Livro

Área de elementos

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

    Nota(s) da fonte

      Mostrar nota(s)

        Termos hierárquicos

        Livro

          Termos equivalentes

          Livro

            Termos associados

            Livro

              8524 Descrição arquivística resultados para Livro

              8524 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              Darcy
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Darcy Ribeiro / B826d / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              Pré-história do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-902(81) / F979p / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              A fascinante história dos primeiros habitantes do Brasil é, finalmente, contada por dois jovens arqueólogos e historiadores. Baseando-se em documentação farta e nas mais recentes descobertas os autores investigam as grandes ondas migratórias que aqui chegaram muito antes da "descoberta" portuguesa. Estudando a vida cotidiana e a cultura material dos povos pré-cabralianos, os autores revelam o processo de colonização e decodificam as práticas sociais, econômicas e religiosas dos homens e mulheres que aqui viveram na época dos animais gigantes

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Kaingang / N936 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Esta coletânea reúne pesquisas que contribuem para ampliar os horizontes acadêmicos sobre os Kaingang no Brasil Meridional, a partir do principio de que essas pessoas não são apenas um objeto de pesquisa, mas genuínos mestres com muito a ensinar

              Sem título
              Índios do Nordeste: temas e problemas, 2
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(812/813) / I39 v.2 / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico

              O livro abre com um texto que trata da relação entre etnia e nação a partir de um enfoque marxista, adotando o exemplo australiano. Segue um conjunto de artigos que enfocam o período holandês, trazendo inclusive novas pesquisas de fontes holandesas. Um outro conjunto inclui textos sobre a história e a arqueologia dos povos do nordeste, com um bloco de estudos e depoimentos referentes ao grupo Kariri-Xocó. A coletânea fecha com um interessante levantamento de narrativas dos Tremembé do Ceará, feito por Betty Mindlin

              Sem título
              Cultura
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.72/.74 / W726c / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              Do mel às cinzas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / L664mc / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Do Mel às Cinzas, de Claude Lévi-Strauss, é o segundo volume da série Mitológicas, originalmente iniciada em 1964, que está sendo traduzida para o português pela editora – o primeiro volume foi O Cru e o Cozido. Como o próprio nome já diz, a série discorre sobre os mitos do “pensamento; selvagem”. Lévi-Strauss aqui opta por analisar os mitos dos indígenas da América levando em conta as características intrínsecas à cultura deles, não querendo transpô-las ao pensamento antropológico já determinado. Nesse volume ele caminha da cultura dos povos em direção à natureza, contrastando dois elementos: o mel e o tabaco

              Sem título
              O saci verdadeiro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / J48 / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              O Saci Pererê – personagem do folclore brasileiro imortalizado por Monteiro Lobato – não tem uma perna só, não é negro nem usa carapuça. Quem contradiz um dos maiores nomes da nossa literatura é Olívio Jekupé, índio guarani e autor do livro. Ex-aluno de Filosofia da Universidade de Londrina e da Universidade de São Paulo, Jekupê registrou a versão indígena da lenda

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-614(8) / E84 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              O livro é dirigido, principalmente, para pesquisadores e profissionais de saúde interessados em diversidade étnica e cultural, assim como nos estudos que ajudem a compreender o mecanismo estruturante e mantenedor da discriminação racial no Brasil e América Latina, e o seu impacto sobre o bem-estar e a saúde dos grupos populacionais não-hegemônicos

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(817.3) / A643 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Fruto de uma tese de doutorado defendida na UFPE, o livro abarca a atribulada história dos povos indígenas que, no século XVIII, enfrentaram o avanço da presença colonial na região do rio Tocantíns. A autora traz inúmeros aportes documentais que permitem elucidar o protagonismo de homens e mulheres Akroá, Karajá e Xakriabá (entre outros) nos embates violentos, na negociação de acordos de paz e na constituição de um espaço colonial para os índios. É de grande interesse a utilização de textos e depoimentos de obscuros estadistas, de sertanistas semi-analfabetos e de outros personagens que ilustram o encontro nem sempre feliz entre a política indigenista de Lisboa e as práticas locais do sertão. O livro inclui mapas ilustrados, com destaque para um manuscrito da Biblioteca Pública de Évora que mostra representações pictóricas de índios e aldeias

              Aldeias Guarani Mbya na cidade de São Paulo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Guarani Mbiá / A357 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Este livro acompanhou a exposição realizada na Caixa Cultural em 2006. Traz depoimentos de lideranças indígenas que relatam as origens das quatro aldeias mbyá existentes no município de São Paulo. De especial interesse é o depoimento do cacique Vera Popygua, de Tenonde Porã (Morro da Saudade), que oferece uma reinterpretação da presença histórica dos Guarani em terras paulistas. Além das belíssimas fotos feitas por Rosa Gauditano, o livro também inclui desenhos realizados por moradores destas aldeias

              Sem título
              Memória da antropologia no sul do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572(816) / M533 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Por ocasião dos 50 anos da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), três professores titulares aposentados de universidades federais do Sul do Brasil reuniram a história regional dessa ciência na obra intitulada Memória da antropologia no Sul do Brasil. Cada capítulo traz um detalhado retrospecto de como a antropologia começou a ser feita no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, tornando-se, no conjunto, uma preciosa fonte de informação para aqueles que têm interesse em conhecer a evolução desses estudos não só nas instituições federais de ensino superior, mas também nos demais centros de pesquisa da região que se dedicam a essa área de conhecimento

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(81)"1889/1930" / T28 vol.1 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Novos padrões culturais, sobretudo a febre modernizante, acompanharam a Proclamação da República. Dizendo-se liberal, o novo regime era, no mesmo movimento, excludentes. Eclodiram rebeliões lideradas por elites políticas insatisfeitas, tanto civis como militares. Mas também surgiram movimentos revoltosos entre as populações empobrecidas, no campo e nas cidades, causando sérios problemas aos governantes. Artistas e intelectuais, igualmente insatisfeitos, buscavam elaborar uma estética própria. Ao final, diante de tantas contradições e conflitos, a República liberal ruiu em outubro de 1930

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-614 / S827h / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              O livro trata do movimento conhecido como eugenia, palavra inventada pelo cientista britânico Francis Galton em 1883 para representar as possíveis aplicações sociais do conhecimento da hereditariedade para obter-se uma desejada "melhor reprodução". Ao se debruçar sobre o movimento eugênico latino-americano entre 1910 e 1940, a autora desfaz mitos historiográficos, como a sua irrelevância frente ao movimento eugênico internacional e sua automática identificação com a eugenia nazista. Na experiência latina, a demanda por "regeneração nacional" e "aprimoramento racial" não gerou políticas de esterilização dos ditos "inaptos e inferiores", mas buscou caminhos originais e perversos para "civilizar" a América Latina e suas populações

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / S586t / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              Ao realizar uma abordagem histórico-cultural de três literaturas de viagens européias; ao Brasil, o autor evita a biografia laudatória, a explicação economicista ou a crítica; literária, enfatizando permanências e mudanças, explícitas ou sutis, em diferentes; formas de descrição do país. Obras do calvinista Jean de Léry, fascinado pela língua; tupi-guarani; do padre jesuíta André João Antonil, pragmático em sua análise das; riquezas nacionais; e do aventureiro Richard Francis Burton, com uma inesgotável; energia para compreender e classificar tudo o que via no Novo Mundo, são analisadas; como autênticas e complexas percepções da realidade, que abarcam do século XVI ao XIX

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(81).013 / G195 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              A História da província Santa Cruz a que vulgarmente chamamos Brasil, de Pero de Magalhães de Gândavo, foi a primeira obra publicada em língua portuguesa sobre o Brasil. Sua primeira edição data de 1576 e, além de inaugurar a historiografia e a geografia brasileiras - uma preocupação consciente de seu autor -, foi pioneira também ao apresentar a nova terra como um local aprazível e habitável, e não como um exótico palco de aventuras e perigos; Ainda hoje, é um texto saboroso, vivo e surpreendente. Trata-se do relato de um viajante do Renascimento. Homem multifacetado e empreendedor, conhecedor do latim, Gândavo foi excelente historiador, atento aos aspectos botânicos, zoológicos, etnológicos e geológicos. Descreve engenhos, vilas e aldeias indígenas, bem como elementos da fauna e da flora locais ainda fantásticos a um primeiro olhar europeu. Registra ainda expedições aos sertões em busca de ouro, caracterizando um Brasil entre o selvagem e o civilizado, em que índios, colonos e jesuítas se enfrentam no desafio de habitar a terra; Esta nova edição traz o texto modernizado - a partir do original de 1576 - por Sheila Moura Hue e Ronaldo Menegaz, responsáveis também pelas inúmeras notas esclarecedoras. Um verdadeiro esmero, completado pelo fac-símile de diversas páginas da edição original

              Sem título
              Homens invisíveis
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-913(811) / N785h / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Este livro narra uma viagem de três meses e meio pelo território dos povos desconhecidos da Amazônia, nas terras altas do Vale do Javari, no Amazonas, na fronteira do Brasil com o Peru e a Colômbia. Um dos lugares mais remotos e inexplorados do planeta, próximo às cabeceiras dos rios Itaquaí, Jutaí e Jandiatuba – essa é a terra dos misteriosos "flecheiros", uma tribo raramente vista, índios que se destacam pela destreza no manejo de arco e pelas flechas de ponta envenenada, que não hesitam em disparar contra os intrusos, na defesa de seu território. Os flecheiros são uma das tribos não contatadas, os isolados, que vivem em áreas praticamente inexploradas da floresta amazônica. Não se sabe ao certo quem são, onde estão, quantos são e que línguas falam. São homens invisíveis; Trinta e cinco homens entram na selva à procura dos sinais desse povo desconhecido. O objetivo não é contatá-los, é encontrar as provas de sua existência e mapear o território em que vivem, espremidos pelo avanço da civilização branca. O líder da expedição, o indigenista Sydney Possuelo, sabe que chegar perto dos nativos cria uma situação de perigo para os dois lados. Os isolados vêem os de fora como ameaça - invasores, grileiros, garimpeiros, caçadores - e os mantêm na mira de suas zarabatanas. Possuelo tenta a todo custo evitar o contato, que seria trágico para os índios. Eles têm fama de serem valentes guerreiros e exímios flecheiros, mas não possuem anticorpos contra doenças. De alguma forma, os homens da expedição têm que demonstrar aos isolados que não estão ali para atacá-los e sim para planejar e desenvolver ações que os protejam e garantam o direito deles de permanecer isolados. Enquanto for possível

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930.253 / L345a / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              Os estoques informacionais, quando organizados, assumem maior dimensão qualitativa e permitem sua utilização como fonte de informação para diferentes propósitos. O presente livro aborda a trajetória do acervo acumulado pela Comissão Rondon, hoje sob a guarda do Museu do Índio - FUNAI e faz um histórico das inúmeras expedições organizadas sob a égide de Cândido Rondon para contextualizar e recuperar a proveniência desses documentos. Princípios teórico-metodológicos da Ciência da Informação e da Arquivologia são adotados para o tratamento do Fundo Comissão Rondon, com vista ao estabelecimento de um plano de arranjo baseado no princípio da proveniência de forma a organizar os documentos fotográficos e filmicos. Esse conjunto documental assim analisado agregou valor ao estoque de informação, potencializando-o como fonte de informação e facilitou a recuperação das informações nele contidas

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.42 / P956 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Os caminhos da produção não-capitalista; Este volume é dedicado à economia solidária e às alternativas de produção não-capitalista sob a forma de cooperativas, empresas auto-gestionárias, de gestão coletiva da terra e associações de desenvolvimento local, etc

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-331.105.445 / S571 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Os Caminhos da Biodiversidade e dos Conhecimentos Rivais, revela a existência de uma dimensão epistemológica crescentemente importante do conflito Norte/Sul. Trata-se dos confrontos entre conhecimentos rivais, sobretudo entre o conhecimento científico e conhecimentos não-científicos (leigos, populares, tradicionais, camponeses, indígenas), e do acesso cada vez mais desigual à informação, ao conhecimento científico-técnico como conseqüência da mercantilização global destes últimos; O livro está dividido em três grandes partes. Na Parte I, intitulada ?Conhecimentos do Mundo e seus Conflitos?, são analisados alguns casos paradigmáticos de conflitos entre conhecimentos científicos e não-científicos, ao mesmo tempo que se aponta para a pluralidade interna (e conflituosa) do próprio conhecimento científico; A Parte II, intitulada ?Diversidade Biológica e Cultural e as Lutas pela Propriedade do Saber?, é dedicada ao tema da biodiversidade e à questão dos direitos de propriedade intelectual por ela suscitados, questões que constituem um novo patamar de conflitos entre conhecimentos rivais

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / V135i / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              O vôo livre e o canto dos pássaros, o verde da floresta, a imensidão das águas dos rios, a diversidade da flora e da fauna, as populações ribeirinhas, assim como o grande número de tribos que habitam ou habitaram a região, fazem da Amazônia uma parte muito especial de nosso país; região cheia de segredos, encantos e riquezas incalculáveis. Esse é o cenário onde nasceram e circulam as histórias aqui reunidas. Elas foram selecioandas com base em um cuidadoso levantamento do fecundo folclore que faz parte do patrimônio oral dos povos da floresta.No passado, Monteiro Lobato escreveu fábulas, valendo-se de histórias estrangeiras e dando-lhes roupagens nacionais. Agora, a escritora Vera do Val brinda os jovens leitores brasileiros ao produzir um livro em que lapida lendas inteiramente nacionais. Elas podem ser agrupadas em três tipos, da seguinte forma: umas são referentes à criação, outras às relações entre homens, animais e natureza e, diferenciando-se das duas primeiras, há as que se voltam para a explicação da origem de diferentes povos

              Sem título
              A Belle Époque Amazônica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(811.3) / D22b / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Ao discorrer sobre o período áureo da riqueza da borracha (1880-1910) e a decorrente euforia social e cultural que tomou conta dos estados do Pará e do Amazonas, a autora mostra como as elites amazônicas se inseriram na dinâmica do mercado mundial e como viveram uma belle époque em pleno coração da selva

              Sem título
              Esboço de auto-análise
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-301 / B769e / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Concebido a partir de um curso ministrado no Collège de France, Esboço de auto-análise é o livro mais pessoal do sociólogo Pierre Bourdieu. Escrito em 2001, poucos meses antes de sua morte, o texto mescla a narração de momentos-chave de sua vida a um estudo da posição que ocupou no campo intelectual; A infância e os ritos de passagem no internato, a vivência familiar numa província pobre do sudoeste da França e a experiência como sociólogo na Argélia compõem alguns dos temas do livro. Mas o cerne da atenção é dedicado aos jogos de força entre as principais escolas de pensamento na França naquele período, com destaque para as figuras de Raymond Aron, Michel Foucault e, sobretudo, Jean-Paul Sartre; De acordo com Bourdieu, Sartre foi um dos responsáveis pelo estabelecimento de um modelo de atividade intelectual pautado pelo exibicionismo retórico e pela ambição desmedida - e é no embate com esse modelo que o autor reconstrói sua trajetória; Traduzido pelo sociólogo Sergio Miceli, que também assina a introdução, e ilustrado com fotos tiradas pelo autor em pesquisas de campo na Argélia, Esboço de auto-análise condensa de forma enxuta e elegante o percurso de um dos mais importantes sociólogos do século XX

              Sem título
              Fronteiras: paisagens, personagens, identidades.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / G983f / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              Os textos que compõem esta coletânia traduzem a polissemia contida na palavra fronteira, problematizada a partir das questões vinculadas ao estudo de identidades americanas. Definições geográficas e culturais presentes na formação das nações do Novo Continente evidenciam a concepção de fronteiras como campo de espaço móvel e fluido, moldado pelas transformações econômicas, políticas e sociais. Além de abordarem o debate historiográfico sobre a temática, os textos aqui reunidos trazem novas perpectivas analíticas, percorrendo a partir de relatos de viajantes, os caminhos do imaginário político que anima definições identitárias

              Sem título
              Índios do Tocantins
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(811.7) / S586 / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              Baseado nos cadernos de campo do antropólogo, o livro reúne uma série de observações etnográficas realizadas em meados dos anos 70, quando Sampaio e Silva estava a serviço da Sudam. “Minha missão”, nas palavras do autor, “contemplava a constatação de quais eram os grupos indígenas existentes naquela área do [rio Tocantins], suas situações de contatos com a sociedade nacional inclusiva, além de proceder observações sobre mudanças socioculturais”. O resultado é o retrato de uma época crítica na história recente dos índios, confrontando-se a política integracionista e desenvolvimentista do Estado e o difícil desafio da sobrevivência étnica e física das populações indígenas face aos projetos de desenvolvimento

              Sem título
              Etnoconhecimento e saúde dos povos indígenas do RS
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-397(=1.816.5-82) / E84 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              O livro nos apresenta as origens e a evolução do conhecimento sobre a cultura indígena no estado do Rio Grande do Sul. Como resultado de pesquisas nesta área, os autores relatam os diferentes aspectos do modo de viver da comunidade Guarani e Kaingang, recuperando conquistas da cultura pela experiencia de vida e convivência com o ambiente

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.031 / D541 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Esta coletânea reúne sete textos de historiadores, antropólogos e estudiosos da literatura, oferecendo análises de diferentes perspectivas sobre textos missionários. Sobre a temática indígena, destacam-se os textos de João Adolfo Hansen sobre a escrita, enfocando de maneira interessante o poema anchietano “Tupána Kuápa”; de Ronaldo Vainfas sobre a “demonização” das práticas religiosas Tupi; de Alcir Pécora sobre o lugar dos índios nos sermões de Vieira; e de Andréa Daher sobre as obras impressas referentes às iniciativas francesas na América do Sul, enfocando particularmente Léry e Abbeville

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-025.17 / M152c / 1999 · Item · 1999
              Parte de Bibliográfico

              Examina a importância do contexto social e cultural na análise do significado e da pertinência da informação para o indivíduo e a sociedade. Trata da interação entre tecnologia das comunicações, processamento da informação no ser humano, representação da informação e problemas afins de armazenamento e transmissão de informações; Examina ainda as implicações sociais da engenharia do conhecimento, bem como a ética da informação e sua importância para o profissional da informação no próximo século. Leitura útil para meditar sobre as formas como a sociedade usa a informação e as barreiras que dificultam esse uso

              Sem título
              Origens e expansão das sociedades indígenas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-377.8 / M986o / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              São seis volumes sendo cinco relacionados aos Setores/Módulos da Exposição "Formas de Humanidade" (Origens e Expansão das Sociedades Indígenas;-Manifestações Sócio Culturais Indígenas,-África: Culturas e Sociedades e Mediterrâneo I: Grécia e Roma, Mediterrâneo II e Médio Oriente: Egito e Mesopotâmia (em elaboração) e um relacionado à Exposição Temporária Brasil 50 mil anos: uma viagem ao passado Pré-Colonial (exposição realizada em Brasília entre setembro/01 e março/02)

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Guarani / G216 / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              Esta tese busca compreender a construção dos relacionamentos entre os índios estabelecidos no sul da América e os portugueses. Estes, durante a segunda metade do século XVIII, empreenderam uma vigorosa tentativa de expansão das suas fronteiras com o fim de aumentar os seus domínios americanos. Para viabilizar tal expansão, os portugueses valeram-se do expediente de buscar entabular relações amistosas com as populações indígenas, para com isto possibilitar o seu estabelecimento na região. Além entabular relações amistosas com as populações indígenas, os portugueses também buscavam atrair para os seus domínios os índios vassalos do Rei de Espanha, principalmente os habitantes das missões jesuíticas situadas na margem oriental do rio Uruguai. Com tal estratégia, pretendiam aumentar as suas forças na região e, paralelamente, debilitar as espanholas. Para atrair os índios, os lusitanos desenvolveram uma série de políticas, chamadas genericamente de "bom tratamento", as quais deveriam convencê-los da superioridade dos portugueses em relação aos espanhóis. Perceber, portanto, como os índios que eram alvo destas disputas por vassalos utilizaram aquelas políticas para satisfazer os seus próprios interesses é a principal questão colocada neste trabalho

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-598.133 / C733u / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Este é mais um livro do "Programa de Formação de Agente Agroflorestal Indígena" desenvolvido pela Comissão Pró-Índio do Acre (CPI-Ac). Diferentemente dos anteriores, Hanu Miyui Xarabu Tsamia está voltado especificamente para o povo Huni Kui, ou seja, para o povo Kaxinawá, como são popularmente conhecidos. Neste livro é tratado especificamente de tema relacionado à criação de animais silvestres: os quelônios.

              Sem título
              Caderno de reflexão do professor indígena
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-376.74 / C733c / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Neste livro são reunidos vários registros de reflexões e informações dos professores formados pelo Programa de Educação <Uma Experiência de Autoria>. São registros que foram escritos em diários de classe, em cadernos de cursos, em folhas soltas de papel, e gravados em reuniões comunitárias, ou da OPIAC, em conversas informais e entrevistas

              Sem título
              1890-1914 no tempo das certezas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / C837 / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Esses homens incríveis e suas máquinas maravilhosas - eis o lema desta passagem de século, quando se acreditou piamente na capacidade de controlar mares, céu, terra e os próprios homens. Talvez os maiores ícones dessa época em que o otimismo social tornava-se uma espécie de utopia alentada e o futuro prometia um destino civilizado sejam a ciência e suas invenções diletas, que revolucionavam o transporte, a higiene, a agricultura e o próprio dia-a-dia. É dessa maneira que o Brasil entra no novo século: confiante nas verdades absolutas, nas certezas fáceis e nos prognósticos que anunciavam o controle e a evolução de toda a humanidade rumo a um só destino. Mas esses "tempos modernos" traziam seus limites: veneno e antídoto, a ciência representava, ao mesmo tempo, a utopia e seu calvário

              Sem título
              A República no Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981"1889" / R336 / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Este é um livro voltado para um público amplo e diversificado, que pretende contar a história do Brasil republicano de forma simples e motivadora; Ao eleger como marco cronológico inicial o fim do século XIX, o livro privilegia o exame de acontecimentos, conjunturas e modos de vida mais diretamente vinculados à situação atual do país, uma vez que foi a partir da República que se acentuou o processo de construção das instituições políticas, econômicas e sociais que caracterizam a vida brasileira de nossos dias; É claro que não se esgota aqui a história do Brasil republicano. Selecionaram-se questões e eventos para montar um grande painel que permita ao leitor entender os problemas mais marcantes do período. O objetivo é mostrar que a história do nosso país não é pior ou melhor que as histórias de outros países; que temos nossos problemas, mas não temos um destino que nos condene ou nos garanta a salvação; A estrutura do livro não segue a ordem cronológica usual, com o primeiro capítulo falando do "começo" da história republicana, e o último, dos dias atuais. Os capítulos estão organizados por temas e buscam cobrir, cada um, todo o período republicano

              Sem título
              Ouro vermelho: a conquista dos indios brasileiros.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / H489o / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Esta é a primeira tentativa de abordar a história de todos os índios brasileiros durantes os séculos de conquista colonial o primeiro contato que o autor teve com os índios brasileiros deu-se em 1961 numa expedição pelas cabeceiras do rio Iriri, quando sofreram uma emboscada preparada pelos kreen-akrore, tribo ainda desconhecida no país após essa primeira expedição, realizou várias viagens para diferentes regiões do país, conhecendo em profundidade a realidade de nossos índios neste livro, se propõe a escrever uma história dos índios brasileiros ou da conquista do Brasil em termos de seus povos nativos destaca a atuação dos exploradores europeus que deixaram alguma documentação sobre os índios que encontraram, e especialmente a atuação dos jesuítas, a seu ver, de fundamental importância para o bem estar dos índios durante a maior parte do domínio colonial português termina com a expulsão dos jesuítas na década de 1760, quando o equilíbrio de poder entre os colonos e os índios já se havia modificado

              Sem título
              Região e nação na América Latina
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(7/8) / R335 / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico

              Produção coletiva dos participantes do Grupo de Trabalho sobre Identidades na América Latina, do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais, este livro discute aspectos como etnicidade, violência, absorção de imigrantes e identidades nacionais no Brasil, no México, na Colômbia e na Venezuela. Seus dez artigos investigam a fundo a questão regional e seu contexto no atual processo de globalização

              Sem título
              Anais
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981(061.3) / J82 / 1998 · Item · 1998
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-504.05 / P436 / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              Esta publicação tem por objetivo apresentar, comentar e discutir algumas leis que tratam da relação entre pessoas, comunidades e meio ambiente. Nossa intenção foi escrever um manual que pudesse responder às dúvidas mais freqüentes que surgem no dia-a-dia em relação à legislação que trata de áreas protegidas, sejam elas terras indígenas ou unidades de conservação. Por meio de perguntas e respostas buscamos reunir informações que possam ser úteis para aquelas pessoas que vivem nessas áreas ou em seu entorno

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(8) / C772 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Conjunto de Ensaios que objetiva examinar as causas, o processo e as conseqüências da expansão do Ocidente, sob a liderança da Espanha e de Portugal, sobre a população indígenas das Américas. Em outras palavras, analisa o significado da extraordinária trajetória que tem início na data-símbolo de 1492, que em outros contextos também se denomina “descobrimento”, “encobrimento”, ou “invenção” das Américas

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-342.7 / C766 / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              Ao adotar a Convenção 169 sobre Povos Indígenas e Tribais, a 76°- Conferência Internacional do Trabalho (Genebra, junho de 1989) observou que em muitas partes do mundo estes povos não gozam dos; direitos humanos fundamentais na mesma proporção que o resto da população, reconhecendo suas aspirações a assumirem o controle de suas próprias instituições, seu modo de vida e seu desenvolvimento; econômico; A nova Convenção, que revisa normas anteriores da Organização Internacional do Trabalho(OIT), especialmente a Convenção 107 (1957), se aplica aos povos indígenas em países independentes; cujas condições sociais, culturais e econômicas os distinguem de outros setores da coletividade nacional e a aqueles povos em países independentes considerados indígenas por sua descendência; Os conceitos básicos da Convenção são o respeito e a participação. Respeito à cultura, à religião, à organização social e econômica e à identidade própria: a premissa de existência perdurável dos povos; indígenas e tribais (a Convenção 107 presumia sua integração)

              Sem título