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Com observações feitas em campo nos anos de 1966, 1968 e 1969, o autor examina os efeitos do contato indio/branco entre so Karaja, num estudo sério e muito bem documentado, particularmente sobre a atuação do então SPI
TAVENER, Christopher GLivro contendo artigos sobre Sociologia da Memória, Epistemologia da História e Antropologia dos arquivos
Heymann, LucianaO cineasta Back reúne neste livro artigos (a maioria publicados em jornais) sobre o polêmico papel das missões jesuíticas na catequização dos índios sul-americanos, assunto também abordado em seu aclamado documentário "República
BACK, SylvioO autor une a pesquisa acadêmica ao trabalho pericial para abordar o conflito fundiário em terras Macuxi em Roraima, com ênfase especial no período entre as décadas de 1970 e 1990. O livro esmiúça diferentes formas de construção do território, culminando com a “construção política” da área Raposa-Serra do Sol, fruto de novas articulações face ao conflito com fazendeiros. Inclui um Ensaio Fotográfico, com imagens atuais e históricas dos Macuxi, bem como vários anexos que reproduzem processos ligados à demarcação, com várias referências históricas
SANTILLI, PauloLivro sobre a situação das mulheres indígenas na região do Nordeste brasileiro
Esta publicação é o resultado de um longo processo colaborativo e de pesquisa compartilhada, que envolveu a equipe de pesquisadores indígenas do Museu Kuahí em Oiapoque, lideranças, pescadores e conhecedores das tradições nas aldeias dos povos Karipuna, Galibi-Marworno, Palikur e Galibi-Kali`na, a etno-ecóloga Pauline Laval e Lux Vidal, coordenadora da proposta
Laval, PaulineOrganizado pelo antropólogo Aloisio Cabalzar, ilustrado por Mauro Lopes e com pesquisa ictiológica de Flávio Lima, o livro enfoca a relação dos índios tukano e tuyuka com os peixes do Alto Rio Tiquié, no noroeste da Amazônia, importantes na cosmologia e na alimentação desses povos. Fruto da parceria entre o ISA, as associações indígenas do alto Tiquié, o Museu de Zoologia da USP e a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro, (Foirn) a publicação traz pesquisa inédita no Brasil sobre a diversidade de peixes de uma região, a do rio Tiquié, no Alto Rio Negro, reunindo os conhecimentos indígenas e o conhecimento -icitiológico. O estudo etnográfico abrange conhecimentos tuyuka e tukano sobre a ecologia de cada espécie, e analisa os mitos e conceitos cosmológicos relacionados à origem dos peixes e suas relações com a humanidade. Já a pesquisa ictiológica se debruça sobre a classificação das espécies de peixes e a descrição de sua morfologia. Os Tukano e os Tuyuka participaram e acompanharam todas as etapas do estudo, que consumiu mais de quatro anos de pesquisa, em um esforço intercultural e interdisciplinar, que não se esgotam nesta publicação. Peixe e Gente continuará a ser tema de pesquisa das escolas indígenas e das atividades de gestão de recursos naturais
Cabalzar, AloisioPedra do encanto traz importante contribuição para a teoria da cultura por suscitar uma rica discussão sobre a promoção de concepções nativas de cultura e a constituição de um patrimônio cultural nativo; ;
BARBOSA, Wallace de DeusA publicação teve origem na dissertação de Mestrado, elaborada sob a orientação da professorea Doutora Tânia Andrade Lima, e defendida em 2005, no núcleo de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Sergipe
DANTAS, Vladimir JoséPublicação sobre a "descoberta" do Brasil, enfocado no pau-brasil
BUENO, EduardoDefine o patrimônio imaterial como objeto de instrumento normativo multilateral no campo da cultura. Afirma que em 2003 a UNESCO fazia repercutir o reconhecimento do papel deste tema em um cenário global marcado por profundas transformações, associadas ao agravamento da desigualdade econômica e da intolerância étnico-religiosa
CAVALCANTI, Maria Laura Viveiro de CastroCatálogo da Exposição Patrimônio Imaterial Brasileiro: a celebração viva da cultura dos povos realizada na Caixa Cultural Fortaleza entre os dias 21 de agosto a 26 de outubro de 2014
Catálogo da Exposição Patrimônio Imaterial Brasileiro: a celebração viva da cultura dos povos realizada na Caixa Cultural Salvador entre os dias 18 de dezembro de 2014 a 8 de fevereiro de 2015
. Este trabalho visa promover o reconhecimento dos povos indígenas como detentores de expressões culturais particulares, permanentemente recriadas, e leva em consideração as profundas transformações que vêm afetando os contextos de produção e de transmissão de saberes tradicionais, na atualidade; Na primeira parte, procuramos explicar como surgiu a atual política de preservação da UNESCO; Na segunda parte, ilustramos alguns âmbitos do patrimônio cultural imaterial; Na terceira parte, apresentamos uma breve discussão em torno de medidas adequadas para a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial; Na última parte, indicamos fontes de informação, para saber mais a respeito dos instrumentos e programas desenvolvidos no contexto das políticas nacionais e internacionais
GALLOIS, Dominique Tilkin(org.)Este trabalho visa promover o reconhecimento dos povos indígenas como detentores de expressões culturais particulares, permanentemente recriadas, e leva em consideração as profundas transformações que vêm afetando os contextos de produção e de transmissão de saberes tradicionais, na atualidade. Na primeira parte, procuramos explicar como surgiu a atual política de preservação da UNESCO. Na segunda parte, ilustramos alguns âmbitos do patrimônio cultural imaterial. Na terceira parte, apresentamos uma breve discussão em torno de medidas adequadas para a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial. Na última parte, indicamos fontes de informação, para saber mais a respeito dos instrumentos e programas desenvolvidos no contexto das políticas nacionais e internacionais.
GALLOIS, Dominique Tilkin. Este trabalho visa promover o reconhecimento dos povos indígenas como detentores de expressões culturais particulares, permanentemente recriadas, e leva em consideração as profundas transformações que vêm afetando os contextos de produção e de transmissão de saberes tradicionais, na atualidade; Na primeira parte, procuramos explicar como surgiu a atual política de preservação da UNESCO; Na segunda parte, ilustramos alguns âmbitos do patrimônio cultural imaterial; Na terceira parte, apresentamos uma breve discussão em torno de medidas adequadas para a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial; Na última parte, indicamos fontes de informação, para saber mais a respeito dos instrumentos e programas desenvolvidos no contexto das políticas nacionais e internacionais
GALLOIS, Dominique Tilkin(org.)A noção de terra indígena vem dos anos 50, durante os debates sobre a criação do Parque Indígena do Xingu. Pretendia-se destinar aos índios uma parcela muito extensa do território nacional, que deveria ser resguardada da presença dos brancos. A preservação da cultura indígena tornava-se, assim, uma política nacional. A autora apresenta, neste livro, atores de múltipla origem, índios de diferentes culturas, sertanistas, antropólogos, militares, cientistas, políticos, fazendeiros, responsáveis por uma intrincada trama histórica que ainda se desenvolve
MENEZES, Maria Lúcia PiresEste livro da início a Serie Letramento junto ao povo Parakanã. Ele foi elaborado pelos professores Parakanã da Terra Indígena Apyterewa durante oficina de formação complementar para elaboração de material didático
Dicionário da língua indígena Wapixana que tem por finalidade servir de base para os professores que ensinam a língua indígena, assim como para alunos e demais interessados na temática
Silva, Bazilio daJoseph Campbell, uma das maiores autoridades no estudo dos mitos, revela neste livro como os mitos que motivaram as sociedades pré-científicas ainda têm importância para o homem moderno. Abrangendo temas que vão desde os 'koans zen' e a estética indiana até a esquizofrenia e a caminhada do homem na Lua, ele mostra que, ao longo de todo o espaço e tempo, mito e religião têm seguido os mesmos arquétipos, que não podem ser considerados como exclusivos de qualquer povo, região ou religião em particular
CAMPBELL, JosephPublicação sobre o pensamento da liderança indígena do Oiapoque, Domingos Santa Rosa
Santos, Augusto Ventura dosCompilação das colunas semanais de autoria do antropólogo Terri Valle de Aquino, denominadas "Papo de Índio", publicadas regularmente na imprensa acreana
AQUINO, Txai Terri Valle deLivro de alfabetização da língua Kaxuyana
Programa de formação de professores-pesquisadores Tiriyó e Kaxuyana
Museu do ÍndioPublicação das pesquisas de contos efetuadas com o povo indígena Taulipang
Fiorotti, Devair AntônioLivro didático produzido pela Escola Zawãkej Alakit (Escola Zoró da Barreira) e Departamento para Assuntos Indígenas (DAI) - COMIN para ser utilizado pelos índios Zoró
Ujatu Tamalisyn (Ismael Tressmann - Comin/Nei Cacoal/Neiro) - organização e edição dos textosOs Panará, também conhecidos como Krenakore, foram oficialmente contatados em 1973, quando a estrada Cuiabá-Santarém estava em construção e cortava seu território tradicional na região do Rio Peixoto Azevedo. A violência do contato ocasionou morte de 2/3 de sua população, em razão de doenças e massacres. À beira do extermínio, em 1975 foram transferidos pela Funai para o Parque Indígena do Xingu. Depois de 20 anos exilados, os Panará reconquistaram o que ainda havia de preservado em seu antigo território, onde construíram uma nova aldeia. Além dessa vitória, alcançaram um feito inédito na história dos povos indígenas e do indigenismo brasileiro, quando em 2000 ganharam nos tribunais, contra a União e a Funai, uma ação indenizatória pelos danos materiais e morais causados pelo contato. Tal vitória, se não lhes apaga as tristes marcas de sua história, projetam-lhes para um futuro mais digno
ARNT, RicardoA partir de documentos do Serviço de Proteção aos Índios, o trabalho avalia o processo de constituição de uma área indígena no atual Mato Grosso do Sul
BEZERRA, Marcos OtávioO livro é sobre o xamanismo Yanomami que reúne uma série de trabalhos realizados por meio da parceria entre pesquisadores Yanomami da aldeia Watoriki e assessores napëpë
Iramari Yanomami, MorzanielA imprensa periódica no Brasil existe há quase duzentos anos e sua trajetória acompanha e influencia a vida pública do país. Este livro percorre um século XIX ampliado, que começa em 1808 e se estende até princípios do século XX, com ênfase na década de 1820, que assistiu aos movimentos iniciais dos veículos impressos.Os autores destacam o surgimento da opinião pública, os principais periódicos, bem como suas formas de circulação, recepção e os pontos de contato com a literatura e com a história da imagem (caricatura e fotojornalismo)
MOREL, Marco