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Descrição arquivística
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‘Mestre’ Mambuka desenhando
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-ASH_PE-SO_FOT_20141207_109 · Item · 2014
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‘Mestre’ Mambuka sempre toma em conta a forma do rosto de alguém para acrescentar algo extra.
Apiwtxa. Rio Amonia.

Peter Beysen
100 Anos do SPI: Arquivo N
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--CLIP 064 · Item · 2010
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Reportagem da Globo News (Arquivo N) sobre os 100 anos de criação do SPI, constituído por imagens do acervo do Museu do Índio. A reportagem foi ao ar na semana da comemoração do centenário da instituição.

100 Anos do SPI: programa exibido no Globo Rural
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--CLIP 063 · Item · 2010
Parte de Arquivístico

Reportagem do Globo Rural sobre os 100 anos de criação do SPI, constituído por imagens do acervo do Museu do Índio. A reportagem foi ao ar na semana da comemoração do centenário da instituição.

19 de abril
BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-IR9-337 · Subseção
Parte de Arquivístico

Cópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios

Serviço de Proteção aos Índios
3 de Maio
BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-IR6-400 · Subseção
Parte de Arquivístico

Cópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios

Serviço de Proteção aos Índios
A Arte de Viver Pataxó
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DC-EXP-MIP-011 · Item
Parte de Arquivístico

Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas

A Arte de Viver Pataxó
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DC-EXP-MIP-013 · Item
Parte de Arquivístico

Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas

A Arte de Viver Pataxó
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DC-EXP-MIP-004 · Item
Parte de Arquivístico

Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas

A Arte de Viver Pataxó
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DC-EXP-MIP-008 · Item
Parte de Arquivístico

Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas

A Arte de Viver Pataxó
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DC-EXP-MIP-015 · Item
Parte de Arquivístico

Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas

A Arte de Viver Pataxó
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DC-EXP-MIP-002 · Item
Parte de Arquivístico

Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas

A Arte de Viver Pataxó
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DC-EXP-MIP-003 · Item
Parte de Arquivístico

Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas

A Arte de Viver Pataxó
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DC-EXP-MIP-006 · Item
Parte de Arquivístico

Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas

A Arte de Viver Pataxó
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DC-EXP-MIP-007 · Item
Parte de Arquivístico

Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas

A Arte de Viver Pataxó
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DC-EXP-MIP-009 · Item
Parte de Arquivístico

Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas

A Arte de Viver Pataxó
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DC-EXP-MIP-014 · Item
Parte de Arquivístico

Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas

A Arte de Viver Pataxó
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DC-EXP-MIP-016 · Item
Parte de Arquivístico

Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas

A Arte de Viver Pataxó
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DC-EXP-MIP-001 · Item
Parte de Arquivístico

Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas

A Arte de Viver Pataxó
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DC-EXP-MIP-005 · Item
Parte de Arquivístico

Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas

A Arte de Viver Pataxó
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DC-EXP-MIP-010 · Item
Parte de Arquivístico

Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas

A Arte de Viver Pataxó
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DC-EXP-MIP-012 · Item
Parte de Arquivístico

Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas

A Atração dos Txicão
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--FDVI 003 · Item
Parte de Arquivístico

Índia se alimenta enquanto amamenta bebê, índios no meio da mata, índia prepara biju, tira a carne de animal morto, índios no rio usam rede para pescar, índio anda na areia do rio, índios caminham com suas coisas parecem se mudar, durante a caminhada eles

A caminho do tronco
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_TK_VID_20141105_006 · Item · 2014
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Homens de bicicleta, a caminho do tronco que será cortado para fabricação do pilão

Tauana Kalapalo
A casa dos Totore
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_080 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

O grupo se encontra em frente a um canteiro cheio de tabocas bem finas do jeito que se usa para fazer totore. Benjamim narra o achado. Kubiu explica que achou o local dos totore. Komizi tira um zumi bedeni para fazer um hahapo (soprador de feitiço). Kubiu explica que material é aquele: zumi bedi, ou hapo phiri. Kubiu tira um bom pedaço do material. Enquanto Komizi fabrica o dori hahapo (soprador de feitiço), Kubiu corta os pedaços de zumi que vai precisar para fabricar o Totore em casa.

Benjamim Kulina
A cozinha de Terezinha
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130828_01 · Item · 2013
Parte de Arquivístico

Maria, bolsista indígena, filma a cozinha de Terezinha, em Buaçu. Ao fundo, um fogão de barro, tijolos e tábuas. O chão é de paxiuba, como é comum nas casas kulina. A cozinha tem paredes de paxiuba também. Há alguns armários de ripas de madeira e um girau alto para guardar alimentos, utensílios e outras coisas. A um canto vemos alguns cestos tsahe com bananas. Pendurados também ficam alguns pequenos tsahe que guardam coisas e alimentos da casa. E há ainda um tsahe pequeno qu serve de casa para um casal de cocotas que Terezinha cria.

Coletivo Kulina
A Dança das Máscaras
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--AD 297 · Item · 2013
Parte de Arquivístico

Realizado com equipe de cinegrafistas indígenas, como parte do projeto ALAPI, um programa de preservação das culturas indígenas. Filme sobre um ciclo ritual, a respeito da confecção e utilização das máscaras Cara-Grande, do grupo Tapirapé (Tupi), com a pa

GUIRAUD, Serge
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_071 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

George comenta sobre a produção de pulseira em miçangas feitas no próprio corpo. A finalização do artefato é feita no corpo. George comenta que isso é muito interessante. Eles comentam da beleza das peças, especialmente a respeito do detalhe dos pequenos pingentes de balões. Segundo Raimundo, homens e mulheres usam os colares grandes. A testeira seria um adereço masculino. As pulseiras são masculinas e femininas. Raimundo tenta explicar os motivos dos desenhos. O primeiro é uma casa. George pede para Raimundo colocar o colar.

Benjamim Kulina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_16 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Hohori: De acordo com os indígenas, os vasos de cerâmica do tipo hohori eram produzidos com tamanhos grandes, médios e pequenos, mais ou menos com um mesmo formato, como uma grande lâmpada. Os pequenos eram utilizados como brinquedos pelas crianças. Os médios eram utilizados para guardar pequenos objetos de decoração corporal, como tintas, urucum e genipapo, etc.

George Magaraia
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150511_02 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Raimundo Kulina, Benjamim Kulina, Arnaldo Filho Kulina e a equipe de museologia na Reserva Técnica das cerâmicas. Raimundo e Benjamim vestemtesteiras de miçangas e Arnaldo testeira de algodão. Raimundo veste um colar grande de miçangas e Benjamim veste dois colares pequenos também de miçangas. Benjamim está com a câmera na mão. A testeira de Raimundo é adornada com motivos coloridos da jararaca (ziki mekhene hanon); o colar é adornado com motivos coloridos de cobra do mato chamada zero makhani hanoni.

George Magaraia
A escola do posto
BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI02988 · Item · 1943
Parte de Arquivístico

A escola do Posto Indígena

FOERTHMANN, Heinz
A escola do posto
BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI02984 · Item · 1943
Parte de Arquivístico

A escola do Posto Indígena

FOERTHMANN, Heinz
A escola do posto
BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI02989 · Item · 1943
Parte de Arquivístico

A escola do Posto Indígena

FOERTHMANN, Heinz
A escola do posto
BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI02986 · Item · 1943
Parte de Arquivístico

A escola do Posto Indígena

FOERTHMANN, Heinz
A escola do posto
BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI02985 · Item · 1943
Parte de Arquivístico

A escola do Posto Indígena

FOERTHMANN, Heinz
A escola do posto
BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI02987 · Item · 1943
Parte de Arquivístico

A escola do Posto Indígena

FOERTHMANN, Heinz
A flauta Totore de Kubiu canta acompanhada
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_029 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Kubiu toca a flauta totore. Outra flauta faz um dueto com a flauta dele. Fica interessante. A outra faz um som mais agudo e a dele um pouco mais grave. O som de uma outra flauta ainda aparece. A filha de Kubiu assiste a tudo. Para encerrar, Kubiu fala um pouco sobre o que fez, de como ele tocou o Totore, 'toretore onaharo', para registrar. Ele fala um pouco das estórias associadas ao totore. Enquanto ele fala, uma flauta canta bem agudo.

Benjamim Kulina
A manada de homens corta a linha de mulheres
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150405_046 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

A manada de homens corta a linha de mulheres e segue a direção. Homens e mulheres continuam cantando (cada um em seu ritmo e andamento e cada um o seu canto) e dançando (em passos de queixadas). Mulheres e meninas se desprendem da linha para buscar panelas e potes.

João Onima Kulina
A máscara é deixada
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_061 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Eu e os Kulina explicam que quando o tokorime vai embora, o pajé deixa a máscara no mato. A equipe de museologia tenta identificar a jarina na internet. George e eu ficamos conversando sobre a sonoridade da chegada de um tokorime na aldeia.

Benjamim Kulina
A padre com ajudante
BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12843 · Item · 1948
Parte de Arquivístico

A padre Vicença e sua jovem ajudante

RIBEIRO, Darcy
A padre com ajudante
BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12845 · Item · 1948
Parte de Arquivístico

A padre Vicença e sua jovem ajudante

RIBEIRO, Darcy
A padre com ajudante
BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12842 · Item · 1948
Parte de Arquivístico

A padre Vicença e sua jovem ajudante

RIBEIRO, Darcy
A padre com ajudante
BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12844 · Item · 1948
Parte de Arquivístico

A padre Vicença e sua jovem ajudante

RIBEIRO, Darcy
A padre com ajudante
BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12838 · Item · 1948
Parte de Arquivístico

A padre Vicença e sua jovem ajudante

RIBEIRO, Darcy
A padre com ajudante
BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12846 · Item · 1948
Parte de Arquivístico

A padre Vicença e sua jovem ajudante

RIBEIRO, Darcy
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-SON-EN_APLR_FOT_20141130_0549 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

No dia 30 de novembro de 2014 realizamos uma oficina bastante intensiva, aproveitando um dos raros dias de “descanso” das cerimônias do Salomã. Procuramos nos focar nos materiais de áudio já gravados por Bruno Vasconcelos de modo a analisá-lo da forma mais fina possível, obtendo as segmentações inter e intra cantos, bem como o seu conteúdo narrativo, cheio de sutilezas inesperadas. Além disso, tratou-se de uma oportunidade única de reunião de diversas pessoas: vários homens velhos mostraram grande interesse em estar presentes e compartilhar com os bolsistas da UNESCO de um pequeno treinamento da escrita alfabética, prática da escrita de seus próprios nomes, alguns chegando mesmo a escrever pequenos relatórios, para nos mostrar que são capazes de integrar o projeto. Vários jovens relacionados ou não a esses velhos também acorreram ao barracão da escola para ouvir, ver e participar, auxiliando os velhos na introdução ou aperfeiçoamento da escrita. Disso tudo resultou uma oficina extremamente rica, tanto pelo fato de que a discussão e análise de cantos contou com um número alto de pessoas, que debatiam entre si e depois acordavam sobre a melhor explicação, quanto pelo fato de que ensejou ademais uma série de discussões paralelas também com os jovens, sobre a educação escolar, as melhores formas de ensino e aprendizagem da escrita alfabética, aprendizado em língua nativa, políticas regionais de educação, possibilidade de projetos, etc.

Ana Paula Ratto de Lima Rodgers