Karajá
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Catálogo produzido no âmbito do Projeto Índio no Museu, terceira edição, com os Iny Mahãdu
Sem títuloEste livro é um dos produtos previstos dos projetos ProDoclin, de seus pesquisadores indígenas e não-indígenas, bem como de toda a equipe gestora e técnica do Museu do Índio. Ele se destina em primeiro lugar aos povos indígenas que acolheram a proposta do ProDoclin abrindo suas línguas ao conhecimento de todos. O presente Caderno de Atividades acompanha a Cartilha de Letramento Karajá, INỹ RYBÈ TYYRTI, trazendo exercícios para a prática e a fixação dos grafemas apresentados, empregando-se, preferencialmente, vocábulos com referentes concretos, como nomes de animais e itens da cultura material Karajá. O livro apresenta à criança Karajá, o sistema gráfico usado para a transcrição da língua Karajá, que consiste de um alfabeto com 6 vogais e 14 consoantes. * Os direitos autorais sobre os desenhos e textos em língua indígena constantes da presente obra são de natureza coletiva e pertencem exclusivamente ao povo Karajá.
Sem títuloCom observações feitas em campo nos anos de 1966, 1968 e 1969, o autor examina os efeitos do contato indio/branco entre so Karaja, num estudo sério e muito bem documentado, particularmente sobre a atuação do então SPI
Sem títuloLivro contendo contos representativos de diversos povos indígenas
Sem títuloA cartilha de letramento Karajá tem por objetivo atender a demanda dos professores Iny por material didático para o ensino da língua materna nas escolas das aldeias Karajá, podendo também ser instrumental no trabalho de revitalização da língua nas aldeias onde se constata quadro de perda linguística e cultural
Informação do relatório: Relatório das Inspetorias e atração Xavante - 1949; Legenda da foto: "Escola Caradjá 1949. Uma vista do predio"; Descrição da foto: Escola dos índios Karajá
Legenda da foto: "Mulher Karajá"; Descrição da foto: Índia Karajá trabalhando com boneca fotografada por Nilo Oliveira Vellozo
Sem títuloLegenda da foto: "Mulher Karajá"; Descrição da foto: Índia Karajá trabalhando com boneca fotografada por Nilo Oliveira Vellozo
Sem títuloLegenda da foto: "Mulher Karajá"; Descrição da foto: Índia Karajá trabalhando com boneca fotografada por Nilo Oliveira Vellozo
Sem títuloLegenda da foto: "Cerâmica Karajá"; Descrição da foto: Bonecas Karajá fotografadas por Nilo Oliveira Vellozo
Sem títuloLegenda da foto: "Mulher Karajá"; Descrição da foto: Índia Karajá com crianças e bonecas fotografadas por Nilo Oliveira Vellozo
Sem títuloLegenda da foto: "Mulher Karajá"; Descrição da foto: Índia Karajá trabalhando com boneca fotografada por Nilo Oliveira Vellozo
Sem títuloCriança Karajá usando adorno na cabeça
Sem títuloÍndia Karajá próximo a uma cozinha improvisada, trazendo um cesto sobre sua cabeça
Sem títuloCasa indígena dos índios Karajá construída a partir de folhas de palmeira
Sem títuloCasa indígena dos índios Karajá construída a partir de folhas de palmeira
Sem títuloCozinha dos índios Karajá com várias panelas de cerâmica e fogão feito do barro de casas de cupim
Sem títuloÍndia Karajá com cestos
Sem títuloÍndio Karajá com labrete
Sem títuloDiretor do Serviço de Proteção aos Índios, Modesto Donatini Dias da Cruz, conversando com um índio Karajá em frente a uma casa indígena
Sem títuloDiretor do Serviço de Proteção aos Índios, Modesto Donatini Dias da Cruz, conversando com um índio Karajá em frente a uma casa indígena
Sem títuloDiretor do Serviço de Proteção aos Índios, Modesto Donatini Dias da Cruz, saindo de uma habitação na aldeia dos índios Karajá
Sem títuloDiretor do Serviço de Proteção aos Índios, Modesto Donatini Dias da Cruz, distribuindo roupas a um grupo de índios Karajá
Sem títuloDiretor do Serviço de Proteção aos Índios, Modesto Donatini Dias da Cruz, distribuindo roupas a um grupo de índios Karajá
Sem títuloDiretor do Serviço de Proteção aos Índios, Modesto Donatini Dias da Cruz, distribuindo roupas a um grupo de índios Karajá
Sem títuloDiretor do Serviço de Proteção aos Índios, Modesto Donatini Dias da Cruz, distribuindo roupas a um grupo de índios Karajá
Sem títuloDiretor do Serviço de Proteção aos Índios, Modesto Donatini Dias da Cruz, dando uma calça de presente a um índio Karajá
Sem títuloDiretor do Serviço de Proteção aos Índios, Modesto Donatini Dias da Cruz, cumprimentando um Índio Karajá
Sem títuloDiretor do Serviço de Proteção aos Índios, Modesto Donatini Dias da Cruz e equipe distribuindo presentes aos índios Karajá
Sem títuloCasas indígenas na aldeia Karajá
Sem títuloÍndias Karajá reunidas num pátio de sua aldeia próximas a entrada de uma habitação fumando cachimbo
Sem títuloDiretor do Serviço de Proteção aos Índios, Modesto Donatini Dias da Cruz, conversando com um índio Karajá
Sem títuloFuncionários do Serviço de Proteção aos Índios acompanhados por um índio Karajá partindo para caçada
Sem títuloCasa dos índios Karajá na aldeia de Aruanã
Sem títuloDuas crianças Karajá na aldeia de Aruanã
Sem títuloJovem índia Karajá
Sem títuloDois índios Karajá vestidos com máscaras de Aruanã durante um ritual
Sem títuloÍndios Karajá num acampamento às margens do rio Araguaia
Sem títuloFilho do índio Karajá Uataú chamada Getulinho, posando para fotografia com adornos corporais, colares e brincos de penas
Sem títuloCriança Karajá chamada Getulinho, filho de Uataú, posando para foto com adornos corporais, brinco de penas, colares, jarreteira e pulseira tecida
Sem títuloCriança Karajá chamada Getulinho, filho de Uataú, posando para foto com adornos corporais, brinco de penas, colares, jarreteira e pulseira tecida
Sem títuloO médico-botânico da expedição geográfica Othon Machado, posando para fotografia em uma aldeia, com uma criança índia no colo
Sem títuloÍndios em canoa no rio
Sem títuloDuas crianças Karajá de Aruanã, no interior de uma habitação, uma delas fumando cachimbo
Sem títuloCriança Karajá, com pulseira, sentada no interior de uma habitação sobre uma esteira
Sem títuloCriança Karajá, com pulseira, sentada no interior de uma habitação sobre uma esteira
Sem títuloÍndias Karajá no interior de uma habitação vendo-se ao fundo uma mulher deitada em uma rede
Sem títuloÍndias Karajá no interior de uma habitação vendo-se ao fundo uma mulher deitada em uma rede
Sem títuloÍndias Karajá no interior de uma habitação vendo-se ao fundo uma mulher deitada em uma rede
Sem títuloÍndias Karajá no interior de uma habitação vendo-se ao fundo uma mulher deitada em uma rede
Sem títuloÍndias Karajá no interior de uma habitação vendo-se ao fundo uma mulher deitada em uma rede
Sem títuloÍndias Karajá no interior de uma habitação vendo-se ao fundo uma mulher deitada em uma rede
Sem títuloFuncionários do Serviço de Proteção aos Índios acompanhados por um índio Karajá partindo para caçada
Sem títuloFuncionários do Serviço de Proteção aos Índios acompanhados por um índio Karajá partindo para caçada
Sem títuloFilmagem de expedição do Comandante Aboim junto aos índios Karajá e Xavánte. Decupagem: índios Karajá (04:48 a 06:58); índios Xavánte (06:49 a 13:06); índios Xavánte (21:46 a 24:37); índios Xavánte (32:32 a 33:20)
Filmagem de expedição do Comandante Aboim junto aos índios Xavánte, Xingu e Bororo. Decupagem: índios Xavánte (01:06 a 01:30; 03:30 a 04:20; 06:10 a 06:58; 07:20 a 07:35; 14:20 a 15:13; 19:10 a 21:44; 24:27 a 25:20); índios Xingu (28:32 a 45:05 - Diacuí:
Imagem de mulheres Karajá modelando boneca de barro características daquele povo. O CD apresenta todo o processo de produção, modelagem, queima e pintura das peças. O registro fazia parte do projeto de montagem da exposição "Ritxoko: retratos cerâmicos da
CD contendo 20 faixas de músicas Karajá. O registro fazia parte do projeto de montagem da exposição "Hetohokã:o ritual da casa grande" inaugurada em 2011, na condição de exposição de curta duração, no espaço "Museu das Aldeias" do Museu do Índio
Material multimídia contendo Vocabulário Básico de Línguas Indígenas do Brasil que reúne informações sobre 10 povos indígenas do Brasil. Diversas informações são disponibilizadas: língua, localização, população, organização social e política, cosmologia e
O índio Kukrã Kaingang e Arquimedes Xavante, fazem uma visita a exposição explicando o que está exposto, as peças etnográficas e a exposição fotográfica sobre os índios Karajá, da Ilha do Bananal, no Estado de Goiás. Os Karajá com pintura corporal, a sala
Sem títuloFaixa 1: (01 seg - 8 min. 53 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Departamento de Antropologia. Gravação didática. Decadência e queda dos seios. (8 min. 55 seg. - 19 min. 24 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Gravação didática. Antropólogo fala aos médicos.; Faixa 2: (07 seg. - 55 seg.) Música babilônia transcrita de uma tabuleta de barro queimado com inscrições cuneiformes.; (59 seg. - 1 min. 42 seg.) Canto de ninar Karajá, cantado primeiro por um homem, depois por uma mulher. Vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam com canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (1 min. 45 seg. - 2 min. 29 seg.) Vai cantar o canto de ninar que as mães Karajá cantam para o filho, para ele dormir.; (2 min. 33 seg. - 5 min. 16 seg.) Vamos ouvir um [?] Xavánte. Isto é o canto para o início da caçada comunal. Os índios formam um círculo de quatro, cinco quilômetros de diâmetros e acendem a periferia para obrigar os animais a se aproximarem sempre mais e mais ao centro. E quando sobrar um círculo de cem ou deuzentos metros de diâmetro cheio de animais, os índios pulam o fogo, penetram neste círculo de matam os animais. Lugar São Marcos. Ano de gravação 1961. O cantor principal [?].; (5 min. 18 seg. - 7 min. 19 seg.) Canto dos meninos à meio dia em frente das choupanas das aldeias. Este canto foi gravado pelo padre Angelo Jaime Venturelli.; (7 min. 27 seg. - 9 min. 05 seg.) 29 de setembro de 1975, missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto.; (9 min. 11 seg. - 10 min. 44 seg.) Vamos ouvir o choro que a mãe Karajá entoa quando sua filha chegou a puberdade e teve a primeira menstruação. O choro esta sendo cantado o dia inteiro do acontecimento e às vezes a noite também. O motivo do choro é que a mãe esta prevendo a perda de sua filha que logo vai casar e, consequentemente, não será mais membro família maternal.; (10 min. 48 seg. - 14 min. 18 seg.) Vamos ouvir agora um canto mágico dos índios Xavánte para curar um doente gravemente enfermo. O canto foi gravado na missão do Sangradouro, Mato Grosso, em 1969. Quando uma pessoa esta muito doente a aldeia inteira se junta em frente da choupana do doente à noite e cantam até a madrugada diferentes cantos de curar que tem poder mágico. Os índios acreditam que se este canto não ajudar, não há mais esperança para o doente. Que não vai sarar com nenhum remédio.; (14 min. 24 seg. - 16 min. 41 seg.) Estamos na missão Salesiana de São Marcos, Mato Grosso. Data: 30 de agosto de 1961. É noite. As estrelas brilham. Mas, só em cima, no meio do céu porque a fumaça provocada pelas queimadas que o Xavántes usam para as suas caçadas escureceu em volta toda a região do céu que esta perto do horizonte. Estamos ao ar livre, minha senhora e eu, perto de um forro. Em volta de nós, uns trinta moços Xavántes cantando. Um deles se oferece a cantar o choro do curandeiro. O moço esta quase totalmente nú, com o cabelos vermelhos de urucum, com alguns enfeites no corpo. Pega o microfone sem medo e canta. Significa nada. São sílabas que não formam palavras e servem unicamente para facilitar a entonação. Peço desculpas pelas imperfeições da gravação que foi feita num gravador pequeno de pilhas. (16 min. 45 seg. - 17 min. 50 seg.) Vamos ouvir um canto mágico Xavánte para a chuva parar. Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (17 min. 53 seg. - 20 min. 12 seg.) Música das flautas sagradas dos índios Nambikwára na Serra Azul em Mato Grosso. 11 de julho de 1967. Estou na casa de flautas da aldeia Nambikwára. Elisabete não pode vir aqui porque para mulheres é tabu. Elas não podem entrar aqui, sob pena de morte. Os Nambikwára prometeram de tocar as flautas.; (20 min. 17 seg. - 24 min. 25 seg.) Vamos ouvir agora a música fúnebre dos índios Bororo e o lamento fúnebre da mulher. Esta gravação foi feita pelo padre Cesar Albisetti.; (29 min. 28 seg. - 30 min. 40 seg.) [teste de gravação]
Sem títuloFaixa 1: (0 seg. - 1 min. 53 seg.) 14 de janeiro de 1978, aldeia Karajá em [Aruanã]. Jandira que esta aqui de meu lado vai cantar outro [ibru?].; (1 min. 56 seg. - 3 min. 22 seg.) Agora Jandira vai cantar um [?], quer dizer um canto de ninar.; (3 min. 23 seg. - 4 min. 13 seg.) Um [?] que é o lamento do homem, mas agora Jandira, quer dizer mulher, vai cantar.; (4 min. 16 seg. - 5 min. 25 seg.) Jandira vai cantar outro [?], lamento do homem.; (5 min. 27 seg. - 6 min. 28 seg.) Jandira vai cantar mais um [?], cujo autor é [?], há muito tempo falecido. Tio de Jacinto. Fez o canto pela morte de sua filha.; (6 min. 31 seg. - 8 min. 35 seg.) Jandira vai cantar mais um [ibru?], lamento da mulher. Autora é [?], ainda viva. Fez o choro pela morte de sua neta.; (8 min. 39 seg. - 10 min. 23 seg.) 16 de janeiro de 1978. Estamos na aldeia Karajá de [Aruanã?]. Desde ontem choveu tanto que resolvemos voltar para São Paulo amanhã. Mais agora o informante [?], João, de setenta anos de idade, o Karajá mais velho da aldeia vai cantar um [?]. Eu vou dar um sinal do som básico, senão me engano, ré sustenido.; (10 min. 24 seg. - 11 min. 20 seg.) João agora vai cantar um [?]. (11 min. 21 seg. - 12 min. 36 seg.) Agora João vai cantar um [?], quer dizer um canto para a festa do mel.; (12 min. 37 seg. - 12 min. 43 seg.) Vai cantar agora um [?].; (12 min. 45 seg. - 15 min. 13 seg.) Mário [?] vai cantar um [?].; (15 min. 18 seg. - 17 min. 35 seg.) Mário [?] vai cantar agora um [?].; (17 min. 37 seg. - 18 min. 54 seg.) Agora [?] vai cantar um [?].; (18 min. 55 seg. - 19 min. 43 seg.) Agora Jandira vai demonstrar a linguagem de assobio, por exemplo, a palavra [?].; Faixa 2: (21 seg. - 2 min. 36 seg.) 29 de março de 1984, na aldeia de [Aruanã]. Estamos na casa de [?], Karajá e ele vai contar duas histórias referentes ao trovão e ao relampago.; (2 min. 38 seg. - 9 min. 51 seg.) 30 de março de 1984, [Aruanã]. Estou na casa de [?] e ele vai contar como os primeiros Karajás saíram debaixo da terra. Faixa 3: [música indígena]
Sem títuloCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sem títuloCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sem títuloCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sem títuloCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sem títuloCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sem títuloCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sem títuloCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sem títuloCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sem títuloCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sem títuloCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sem títuloCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sem títuloDocumentário vivo de uma cruzada patriótica, mostrando quanto sofreu esse punhado de homens valorosos dirigidos pelo General Rondon, que penetrou palmo a palmo o sertão e o território desconhecido do Brasil para demarcá-lo demográficamente e permitir que fossem feitas estradas, linhas telegráficas, cartas demarcatórias, levando a civilização aos índios bravios que só a Rondon respeitavam, enfim descobrir o Brasil para os brasileiros. Decupagem da narração do filme: cargueiros de bois para o transporte pesado. Processam-se as primeiras medições do local. Uma estiva para permitir a passagem, cuidadosos, os animais atravessam a estiva. Construção de canoa para passagem do rio, eles ateiam fogo para a flexibilidade da canoa. Fabricação de mais uma canoa pelo sistema de escavação a machado. As canoas são arrastadas até a beira do rio, onde a carga é colocada nessas embarcações, tudo tendo que estar em perfeito equilíbrio. Começa a navegação pelo Rio Ronuro rumo ao Rio Culuene. Surgem as primeiras dificuldades, a passagem é barrada pelos troncos caídos. Nada pode deter a marcha desses homens, chefiados pelo Gal. Rondon. Navega-se por águas tranqüilas e realiza-se agora medições. Na margem do rio, as capivaras olham curiosas a passagem do homem. Dentro dos túneis navega-se com a devida precaução. Lá vai uma anta, carne fresca e churrasco a vista. O caçador aponta, espera e atira. Macacos e veados também vão para o espeto. A viagem sucede, nuvens de borboletas dão singular beleza ao ambiente. Novamente empecilhos. As aves que voam pelos espaços. Nas corredeiras as embarcações sendo empurradas no braço. Há trechos de águas tranqüilas para um descanso momentâneo. Corredeiras mais fortes agora procede-se com cuidado e atenção. Tendo que estivar tudo novamente requerendo paciência. As quedas d'água estão próximas
Sem títuloDescreve a expedição que cruzou a América do Sul em 1844, contendo referências aos Xavante, Xerente e Karajá
Sem títuloAponta as reaçOes passíveis de serem estudadas para diagnosticar os sintomas de marginalização que desponta entre os Karajá de Macaúba
Sem títuloApresenta e analisa as coleçOes de bonecas confeccionadas pelos índios Karajá
Sem título