Nesta tese, buscou-se analisar a educação no Grão-Pará colonial, no período que se estende da fundação do Forte do Presépio, 1616, até o final da fase pombalina, em 1777
Sin títuloHistória
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Publicação contendo análise e reflexão sociológica das Ciências Sociais, de seus praticantes e instituições
Sin títuloQuarto volume de uma série de obras dedicadas à investigação do imaginário colonial, este livro tem como foco central as imagens - pensadas como instrumentos fundamentais de dominação. A guerra das imagens - no palco do México colonial - eclode no século XV, com a chegada de Colombo, e se estende pelos séculos seguintes, mobilizando diversos atores - europeus, índios, mestiços, entre outros - e distintas estratégias de domínio. Uma profusão de imagens chega ao México com os primeiros europeus, na tentativa de impor uma nova ordem visual e de monopolizar a representação do sagrado. É nesse momento de difusão do catolicismo e de ascensão da autoridade espiscopal que se desenvolve um grande conjunto de imagens barrocas - imagens religiosas convencionais, mas que incorporam elementos de devoção popular. Além de examinar os códigos visuais impostos pelos colonizadores e a recepção das imagens cristãs por índios e mestiços, a análise reflete sobre as reverberações da imagística colonial na guerra de Independência, no México pós-revolucionário - representado pelo muralismo pictórico - e, modernamente, na expansão da televisão comercial mexicana
Sin títuloNão há escrito de Vieira que não seja político. Não sê-lo, para ele, equivaleria a renunciar à prática da caridade cristã. Um cuidado desta compilação foi o de propiciar, através de papéis de gêneros distintos, uma espécie de quadro sintético das tópicas políticas mais recorrentes na atividade intelectual febril do Padre Vieira, em seus noventa anos de vida tumultuosa
Sin títuloEste livro, organizado por Etienne Samain, reúne 26 ensaios que tentam decifrar os múltiplos significados que a fotografia vem incorporando desde sua criação. A obra apresenta uma profunda análise de seu status, desde o puramente material ao provocativo, que vai além do primeiro olhar, repleto de densas mensagens e capaz de comunicar, a um só tempo, emoções multifacetadas. 'O fotográfico' é fonte de inspiração para fotógrafos, estudantes, universitários, apreciadores de literatura e artes visuais, além de um deleite para o leitor que se interessa por fotografia e arte, estética e sensibilidade
Sin títuloO que dizem sobre a história de um país os monumentos erguidos em praça pública? Ou as bandeiras e hinos nacionais? Ou, ainda, caricaturas e charges tiradas das páginas de um jornal? José Murilo de Carvalho mostra, com a sensibilidade característica dos bons pesquisadores, como esse material pode ser de grande utilidade para se decifrar a mitologia e a simbologia de um sistema político.Por meio de imagens, o autor nos oferece um curioso passeio pelo momento de implantação do regime republicano. Entre texto e ilustrações, aprendemos como os mitos de origem criados para a República, seus heróis, a bandeira verde-amarela e o nosso hino traduzem com fidelidade as batalhas travadas pela construção de um rosto para a República brasileira.Prêmio Jabuti 1991 de Melhor Ensaio e Biografia
Sin títuloImportante coletânea traz 15 estudos sobre história, organização social, cosmologia e natureza, enfocando várias sociedades indígenas na Amazônia. Na parte sobre "História e Historicidade", destacam-se os trabalhos de Terence Turner sobre a relação entre história e cosmologia entre os Kayapó, de Bruna Franchetto sobre os discursos cerimoniais dos Kuikuro e de Rafael Menezes Bastos sobre a relação entre música e história entre os Kamayurá. Os textos ilustram de forma representativa algumas das tendências atuais da antropologia histórica
Sin títuloA tarefa do educador não seria precisamente a de ensinar a ler, mas criar condições para o educando realizar a sua própria aprendizagem, conforme seus próprios interesses, necessidades, fantasias, segundo as dúvidas e exigências que a realidade lhe apresenta
Sin títuloFruto de dezesseis anos de convivência da autora com os índios Bakairi, da região do Alto Xingu, em Mato Grosso, esta obra é um estudo aprofundado que revela a história, as crenças e a organização social desse povo, bem como sua economia, religião e as relações de parentesco.Escrito num estilo claro e conciso, o livro é ilustrado com fotografias em cores e gráficos que apresentam dados sobre a pesquisa
Sin títuloEste livro acompanhou a exposição realizada na Caixa Cultural em 2006. Traz depoimentos de lideranças indígenas que relatam as origens das quatro aldeias mbyá existentes no município de São Paulo. De especial interesse é o depoimento do cacique Vera Popygua, de Tenonde Porã (Morro da Saudade), que oferece uma reinterpretação da presença histórica dos Guarani em terras paulistas. Além das belíssimas fotos feitas por Rosa Gauditano, o livro também inclui desenhos realizados por moradores destas aldeias
Sin títuloAo realizar uma abordagem histórico-cultural de três literaturas de viagens européias; ao Brasil, o autor evita a biografia laudatória, a explicação economicista ou a crítica; literária, enfatizando permanências e mudanças, explícitas ou sutis, em diferentes; formas de descrição do país. Obras do calvinista Jean de Léry, fascinado pela língua; tupi-guarani; do padre jesuíta André João Antonil, pragmático em sua análise das; riquezas nacionais; e do aventureiro Richard Francis Burton, com uma inesgotável; energia para compreender e classificar tudo o que via no Novo Mundo, são analisadas; como autênticas e complexas percepções da realidade, que abarcam do século XVI ao XIX
Sin títuloSão seis volumes sendo cinco relacionados aos Setores/Módulos da Exposição "Formas de Humanidade" (Origens e Expansão das Sociedades Indígenas;-Manifestações Sócio Culturais Indígenas,-África: Culturas e Sociedades e Mediterrâneo I: Grécia e Roma, Mediterrâneo II e Médio Oriente: Egito e Mesopotâmia (em elaboração) e um relacionado à Exposição Temporária Brasil 50 mil anos: uma viagem ao passado Pré-Colonial (exposição realizada em Brasília entre setembro/01 e março/02)
Sin título- A arte no período pré-colonial Arte Índia do século XVI desenho industrial. comunicaÇÃo visual. 2. Início do século XIX maneirismo, barroco e rococó. 3. século XVII e o Brasil holandês os pintores de Nassau. 4. Século XIX transição e início do século XX Art-Noveau 5. Modernismo, ecletismo e industrialismo. 6. Arte contemporânea arquitetura contemporânea Fotografia 7. Desenho Industrial comunição visual Arte afro-brasileira 8. Artesanato arte educação 9. Arte e arquitetura contemporâneas fotografia
- A arte no período pré-colonial arte Índia do século XVI desenho industrial comunicação visual; 2. Ínício do século XIX maneirismo, barroco e rococó; 3. Século XVII e o Brasil holandês os pintores de Nassau; 4. Século XIX transição e início do século XX Art-Noveau; 5. Modernismo ecletismo e industrialismo; 6. Arte contemporânea Arquitetura contemporânea Fotografia; 7. Desenho Industrial comunição visual arte afro brasileira; 8. Artesanato Arte educação; 9. Arte e Arquitetura contemporâneas Fotografia
A dissertação acompanha a trajetória histórica de Atalaia, um aldeamento composto por índios Kaingang que teve sua concepção no governo da Capitania de São Paulo durante o processo de colonização dos Campos de Guarapuava na primeira metade do século XIX
Sin títuloApresenta um estudo da obra do antropólogo Eduardo Galvão
Sin títuloA expansão da fronteira colonial na América portuguesa no século XVII criou zonas de conflito com as populações autóctones. No norte do Estado do Brasil a zona da pecuária no sertão tornou-se ponto de convergência dos conflitos resultantes da expansão colonial, especialmente entre os colonos luso-portugueses e os povos indígenas. A Guerra do Bárbaros, como ficou conhecida a série de conflitos que ocorreu entre 1651 e 1704, é minuciosamente analisada por Pedro Puntoni nesse estudo de fôlego, acompanhado de mapas e ilustrações. O autor refuta as interpretações que vêem nessa Guerra uma espécie de confederação unificada, mostrando seu caráter fragmentário, e destacando os papéis dos diferentes agentes em jogo: soldados, missionários, agentes da Coroa Portuguesa e índios de nações diversas. Mostra também os conflitos entre estes últimos, denominados de Bárbaros pelos colonizadores na época, e as disputas que mantinham entre si
Sin títuloPublicação sobre a "descoberta" do Brasil, enfocado no pau-brasil
Sin títuloClaude D'Abreville, capuchinho francês, fez parte da missão que veio ao Maranhão acompanhando a expedição de La Ravardière, em 1612. Demorou-se no Brasil quatro meses. De volta à França escreveu esta História da Missão dos Padres Capuchinhos na Ilha do Maranhão, publicada pela primeira vez em 1614
Sin títuloTrabalho pioneiro sobre a "historiografia brasílica" dos acadêmicos baianos coloniais, este livro traz informações surpreendentes sobre a relação entre os índios e a história em meados do século XVIII
Sin títuloPesquisa de fôlego sobre as expedições de sertanistas no século XVIII, este livro em certo sentido atualiza e amplia as discussões introduzidos por Sérgio Buarque de Holanda em Monções e Caminhos e Fronteiras. A temática da história dos índios aparece com força no capítulo 4, evocando os processos de contato e resistência que afetaram os Kayapó do Sul, Guaikuru, Paiaguá e Kaingang. O capítulo inclui um estudo perspicaz da série de quarenta aquarelas retratando o contato entre portugueses e índios no sertão do Tibagi em 1771, com uma reprodução da série. Também é de grande interesse a reprodução de mapas do sertão, vários dos quais detalham a presença de grupos indígenas, abrangendo São Paulo (incluindo o sul, atuais estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso
Sin títuloBaseado numa extensíssima pesquisa documental em cartórios do interior e no arquivo estadual, este livro enfoca a política expansionista do governo provincial de São Paulo na segunda metade do século XIX. Ao detalhar a organização de bandeiras, as tentativas de aldeamento e os conflitos entre fazendeiros e índios – Coroados (Kaingang), Cayuás (Kayowá-Guarani) e Xavantes (Oti) – a autora documenta a convergência entre interesses particulares e do Estado na ocupação fundiária do Vale, redundando na destruição dos povos indígenas
Sin títuloA Nova História Cultural enfatiza a importância do significado na ação social. A obra, saudada pela crítica americana como extremamente importante, apresenta uma argumentação até certo ponto provocativa em defesa dos princípios que fundamentam a Nova História Cultural, explicando os seus objetivos e mostrando o quanto é complexa a recuperação da dinâmica da expressão e interpretação do passado
Sin títuloFontes Históricas" é indicado tanto para quem já coloca quanto para quem pensa em colocar as 'mãos na massa', penetrar em arquivos, ouvir depoimentos, manusear documentos, escarafunchar vestígios da cultura material ou simbólica, decifrar impressos ou audiovisuais em busca das experiências de nossos antepassados. Ao abordar os 'usos e abusos das fontes', os métodos e as técnicas utilizados pelos pesquisadores em seu contato com vestígios e testemunhos do passado humano, este livro, escrito por especialistas experientes, dialoga diretamente com historiadores e aspirantes no contexto da realidade brasileira
Sin títuloFruto de laboriosa e bem conduzida pesquisa, este ensaio trata de navegantes, bandeirantes e diplomatas, sublinhando o papel desses três agentes sociais na história brasileira, e, mais especificamente, na formação das fronteiras do Brasil
Sin títuloEste "Dicionário de Datas da História do Brasil", escrito por uma grande equipe de especialistas de todo o Brasil, sob a coordenação da Professora Circe Bittencourt, coloca ao alcance do público o estado atual de conhecimento sobre as mais importantes datas do calendário brasileiro. Possibilita ao leitor consultar datas comemorativas e/ou fatos históricos ao longo do ano e identificar os assuntos conforme seu interesse: pesquisa, ensino, política educacional ou simples curiosidade
Sin títuloEste trabalho conjuga interesses da história e da antropologia, partindo ao mesmo tempo de uma certeza e uma constatação. A certeza de que as explicaçOes históricas sobre a formação de uma determinada área ou região devem inserir em seus discursos os povos indígenas e seus contextos; e a constatação da irrelevAncia dada para a onstrução de uma história sobre os índios nos Campos de Araraquara
Sin títuloO autor mostra no livro um quadro das culturas greco-romana, egípcia, mesopotâmica, asteca e maia. Quatro ciclos culturais independentes que mostram algumas das civilizações mais adiantadas da humanidade
Sin títuloNeste livro notável, Benedict Anderson sai a campo para desfazer boa parte dos lugares-comuns a respeito do nacionalismo: longe de se confundir com o racismo ou o fascismo, longe de ser uma síndrome quase patológica, que faz má figura num mundo marcado pelas promessas da globalização, o sentimento nacional tem uma história bem precisa, rica e contraditória; Como marxista de formação e dono de um olhar escolado na observação dos conflitos coloniais no Sudeste asiático, Anderson volta-se menos para a instituição dos estados nacionais e mais para a ascensão do sentimento nacional. Daí a noção de comunidades imaginadas? e não meramente imaginárias?,porque,mais do que simplesmente denunciar-lhe as limitações, Anderson quer examinar como o nacionalismo capta e expressa anseios, esperanças e preconceitos nascidos no calor da vida social; Comunidades imaginadas é ainda um livro pioneiro pelo recurso a idéias de várias disciplinas acadêmicas? da filosofia da história de Walter Benjamin à antropologia de Victor Turner, passando pela crítica literária de Erich Auerbach?, que frutificam num modelo em que o moderno sentimento nacional se vincula a fenômenos tão aparentemente díspares quanto a luta de classes, a ascensão das línguas vernáculas e do romance, o fim dos impérios coloniais e a emergência da impressão e da imprensa modernas
Sin títuloPublicação contendo análise e reflexão sociológica das Ciências Sociais, de seus praticantes e instituições
Sin títuloTrata-se de uma apreciação minuciosa de toda a obra do antropólogo Eduardo Galvão, fornecendo um roteiro interessante de uma fase importante dos estudos etnológicos no país, pois Galvão teve uma contribuição tanto em termos de pesquisa etnográfica quanto em ambição teórica, entre as décadas de 1940 e 70
Sin títuloPensadores contemporâneos da História, provenientes de distintas tradições nacionais e simpatias teóricas, refletem acerca do conceito de historiografia e analisam a epistemologia da história
Sin títuloEste livro do historiador norte-americano Jeffrey Lesser vem preencher uma lacuna que; ele próprio classifica de surpreendente: a ausência de estudos sobre o grande número de; imigrantes não-europeus no Brasil. Pois, se é verdade que todos os 4,55 milhões de; imigrantes que entraram no país entre 1872 e 1949 trouxeram consigo uma cultura pré-; migratória e criaram novas identidades étnicas, o fato é que os 400 mil asiáticos,; árabes e judeus, considerados não-brancos e não-pretos, foram os que mais puseram em; xeque as idéias da elite sobre a identidade nacional. Trata-se, aqui, de analisar como; e por que esses imigrantes entraram em discussão pública com as lideranças políticas e; intelectuais da nação. Suposições culturais acerca da hierarquia e das categorias; raciais, formalizadas nos séculos XVII e XVIII, refletiam e promoviam um sentimento de; superioridade européia, e muitos pensadores brasileiros eram monogenistas, vendo a raça; como vinculada à biologia e ao meio ambiente. Tais concepções serviam como uma luva à; elite brasileira, permitindo-lhe adquirir legitimidade ao vincular-se a lugares e; culturas longínquas. Afirmando que a geografia (isto é, a natureza) era a base da raça,; os imigrantes "brancos" no Brasil criariam uma identidade nacional semelhante à; européia, que viria a esmagar, com sua superioridade, as populações nativa e africana; A dupla assimilação era a chave para a criação de uma identidade nacional clara: à; medida que os colonos se tornassem brasileiros, o Brasil se tornaria europeu. Mas se; alguns integrantes da elite brasileira viam as características étnicas desejáveis como; de base geográfica e pediam a proibição da imigração proveniente da Ásia e do Oriente; Médio, outros viam a concessão de plenos direitos de cidadania, tanto jurídicos quanto; sociais, aos sírio-libaneses e aos nisseis como um preço razoável a ser pago pelo; crescimento econômico, e outros ainda permaneciam vacilantes, imaginando a; possibilidade de o Estado brasileiro insistir no desaparecimento da etnicidade dos; imigrantes e, mesmo assim, colher os benefícios de sua mão-de-obra. A análise dessas; posições díspares por parte do autor sugere que a "mestiçagem", que muitos estudiosos; viram como significando o surgimento de uma "raça" brasileira nova e uniforme, a partir; da mistura de povos, foi muitas vezes entendida como a criação de diferentes; identidades e de uma multiplicidade de brasileiros hifenizados, e não de um grupo; único
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