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O Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística é um instrumento de fundamental importância para a normalização conceitual das atividades inerentes ao fazer arquivístico
ARQUIVO NACIONALDicionário de referência tendo a língua portuguesa como veículo de comunicação oficial e a discussão de temas de relevância social, econômica, política e sociocultural transversais aos países falantes de língua portuguesa na África, América Latina e Europa
Sansone, LivioO desenvolvimento da História Agrária, no Brasil, é relativamente recente, Trata-se de um campo de especialização de caráter acadêmico que passou a receber uma atenção especial dos historiadores em fase de formação nos cursos universitários de pós-graduação, a partir do final dos anos 1970
MOTTA, Márcia (org)Este "Dicionário de Datas da História do Brasil", escrito por uma grande equipe de especialistas de todo o Brasil, sob a coordenação da Professora Circe Bittencourt, coloca ao alcance do público o estado atual de conhecimento sobre as mais importantes datas do calendário brasileiro. Possibilita ao leitor consultar datas comemorativas e/ou fatos históricos ao longo do ano e identificar os assuntos conforme seu interesse: pesquisa, ensino, política educacional ou simples curiosidade
BITTENCOURT, Circe (org)Este é o primeiro dicionário histórico que abre um espaço mais amplo e adequado para a temática indígena. Os verbetes, organizados em ordem alfabética, refletem admiravelmente as tendências historiográficas atuais. Os índios aparecem tanto em verbetes biográficos (Antônio Paraupaba, Araribóia, Tibiriçá, Zorobabé, entre outros), quanto em artigos mais gerais (índios, Tupinambá), como em recortes episódicos (holandeses, Guerra dos Bárbaros). A maioria destes verbetes é assinada por Ronaldo Vainfas e Ronald Raminelli
VAINFAS, Ronaldo(direção)Este dicionário dá relativamente pouco destaque para a temática indígena, com alguma cobertura do indianismo e um verbete sobre o "Indigenismo". Alguns verbetes biográficos contêm informações esparsas: José Vieira Couto de Magalhães, José Bonifácio de Andrada e Silva, entre outros. Fica patente, no entanto, a ausência dos índios "carne-e-osso" (em oposição aos índios imaginados) na pauta dos historiadores que estudam este período
VAINFAS, Ronaldo(org.)Espécie de súmula de mais de quarenta anos de estudo e pesquisa apaixonada do folclore e da etnografia brasileira, a obra é também uma síntese viva e palpitante, através de milhares de verbetes, das superstições, crendices, mitos, danças, lendas, práticas mágicas adotadas e vividas pelo povo brasileiro em seu cotidiano
Cascudo, Luis da CamaraPrimeiro dicionário Kaingang do Estado de São Paulo
D`Angelis, Wilmar da RochaLivro sobre educação museológica
Blanco, Ángela GarcíaTerceiro livro da trilogia que começou com Red Gold (1978) e passou por Amazon Frontier (1987), oferecendo uma cobertura ampla da história dos índios no Brasil desde 1500. A exemplo dos volumes anteriores, o autor se vale de anos de pesquisa e apresenta uma impressionante quantidade de informações. Como sugere o título ("Morrer se preciso for"), este livro não apenas começa com a saga rondoniana como também se inspira nesta vertente do indigenismo, dando um amplo destaque para as ações de sertanistas como os irmãos Villas-Bôas e para as situações de primeiro contato com "índios isolados". Diferentemente dos livros anteriores, este mostra um aproveitamento maior da etnologia contemporânea e vê os índios mais como protagonistas do que vítimas da história
Hemming, John