Instrumentos musicais
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Índio Bororo com zunidores (Schwirrholz)
Sem títuloÍndios Kadiwéu tocadores de caixa e pife. Eles realizam uma dança festiva com os corpos pintados e vestindo xiripas
Sem títuloÍndios Kadiwéu tocadores de caixa e pife. Eles realizam uma dança festiva com os corpos pintados e vestindo xiripas
Sem títuloTocadores de caixa e pife para a Dança do Bobo, com pintura facial e xiripá
Sem títuloTocadores de caixa e pife para a Dança do Bobo, com pintura facial e xiripá
Sem títuloTocadores de caixa e pife para a Dança do Bobo, com pintura facial e xiripá
Sem títuloTocadores de caixa e pife para a Dança do Bobo, com pintura facial e xiripá
Sem título"Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e
Sem título"Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e
Sem títuloJovem ajudante da padre Vicença
Sem títuloJovem ajudante da padre Vicença
Sem títuloA padre Vicença e sua jovem ajudante
Sem títuloA padre Vicença e sua jovem ajudante
Sem títuloInformação do relatório: Serviço de Proteção aos índios - Relatorio v.1 - Rio de Janeiro 1942; Legenda da foto: "Bate Pau"; Descrição da foto: Índios com instrumentos musicais tocando o "bate pau"
Índios Umutina com arco e flecha e adornos plumários caminham e dançam no pátio da aldeia. Fase do ritual de culto aos mortos Yupuriká. Assopram flautas feitas de gomo de taquara
Sem títuloÍndios Umutina com arco e flecha e adornos plumários caminham e dançam no pátio da aldeia. Fase do ritual de culto aos mortos Yupuriká. Assopram flautas feitas de gomo de taquara
Sem títuloÍndios Umutina com arco e flecha e adornos plumários caminham e dançam no pátio da aldeia. Fase do ritual de culto aos mortos Yupuriká. Assopram flautas feitas de gomo de taquara
Sem título“Flautins de taquara, usada na festa mortuária pelos Índios Umutina.” [catálogo do SEMU/MI] “Flautim de gomo de taquara – katápze, usado para anunciar o início do cerimonial “Hatóri” (Ritual do Culto aos Mortos).” [legenda da prancha indicada acima]
Sem título“Bapo – Chocalho usado nas danças no tempo do milho verde e para cantoria fúnebres.” [catálogo do SEMU/MI]. Chocalho globular confeccionado com recipiente de cabaça, cabo de madeiro e alça de fibra
Sem títuloDocumentário sobre os índios MURA do Amazonas, localizados na margem do Rio Madeira, afluente do Rio Amazonas. Vista da Aldeia Moatinga. Existe entre os Mura um alto grau de miscigenação, e os índios com uma estatura mediana. Eles fabricam seu artesanato
Documentário sobre o cotidiano Guarani e sua luta pela demarcação da terra
Sem títuloDurante a viagem para registro do Salomã, a equipe também realizou uma documentação fotográfica preliminar dos instrumentos musicais da casa de Iyaõkwa, bem como de outros instrumentos atinentes ao Lerohi e Salomã, os quais não são guardados na casa do centro aldeão.
Sem títuloEsta flauta de pã pequena é o único instrumental musical do Salomã além do aparato vocal masculino. Isso constrasta com o Iyaõkwa e Lerohi, ricos em variedade de flautas, sobretudo o primeiro. Ademais, ao contrário da flatua de pã do Lerohi, de dimensão maior, no salomã a função sonora é antes a de um apito finalizador do que propriamente de modulador melódico. Como se pode notar pela foto, um indicador organológico disso é que os três primeiros tubos das taquaras tê o mesmo comprimento e espessura, produzindo portanto os mesmos sons, ao contrário da flauta lerohi. Os dois últimos mais curtos dão densidade à som-apito da finalização de uma sequência de cantos. Elas são levadas durante todo o percurso músico-coreográfico amarradas na ponta do arco que cada um porta, juntamente com as flechas.
Sem títuloHohori de taboca.Atualmente, nas festas, é utilizado um hohori feito inteiramente de taboca (zumi na língua kulina). A caixa acústica, que antes era feita pelo vaso de cerâmica, atualmente é feita com um pedaço de taboca mais grosso. Estes hohori são em geral pintados com diversos padrões encontrados em animais, assim como os hohori de cerâmica.
Sem títuloTotore: a flauta totore é muito utilizada durante todo tipo de festas e rituais: nos mariris, nos rituais Koiza e nos Doshe´e. Ela é confeccionada a partir dos gomos mais finos da taboca (zumi). Os maiores especialistas na confecção e execução destas flautas eram, antigamente, os jovens, mulheres e homens. Durante as festas, explicam os indígenas, meninos e meninas utilizavam-se das flautas totore para convidar os parceiros sexuais para encontros na mata. Os Kulina lamentam que os jovens atualmente não saibam mais confeccionar ou executar estas flautas, empobrecendo o universo sonoro das aldeias(foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Arnaldo totoleza. Tole tole narali sapel wepe bananí).
Sem títuloBenjamim Kulina registra com a filmadora a qualificação do acervo Kulina no Museu do Índio (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores indígenas: Bejami fílmi za Fílma de toraralí. Mattoza sowiko pama naralo).
Sem títuloBenjamim Kulina tenta aprender com Raimundo o modo como se toca o Hihiti. (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores indígenas: Benjami rírítíza rítíritínaralí. Mattoza sowi ko pamo e aníní).
Sem títuloFilme produzido pelo S.P.I. mostrando a entrada do esporte na vida dos índios nativos de Guarita, a relação paralela do que é primitivo e moderno, a tradição, as novas máquinas para ajuda no campo, os rituais e a comemoração nas datas nacionais
Ritual de culto aos mortos chamdado Hupzê. Os índios Umutina com flautas de bambu e talos de buriti compridos rachados, na parte superior, provocam um ritmo de dois paus que batem um ao outro
Sem títuloRitual de culto aos mortos chamdado Hupzê. Os índios Umutina com flautas de bambu e talos de buriti compridos rachados, na parte superior, provocam um ritmo de dois paus que batem um ao outro
Sem títuloÍndios Umutina com arco e flecha e adornos plumários caminham e dançam no pátio da aldeia. Fase do ritual de culto aos mortos Yupuriká. Assopram flautas feitas de gomo de taquara
Sem títuloÍndios Umutina com arco e flecha e adornos plumários caminham e dançam no pátio da aldeia. Fase do ritual de culto aos mortos Yupuriká. Assopram flautas feitas de gomo de taquara
Sem títuloÍndios Umutina com arco e flecha e adornos plumários caminham e dançam no pátio da aldeia. Fase do ritual de culto aos mortos Yupuriká. Assopram flautas feitas de gomo de taquara
Sem títuloInformação do relatório: Serviço de Proteção aos índios - Relatorio v.1 - Rio de Janeiro 1942; Legenda da foto: "Bate Pau"; Descrição da foto: Índios com instrumentos musicais tocando o "bate pau"
Tocadores de caixa e pife para a Dança do Bobo, com pintura facial e xiripá
Sem títuloTocadores de caixa e pife para a Dança do Bobo, com pintura facial e xiripá
Sem título"Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e
Sem título"Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e
Sem título"Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e
Sem título"Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e
Sem títuloÍndios Kadiwéu tocadores de caixa e pife. Eles realizam uma dança festiva com os corpos pintados e vestindo xiripas
Sem títuloÍndios Kadiwéu tocadores de caixa e pife. Eles realizam uma dança festiva com os corpos pintados e vestindo xiripas
Sem títuloÍndios Kadiwéu tocadores de caixa e pife. Eles realizam uma dança festiva com os corpos pintados e vestindo xiripas
Sem títuloÍndio Bororo com zunidores (Schwirrholz)
Sem títuloÍndio Bororo com zunidores (Schwirrholz)
Sem títuloImagens da festa de comemoração da demarcação de terras dos índios Guarani de Bracuí, município de Angra dos Reis, no Estado do Rio de Janeiro. Depoimentos de índios Guarani sobre a demarcação da terra. Almoço de confraternização e dança do povo Guarani
Índios Terena do Grupo TÊ no Museu do Índio, apresentam uma dança que é inspirada na avestruz do Pantanal. É uma dança milenar da Nação Terena de Mato Grosso do Sul. Esta ave se cria em campinas e anda pelos sertões a dentro, tem pernas e pescoço muito co
Durante a viagem para registro do Salomã, a equipe também realizou uma documentação fotográfica preliminar dos instrumentos musicais da casa de Iyaõkwa, bem como de outros instrumentos atinentes ao Lerohi e Salomã, os quais não são guardados na casa do centro aldeão.
Sem títuloPertende aos clãs aweresese, anihiare e mayroete.
Sem títuloEsta flauta de pã pequena é o único instrumental musical do Salomã além do aparato vocal masculino. Isso constrasta com o Iyaõkwa e Lerohi, ricos em variedade de flautas, sobretudo o primeiro. Ademais, ao contrário da flatua de pã do Lerohi, de dimensão maior, no salomã a função sonora é antes a de um apito finalizador do que propriamente de modulador melódico. Como se pode notar pela foto, um indicador organológico disso é que os três primeiros tubos das taquaras tê o mesmo comprimento e espessura, produzindo portanto os mesmos sons, ao contrário da flauta lerohi. Os dois últimos mais curtos dão densidade à som-apito da finalização de uma sequência de cantos. Elas são levadas durante todo o percurso músico-coreográfico amarradas na ponta do arco que cada um porta, juntamente com as flechas.
Sem títuloBabá prepara a bebida embaixo de uma mangueira. Coloca o cipó no caldeirão, junto com a folha, para ferver.
Sem títuloO caldeirão está no fogo e o caldo do cipó vai ferver. À noite, teremos uma bela sessão de rami, em que Babá tocará belamen te o Hihiti e também cantará, junto com outros homens.
Sem títuloBoborara. O boborara é um instrumento confeccionado a partir da taboca (zumi). É uma flatua do tipo transversal, muito tocada nas ocasiões em que a aldeia está em festa, seja nos mariris ou Ahie´e, seja nos rituais Koiza ou nos Doshe´e. Os homens jovens, sobretudo, têm o costume de tocar estas flautas para alegrar as festas na aldeia. Os iniciantes de pajé aprendem a produzi-las e a tocá-las com os mestres pajés que os iniciam. Esta flauta também está associada ao Tokorimekha Ahie´e, que é uma festa realizada no terreiro da aldeia nas noites em que os espíritos vêm cantar e dançar com as mulheres. Nestas ocasiões, as mulheres e outras pessoas presentes na aldeia, escutam os espíritos tocando boborara lá no meio do mato. A história narrada sobre esta flauta informa que os jovens eram enviados para outras aldeias para convidarem as pessoas de longe para a festa em sua aldeia. Eles o faziam tocando o boborara. Os pajés são os principais especialistas na confecção e execução desta flauta, embora não sejam exclusivos.
Sem títuloHihiti: Raimundo mostra como é tocado o hihiti. O Hihiti é uma espécie de rabeca de uma corda só que tem a boca como caixa acústica. Ele é tocado sobretudo nos mariris de rami, isto é, durante as sessões de bebida do cipó ayahuasca. O Hihiti canta acompanhando e sendo acompanhado dos tomadores da bebida alucinógena. Os Kulina possuem exímios tocadores deste instrumento e seu aprendizado, assim como o aprendizado dos cantos de rami, isto é, dos cantos de ayahuasca, está associado à ingestão repetidas vezes da bebida acompanhada de um mestre que leva o aprendiz a descobrir o seu canto e seu modo de tocar. (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Raimundo ríriti za. Ritiritinarali. Sapel karinarali).
Sem títuloO zupinehe Komizi, de Santa Júlia, toca a flauta boborara na mata, narrando a estória de sua origem. Ele afirma que um ser mítico produziu a boborara para chamar os outros madiha (gentes) para festejar em sua aldeia, a mando de seu tamine (chefe).
Sem títuloDurante a viagem para registro do Salomã, a equipe também realizou uma documentação fotográfica preliminar dos instrumentos musicais da casa de Iyaõkwa, bem como de outros instrumentos atinentes ao Lerohi e Salomã, os quais não são guardados na casa do centro aldeão.
Sem títuloA flauta weresero é o instrumento musical mais difundido de todo o conjunto de instrumentos distribuídos entre os nove clãs. Trata-se de um aerofone de duto livre de quatro orifícios. É a versão mais aguda da contraparte mais grave denominada walalõ.
Sem títuloPertende aos clãs aweresese, anihiare e mayroete.
Sem títuloÍndio Bororo com zunidores (Schwirrholz)
Sem títuloÍndio Bororo com zunidores (Schwirrholz)
Sem títuloÍndio Bororo com zunidores (Schwirrholz)
Sem títuloÍndio Bororo com zunidores (Schwirrholz)
Sem títuloTocadores de caixa e pife para a Dança do Bobo, com pintura facial e xiripá
Sem títuloRitual de culto aos mortos chamdado Hupzê. Os índios Umutina com flautas de bambu e talos de buriti compridos rachados, na parte superior, provocam um ritmo de dois paus que batem um ao outro
Sem títuloÍndios Umutina com arco e flecha e adornos plumários caminham e dançam no pátio da aldeia. Fase do ritual de culto aos mortos Yupuriká. Assopram flautas feitas de gomo de taquara
Sem títuloÍndios Umutina com arco e flecha e adornos plumários caminham e dançam no pátio da aldeia. Fase do ritual de culto aos mortos Yupuriká. Assopram flautas feitas de gomo de taquara
Sem título“Bapo – Chocalho usado nas danças no tempo do milho verde e para cantoria fúnebres.” [catálogo do SEMU/MI]. Chocalho globular confeccionado com recipiente de cabaça, cabo de madeiro e alça de fibra
Sem título“Flautins de taquara, usada na festa mortuária pelos Índios Umutina.” [catálogo do SEMU/MI] “Flautim de gomo de taquara – katápze, usado para anunciar o início do cerimonial “Hatóri” (Ritual do Culto aos Mortos).” [legenda da prancha indicada acima]
Sem título“Bapo – Chocalho usado nas danças no tempo do milho verde e para cantoria fúnebres.” [catálogo do SEMU/MI]. Chocalho globular confeccionado com recipiente de cabaça, cabo de madeiro e alça de fibra
Sem título“Bapo – Chocalho usado nas danças no tempo do milho verde e para cantoria fúnebres.” [catálogo do SEMU/MI]. Chocalho globular confeccionado com recipiente de cabaça, cabo de madeiro e alça de fibra
Sem títuloChocalho de pedaços de casco de caititu usado nas danças no tempo do milho verde e para cantorias fúnebres
Sem título"Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e
Sem título"Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e
Sem títuloJovem ajudante da padre Vicença
Sem títuloA padre Vicença e sua jovem ajudante
Sem títuloA padre Vicença e sua jovem ajudante
Sem título