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A adoção de padrões para a elaboração de documentos científicos é de fundamental importância para as Instituições de Ensino Superior. Por este motivo os bibliotecários do Sistema de Bibliotecas da UFPR procuram estudar continuamente este tema e assim acompanhar as alterações necessárias ao seu desenvolvimento, em âmbito nacional e internacional
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁA adoção de padrões para a elaboração de documentos científicos é de fundamental importância para as Instituições de Ensino Superior. Por este motivo os bibliotecários do Sistema de Bibliotecas da UFPR procuram estudar continuamente este tema e assim acompanhar as alterações necessárias ao seu desenvolvimento, em âmbito nacional e internacional
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁEsta norma determina o tipo de informação que pode ser incluída em descrições de funções e fornece orientação sobre como tais descrições podem ser desenvolvidas em um sistema arquivístico de informação
CONSELHO Internacional de ArquivosLivro com mitos do grupo indígena Katukina
Shoviti, Noke [et.al.]Publicação de Salvador Pires Pontes sobre a gramática Tupi
Pontes, Salvador PiresCatálogo da exposição "No caminho da miçanga: um mundo que se faz de contas" realizada no Museu do Índio
LAGROU, Els (org.)Catálogo da exposição "No caminho da miçanga: um mundo que se faz de contas" realizada no Museu do Índio
Lagrou, Els (organização)Essencialmente uma etnografia dos Karipuna, este livro inclui uma problematização da história indígena, em dois sentidos: primeiro, na utilização de "dados históricos" sobre a região do Uaçá para mostrar como a dinâmica das relações interétnicas forneceu as condições para a configuração de identidades étnicas e para a manutenção de uma relativa autonomia dos povos indígenas; segundo, na utilização de histórias de vida e testemunhos indígenas para compreender como os Karipuna construíram concepções acerca da categoria de "misturados", a qual caracteriza a sua singularidade. O livro é muito bem ilustrado, não apenas com fotografias etnográficas contemporâneas mas também com algumas imagens antigas, inclusive do livro de viagem de Jean Mocquet (1617), com uma ilustração de mulheres Karipuna
TASSINARI, Antonella Maria ImperatrizQuando da divisão do Brasil em capitanias hereditárias, o território fluminense fazia parte de duas capitanias.; Com o passar do tempo, as capitanias tornaram-se capitanias; reais, por pertencerem ao Rei. A partir de 1821 a denominação; passou a ser Província até o advento da República, com o título de Estado. Em 1834 a Província do Rio de Janeiro cedeu parte de seu território, que passou a ser o Município Neutro ou Município da Corte que, com a República, tornou-se o Distrito Federal e posteriormente Estado da Guanabara. Em julho de 1974 houve a fusão dos Estados do Rio de Janeiro e da Guanabara, no governo presidencial de Ernesto Geisel, e em março de 1975 a fusão foi efetivada. Os atos resultaram na morte da velha Província Fluminense. Mas sua memória pode ser revivida como antiga capital do Estado do Rio de Janeiro, com origem ligada ao índio Araribóia (cobra feroz). Este recebeu em 1573 as terras então conhecidas como as “barreiras vermelhas”, à margem leste da Baía da Guanabara, em pagamento pela sua participação nas lutas contra os franceses e os índios aliados a estes, ajudando, pois, a Coroa Portuguesa. O aldeamento dos índios, com o passar dos anos, transformou-se em povoado, depois em vila e finalmente com foros de cidade. O Sítio e Povoação de São Domingos da Praia Grande, com uma população superior a 13.000 habitantes, em 1819, foi promovido em maio desse mesmo ano, por força do Alvará de D. João VI, com a denominação Vila Real da Praia Grande. E, em março de 1835, a Vila foi designada como capital da Província do Rio de Janeiro e, dias depois, a Vila Real da Praia Grande foi elevada à categoria de cidade, com o nome de Niterói, que significa água escondida ou rio de água fria. Em razão dos; problemas surgidos com os combates entre florianistas e saldanhistas durante a Revolta da Armada, levantada em setembro de 1893, e a tentativa da tomada da cidade de Niterói pelos revoltosos, a cidade deixou de ser a capital do Estado do Rio de Janeiro, em fevereiro de 1894, passando a cidade de Petrópolis a ter tal privilégio. Depois de muitas manifestações políticas, somente em junho de 1903 é que Niterói retornou à sua condição de capital
WEHRS, CarlosNa história da mulher brasileira, o nome de Nisia Floresta se impõe e ocupa as primeiras páginas, tanto pela coragem revelada em seus escritos como pelo ineditismo e ousadia de suas idéias. No tempo em que a grande maioria das mulheres vivia recolhida em suas casas sem nenhum direito, e o ditado popular dizia que "o melhor livro é a almofada e o bastidor", ela dirigia colégios para moças, colaborava em jornais e escrevia livros e mais livros defendendo os direitos das mulheres, dos índios e dos escravizados
DUARTE, Constância LimaLivro didático do povo indígena Mayoungong
Livro de relatos destinado ao uso escolar nas comunidades Nhandewa-Guarani (Tupi-Guarani) do Estado de São Paulo e Norte do Paraná
As histórias contadas no livro foram escritas em 2004 pelos monitores indígenas dos Centros de Educação Infantil Indígena - CECIs, a partir de um projeto de capacitação desenvolvido por uma equipe de antropólogos
Fruto subsidiário de uma pesquisa sobre o universo botânico dos Kaiowá, este livro reúne um grande número de cântigos, narrativas e depoimentos de índios enfocando sobretudo o tema da origem dos Kaiowá e de suas práticas culturais. Apesar de um índice temático abrangente, o livro é difícil de manusear e de apreciar. Há informações e perspectivas interessantes sobre a história dos Kaiowá, porém o organizador não deixa claro quem são os narradores, que ficam diluídos numa categoria geral de “informantes”. Ainda assim, conforme salienta Sílvia Carvalho na orelha do livro, a obra tem uma escala monumental que reflete a longa experiência do organizador entre os índios e, ademais, através da colaboração do tradutor Kaiowá Aniceto Ribeiro, a edição bilíngue contribui para colocar um material ao alcance de estudantes indígenas.
GARCIA, Wilson GalhegoA publicação é fruto da parceria entre a Representação da UNESCO no Brasil e o UNAIDS, no âmbito do Plano integrado das Nações Unidas para o Estado do Amazonas (Amazonaids), com o objetivo de elaborar e disponibilizar material educativo multilíngue e intercultural, para o trabalho de prevenção das DST/Aids e hepatites virais nas escolas indígenas
A complexidade das relações étnicas no período colonial é ressaltada, cada vez mais, em trabalhos históricos, desfazendo o mito de origem do brasileiro. No entanto, negros da terra ou da Guiné têm sido tratados separadamente pelos estudiosos. O desafio do livro "NEGROS no mundo dos INDIOS: imagens, reflexos, alteridades" é romper esta segmentação teórica e contextual, suscitando um diálogo comparativo e criativo.; Através de doze artigos de autores diferentemente posicionados no campo científico, as categorias `Indios´ e ´Negros´´são apreendidas relacionalmente, mediante um espectro temático e espaço-temporal amplo e instigante, auxiliando a construir o caminho para novas pesquisas etnográficas sobre as culturas do contato na América colonial.
CARVALHO, Maria Rosário de (org)Colocando no centro do palco as populações indígenas e o contato diferenciado que mantinham com colonos e jesuítas, o historiador John Monteiro reinterpreta criticamente a formação da sociedade paulista entre os séculos XVI e XVIII; Com uma economia voltada prioritariamente para a arregimentação de mão-de-obra nativa e oscilando entre a abundância e a escassez de índios - os "Negros da Terra" -, os paulistas tiveram constantemente de redimensionar as suas atividades. Dessa forma, a busca de metais preciosos, a expansão do gado e o contínuo crescimento da produção agrícola, aumentando a demanda de mão-de-obra, vinculam de modo irreversível a formação econômica e social paulista à dizimação das sociedades indígenas e a uma dinâmica interna de cunho eminentemente escravista; Realizado a partir de uma ampla pesquisa documental em arquivos da Europa e do Brasil, este livro é o resultado de mais de uma década de estudos. Sua linguagem fluente e a perspicácia interpretativa do autor recomendam-no a todos aqueles que se interessam pela história social brasileira
MONTEIRO, John ManuelEste livro é um intento de colaborar para a maior visibilização dos inúmeros conhecimentos e formas filosóficas que intelectuais indígenas detêm e de sua luta pela terra, por direitos, pelas condições de fazer viver tais conhecimentos
Flores, ValdomiroFruto de laboriosa e bem conduzida pesquisa, este ensaio trata de navegantes, bandeirantes e diplomatas, sublinhando o papel desses três agentes sociais na história brasileira, e, mais especificamente, na formação das fronteiras do Brasil
GOES FILHO, Synesio SampaioEsse livro apresenta a complexidade e beleza dos símbolos, dos rituais, das crenças e das cerimônias que compõem a religião baseada no uso do cipó sagrado utilizado pelas culturas milenárias indígenas da Amazônia para estimular a imaginação religiosa
ARAÚJO, Wladimyr SenaEduardo Bueno fez uma pesquisa minuciosa em documentos de época, como os diários de bordo, relatos de viagem e fragmentos de cartas, para reconstituir, com precisão e vivacidade, a incrível saga enfrentada pelos primeiros homens brancos que viveram no país. Os que vieram parar nas praias brasileiras pelo acaso de um naufrágio, os que chegaram nas primeiras missões de exploração, os condenados ao degredo e os que simplesmente decidiram ficar no Brasil por livre e espontânea vontade. Conhecer a história desses homens - vários deles casados com as filhas dos principais chefes indígenas, exercendo importante papel na tribo e intermediando o comércio com as potências européias - é indispensável para se entender os rumos do futuro país.; Nessa galeria de personagens extraordinárias, figuras-chave na ocupação e colonização do Brasil, vamos encontrar, além do mitológico Caramuru e de João Ramalho, outros bem menos conhecidos, como o misterioso Bacharel de Cananéia, primeiro grande traficante de escravos do Brasil; o grumete Francisco del Puerto, que viveu 14 anos entre os nativos do Prata e depois traiu os europeus, ou o intrépido Aleixo Garcia, que em 1524 marchou de Santa Catarina, com um exército particular de dois mil índios, para atacar as cidades limítrofes do Império Inca. Ao resgatar o papel desempenhado por estes, que podemos considerar os primeiros brasileiros, Bueno ilumina as três décadas esquecidas de nossa história oficial, período em que, entre outros fatos de grande destaque, o Brasil adquiriu seu nome e serviu de modelo para "A Utopia", de Thomas Morus.
BUENO, EduardoÁlvar Nuñez Cabeza de Vaca (1492-?) foi um dos mais intrépidos e incomuns conquistadores da história colonial da América. Ao naufragar na Flórida em 1527, caminhou, descalço e nu, 18 mil quilômetros até o México, onde chegou em 1537.; Em 1541, nomeado governador do Rio da Prata, Cabeza de Vaca aportou na ilha de Santa Catarina – onde viveu alguns meses – e dali partiu, também a pé, rumo a Assunção, Paraguai, onde chegou em 1542. Durante toda sua vida aventureira – na Flórida, no Texas, no México, no Brasil e no Paraguai –, lutou em favor dos povos indígenas. E pagou caro por isso: foi preso e enviado para o exílio. Em Naufrágios e comentários, Cabeza de Vaca narra suas fantásticas aventuras e desventuras bem como suas infrutíferas tentativas de impedir o genocídio perpetrado pelos brancos na América
NUNEZ CABEZA DE VACA, AlvarLivro de John Hemming sobre a expedição a Amazônia dos naturalistas ingleses Alfred Hussel Wallace, Henry Walter Bates e Richard Spruce
Hemming, JohnNas Selvas do Brasil contém um apanhado das observações do grande estadista Theodore Roosevelt, realizadas no curso de uma viagem pelo interior de nosso país. Em junho de 1913, reúnem-se, no Museu Americano de História Natural da cidade de Nova York, um dos diretores dessa instituição, aquele ex-presidente dos Estados Unidos da América, um sacerdote católico e alguns naturalistas. O projeto apresentado por Roosevelt, de uma excursão pelo interior do Brasil, com o intuito de estudar e recolher exemplares da fauna dessa região, é abraçado entusiasticamente pelos presentes. O interesse científico e, sobretudo, o sabor esquisito da aventura em terra estranha levaram o estadista ilustre a transformar-se em uma nova sorte de sertanista, à cata de exemplares zoológicos, explorador da geografia de zonas ainda não conquistadas pela civilização, observador inteligente da terra e do homem que iria conhecer, os quais analisaria com carinho e justeza. Este livro constitui importante contribuição científica e representa um exemplo de intrepidez, de cooperação e de sacrifício
ROOSEVELT, TheodoreNas Selvas do Brasil contém um apanhado das observações do grande estadista Theodore Roosevelt, realizadas no curso de uma viagem pelo interior de nosso país. Em junho de 1913, reúnem-se, no Museu Americano de História Natural da cidade de Nova York, um dos diretores dessa instituição, aquele ex-presidente dos Estados Unidos da América, um sacerdote católico e alguns naturalistas. O projeto apresentado por Roosevelt, de uma excursão pelo interior do Brasil, com o intuito de estudar e recolher exemplares da fauna dessa região, é abraçado entusiasticamente pelos presentes. O interesse científico e, sobretudo, o sabor esquisito da aventura em terra estranha levaram o estadista ilustre a transformar-se em uma nova sorte de sertanista, à cata de exemplares zoológicos, explorador da geografia de zonas ainda não conquistadas pela civilização, observador inteligente da terra e do homem que iria conhecer, os quais analisaria com carinho e justeza. Este livro constitui importante contribuição científica e representa um exemplo de intrepidez, de cooperação e de sacrifício
ROOSEVELT, TheodoreEm 20 de março, “os agregados da fazenda do Sr. Barão do Piabanha levantaram-se contra o filho deste senhor. O Juiz Municipal de Paraíba informado deste acontecimento mandou até uma pequena força, que conseguiu prender três dos cabeças. Logo depois porém armaram-se os demais sublevados em número de trinta e arrancaram os presos das mãos da Justiça” Esta notícia, publicada no Jornal do Commercio em 1858, é o ponto de partida das reflexões presentes neste livro. Ao desconfiar das interpretações registradas por aquele jornal e pelas visões recorrentes sobre os pobres do campo, Márcia Motta analisa em Nas fronteiras do poder as dimensões do conflito e do direito à terra no Brasil do oitocentos. Com base em um intenso cruzamento de fontes e em constante diálogo com a produção acadêmica sobre a apropriação territorial, a autora recupera as diversas leituras sobre a primeira lei agrária do Império - a Lei de 1850 – Para tanto, ela investiga os embates que deram origem à lei e as tentativas anteriores de fazer emergir um dispositivo legal que pudesse pôr fim aos conflitos agrários. Ao compreendê-la enquanto espaço de luta, Márcia Motta investiga como a lei foi instrumentalizada pelos fazendeiros, além de analisar as razões mais profundas que fizeram emergir a sublevação dos “agregados” do Barão. Foi possível assim demonstrar, inclusive, como a Lei de Terras pôde adquirir outro sentido para aqueles sublevados
MOTTA, Márcia Maria MenendesColetânea bilingue composta por 25 histórias que narram as principais lendas mitológicas do povo Sakurabiat, que habita a reserva Rio Mequéns, em Rondônia. Apresenta também dados linguísticos e etnográficos sobre o grupo, do qual existem apenas 23 falantes. Acompanha CD-ROM com a narração oral e escrita das histórias tanto em português como em Sakurabiat
Galucio, Ana Vilacy (org.)O livro analisa, com base na relação saber-poder, as narrativas ocidentalizadas sobre os povos indígenas, que as destacaram como pessoas subalternas, selvagens, rudes, preguiçosas, indolentes e selvagens. Ao mesmo tempo em que visavam transformá-los em povos cristãos e em sujeitos que incorporassem um modo de ser, de viver e de pensar ocidentalizado
Aguiar, José Vicente de SouzaOs historiadores, como muitos outros praticantes das disciplinas sociais e humanas preocupam-se com a questão da textualidade. Parecem-lhes pertinentes, em especial, as estruturas narrativas e a noção de sentido ou significação. Este manual quer preencher as lacunas nessa área da formação em História. Cada capítulo dedica-se à apresentação detalhada e à explicação passo a passo de exemplos de uso, para os fins de pesquisa histórica, de métodos que permitam abordar com proveito as questões atinentes à narrativa e ao sentido de textos escritos e filmes
CARDOSO, Ciro Flamarion S.Este livro, além de uma explicação introdutória sobre a estrutura das aacr, contém 60 exercícios de catalogação, acompanhados das respectivas soluções na forma das descrições bibliográficas internacionais normalizadas (isbds) e sua equivalência em formato marc 21 (lite e, ou, Concise). Os exercícios e suas soluções são explicados, regra a regra, de acordo com as últimas modificações introduzidas até 2002, seja nas aacr2, seja nas isbds. Traz ainda, em apêndice, as decisões do Grupo de Trabalho da Biblioteca Nacional para entidades coletivas, nomes geográficos e títulos uniformes em português
MEY, Eliane Serrão Alves