Livro
8524 Descrição arquivística resultados para Livro
Apresenta um perfil dos povos indígenas que vivem no Amapá e norte do Pará, em uma parte da Amazônia brasileira que permanece ainda muito pouco conhecida. O intuito é trazer dados sobre as redes históricas de que se originam estes povos, informações sobre sua situação sócio-política atual, bem como sobre seus modos de vida e cosmologias.
GALLOIS, Dominique TilkinApresenta um perfil dos povos indígenas que vivem no Amapá e norte do Pará, em uma parte da Amazônia brasileira que permanece ainda muito pouco conhecida. O intuito é trazer dados sobre as redes históricas de que se originam estes povos, informações sobre sua situação sócio-política atual, bem como sobre seus modos de vida e cosmologias
GALLOIS, Dominique TilkinEste livro apresenta um perfil dos povos indígenas que vivem no Amapá e norte do Pará, em uma parte da Amazônia brasileira que permanece ainda muito pouco conhecida. O intuito é trazer dados sobre as redes históricas de que se originam estes povos, informações sobre sua situação sócio-política atual, bem como sobre seus modos de vida e cosmologias
GALLOIS, Dominique TilkinO livro apresenta uma compilação da legislação indígena municipal, estadual e brasileira e um ensaio fotográfico do povo guarani (Mbyá Guarani), de autoria do fotógrafo Danilo Christids. A obra destaca também a influência dos índios na formação de Porto Alegre e adjacências. Um exemplo é o título da obra, que destaca o lago Guaíba, importante referência da Capital cujo nome tem origem indígena; A existência territorial indígena no contexto urbano de Porto Alegre e a incomprensão dos índios em relação aos limites geopolíticos impostos pela sociedade são evidenciadas na publicação. De acordo com os autores, para os índios, elementos naturais como matas, florestas e rios são reconhecidos como base simbólica de suas vidas
PORTO ALEGRE. Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Segurança UrbanaDados da obra revelam que cerca de 150 povos indígenas vivem em situação de isolamento no mundo, dos quais 127 estão na América do Sul. Destes, 90 são do Brasil. Uma das ameaças que pairam sobre esses povos é sua extinção. O grupo Avá-Canoeiro, por exemplo, sofreu um massacre no final dos anos de 1960 e sua população foi dizimada quase na totalidade.; Com 366 páginas e dividida em duas partes, a obra traz, na primeira, 13 artigos que desenham a realidade dos povos isolados, revelando sua luta por sobrevivência no Brasil e em mais seis países da América do Sul (Peru, Bolívia, Equador, Colômbia, Venezuela e Paraguai). Já a segunda parte, com quatro capítulos, apresenta a cultura do povo Suruwaha, de recente contato, e sua relação com o Cimi.
LOEBENS, Guenter FranciscoTemas aparentemente antagônicos como ética, humanismo, tecnologia e globalização revelam suas ligações e encontram um espaço de discussão na série Ciência, Cientistas e a Tolerância. Além dos organizadores, autores como Laymert Garcia dos Santos, Aílton Krenak e Bruna Franchetto analisam neste volume questões relacionadas às dificuldades de comunicação e de relacionamento dos povos indígenas com o Estado e a sociedade brasileira. Mostram, em diferentes contextos, o não-reconhecimento pleno desses povos como sujeitos históricos, portadores de tradições culturais próprias e falantes de línguas singulares, constatando a discriminação e o preconceito. A partir das análises, são apresentadas propostas e reivindicações, sempre pautadas pela idéia da tolerância
GRUPIONI, Luis Donisete BenziDiversas universidades públicas e comunitárias, atentas às demandas indígenas por ensino superior, desenvolvem experiências voltadas ao acesso diferenciado dos índios aos espaços acadêmicos. Porém, essas experiências sinalizam questões que vão além do debate em torno de cotas para atender as demandas por ensino superior desses e de outros segmentos, pois se trata de povos com saberes e processos sociais e históricos diferenciados.; Nesse contexto, essas populações vêm se empenhando, crescentemente, na construção de uma educação básica de qualidade, que responda às suas demandas e, mais recentemente, buscam acesso às Universidades, percebidas como novos espaços de relevância estratégica no processo de reconquista da autonomia.
Reúne pela primeira vez as contribuições de profissionais indígenas da área do direito, aportando as visões próprias daqueles que foram treinados para operar o ordenamento; político brasileiro, mas que são portadores também da singular; experiência de vida de serem integrantes de povos indígenas autóctones das Américas. No registro de que partem esses autores já está presente um dos pontos principais dessa contribuição ao debate acerca dos direitos; indígenas no Brasil: o da encruzilhada entre os direitos comuns a todo cidadão brasileiro e os que são específicos aos povos originários,e da tensa presença desses direitos em um sistema único que, desde a Constituição de 1988, se pretende sensível à diversidade.; Ao recorrer à história que se desdobra desde o período colonial e que nos mostra, dentre outras coisas, como a presença indígena na esfera pública brasileira mudou a sua face no que tange aos problemas étnicos, com importantes repercussões para muitos outros segmentos da população brasileira.
ARAÚJO, Ana ValériaNo extremo norte do país, no Estado do Amapá, moram os povos Karipuna, Galibi Kali'na, Galibi Marworno e Palikur. Somam uma população de cinco mil indivíduos; O intercâmbio histórico entre índios e não índios no baixo Oiapoque fez com que os quatro povos indígenas atuais da região desenvolvessem características comuns a partir de uma mesma tradição cultural. O intenso contato não apagou as especificidades de cada grupo, que mantém uma identidade própria, historicamente construída, e configurações sociais, políticas e religiosas específicas. Neste livro apresenta-se os processos de fabricação e ornamentação de artefatos produzidos por estes povos, os símbolos que lhe são atribuidos, os contextos de uso e suas dimensões cósmicas: as transformações e interpretações a que são constantemente submetidos
VIDAL, Lux BoelitzNo extremo norte do país, no Estado do Amapá, moram os povos Karipuna, Galibi Kali'na, Galibi Marworno e Palikur. Somam uma população de cinco mil indivíduos; O intercâmbio histórico entre índios e não índios no baixo Oiapoque fez com que os quatro povos indígenas atuais da região desenvolvessem características comuns a partir de uma mesma tradição cultural. O intenso contato não apagou as especificidades de cada grupo, que mantém uma identidade própria, historicamente construída, e configurações sociais, políticas e religiosas específicas. Neste livro apresenta-se os processos de fabricação e ornamentação de artefatos produzidos por estes povos, os símbolos que lhe são atribuidos, os contextos de uso e suas dimensões cósmicas: as transformações e interpretações a que são constantemente submetidos
VIDAL, Lux BoelitzNo extremo norte do país, no Estado do Amapá, moram os povos Karipuna, Galibi Kali'na, Galibi Marworno e Palikur. Somam uma população de cinco mil indivíduosO intercâmbio histórico entre índios e não índios no baixo Oiapoque fez com que os quatro povos indígenas atuais da região desenvolvessem características comuns a partir de uma mesma tradição cultural. O intenso contato não apagou as especificidades de cada grupo, que mantém uma identidade própria, historicamente construída, e configurações sociais, políticas e religiosas específicas. Neste livro apresenta-se os processos de fabricação e ornamentação de artefatos produzidos por estes povos, os símbolos que lhe são atribuidos, os contextos de uso e suas dimensões cósmicas: as transformações e interpretações a que são constantemente submetidos
VIDAL, Lux BoelitzNo extremo norte do país, no Estado do Amapá, moram os povos Karipuna, Galibi Kali'na, Galibi Marworno e Palikur. Somam uma população de cinco mil indivíduos; O intercâmbio histórico entre índios e não índios no baixo Oiapoque fez com que os quatro povos indígenas atuais da região desenvolvessem características comuns a partir de uma mesma tradição cultural. O intenso contato não apagou as especificidades de cada grupo, que mantém uma identidade própria, historicamente construída, e configurações sociais, políticas e religiosas específicas. Neste livro apresenta-se os processos de fabricação e ornamentação de artefatos produzidos por estes povos, os símbolos que lhe são atribuidos, os contextos de uso e suas dimensões cósmicas: as transformações e interpretações a que são constantemente submetidos
VIDAL, Lux BoelitzO livro reúne pesquisas etnográficas realizadas junto ao Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Etnicidade, enfocando os povos indígenas de Pernambuco, com estudos específicos sobre os Pankararu, Pipipãs, Fulni-ô, Xukuru, Pankará e Atikum. Os temas são variados, abrangendo as organizações e lideranças indígenas, saúde, ritual, eleições, gênero e mestiçagem. As referências bibliográficas no fim do livro demonstram a vitalidade dos estudos nesta região
ATHIAS, RenatoManifesto do Conselho Indigenista Missionário - CIMI - intitulado "Povos indígenas aqueles que devem viver" contendo discussões sobre a luta dos povos indígenas contra a violência e a garantia dos seus direitos
HECK, Egon DionísioPublicação que discute acerca das diferentes dimensões que caracterizam história e cultura dos povos indígenas e da prática educativa pautada na Lei 11.645 de 10 de março de 2008
Bergamaschi, Maria Aparecida (org.)A publicação apresenta diversos aspectos sobre as culturas indígenas
PAPPIANI, AngelaEste livro descreve a tecnologia de fabricação de flechas, que todos os homens zo`é sabem fazer desde jovens, utilizando diversas matérias-primas e utensílios que cada um guarda em seu potuwa, um pequeno cesto com tampa, feito com lascas de arumã e confeccionado pelas mulheres
Prudente, HugoEsse livro dá destaque ao mundo da história da fotografia no Brasil. De modo original, explora os registros visuais para interrogar as construções do olhar, indo além de uma história da fotografia centrada na evolução da técnica ou na criação dos seus autores e escolas. Há aí um deslocamento importante para a historiografia da imagem ao tratar a fotografia não como retrato que prova o fato, mas como fonte da análise social da história. A visualidade é definida como construção que envolve o circuito social da imagem e compreende condições de criação, produção, circulação e usos da imagem, mas, sobretudo, sublinhando os processos de produção de sentido. É assim que a abordagem se propõe a ver através da imagem. O conjunto da obra composta de ensaios autônomos reunidos confirmam a trajetória profissional da autora e a maturidade de um processo de construção intelectual e que faz escola
MAUAD, Ana Maria