História contada pelo ancião e conhecedor Antônio Penedo Neres (nome hup, Hɨ́; K’ö̀g K’eg Tẽ̀h ĩh, homem do clã Filhos do Osso do Macaco-Zogue-Zogue), da comunidade Santo Antônio (alto igarapé Cabari). À noite, em 12/12/2019, no acampamento do primeiro dia de caminhada de registro entre Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande), na cabeceira do igarapé Cabari. Em local “sem nome, höhöd hat pã (clareira sem nome), utilizado para acampamento na floresta, caça e pesca. Paisagem sonora: som da floresta à noite e algumas pessoas falando ao fundo.
Bruno Ribeiro MarquesHupd'äh
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Narração.
Danilo Paiva RamosNarração.
Danilo Paiva RamosCaminhantes conversando e observando a vista do topo da Serra Grande.
Danilo Paiva RamosDemétrio guiando grupo Hupd´äh segurando facão e arco-e-flecha, registro realizado durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosO pesquisador Danilo Paiva no centro com grupo de viajantes Hupd´äh, durante a caminhada para Serra Grande.
Danilo Paiva RamosValdemar segurando arco-e-flecha e jovens no fundo conversando, durante caminhada para Serra Grande.
Danilo Paiva RamosDurante caminhada para Serra Grande, Valdemar fabrica vara de pescar com facão.
Danilo Paiva RamosNarrativa contada pelo ancião Mário Marques, membro da comunidade de Santo Atanásio e do clã Paç Ya’ám Tẽ̀h ĩh, “Filho da Pedra da Onça”. Narrativa contada à noite, depois da reunião de anuência na comunidade de Santa Rosa (29/10/2019), que contou com lideranças de outras comunidades Hupd’äh da região do igarapé Japú e Cabari. Ao fundo outros Hupd’äh conversam enquanto preparam o ipadu (pilão batendo as folhas secas de coca). Tõg Tẽ́g é o nome de um batɨ́b’ (espírito da floresta).
Bruno Ribeiro MarquesNo centro comunitário de Taracuá Igarapé, as participantes da oficina Tereza Socot e Rita Socot, professoras da comunidade.
Danilo Paiva RamosNarração.
Danilo Paiva RamosNarração.
Danilo Paiva RamosDurante a oficina de etnomapeamento em Taracuá Igarapé, Samuel, Ponciano, Lázaro e Angélico discutem à direção de Pij Dëh (igarapé Cabari), do igarapé Taracuá (Tat Dëh) e da trilha de Pëd Dëh (igarapé Cunuri) até Serra Grande.
Danilo Paiva RamosSamuel desenhando mapa e o ancião Ponciano dando orientações, durante oficina de etnomapeamento na comunidade de Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosDurante a oficina de etnomapeamento em Taracuá Igarapé, Samuel (em pé) conversa com Maurício (sentado) sobre os desenhos do mapa, enquanto o professor Leandro, de origem Tuyuka, graceja com os participantes da oficina.
Danilo Paiva RamosEm pé, o professor de Taracuá Igarapé Sabino Monteiro conversando com os Hupd´äh no centro comunitário, antes das oficinas.
Américo Salustiano SocotReunião de anuência na comunidade de Santa Rosa (igarapé Cabari, médio Uapés).
Rafael Moreira Serra da SilvaReunião de anuência na comunidade de Santa Rosa (igarapé Cabari, médio Uapés).
Rafael Moreira Serra da SilvaReunião de anuência na comunidade de Taracuá Igarapé (igarapé Taracuá, médio Tiquié).
Rafael Moreira Serra da SilvaReunião de anuência na comunidade de Santa Rosa (igarapé Taracuá, médio Tiquié).
Rafael Moreira Serra da SilvaRastro de caça, registro realizado durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosCacos de pote de cerâmica antigos encontrado durante o segundo dia de viagem.
Danilo Paiva RamosCacos de pote de cerâmica antigos encontrado durante o segundo dia de viagem.
Danilo Paiva RamosCacos de pote de cerâmica antigos encontrado durante o segundo dia de viagem.
Danilo Paiva RamosCacos de pote de cerâmica antigos encontrado durante o segundo dia de viagem.
Danilo Paiva RamosCacos de pote de cerâmica antigos encontrado durante o segundo dia de viagem.
Danilo Paiva RamosPonte construída com pedaços de madeira para auxiliar na travessia dos caminhantes, registro realizado durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosDo lado direito e em pé perto da mesa, o ancião Ponciano Monteiro dá orientações aos participantes da oficina de etnomapeamento em Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosNa frente, Américo apontando planta medicinal e atrás dele André e Albino, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva Ramos“Escrita de K´ég tēh” (Filho do Osso), demiurgo criador da humanidade, petroglifo registrado durante o terceiro dia de viagem, no topo da Serra Grande.
Danilo Paiva Ramos“Escrita de K´ég tēh” (Filho do Osso), demiurgo criador da humanidade, petroglifo registrado durante o terceiro dia de viagem, no topo da Serra Grande.
Danilo Paiva Ramos“Escrita de K´ég tēh” (Filho do Osso), demiurgo criador da humanidade, petroglifo registrado durante o terceiro dia de viagem, no topo da Serra Grande.
Danilo Paiva RamosNarração.
Danilo Paiva RamosPajé Armando em pé, observando grupo Hupd´äh coletando minhoca.
Danilo Paiva RamosPajé Armando em pé, observando grupo Hupd´äh coletando minhoca.
Danilo Paiva RamosPaisagem sonora: canto do jacamim.
Rafael Moreira Serra da SilvaPaisagem sonora: uso de pilão.
Rafael Moreira Serra da SilvaPaisagem sonora: Montando acampamento.
Rafael Moreira Serra da SilvaNarrativa contada pelo ancião Mário Marques membro da comunidade de Santo Atanásio e do clã Paç Ya’ám Tẽ̀h ĩh, “Filho da Pedra da Onça”. Gravação realizada à noite, depois da reunião de anuência na comunidade Santa Rosa (29/10/2019), que contou com lideranças de outras comunidades Hupd’äh da região do igarapé Japu e Cabari. Ao fundo, outros Hupd’äh conversam enquanto preparam o ipadu (pilão batendo as folhas secas de coca). Paç Pö́g é literalmente “Serra Grande”, local na cabeceira do igarapé Cabari, que seria o destino da caminhada de registro algumas semanas depois.
Bruno Ribeiro MarquesNarração.
Danilo Paiva RamosNarração.
Danilo Paiva RamosNarração
Danilo Paiva RamosHistória do sonho com o dono onça]. História contada pelo ancião e conhecedor Antônio Penedo Neres (nome hup, Hɨ́; K’ö̀g K’eg Tẽ̀h ĩh, homem do clã Filhos do Osso do Macaco-Zogue-Zogue), da comunidade Santo Antônio (alto igarapé Cabari). À noite, em 12/12/2019, no acampamento do primeiro dia de caminhada de registro entre Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande), na cabeceira do igarapé Cabari. Em local “sem nome, höhöd hat pã (clareira sem nome), utilizado para acampamento na floresta, caça e pesca. Paisagem sonora: som da floresta à noite e algumas pessoas falando ao fundo.
Bruno Ribeiro MarquesNarração
Gaudêncio Neri PenaGravação feita à noite, em 13/12/2019, no acampamento ao final do segundo dia da caminhada entre Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande). Local com o nome de B’öb’ö̀d höhöd (local de acampamento com nome de uma árvore de tradução incerta), no pé de Paç Pö́g, à beira de Döö Dëh (igarapé Micuim). Paisagem sonora: som da floresta à noite ao fundo e jovens Hupd’äh falando.
Bruno Ribeiro MarquesNarração
Gaudêncio Neri PenaNarrativa da anciã e conhecedora Amélia Penedo (Paç Ya’ám Tẽ̀h Ã́y, mulher do clã dos Filhos da Pedra da Onça), que vive na comunidade Santa Cruz do Cabari. Gravação feita na comunidade Santa Rosa, em 11/12/2019, na noite anterior ao começo da caminhada de registro de ida e volta entre Santa Rosa e Paç Pög (Serra Grande). Paisagem sonora: som do ipadu (composto à base de folhas de coa) sendo pilado ao fundo, além de pessoas conversando.
Bruno Ribeiro MarquesHistória contada pelo jovem Valdemar Seabra Penha (Pàç, nome hup; Dög M’éh Tẽ̀h d’äh, homem do clã Filhos da Cobra Uirapixuna), da comunidade Santo Atanásio (Tõh hayám, em um afluente do alto curso do igarapé Japu, afluente do médio Uaupés). Gravação feita à noite, em 13/12/2019, no acampamento ao final do segundo dia da caminhada de registro entre Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande). Local com o nome de B’öb’ö̀d höhöd (local de acampamento com nome de uma árvore de tradução incerta), no pé de Paç Pö́g, à beira de Döö Dëh (igarapé Micuim). Paisagem sonora: som da floresta à noite ao fundo e jovens Hupd’äh falando
Bruno Ribeiro MarquesFala sobre o que os “benzedores” fizeram durante a caminhada. Gravação com Júlia Seabra Caldas (nome hup, Pùh; Dög M’éh Tẽ̀h d’äh, homem do clã Filhos da Cobra Uirapixuna) em sua comunidade, Santo Atanásio (Tõh hayám, em um afluente do alto curso do igarapé Japu, afluente do médio Uaupés).
Bruno Ribeiro MarquesNarração.
Danilo Paiva RamosLago de Leite - Pùd Dëh Móh – registro realizado no terceiro dia de viagem.
Danilo Paiva RamosMauro segurando tatu, durante o segundo dia de caminhada para Serra Grande.
Danilo Paiva RamosJosé segurando vara de pescar durante a caminhada para Serra Grande.
Danilo Paiva RamosDe frente José Maria e Mauro respectivamente, subindo a fenda rochosa que dá acesso ao topo da Serra Grande, durante o terceiro dia de viagem.
Danilo Paiva RamosÉ uma narrativa contada pelo ancião Mário Marques, que é membro da comunidade de Santo Atanásio (Tṍh Hayám), localizada no igarapé Japú, e membro do clã Paç Ya’ám Tẽ̀h ĩh, “Filho da Pedra da Onça”. A gravação foi realizada à noite na comunidade de Santa Rosa, depois da reunião de anuência (29/10/2019), que contou com lideranças de outras comunidades Hupd’äh da região do igarapé Japú e Cabari. Ao fundo, os Hupd’äh conversam enquanto preparam o ipadu (pilão batendo as folhas secas de coca). Hat Wã́ foi traduzido pelos Hupd´äh, ainda que de modo não assertivo, como “jacaré-açu”.
Bruno Ribeiro MarquesAmérico Socot na frente e grupo Hupd´äh enfileirado, cruzando a floresta no segundo dia de caminhada para Serra Grande.
Danilo Paiva RamosGarrafa de cachaça e pedaço de forno antigos encontrados durante o segundo dia de caminhada para Serra Grande.
Danilo Paiva RamosCaminhantes descansando no segundo dia de caminhada para Serra Grande, atrás deles jamaxins (cestos cargueiros) e lascas antigas de um forno de ferro.
Danilo Paiva RamosPedaço de forno de metal encontrado durante o segundo dia de caminhada para Serra Grande.
Danilo Paiva RamosCaminhantes encontram pedaços de forno de ferro antigo, durante o segundo dia de caminhada para Serra Grande.
Danilo Paiva RamosAmérico Socot extraindo casca de árvore, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosEvaldo, professor de Taracuá Igarapé, fazendo anotações em língua hup durante a oficina.
Danilo Paiva RamosEvaldo, professor de Taracuá Igarapé sentado á esquerda, desenhando durante oficina de iconografia, enquanto jovens e anciãos Hupd´äh conversam perto da mesa em pé.
Danilo Paiva RamosNo centro, Dino no acampamento Õh B´öb´öd, durante o segundo dia de caminhada, segurando cigarro benzido e soprando encantamentos no pesquisador Danilo Ramos á direita, enquanto André observa no fundo segurando vara de pescar.
Danilo Paiva RamosHistória contada pelo ancião e conhecedor Antônio Penedo Neres (nome hup, Hɨ́; K’ö̀g K’eg Tẽ̀h ĩh, homem do clã Filhos do Osso do Macaco-Zogue-Zogue), da comunidade Santo Antônio (alto igarapé Cabari). À noite, em 12/12/2019, no acampamento do primeiro dia de caminhada de registro entre Santa Rosa e Paç Pö́g (serra Grande), na cabeceira do igarapé Cabari. Em local “sem nome, höhöd hat pã (clareira sem nome), utilizado para acampamento na floresta, caça e pesca. Paisagem sonora: som da floresta à noite e algumas pessoas falando ao fundo.
Bruno Ribeiro MarquesHistória contada pelo ancião e conhecedor Antônio Penedo Neres (nome hup, Hɨ́; K’ö̀g K’eg Tẽ̀h ĩh, homem do clã Filhos do Osso do Macaco-Zogue-Zogue), da comunidade Santo Antônio (alto igarapé Cabari). À noite, em 12/12/2019, no acampamento do primeiro dia de caminhada de registro entre Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande), na cabeceira do igarapé Cabari. Em local “sem nome, höhöd hat pã (clareira sem nome), utilizado para acampamento na floresta, caça e pesca. Paisagem sonora: som da floresta à noite e algumas pessoas falando ao fundo.
Bruno Ribeiro MarquesDino segurando cigarro benzido e jovens no fundo conversando, durante caminhada para Serra Grande.
Danilo Paiva RamosOswaldo, sentado á direita ao lado do Américo Socot e em pé, o servidor da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) Denivaldo Cruz, orientando os Hupd´äh no centro comunitário de Taracuá Igarapé, previamente às oficinas.
Danilo Paiva RamosO servidor da FUNAI Denivaldo Cruz auxiliando os Hupd´äh na elaboração do mapa, durante oficina em Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosDemétrio abre a mata com facão e guia os caminhantes durante o percurso até a Serra Grande.
Danilo Paiva RamosDemétrio abrindo a mata, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosDemétrio abrindo a mata, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosDemétrio abrindo a mata, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosDemétrio abrindo a mata, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosDemétrio abrindo a mata, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosDemétrio abrindo a mata, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosDemétrio abrindo a mata, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosDemétrio abrindo a mata, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosDemétrio abrindo a mata, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosDemétrio abrindo a mata, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosDemétrio abrindo a mata, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosDemétrio abrindo a mata, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosDemétrio abrindo a mata, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosDemétrio abrindo a mata, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosDemétrio abrindo a mata, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosDemétrio abrindo a mata, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosCustódio segurando facão durante a caminhada para Serra Grande.
Danilo Paiva RamosEm cima do Uacuzeiro, Edvaldo, sobrinho de Demétrio, segura facão e observa o caminho.
Danilo Paiva RamosDo lado direito da foto Dionísia em pé, e atrás dela o pajé Armando em frente do Américo, ambos sentados, conversando no sítio Alegre (Hisösö Hayàm), perto de Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosJosé Maria segurando cobra abatida durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosCláudio segurando arco-e-flecha durante caminhada para Serra Grande.
Danilo Paiva RamosParticipantes da reunião pré-oficinas no centro comunitário de Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosJosé Maria á esquerda e ao seu lado Eugênio segurando arco-e-flecha no topo da Serra Grande, no terceiro dia de caminhada.
Danilo Paiva RamosClaudio, Demétrio, Edvaldo, Américo, Custódio, Albino, Zeferino, Eugênio, Dino, José Maria, Edmar, José, Valter, caminhantes de Taracuá Igarapé no topo da Serra Grande, no terceiro dia da caminhada.
Danilo Paiva RamosCaminhantes de Taracuá Igarapé observando a vista da Serra Grande, no terceiro dia de caminhada.
Danilo Paiva RamosCaminhantes ajeitam lona e armam a base do acampamento na beira do igarapé Gêmeo - Dëh Mi Bab, no primeiro dia de caminhada para Serra Grande (Paç Pög).
Danilo Paiva RamosCaminhantes observam crianças em cima de pé de Uacuzeiro.
Danilo Paiva RamosO pesquisador Danilo Ramos no alto da Serra Grande, durante o terceiro dia da caminhada.
Danilo Paiva RamosValdemar segurando semente coletada na floresta, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosAndré usando adorno feito com entrecasca de árvore na cabeça, durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva Ramos