Kulina
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O trabalho discorre sobre as impressões pessoais de Walter Sass sobre a presença da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil - IECLB entre alguns povos indígenas
Sem títuloPublicação sobre reflexão teológica intercultural e a contribuir no diálogo inter-religioso
Sem títuloAs transformações sociais e econômicas porque passou a região durante os últimos séculos produziram, sem dúvida, o mapa etnológico das populações nativas. Os "brancos" bolivianos, brasileiros e peruanos, há pelo menos dois séculos, iniciaram a ocupação da região de forma mais sistemática. As populações indígenas, a partir deste momento, se re-arrumam, não sem conflitos, de forma a se organizar no novo território agora ocupado pelo homem branco
Sem títuloAglomeração de mulheres no pequeno patamar do lado de fora da casa de Zakade, esperando para receber as miçangas.
Sem títuloJoão Ikobo nos leva até Zohari Kulina, que pula nele e o abraça. Ikobo desamarra o macaco.
Sem títuloMulheres agachadas arrancando macaxeira em seu roçado e enchendo os seus shapotos.
Sem títuloKomizi busca mais zumi para fazer as flautas. É preciso escolher pedaços de taboca na largura e tamanho corretos e também devidamente maduros.
Sem títuloKomizi corta taboca para fazer a flauta.
Sem títuloO buraco do Boborara.
Sem títuloKomizi continua, com a faca, a acertar a flauta. Ele olha para ver se está correta a envergadura.
Sem títuloDetalhe do artesão esculpindo os furos da flauta.
Sem títuloJoaquim mede a cabeça de Komizi para confecção, a seu pedido, de um chapéu de azaba.
Sem títuloJoaquim prepara um chapéu, enquanto Komizi continua seu trabalho na flauta.
Sem títuloKomizi experimenta o som da flauta e continua sua confecção. Benjamim faz um comentário sobre o Boborara. Joaquim continua a confecção do chapéu, enquanto Komizi volta a experimentar a flauta. Finalmente, Joaquim coloca o chapéu na cabeça de Komizi, que toca a flauta.
Sem títuloKomizi conta como seu koko Doho, o mesmo que o iniciou no xamanismo, o ensinou a fazer e tocar o Boborara.
Sem títuloKomizi narra a estória de como seu koko Doho e depois outros dois pajés o iniciaram como xamã zupinehe.
Sem títuloKomizi faz os furos da nova flauta enquanto canta. Ele faz a decoração do Boborara, enquanto canta.
Sem títuloKomizi ajeita a nova flauta para experimentar seu som. Ele toca a flauta. Ao final, ele fala alguma coisa e pega novo pedaço de zumi para começar nova produção.
Sem títuloBenjamim, pintado, sem camisa, tenta tocar a flauta Boborara.
Sem títuloKomizi brincando com pesquisador responsável. Depois ele, com a flauta na mão, chama alguém para vir dançar e tocar com ele. Ninguém aparece e ele busca um olho da folha de bananeira. Ele bate, brincando, com o olho da folha de bananeira falando que é para tirar a preguiça. Então, dançam ele e o pesquisador responsável pelo projeto. Benjamim faz um comentário.
Sem títuloImagem do kathapare já cortado no chão. Ele é um pau fino e mediano, muito espinhento. Benjamim explica do que se trata enquanto filma.
Sem títuloDetalhe de Zakaria cortando o kathapare para fabricação dos arcos. Ele tira fatias externas do pau, com o que fabricará os arcos. Os homens conversam sobre onde encontrar o madoni, isto é, a corda do arco.
Sem títuloZakaria tira a polpa do arco e avalia se já está fino o suficiente. Atrás Kubiu afia o terçado. Zakaria torce o arco para ver se já está com envergadura correta.
Sem títuloZakaria esculpe o arco Hihiti, já no acabamento do arco. Também continua tirando a polpa de um dos arcos. E afia o terçado.
Sem títuloKubiu esculpe o arco, tirando a polpa. Ele usa belos colares de miçanga, uma bandoleira de algodão e um chapéu, também de algodão.
Sem títuloKubiu esculpe o arco do Hihiti enquanto narra estórias sobre o Hihiti - fala dos tempos do centro. Da mata ouvimos barulhos fortes de bichos, pássaros e outros barulhos. Komizi está sumido. Ele fala também um pouco sobre as sessões de ayahuasca, ocasiões preferenciais em que o Hihiti é tocado, e dos poderes da ayahuasca, de cura de zama kuma, etc.
Sem títuloKubiu com um arco quase pronto na mão canta cantos de rami. Muito belos e fortes os cantos de rami. Joaquim entra no quadro e coloca o gravador de voz perto do rosto de Kubiu. Em determinado ponto, ouvimos ao fundo do canto de Kubiu, os sons da flauta Boborara de Komizi. Ele continua esculpindo o arco enquanto canta.
Sem títuloEnquanto Zakaria (ou Kubiu) cantam um canto de rami (ayahuasca), Komizi me convida para uma brincadeira-dança.Enquanto Zakaria canta e esculpe o arco, nós dançamos. Joaquim está no quadro, gravando com o gravador de voz o canto de Zakaria. Komizi ri. Faz-se uma pausa para tomar rapé.
Sem títuloDetalhe da bananeira remendada, depois de ser pisada durante a dança no meio do roçado novo de bananas. Benjamim narra que um queixada pisou nas bananeiras do roçado de Maria.
Sem títuloCanoa com homem e mulher, de varejão, pescando no lago. Benjamim narra um comentário - sobre o chapéu do remador.
Sem títuloEnquanto Zakaria tira um pouco do hihiti madoni, Kubiu explica que ali se encontram estes pequenos cipós que servem como corda para o Hihiti. Benjamim mostra os madoni nas mãos de Zakaria e depois no local onde são encontrados, próximos á raiz de uma árvore. Zakaria tira os madoni.
Sem títuloDetalhe de Zakaria tirando os madoni da parte baixa do tronco de uma árvore, próximos a sua raiz. João anota as informações e Joaquim tira fotos do hihiti madoni.
Sem títuloBarra de cor
Sem títuloZakaria e Kubiu esculpem hastes de Hihiti. Ouvem-se sons de assovio vindo da mata. Ao mesmo tempo que os assovios, ouvem-se gritos de um animal.
Sem títuloKubiu toca o arco de boca Hihiti.
Sem títuloKomizi chega de novo. Pergunta se está tudo bonito. Como estão os Hihiti. Kubiu explica que o acontecimento dá peia no pajé - isto é, que Komizi tomou uma peia, está cansado. Zakaria toca o Hihiti. Komizi se aproxima, atravessa o igarapé e se junta ao grupo. Ele me puxa pelo braço e vamos até o Zakaria.
Sem títuloZakaria e Kubiu tocam o Hihiti ao mesmo tempo. Fica um som interessante. Komizi conversa, brincando. Eles pausam para umedecer a haste com saliva e voltam a tocar. Zakaria e Kubiu param de tocar e dizem que terminou. Kubiu diz que terminou e que agora vamos buscar o Totore. Descreve tudo o que vimos e fizemos até aquele momento.
Sem títuloJoão Ikobo tira as formigas do casco para poder pegá-lo. Ele pega o casco e bate para tirar as formigas. Ele explica o procedimento de deixar o casco para as formigas imparem-no de sua carne.
Sem títuloJoão Ikobo se despede e combinamos de ele nos chamra quando for buscar e fazer a cera, a resina do reco-reco. Ao cair da tarde.
Sem títuloKubiu mostra os pedaços de zumi que tirou no dia anterior e o pedaço de resina endurecida que usará para fabricar as flautas. Ele explica quais os procedimentos que serão necessários para a fabricação do Totore. Khibori passa carregando nas costas um shapoto e seu filho pequeno.
Sem títuloO grupo da Oficina do Totore chega na varanda da casa da filha de Kubiu. Marohe, que estava a beira do fogo se retira. Kubiu e Zakaria preparam os instrumentos para iniciar a fabricação da flauta. Dário também está participando hoje.
Sem títuloKubiu e Zakaria esculpem flautas Totore. Os homens conversam.
Sem títuloKubiu toca a flauta totore. Outra flauta faz um dueto com a flauta dele. Fica interessante. A outra faz um som mais agudo e a dele um pouco mais grave. O som de uma outra flauta ainda aparece. A filha de Kubiu assiste a tudo. Para encerrar, Kubiu fala um pouco sobre o que fez, de como ele tocou o Totore, 'toretore onaharo', para registrar. Ele fala um pouco das estórias associadas ao totore. Enquanto ele fala, uma flauta canta bem agudo.
Sem títuloMarohe, Beta e amiga molhadas com potinhos de minhoca, para pescar.
Sem títuloKomizi e Zakaria brincando. Dario faz um comentário e Zakaria joga Komizi, que já estava gritando no chão, no colo de homem da aldeia Tocandeira que está já há alguns dias em Santa Júlia. Eles levantam a camisa de Komiz e passam um creme em suas costas, esfregando. Todos riem.
Sem títuloZakaria e home de Tocandeira esfregam as costas de Komizi. Eles encontram um caroço. Zakaria brinca com a faca, sugerindo que vai arrancá-lo com ela. Todos riem.
Sem títuloKomizi, sentado na powi, Felipe, sentado ao lado de Zupira, que brinca com o cachorro, ao lado de suas netas, além de João Onima e outros, observam o trabalho de João Ikobo.
Sem títuloAlguém explica que agora ele vai sair para pegar o zumi, para fazer a flauta que complementa o casco de jabuti compondo o Teteko. Os próprios participantes da oficina enfatizam a importância de que alguém vá com João Ikobo para filmar o procedimento de tirar o zumi para a flauta de tubos. João Ikobo afia o terçado antes de partir. Jorge chega e se senta ao nosso lado.
Sem títuloIkobo e o grupo da oficina voltam para casa com os pedaços de zumi, que servirão para fazer os tubos da flauta de tubos que se anexa ao casco de jabuti para constituir o instrumento Teteko. Benjamim faz um breve comentário, confirmado por Ikobo.
Sem títuloGrupo da oficina de Teteko se aproxima da casaa de Ikobo. Benjamim faz um comentário. Eles entram na cozinha, onde Ikobo acabou de chegar e tira suas roupas. Felipe já está lá deitado na powi. Ikobo e os outros conversam.
Sem títuloBarra de cor
Sem títuloJoão Ikobo acerta com o terçado o tubo da flauta. O grupo da oficina conversa na cozinha de sua casa, enquanto ele trabalha. Zupira continua sentada na porta do quarto.
Sem títuloZupira traz para Ikobo um pedaço de barbante. Ele corta com o terçado e vai usar o barbante para amarrar a flauta. Ele deixa o barbante e continua a esculpir o tubo da flauta. Ele testa a sonoridade dos tubos. João tira algumas fotos. O reco-reco de casco de jabuti aguarda no chão.
Sem títuloJoão Ikobo esculpe os tubos da flauta com terçado.
Sem títuloJoão Ikobo testa a sonoridade da flauta (com dois tubos) e faz ainda alguns acertos em sua altura. Uma galinha atravessa a cena andando calmamente no meio da cozinha.
Sem títuloDetalhe de João Ikobo fazendo a amarração da flauta.
Sem títuloBenjamim continuando sua fala sobre o que espera da viagem e do trabalho. Ele também fala da viagem de Rio Branco até o Rio de Janeiro e da experiência de andar de avião.
Sem títuloArnaldo e Raimundo falando o que espera da viagem ao Rio de Janeiro e do trabalho no Museu do Índio.
Sem títuloViagem de taxi até o Museu do Índio.
Sem títuloMuseóloga abre outro corredor de cerâmicas, mas na verdade, nada tinha ali.
Sem títuloA equipe de museologia e os indígenas saem da Reserva Técnica das cerâmicas em direção à sala de conservação do acervo.
Sem títuloRaimundo experimenta uma flauta de tubos de bambu. Os Madiha se lembram que o instrumento musical utilizado em suas festas (principalmente no passado próximo) é uma composição de um reco-reco feito de casco de jabuti e uma pequena flauta com dois ou três tubos, um pouco menor do que a que Raimundo está experimentando aqui no Museu do Índio.
Sem títuloFabiana apresenta e explica como funciona o site do Museu do Índio e o acesso para pesquisa ao acervo via banco de dados online.
Sem títuloA equipe de museologia conversa com os kulina a respeito da possibilidade de compra e transporte de objetos com plumárias.
Sem títuloMaria José pergunta se a criação de cerâmica é feita apenas com barro ou se as ceramistas utilizam, como é o caso em outras etnias, de outros materiais misturados no barro. Os Kulina afirmam que a técnica das mulheres kulina utiliza mesmo apenas o barro. Raimundo começa a explicar a respeito da escolha do barro e da moldagem da cerâmica. George narra a sua história de caça entre os Marubo (hilária).
Sem títuloArnaldo explica a utilzação dos shapoto pequeno: para as meninas pequenas trazerem produtos do roçado. Maria José pergunta sobre os produtos do roçado: banana, mandioca, cará, etc. Os shapoto maiores são de utilização de adultos. Maria José pergunta sobre o desenho e se há alguma significação especial. Os Kulina afirmam que não, apenas para decoração. Raimundo afirma algo sobre o hanoni do shapoto. Os shapoto, assim como os shashakora, são feitos com a folha da palmeira aricuri, birihari em kulina. Eles são confeccionados, assim como todos os artefatos feitos com este material, pelas mulheres.
Sem títuloFalam um pouco sobre a pintura no shapoto. Supõe-se que seja com jenipapo. Maria José pergunta sobre o algodão que arremata a costura do cesto. É karia kha, isto é, de branco. Desfiam as redes velhas para tirar o algodão. Maria José comenta sobre a técnica kalapalo de desfiar redes antigas para feitura de uma determinada máscara. Fabiana lembra que os Maxakali fazem o reaproveitamento intenso em seus fazeres. Maria José pergunta como é carregado o cesto, usando Fabiana de modelo. Os Madiha mostra que o shapoto é carregado pelas mulheres alçado na testa. Lembra-se da lata d´água na cabeça. Raimundo mostra como se articula a alça nas tramas do cesto. Fabiana fica carregando o cesto na testa como modelo.
Sem títuloExplicação e anotação da matéria prima do hepir: murmuru. A equipe pede o nome da folha na língua kulina: za´ana. A imagem é de Fabiana anotando e, depois, dos hepiri expostos sobre a mesa. Aparecem ainda George e outras pessoas da equipe de museologia. No fim da cena aparece a equipe kulina de qualificação.
Sem títuloMaria José e Fabiana colocam os cestos Topi e Tsahe em exposição para que os Kulina façam a sua qualificação. Benjamim filma a equipe de museologia do MI. Raimundo mostra as maneiras como o cesto pode ser carregado, por homens e mulheres. Homens e mulheres fabricam o cesto e homens e mulheres também o utilzam. Sobre o material, ele explica que o Tsahe, um dos cestos é feito de um cipó chamado em kulina tsahe, em português seria o cipó Timbó.
Sem títuloMaria José analisando os cestos de perto. Ela pergunta sobre a técnica de preparo do cipó para produção do texto. O nome em português dos cestos é Paneiro. Em kulina é o próprio nome do material: Tsahe e Topi.
Sem títuloA equipe de museologia busca identificar as artesãs dos abanos e dos cestos.
Sem títuloRaimundo toca o arco de boca kulina, o Hihiti.
Sem títuloRaimundo e Arnaldo explicam os usos dos Tsahe bedeni, os cestos pequenos. Eles explicam que os cestos neste tamanho podem servir para crianças carregarem ou como brinquedos. Podem servir ainda para guardar coisas em casa e ainda como casa de pequenos pássaros domesticados.
Sem títuloMaria José afirma que já estão todos cansados e sugere fazermos uma pausa para o almoço, para terminar a qualificação à tarde. Maria José tira uma dúvida a respeito da autoria dos cestos e Fabiana coloca em exposição os cestos Keruri, cestos de toucador.
Sem títuloRaimundo tenta identificar as tinturas usadas para colorir os keruri: amaidada. Raimundo explica que o keruri bedeni (o cesto pequeno) é usado pelas crianças para guardar bombom (balas). Ele explica que as adolescentes (zoato) usam os keruri médios para guardar suas coisinhas: material de pintura facial, batons, potes de urucum e jenipapo, potes de violeta gensiana, bem como seus colares e adereços de miçanga.
Sem títuloGeorge mostra para Raimundo o desenho na cerâmica, esperando que ele fale um pouco sobre o desenho. Andrea pergunta se os Kulina utilizam o Tipiti, instrumento indígena para secagem da mandioca para fazer farinha: eles não o conhecem. Arnaldo começa a explicar como a farinha era feita antigamente.
Sem títuloAs diferentes formas do tsiki, cerâmica: hohori (todos que tem no acervo são hohori). Arnaldo cita um vaso bem grande, para guardar água, mas não dá para entender qual seria o seu nome.
Sem títuloAndrea, Fabiana e Maria José. Benjamim filma a minha história do mingau de banana: quando ia ficando bravo, os madiha me traziam um pouco de bare pahane para acalmar. Os madiha explicam como o bare pahane é feito: banana, água, esquenta no fogo e macera a banana. É servido morno.
Sem títuloMaria José, George e Fabiana escutam a explicação de Arnaldo da estória do Totore: tocando chamando as meninas para namorar. Ele explica que não só os rapazes, mas também as moças, se souberem fazer o totore, faz, e então, durante o mariri, ela toca e chama o rapaz. Raimundo confirma que a moça também chamar o rapaz com o Totore. Arnaldo toca um pouco a flauta Totore. É assim. Fabiana confirma informações a respeito da flauta transversal, Boborara. Ela anota todas as informações fornecidas pelos indígenas em um caderno. George os fotografa e eu registro com um gravador de voz. Arnaldo também tenta tocar a flauta Boborara. Ele disse que está difícil. Raimundo explica como e quando a flauta Boborara é tocada. Segundo ele, é tocada nas festas, nos Koiza - usando de dia - , junto com hohori e teteko. Os tokorime também usam a flauta, mas de noite, no mato.
Sem títuloMaria José apresenta alguns modelos desenhados de máscaras indígenas para os Madiha identificarem alguma que seja semelhante ao koama. A máscara Koama é feita com a folha de jarina (zikhi).
Sem títuloFabiana e George tentam entender o que é esta máscara e Andrea tenta encontrar um desenho semelhante a ela no livro. Eu e os Madiha explicam todo o processo de fabricação e uso das máscaras koama.
Sem títuloO nome do tracajá em kulina é Tsibore.
Sem títuloTrançados: braçadeiras e bolsas. Raimundo veste uma linda braçadeira para mostrar para a equipe como ela é usada. Fica linda. Ele explica que é uma produção feminina para uso masculino.
Sem títuloAdas. Mochira, bolsas na língua kulina. Raimundo responde à Fabiana que algodão na língua kulina se chama wephe. A respeito da braçadeira, Benjamim explica que é Ada. As bolsas são produção feminina. Raimundo diz que são feitas de algodão. Fabiana pergunta se o algodão é comprado ou fiado pelas índias. Raimundo explica que os homens é que usam as bolsas. São usadas para colocar lápis, caderno, etc. Para colocar o dinheiro, quando tira lá na rua. O nome da bolsa seria mochira.
Sem títuloAnimaizinhos de madeira guarani. Menino brinca com os animais.
Sem títuloCasa Guarani
Sem títuloChapéus ashaninka. Fotos ashaninka.
Sem títuloAndrea lê um dos quadros da exposção, explicando como funciona a relação entre as peças e os textos informativos. Mostra também os desenhos de grafismos.
Sem títuloAndrea mostrando os chapéus ashaninka. Ela explica que são várias formas de expor: os chapéus na altura da cabeça, fotos dos próprios indígenas utilizando os chapéus, etc. Andrea mostra os cachimbos e o modo como foram expostos também.
Sem títuloAndrea explica para Raimundo Kulina, Arnaldo Kulina, Benjamim Kulina e Felipe Agostini, a respeito de como a exposição ashaninka foi concebida e o que pode ser importante e interessante na montagem de uma exposição etnográfica.
Sem títuloAndrea faz uma digressão sobre as flechas indígenas. Segundo ela, as flechas são talvez a única espécie de artefatos presentes em todas as etnias ameríndias. Ela conta que as crianças identificam imediatamente as flechas aos ameríndios.
Sem título