhos que falam desde a herança de Galvão para o ensino e a pesquisa na Antropologia Social enquanto disciplina, caso do trabalho de Orlando Sampaio Silva, até os temas e as questões da antropologia amazônica que, apesar de não falarem diretamente do antropólogo homenageado na obra, estão com ele relacionadas em função da atuação de Eduardo Galvão no campo da etnologia e, também, pelo envolvimento dele com os aspectos políticos presentes, especialmente, na Amazônia. Mas não só nela
UntitledBaseado em vasta documentação, que vai do século XVIII a meados do XX, a autora convida os leitores a repensar e questionar ideias popularizadas na literatura internacional, nacional e mato-grossense, que reservaram à província e depois ao estado de Mato Grosso o status de “um lugar sempre aquém do mundo civilizado, ou moderno, ou desenvolvido. Um lugar paralisado por uma geografia “excessiva” – imensidão territorial, exagerada abundância de recursos naturais – e separado por enormes distâncias de um centro dinâmico capaz de lhe transmitir a energia empreendedora que movia o mundo e suas populações em direção ao progresso
UntitledAtravés de um enfoque etnográfico das relações entre antropólogos, índios e indigenistas do Museu Rondon, o livro procura contribuir para a elaboração de respostas alternativas aos discursos oficiais, em uma perspectiva mais universal, recusando as limitações de um enquadramento 'local' ou 'regional'. No livro, a autora buscou produzir uma história social da ciência, empreendendo uma investigação sobre a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e focalizando-a especificamente a partir da formação de Antropologia e da criação do Museu Rondon
UntitledO Plano de Gestão é a conquista da terra, é boa educação, é boa saúde, é trabalho. No plano a gente pensa na água pura, na floresta viva, nos pássaros, é um meio da gente estar revivendo o que foi destruído no passado, é uma nova vida
UntitledA Escola Tuyuka, com apoio do ISA e PDPI, lança uma nova publicação sobre pássaros e outros animais que fornecem matérias-primas para seus adornos cerimoniais. Cada capítulo é dedicado a um desses animais, como se originaram, como são criados ou capturados, alimentados, manejados, como suas penas, pêlos, presas e outras partes são retiradas e processadas. A publicação na língua tuyuka conta com muitos desenhos e fotos. Na parte final foi incluída uma tradução integral para o português, permitindo o acesso a um público mais amplo
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