Imagens do Museu do Índio, escolas visitando o MI. Índios Guarani de Bracuí, do Estado do Rio de Janeiro, vendendo artesanato nos jardins do MI. Os troncos do Quarup, ainda no jardim maior, antes de ser transferido para o outro jardim. O índio Sampaim Kam
Kamaiurá
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Os professores indígenas através de uma releitura da história do Brasil imprimiram no livro uma visão própria sobre a formação da sociedade brasileira, sobre as influências culturais entre os povos e os problemas de preconceito e discriminação
TRONCARELLI, Maria CristinaA obra apresenta um registro das representações da cultura Kamiurá, enfocando principalmente a pintura corporal
JUNQUEIRA, CarmenReúne estudos que, de um lado, apresentam um panorama do que hoje se faz no Brasil em demografia indígena e, por outro, apontam caminhos (e também obstáculos) que se põem à nossa frente. A interdisciplinaridade surge como um desses desafios, que mal começamos a enfrentar, mas que é um desiderato expresso deste livro. É chegada a hora de combinar técnicas qualitativas e quantitativas, de tornar comensuráveis escalas temporais e espaciais diversas, bem como de aproximar linguagens disciplinares e tradições diferentes
PAGLIARO, Heloísa (org)Dois temperamentos de mulher, em dois povos indígenas de Mato Grosso. Quem é ela, como cada sociedade molda o feminino? Como se fosse um romance, 'Sexo e desigualdade' nos transporta para o quotidiano dos índios. Estamos dentro, seguindo as mulheres - o trabalho árduo entremeado com as horas de brincadeira ou preguiça, as reclusões, os cuidados com o corpo e a saúde, a nudez vestida de adornos, a festa dos banhos de rio, os namoros, a malandragem, as regras de comportamento, o afeto derramado, gente se pegando e abraçando, as crianças, as risadas, o proibido e o sensual, o casamento e o parentesco, a violência doméstica, a feitiçaria, o perigo do além e da doença, as aparições, a contínua ameaça invisível.; A mulher é igual aos homens? Pode ser pajé, vira chefe, atinge o domínio espiritual, decide a guerra? Está sendo submissa ou rebelde, quando desafia a ordem familiar, na fuga inesperada com um amado, ou com todas as outras mulheres, as que decidem viver sem homens, no mito das Amazonas? Só a experiência de uma antropóloga como Carmen Junqueira, com uma vida dedicada aos índios, é capaz da proeza de um livro que entrelaça com simplicidade fantasmas, rotina, labuta, mitos, magia, análise social, traduzindo o impacto de um outro modo de ser
JUNQUEIRA, Carmen