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São seis volumes sendo cinco relacionados aos Setores/Módulos da Exposição "Formas de Humanidade" (Origens e Expansão das Sociedades Indígenas;-Manifestações Sócio Culturais Indígenas,-África: Culturas e Sociedades e Mediterrâneo I: Grécia e Roma, Mediterrâneo II e Médio Oriente: Egito e Mesopotâmia (em elaboração) e um relacionado à Exposição Temporária Brasil 50 mil anos: uma viagem ao passado Pré-Colonial (exposição realizada em Brasília entre setembro/01 e março/02)
MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIAAs origens da linguagem são um tema que retorna ao cenário lingüístico após mais de um século de ostracismo. Entre questionamentos e explicações, esse livro conduz o leitor dos primórdios da questão ao seu estágio atual, em que a multidisciplinaridade, a velocidade em que surgem novas teorias e as controvérsias agitam as sucessivas e rápidas mudanças de paisagem
FRANCHETTO, BrunaIncontáveis romances, poemas, relatos de viagem, escritos políticos e estudos sobre a cultura dos povos muçulmanos atestam o enorme fascínio que o “longínquo e misterioso” Oriente exerceu, principalmente a partir do início do século XIX, sobre eruditos e escritores europeus. Tal vontade de conhecer e compreender uma civilização diferente resultou no surgimento e na consolidação de uma visão hegemônica do Oriente enquanto unidade geográfica e cultural. Neste polêmico e instigante ensaio, Edward Said mostra como essa representação dos povos orientais foi essencial à própria definição da identidade ocidental e à legitimação dos interesses das nações coloniais
SAID, Edward WLivro de notas sobre a organização social e crenças dos Botocudo
Nimuendaju, CurtEm seu processo de devir histórico e social, a biblioteconomia tem assumido diferentes feições, que levaram à incorporação de novos objetivos e novas competências. Dois grandes marcos histórios são o advento, na década de 1930, da documentação, e, nos anos de 1960, o conceito mais abrangente de ciência da informação. Ambas as mudanças foram marcadas pela necessidade de ampliar o terreno de ação da bibliografia, de modo a que fosse tratada com a devida atenção toda a crescente gama de documentos que começavam a proliferar, na esteira dos grandes avanços científicos do século XIX, particularmente os artigos científicos. Hoje em dia, em nova virada histórica, a questão do suporte da informação deixa de ser dominante. Livro, folheto, artigo de periódico, tese, manuscrito, ou o que seja, tendem a perder o grau de centralidade que ocupavam no cotidiano dos profissionais da informação. Para estes e, principalmente, para os usuários, a multiplicidade de suportes e o crescimento incessante da produção de informações, mais o advento da tecnologia da informação e da internet, fizeram com que se tornasse ainda mais premente a criação de meios que permitissem, de modo privilegiado, a identificação precisa dos conteúdos dos suportes, inclusive imateriais, onde se registram os resultados de pesquisas e todas as criações do labor humano. Por isso, se diz hoje “organização da informação”. Não é pequena, portanto, a responsabilidade que recai sobre todos os que atuam no campo da informação. Exige-se deles não apenas o aperfeiçoamento de técnicas antigas, de modo a ajustá-las às novas exigências da tecnologia, mas também a descoberta de novos caminhos que permitam a todos e a cada usuário ter acesso rápido e eficiente às informações de que precisam. Esta coletânea reúne oito textos que proporcionam ao leitor uma visão crítica das questões ligadas ao armazenamento e recuperação de informações, de algumas das soluções adotadas para essas questões, e também de alguns caminhos abertos para a pesquisa nessa área. Sete desses trabalhos foram escritos por professores da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais e um por pesquisador do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)
NAVES, Madalena Martins Lopes (org)As histórias contadas pelos próprios velhos vão servir para o pessoal que virá. Esses livros são importantes para todos nós. Sabemos que essas histórias podem desaparecer se não forem registradas. Por isso, hoje em dia, é importante que as histórias sejam pesquisadas e escritas. Vão servir para os professores, para os alunos, para todos conhecerem mais sobre os Ticunas, para saberem por que somos diferentes dos brancos
FIRMINO, Lucinda SantiagoAs histórias ajudam a preservar a nossa língua. São um registro da língua. Essa é a importância das histórias gravadas e escritas na língua ticuna.; Contar histórias é uma arte. É como saber fabricar um remo, fazer uma peneira ou outra coisa. É preciso ensinar essa arte
FIRMINO, Lucinda SantiagoA partir desse trabalho teremos escritas muitas histórias até hoje contadas oralmente. Agora é um tempo novo para os Ticunas. Nós já sabemos ler e escrever, e precisamos usar também esse conhecimento para manter a nossa cultura. Esses livros serão importantes para os alunos das escolas, para suas famílias, para as gerações do futuro. Eles terão em mãos sua própria História, o saber que nossos antepassados guardaram na memória
FIRMINO, Lucinda SantiagoEm São Paulo participa do Anhangabaú-Opá, um grande evento multi-religioso de perdão. "Este trabalho foi o início da própria voz indígena se fazer escrita, em meio à sociedade envolvente. Mostrando suas iniciações interiores, suas percepções deste mundo que se desmorona e busca se reconstruir a cada dia. A busca das raízes mais profundas do ser. Por isso ele foi escrito no ritmo das inquietações do ser. No ritmo das memórias fragmentadas que lutam para formar uma coesão."
JECUPÉ, Kaka WeráEste livro é um estudo etnográfico sobre os Marubo do alto rio Ituí (Vale do Javari, Amazonas)examina cantos e depoimentos de xamãs que se dedicam, por meio da linguagem poética, a dilemas tais como a morte e os ciclos vitais, a constituição do mundo e da pessoa, as relações entre visível e invisível. Em suas diversas manifestações – como, por exemplo, a narração de mitos, o acompanhamento dos mortos em seu destino póstumo, o trabalho da cura e das relações com espíritos –, é notável a construção de uma poética da distância, dos deslocamentos e da nostalgia. São essas algumas das marcas de um mundo no qual o que se concebe como humano se estende para vastas e insuspeitas formas de relação, mediadas pelas ações e palavras dos xamãs. Ao articular traduções com detalhadas descrições de rituais, análises de iconografias e reflexões teóricas, Oniska é uma contribuição importante e oportuna aos ainda raros estudos fronteiriços entre antropologia e literatura, em especial no que se refere às complexidades das artes verbais associadas ao xamanismo
Cesarino, Pedro de NiemeyerOlinda Restaurada” inaugura o estilo de Cabral de Mello: produzir uma história total, ou seja, econômica, política, social e militar – que acaba resultando numa leitura para especialistas. Almejando ressaltar a guerra como fator determinante do período de ocupação holandesa, e a importância do açúcar, como objeto de manutenção do período, e não só como objetivo financeiro, Mello apresenta sua fantástica pesquisa documental em capítulos de abordagens inusitadas, sempre centrados na questão das guerras holandesas em Pernambuco, que ele dividiu em dois períodos: a Guerra da Resistência (1630-1637), e a Guerra da Restauração (1645-1654). Essa abordagem é absolutamente inovadora para a época da publicação do livro, pois vem derrubar a ênfase no nativismo no estudo das guerras holandesas, dada pelos historiadores do século XIX, e nas questões sociais, dada pelos historiadores mais recentes. Evaldo foi o primeiro a levantar como prioritária a questão econômica - militar
MELLO, Evaldo Cabral deO livro reúne artigos de autores indígenas produzidos a partir de trabalhos acadêmicos
LUCIANO, Gersem José dos SantosArtigo que tem por objeto o estudo da proteção dos direitos dos povos indígenas presentes em diferentes instrumentos jurídicos internacionais, com ênfase na proteção dos conhecimentos tradicionais dos povos indígenas, com enfoque especial na Convenção da Diversidade Biológica (CDB)
LUCIANO, Gersem José dos SantosO artigo analisa a organização social dos índio Guarani Kaiwá baseada na família extensa e de como a educação escolar indígena relaciona-se com a tradição de conhecimentos que opera no contexto familiar
LUCIANO, Gersem José dos SantosArtigo sobre o movimento indígena no Brasil
LUCIANO, Gersem José dos SantosO artigo apresenta alguns aspectos da morfologia da língua Ofayé
LUCIANO, Gersem José dos SantosTanto o urbanismo quanto seu ensino nos curso de graduação e pós-graduação no país muitas vezes passam ao largo das questões sociais, para continuar privilegiando uma abordagem progressista que insiste no elogio da modernidade. Justifica-se, então a proposta básica de trabalho sintetizada no título desta coletânea, “Olhar urbano, olhar humano”.: contribuir para os estudos do espaço urbano no âmbito dos cursos de graduação, em especial os cursos de Arquitetura e Urbanismo, procurando evidenciar a importância dos aportes das ciências sociais e humanas para um urbanismo reflexivo e crítico no Brasil
SÁ, Cristina (org)Sob curadoria de Cíntia Jalles, do MAST, e de Maura Imazio, do MPEG, a mostra oferece aos visitantes um panorama da pesquisa arqueoastronômica no país, reunindo registros em pinturas e gravuras rupestres encontrados em alguns estados brasileiros. Além da Arqueoastronomia, os presentes aprenderão sobre Arqueologia, ciência que estuda as sociedades antigas tendo como base os vestígios de sua cultura, e sobre Etnoastronomia, que estuda o conhecimento astronômico das sociedades atuais
JALLES, CintiaTrata-se de uma publicação “pensada com o objetivo de agrupar e registrar em forma de documento o conteúdo apresentado por técnicos de diversas áreas profissionais, ao longo dos anos 2002 e 2003, no projeto Oficina de Estudos de Preservação, desenvolvido pela Superintendência Regional do IPHAN no Rio de Janeiro”.; A publicação traz a síntese de mais de 30 palestras proferidas nas Oficinas, abordando as mais diversas temáticas ligadas ao patrimônio cultural.
CORREIA, Maria Rosa (org)Produto de um levantamento etno-histórico feito pelo autor em meados dos anos 80 para o CIMI com o intuito de iniciar o processo de identificação de uma área indígena Ofaié Xavante, o livro costura textos do autor, depoimentos de lideranças indígenas, entrevistas e documentos históricos referentes aos Ofaié, grupo hoje radicado no município de Brasilândia MS. Apesar do caráter descontínuo do livro, o volume traz uma grande quantidade de informações históricas sobre os Ofaíé, oferecendo um amplo painel da luta desse povo contra as agressões de sertanistas e fazendeiros, contra a doença e a miséria, contra o descaso das autoridades republicanas. A Parte V reproduz uma série importante de documentos produzidos durante a gestão do SPI
DUTRA, Carlos Alberto dos SantosO que a etnografia é não está muito claro. Talvez ela seja uma espécie de escrita, para aqueles que se empenham em produzi-la e/ou consumi-la. Mas diversas considerações, talvez não muito razoáveis, têm impedido seu exame como tal. Para desenvolver esta idéia inicial, o autor Clifford Geertz analisa o trabalho de antropólogos bastante diferentes como Claude Lévi-Strauss, Edward Evan Evans-Pritchard, Bronislaw Malinowski e Ruth Benediet
GEERTZ, CliffordPublicada como parte das comemorações do centenário de nascimento de José Bonifácio, esta obra já nasceu um clássico. Trata-se da melhor e mais completa antologia disponível. Em primeiro lugar, por causa do tamanho: os três grossos volumes trazem edições fac-similares das principais obras do autor. Num enorme esforço de pesquisa, quando o acesso a arquivos estrangeiros era muito mais difícil, seu organizador conseguiu incluir textos publicados por Bonifácio em outras línguas
SILVA, José Bonifácio de Andrada ePublicada como parte das comemorações do centenário de nascimento de José Bonifácio, esta obra já nasceu um clássico. Trata-se da melhor e mais completa antologia disponível. Em primeiro lugar, por causa do tamanho: os três grossos volumes trazem edições fac-similares das principais obras do autor. Num enorme esforço de pesquisa, quando o acesso a arquivos estrangeiros era muito mais difícil, seu organizador conseguiu incluir textos publicados por Bonifácio em outras línguas
SILVA, José Bonifácio de Andrada ePublicada como parte das comemorações do centenário de nascimento de José Bonifácio, esta obra já nasceu um clássico. Trata-se da melhor e mais completa antologia disponível. Em primeiro lugar, por causa do tamanho: os três grossos volumes trazem edições fac-similares das principais obras do autor. Num enorme esforço de pesquisa, quando o acesso a arquivos estrangeiros era muito mais difícil, seu organizador conseguiu incluir textos publicados por Bonifácio em outras línguas
SILVA, José Bonifácio de Andrada eEsta obra é uma ediçao do material contido no site O Xingu dos Villas Boas, criado pelo Portal Estadão. No livro, está contada a saga dos irmãos que, em 1943, assumiram o comando da expedição Roncador-Xingu, desbravando de forma pacífica o Brasil Central e revelando ao país e ao mundo a face de povos indígenas até então desconhecidos. Para a realização do projeto, o sertanista Orlando Villas Boas juntou seus arquivos aos da Agência Estado, e garantiu a participação generosa de amigos e admiradores. O resultado foi a reunião de cerca de 300 imagens, muitas delas inéditas, depoimentos exclusivos e perfis de todas as tribos que habitam o Parque do Xingu e a afirmação de que o sonho dos irmãos - de preservar a cultura desses povos e o próprio ambiente na região - não foi em vão.; ;
Em 1850, dezesete imigrantes alemães deram início à fundação; da cidade de Blumenau, que marcou o início de uma história de contatos; e conflitos entre os europeus e os índios Xokleng, no Vale do Itajaí.; Nesse processo, firmou-se gradualmente a supremacia européia no; Estado de Santa Catarina em detrimento da história Xokleng, que, como; afirma a autora, “foi e ainda é inviabilizada”
WITTMANN, Luisa TombiniO Brasil no contexto do Atlântico Sul. Esta é a escala de análise do livro de Luiz Felipe de Alencastro, professor de História do Brasil na Universidade de Paris-Sorbonne. A tese paradoxal do livro é a de que "o Brasil formou-se fora do Brasil". Como explicar isto? A explicação do professor Alencastro para este paradoxo não parte da formação do território colonial português na América do Sul, tal como tem praticado a historiografia brasileira para explicar a história colonial do país. Ela parte do espaço econômico e social que se consolidou na área Atlântica que cerca o trópico de Capricórnio, no hemisfério sul, entre a costa litorânea brasileira e a africana. Dentro deste espaço, a produção monocultora escravista portuguesa do continente sul-americano conectou-se durante cerca de três séculos à área ocidental africana, principal laboratório do "negócio negreiro". Foi neste contexto, segundo o autor, que nasceu o Brasil no século XVIII; 2Circulações, conecções, redes: todos os meios de intercâmbio e trocas intercoloniais são examinados e sintetizados neste inovador e ambicioso livro do professor Alencastro. De Luanda, passando pelo Rio de Janeiro em direção a Buenos Aires, as rotas do comércio negreiro português são reconstituídas; as guerras angolanas e o comércio português da cachaça são exumados; Lisboa é integrada no grande comércio negreiro do Atlântico Sul como "plataforma giratória das trocas entre Europa e a África" ; tudo para explicar a singularidade brasileira; 3Com abundância de exemplos que demonstram a erudita argumentação das teses de Alencastro, o livro confere um valor novo ao rol dos livros que sintetizam a formação do Brasil contemporâneo
ALENCASTRO, Luiz Felipe deA pesquisa introduz a uma discussão sobre o território pertencente ao povo indígena Ofaié. Tradicionais caçadores e coletores do atual estado de Mato Grosso do Sul, a história desses antigos habitantes dos campos e regiões encharcadas da bacia do rio Paraná, ainda está para ser escrita. O pouco que sabemos sobre a ocupação do território onde esse povo vivia nos chegou através do olhar e das informações recolhidas pelos primeiros viajantes e suas expedições de caça e escravização de indígenas que deita; suas raízes na antiga capitania de Mato Grosso.; A trajetória desse povo, que na literatura erroneamente é chamado de Chavante, ainda é um caminho a ser descoberto. São os relatórios de Curt Nimuendajú, das Linhas Telegráficas do Marechal Cândido Rondon e do Serviço de Proteção aos Índios os documentos reveladores da experiência; humana que culminou praticamente com o extermínio da nação Ofaié
DUTRA, Carlos Alberto dos SantosO ano de 1930 terminou com uma revolução e com um governo provisório. A partir daí, vários projetos políticos disputaram o poder no país. Os mais atuantes e influentes na ápoca tentaram se impor recorrendo às armas, mas foram derrotados em 1932, 1935 e 1938. Ao final, os insatisfeitos com Getúlio Vargas foram silenciados: o governo constitucional transformou-se na ditadura do Estado Novo. No entanto, o regime autoritário incentivou a industrialização do país, patrocinou uma política cultural que encontrou receptividade entre artista e intelectuais e elevou os trabalhadores à condição de personagens centrais do regime. Em 1945, no apagar das luzes do regime, o país era outro
FERREIRA, JorgeNovos padrões culturais, sobretudo a febre modernizante, acompanharam a Proclamação da República. Dizendo-se liberal, o novo regime era, no mesmo movimento, excludentes. Eclodiram rebeliões lideradas por elites políticas insatisfeitas, tanto civis como militares. Mas também surgiram movimentos revoltosos entre as populações empobrecidas, no campo e nas cidades, causando sérios problemas aos governantes. Artistas e intelectuais, igualmente insatisfeitos, buscavam elaborar uma estética própria. Ao final, diante de tantas contradições e conflitos, a República liberal ruiu em outubro de 1930
FERREIRA, Jorge (org)O ano de 1945 começou com um movimento inverso: a ditadura do Estado Novo entrava em crise, mas o prestígio do ditador crescia entre os trabalhadores. Com a consolidação da democracia, diversos personagens passaram a se manifestar politicamente: trabalhadores, camponeses, militares, empresários, estudantes, artistas, intelectuais, entre outros. Vivendo uma experiência democrática, a população brasileira, por meio do voto, demonstrava preferências pelo projeto nacional-estatística defendido por trabalhistas e comunistas, mas não tanto pelo programa dos liberais udenistas. Ao final, a direita radicalizou, negando-se a aceitar qualquer tipo de reformas, defendendo seus privilégios, a todo custo. Mas a esquerda igualamente polarizou, querendo as reformas a qualquer preço. O desprezo pela democracia permitiu a instauração de uma ditadura
FERREIRA, JorgeO foco da obra é a região denominada zona tampão - espaço hoje localizado no sul da Bahia, norte do Espírito Santo e leste de Minas Gerais, no qual confluíram medidas políticas e administrativas visando a manter uma barreira natural de controle do acesso às zonas de mineração, e que veio a se constituir em refúgio para os grupos indígenas Tupinikin, Kamakã-Mongoió, Aimoré, também chamados Gren ou Botocudo, Maxakali e subgrupos dessas nações
PARAISO, Maria Hilda BaqueiroO tempo da ditadura: regime militar e movimentos sociais em fins do século XX é o último volume da série O Brasil Republicano e analisa a época de mando dos generais até a eclosão de movimentos sociais no final do século XX
FERREIRA, Jorge (org)Livro de contos de pajés Yanomami
Ballester, AnneConto indígena sobre o surgimento da noite realizado pelos Yanomami do grupo Parahiteri