Apiwtxa. Rio Amônia.
Sans titreKitarentse masculino
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A mulher produz a parte cerâmica do fuso enquanto o homem produz a parte de madeira. Apiwtxa. Rio Amônia.
Sans titreMeninas aprendendo a montar um tear num banco perto da escola. Apiwtxa. Rio Amônia.
Sans titreValdete produzindo uma parte do tear com qual se ‘bate’ o fio d algodão introduzido junto à parte já tecido (feita de madeira de ‘pupunha’). Kamoshi olhando para o pai dela. Apiwtxa. Rio Amônia.
Sans titreTxantse installando um tear recebendo ajuda. Apiwtxa. Rio Amônia.
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Sans titreKamoshi é uma das filhas de Valdete Pinhanta.
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Depois a oficina da pesquisadora Maria Dorinette Pinhanta as meninas continuam com a aprendizagem.
Yara é uma das filhas de Valdete Pinhanta.
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Oficina de tecelagem. Apiwtxa. Rio Amônia.
Sans titreValdete está filmando a filha de seu irmão Isaac Pinhanta. Apiwtxa. Rio Amônia.
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Sans titreYara, Bianca (na esquina) e Kamoshi. Escola Apiwtxa. Rio Amônia.
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Sans titreGrafismo: duas vezes (as linhas horizontais em azul) o desenho na cauda do pássaro kompero. Apiwtxa. Rio Amônia.
Sans titreAlze é a esposa do pesquisador indígena Valdete Pinhanta
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Detalhe de um Kitarentse masculino com grafismos (ao lado direito do fuso).
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Sans titreColocando os fios em torno dos bastões de um tear.
No chão encontra-se as partes do tear por quais os bastões vão ser trocados. Apiwtxa. Rio Amônia.
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Sans titreAo lado do tear percebe-se uma cesta com vários fusos. Apiwtxa. Rio Amônia.
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Sans titreAlgodão crescendo entre as plantas de mandioca na roçada de Diene.
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Sans titreO tamanho do tear na foto é pequeno. Para aprender a produzir um kitarentse masculino é bom de começar a aprender tecer produzindo uma bolsa com um tear pequeno. O principio é o mesmo, mas sendo menor, o tear é mais fácil de manipular. Apiwtxa. Rio Amônia.
Sans titreColocar os fios com diferentes cores em torno dos bastões do tear define já os futuros grafismos dos kitarentse masculinos ou das bolsas. Apiwtxa. Rio Amônia.
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Sans titreEscola de Apiwtxa. Rio Amônia.
Sans titreEscola de Apiwtxa. Rio Amônia.
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