Instrumentos musicais
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A padre Vicença e sua jovem ajudante
RIBEIRO, DarcyA padre Vicença e sua jovem ajudante
RIBEIRO, DarcyA padre Vicença e sua jovem ajudante
RIBEIRO, DarcyA padre Vicença e sua jovem ajudante
RIBEIRO, DarcyA padre Vicença e sua jovem ajudante
RIBEIRO, DarcyA padre Vicença e sua jovem ajudante
RIBEIRO, DarcyTrabalho produzido pela Comunicação Social/Sacd para o Jornal Museu ao Vivo no. 18. Vista da terra indígena dos Guarani da Aldeia Boa Esperança no Estado do Espírito Santo. Imagens de crianças Guarani tomando banho da água que cai da caixa d'água. Casa in
Hohori de taboca.Atualmente, nas festas, é utilizado um hohori feito inteiramente de taboca (zumi na língua kulina). A caixa acústica, que antes era feita pelo vaso de cerâmica, atualmente é feita com um pedaço de taboca mais grosso. Estes hohori são em geral pintados com diversos padrões encontrados em animais, assim como os hohori de cerâmica.
George MagaraiaArnaldo Kulina mostra como se toca a flauta totore. Ele conta que fez muitas flautas quando era adolescente e lamenta que os adolescentes não se interessem mais pela flauta (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Arnaldo wítalí za sapel wepe bananí. Tatíwitalí naza. Tole tole naralí).
George MagaraiaBoborara. O boborara é um instrumento confeccionado a partir da taboca (zumi). É uma flatua do tipo transversal, muito tocada nas ocasiões em que a aldeia está em festa, seja nos mariris ou Ahie´e, seja nos rituais Koiza ou nos Doshe´e. Os homens jovens, sobretudo, têm o costume de tocar estas flautas para alegrar as festas na aldeia. Os iniciantes de pajé aprendem a produzi-las e a tocá-las com os mestres pajés que os iniciam. Esta flauta também está associada ao Tokorimekha Ahie´e, que é uma festa realizada no terreiro da aldeia nas noites em que os espíritos vêm cantar e dançar com as mulheres. Nestas ocasiões, as mulheres e outras pessoas presentes na aldeia, escutam os espíritos tocando boborara lá no meio do mato. A história narrada sobre esta flauta informa que os jovens eram enviados para outras aldeias para convidarem as pessoas de longe para a festa em sua aldeia. Eles o faziam tocando o boborara. Os pajés são os principais especialistas na confecção e execução desta flauta, embora não sejam exclusivos.
George MagaraiaTotore: a flauta totore é muito utilizada durante todo tipo de festas e rituais: nos mariris, nos rituais Koiza e nos Doshe´e. Ela é confeccionada a partir dos gomos mais finos da taboca (zumi). Os maiores especialistas na confecção e execução destas flautas eram, antigamente, os jovens, mulheres e homens. Durante as festas, explicam os indígenas, meninos e meninas utilizavam-se das flautas totore para convidar os parceiros sexuais para encontros na mata. Os Kulina lamentam que os jovens atualmente não saibam mais confeccionar ou executar estas flautas, empobrecendo o universo sonoro das aldeias(foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Arnaldo totoleza. Tole tole narali sapel wepe bananí).
George MagaraiaMoça vestida de "índia". Jardim do Museu do Índio. Crianças no Jardim do MI com as professoras. Funcionários do MI. Índios Kuikuru saindo da Casa dos Guarani, vão para o jardim e começam a dança. Os Kuikuru estão com pintura corporal e facial, com adornos
Benjamim Kulina tenta aprender com Raimundo o modo como se toca o Hihiti. (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores indígenas: Benjami rírítíza rítíritínaralí. Mattoza sowi ko pamo e aníní).
George MagaraiaBenjamim Kulina registra com a filmadora a qualificação do acervo Kulina no Museu do Índio (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores indígenas: Bejami fílmi za Fílma de toraralí. Mattoza sowiko pama naralo).
George MagaraiaDurante a viagem para registro do Salomã, a equipe também realizou uma documentação fotográfica preliminar dos instrumentos musicais da casa de Iyaõkwa, bem como de outros instrumentos atinentes ao Lerohi e Salomã, os quais não são guardados na casa do centro aldeão.
Ana Paula Ratto de Lima RodgersDurante a viagem para registro do Salomã, a equipe também realizou uma documentação fotográfica preliminar dos instrumentos musicais da casa de Iyaõkwa, bem como de outros instrumentos atinentes ao Lerohi e Salomã, os quais não são guardados na casa do centro aldeão.
Ana Paula Ratto de Lima RodgersDurante a viagem para registro do Salomã, a equipe também realizou uma documentação fotográfica preliminar dos instrumentos musicais da casa de Iyaõkwa, bem como de outros instrumentos atinentes ao Lerohi e Salomã, os quais não são guardados na casa do centro aldeão.
Ana Paula Ratto de Lima RodgersDurante a viagem para registro do Salomã, a equipe também realizou uma documentação fotográfica preliminar dos instrumentos musicais da casa de Iyaõkwa, bem como de outros instrumentos atinentes ao Lerohi e Salomã, os quais não são guardados na casa do centro aldeão.
Ana Paula Ratto de Lima RodgersDurante a viagem para registro do Salomã, a equipe também realizou uma documentação fotográfica preliminar dos instrumentos musicais da casa de Iyaõkwa, bem como de outros instrumentos atinentes ao Lerohi e Salomã, os quais não são guardados na casa do centro aldeão.
Ana Paula Ratto de Lima Rodgers“Bapo – Chocalho usado nas danças no tempo do milho verde e para cantoria fúnebres.” [catálogo do SEMU/MI]. Chocalho globular confeccionado com recipiente de cabaça, cabo de madeiro e alça de fibra
SCHULTZ, Harald“Bapo – Chocalho usado nas danças no tempo do milho verde e para cantoria fúnebres.” [catálogo do SEMU/MI]. Chocalho globular confeccionado com recipiente de cabaça, cabo de madeiro e alça de fibra
SCHULTZ, Harald“Bapo – Chocalho usado nas danças no tempo do milho verde e para cantoria fúnebres.” [catálogo do SEMU/MI]. Chocalho globular confeccionado com recipiente de cabaça, cabo de madeiro e alça de fibra
SCHULTZ, Harald“Bapo – Chocalho usado nas danças no tempo do milho verde e para cantoria fúnebres.” [catálogo do SEMU/MI]. Chocalho globular confeccionado com recipiente de cabaça, cabo de madeiro e alça de fibra
SCHULTZ, HaraldChocalho de pedaços de casco de caititu usado nas danças no tempo do milho verde e para cantorias fúnebres
SCHULTZ, Harald“Bapo – Chocalho usado nas danças no tempo do milho verde e para cantoria fúnebres.” [catálogo do SEMU/MI]. Chocalho globular confeccionado com recipiente de cabaça, cabo de madeiro e alça de fibra
SCHULTZ, Harald“Bapo – Chocalho usado nas danças no tempo do milho verde e para cantoria fúnebres.” [catálogo do SEMU/MI]. Chocalho globular confeccionado com recipiente de cabaça, cabo de madeiro e alça de fibra
SCHULTZ, Harald“Bapo – Chocalho usado nas danças no tempo do milho verde e para cantoria fúnebres.” [catálogo do SEMU/MI]. Chocalho globular confeccionado com recipiente de cabaça, cabo de madeiro e alça de fibra
SCHULTZ, Harald“Bapo – Chocalho usado nas danças no tempo do milho verde e para cantoria fúnebres.” [catálogo do SEMU/MI]. Chocalho globular confeccionado com recipiente de cabaça, cabo de madeiro e alça de fibra
SCHULTZ, HaraldChocalho de pedaços de casco de caititu usado nas danças no tempo do milho verde e para cantorias fúnebres
SCHULTZ, HaraldChocalho de pedaços de casco de caititu usado nas danças no tempo do milho verde e para cantorias fúnebres
SCHULTZ, HaraldImagens da festa de comemoração da demarcação de terras dos índios Guarani de Bracuí, município de Angra dos Reis, no Estado do Rio de Janeiro. Depoimentos de índios Guarani sobre a demarcação da terra. Almoço de confraternização e dança do povo Guarani
Índios Kadiwéu tocadores de caixa e pife. Eles realizam uma dança festiva com os corpos pintados e vestindo xiripas
RIBEIRO, DarcyÍndios Kadiwéu tocadores de caixa e pife. Eles realizam uma dança festiva com os corpos pintados e vestindo xiripas
RIBEIRO, DarcyÍndios Kadiwéu tocadores de caixa e pife. Eles realizam uma dança festiva com os corpos pintados e vestindo xiripas
RIBEIRO, DarcyÍndios Kadiwéu tocadores de caixa e pife. Eles realizam uma dança festiva com os corpos pintados e vestindo xiripas
RIBEIRO, DarcyÍndios Kadiwéu tocadores de caixa e pife. Eles realizam uma dança festiva com os corpos pintados e vestindo xiripas
RIBEIRO, DarcyÍndios Kadiwéu tocadores de caixa e pife. Eles realizam uma dança festiva com os corpos pintados e vestindo xiripas
RIBEIRO, DarcyÍndios Kadiwéu tocadores de caixa e pife. Eles realizam uma dança festiva com os corpos pintados e vestindo xiripas
RIBEIRO, DarcyÍndios Kadiwéu tocadores de caixa e pife. Eles realizam uma dança festiva com os corpos pintados e vestindo xiripas
RIBEIRO, DarcyDocumentário sobre o cotidiano Guarani e sua luta pela demarcação da terra
MOREIRA, Maria GorettiPertende aos clãs aweresese, anihiare e mayroete.
Ana Paula Ratto de Lima RodgersPertende aos clãs aweresese, anihiare e mayroete.
Ana Paula Ratto de Lima RodgersPertende aos clãs aweresese, anihiare e mayroete.
Ana Paula Ratto de Lima RodgersPertende aos clãs aweresese, anihiare e mayroete.
Ana Paula Ratto de Lima RodgersEsta flauta de pã pequena é o único instrumental musical do Salomã além do aparato vocal masculino. Isso constrasta com o Iyaõkwa e Lerohi, ricos em variedade de flautas, sobretudo o primeiro. Ademais, ao contrário da flatua de pã do Lerohi, de dimensão maior, no salomã a função sonora é antes a de um apito finalizador do que propriamente de modulador melódico. Como se pode notar pela foto, um indicador organológico disso é que os três primeiros tubos das taquaras tê o mesmo comprimento e espessura, produzindo portanto os mesmos sons, ao contrário da flauta lerohi. Os dois últimos mais curtos dão densidade à som-apito da finalização de uma sequência de cantos. Elas são levadas durante todo o percurso músico-coreográfico amarradas na ponta do arco que cada um porta, juntamente com as flechas.
Ana Paula Ratto de Lima RodgersEsta flauta de pã pequena é o único instrumental musical do Salomã além do aparato vocal masculino. Isso constrasta com o Iyaõkwa e Lerohi, ricos em variedade de flautas, sobretudo o primeiro. Ademais, ao contrário da flatua de pã do Lerohi, de dimensão maior, no salomã a função sonora é antes a de um apito finalizador do que propriamente de modulador melódico. Como se pode notar pela foto, um indicador organológico disso é que os três primeiros tubos das taquaras tê o mesmo comprimento e espessura, produzindo portanto os mesmos sons, ao contrário da flauta lerohi. Os dois últimos mais curtos dão densidade à som-apito da finalização de uma sequência de cantos. Elas são levadas durante todo o percurso músico-coreográfico amarradas na ponta do arco que cada um porta, juntamente com as flechas.
Ana Paula Ratto de Lima Rodgers“Flautins de taquara, usada na festa mortuária pelos Índios Umutina.” [catálogo do SEMU/MI] “Flautim de gomo de taquara – katápze, usado para anunciar o início do cerimonial “Hatóri” (Ritual do Culto aos Mortos).” [legenda da prancha indicada acima]
SCHULTZ, Harald“Flautins de taquara, usada na festa mortuária pelos Índios Umutina.” [catálogo do SEMU/MI] “Flautim de gomo de taquara – katápze, usado para anunciar o início do cerimonial “Hatóri” (Ritual do Culto aos Mortos).” [legenda da prancha indicada acima]
SCHULTZ, Harald“Flautins de taquara, usada na festa mortuária pelos Índios Umutina.” [catálogo do SEMU/MI] “Flautim de gomo de taquara – katápze, usado para anunciar o início do cerimonial “Hatóri” (Ritual do Culto aos Mortos).” [legenda da prancha indicada acima]
SCHULTZ, HaraldHihiti: Raimundo mostra como é tocado o hihiti. O Hihiti é uma espécie de rabeca de uma corda só que tem a boca como caixa acústica. Ele é tocado sobretudo nos mariris de rami, isto é, durante as sessões de bebida do cipó ayahuasca. O Hihiti canta acompanhando e sendo acompanhado dos tomadores da bebida alucinógena. Os Kulina possuem exímios tocadores deste instrumento e seu aprendizado, assim como o aprendizado dos cantos de rami, isto é, dos cantos de ayahuasca, está associado à ingestão repetidas vezes da bebida acompanhada de um mestre que leva o aprendiz a descobrir o seu canto e seu modo de tocar. (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Raimundo ríriti za. Ritiritinarali. Sapel karinarali).
George MagaraiaO zupinehe Komizi, de Santa Júlia, toca a flauta boborara na mata, narrando a estória de sua origem. Ele afirma que um ser mítico produziu a boborara para chamar os outros madiha (gentes) para festejar em sua aldeia, a mando de seu tamine (chefe).
Coletivo KulinaManoel Babá, de Apuí, está pintado para o rami. Manoel Babá é um grande especialista na confecção e execução do arco de boca Hihiti. Ele está pintado para preparar o rami, para uma sessão que se desenrolará a noite, e onde ele tocará o Hihiti lindamente.
Felipe Agostini CerqueiraBabá prepara a bebida embaixo de uma mangueira. Coloca o cipó no caldeirão, junto com a folha, para ferver.
Felipe Agostini CerqueiraKubil, de Santa Júlia, na varanda de sua casa tocando o totore que ele acabara de produzir. Ao lado, um shapoto pequeno velho ainda utilizado para carregar produtos do roçado. Ele conta as estórias associadas a esta flauta.
Coletivo KulinaÍndio Bororo com zunidores (Schwirrholz)
FOERTHMANN, HeinzÍndio Bororo com zunidores (Schwirrholz)
FOERTHMANN, HeinzÍndio Bororo com zunidores (Schwirrholz)
FOERTHMANN, HeinzÍndio Bororo com zunidores (Schwirrholz)
FOERTHMANN, HeinzÍndio Bororo com zunidores (Schwirrholz)
FOERTHMANN, HeinzÍndio Bororo com zunidores (Schwirrholz)
FOERTHMANN, HeinzÍndio Bororo com zunidores (Schwirrholz)
FOERTHMANN, HeinzÍndio Bororo com zunidores (Schwirrholz)
FOERTHMANN, HeinzInformação do relatório: Serviço de Proteção aos índios - Relatorio v.1 - Rio de Janeiro 1942; Legenda da foto: "Bate Pau"; Descrição da foto: Índios com instrumentos musicais tocando o "bate pau"
Informação do relatório: Serviço de Proteção aos índios - Relatorio v.1 - Rio de Janeiro 1942; Legenda da foto: "Bate Pau"; Descrição da foto: Índios com instrumentos musicais tocando o "bate pau"
Índios Terena do Grupo TÊ no Museu do Índio, apresentam uma dança que é inspirada na avestruz do Pantanal. É uma dança milenar da Nação Terena de Mato Grosso do Sul. Esta ave se cria em campinas e anda pelos sertões a dentro, tem pernas e pescoço muito co
Jovem ajudante da padre Vicença
RIBEIRO, DarcyJovem ajudante da padre Vicença
RIBEIRO, DarcyJovem ajudante da padre Vicença
RIBEIRO, DarcyAs mulheres se adornam com testeiras e outros adereços confeccionados com o miolo e a folha do murmuru e outros materiais da floresta para uma festa-brincadeira na aldeia. Nestas festas-brincadeiras, as flautas boborara, as flautas totore e as buzinas hohori são tocadas (no passado, eram muito mais presentes, segundo os Kulina). Também era usado o Teteko, espécie de reco-reco, associado a uma flauta do tipo pan, com dois ou três tubos de taboca fina.
Coletivo KulinaDocumentário sobre os índios MURA do Amazonas, localizados na margem do Rio Madeira, afluente do Rio Amazonas. Vista da Aldeia Moatinga. Existe entre os Mura um alto grau de miscigenação, e os índios com uma estatura mediana. Eles fabricam seu artesanato