História do Brasil

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1 / G195t / 1995 · Pièce · 1995
              Fait partie de Bibliográfico

              Reedição da primeira obra impressa em português sobre o Brasil (História), de 1576, junto com um texto que permaneceu inédito até o século XIX. Fonte importante para avaliar os conhecimentos vigentes na segunda metade do século XVI a respeito das populações indígenas. O prefácio inclui informações úteis sobre o autor e as edições anteriores da obra

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              Diogo Antônio Feijó
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92FEIJÓ / D591a / 1999 · Pièce · 1999
              Fait partie de Bibliográfico

              O primeiro volume da Coleção Formadores do Brasil traz os mais importantes textos de Feijó, o regente do Império, incluindo uma introdução de Jorge Caldeira. Padre, inimigo do celibato, liberal radical, Feijó foi o primeiro chefe do poder Executivo escolhido em eleição

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-980.41 / G633 / 2002 · Pièce · 2002
              Fait partie de Bibliográfico

              O autor alia uma extensa pesquisa documental a sua longa experiência como etnógrafo e indigenista para produzir um detalhadíssimo relato das relações entre os Tenetehara do Maranhão e os brancos, desde o contato inicial com os franceses no início do século XVII aos dias de hoje. Conforme alerta o próprio autor, o livro está escrito em vários registros distintos, passando pela teoria antropológica ("ontosistêmica"), pela história do contato, pela "economia igualitarista", pela demografia e pela filosofia. A parte sobre a história é organizada pela seqüência das principais instituições da política indigenista, com uma concentração maior no período do SPI. No mais, destacam-se a abordagem da rebelião de Alto Alegre (1901) e o capítulo sobre a demografia histórica. Presente de maneira indireta ao longo do livro, a voz dos índios aparece de maneira explícita num capítulo curto com a transcrição de alguns depoimentos

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              Dom Pedro II: imperador do Brasil.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981(81) / O49 / 1999 · Pièce · 1999
              Fait partie de Bibliográfico

              A história de Dom Pedro II confunde-se com a do Segundo Reinado. Aqui os fatos históricos são narrados enquanto é contada a infância e a adolescência do imperador, seu casamento e sua vida familiar, além de seu relacionamento com artistas e cientistas de todo o mundo

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / M511g / 2009 · Pièce · 2009
              Fait partie de Bibliográfico

              Esta é a primeira obra ilustrada de forma abrangente tão vasto tema: a conquista da última fronteira do território brasileiro pelos mais importantes viajantes e expedicionários brasileiros e estrangeiros; O projeto, concebido pelo autor em conjunto com o editor Ronaldo Graça Couto, adota a estratégia de restringir o tema do ano de 1500 até as viagens de Rondon nos anos 1930 – visto que a partir disso a quantidade de expedições se multiplica exponencialmente em busca de riquezas, pesquisas de toda sorte ou mesmo de aventuras; As 42 viagens selecionadas são apresentadas em ordem cronológica, a partir do momento em que a primeira expedição européia adentra a Amazônia, segundo a seguinte itemização: data da expedição; contexto histórico e cultural; líder (a biografia do líder ou dos líderes); principais colaboradores; percurso; obra (produção escrita e iconográfica); e principais contribuições

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / S628p / 1976 · Pièce · 1976
              Fait partie de Bibliográfico

              Preto no branco é um trabalho já clássico e, de certa forma, premonitório. Nos anos 1970, época em que a questão racial andava esquecida pela academia, e ainda não fazia parte do debate público, Thomas E. Skidmore, decano entre os “brasilianistas”, tenta compreender um momento central para a explicação do racismo na sociedade brasileira. Seu estudo causou grande sensação na época e ajudou a recolocar em pauta esse tema agudo da realidade nacional. Com base nos escritos e discursos de uma grande gama de cientistas, políticos e romancistas, o livro revela que a intelligentsia local, influenciada por padrões e formas europeus, procurou acomodar as teorias racistas então em voga - que consideravam o negro inferior e condenavam a mestiçagem - à situação local. A solução original encontrada foi o “branqueamento” da sociedade, por meio da imigração europeia. Skidmore mostra, no entanto, como as ideias deterministas foram gradualmente cedendo lugar a novas perspectivas, que davam ênfase aos aspectos positivos da miscigenação, e acabaram por produzir um consenso sobre a existência de uma “democracia racial” no país, tese que gerou uma percepção distorcida do racismo brasileiro

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / M921F / 1979 · Pièce · 1979
              Fait partie de Bibliográfico

              Aborda o papel exercido pelas frentes de atração atrávés do relacionamento da sociedade nacional com a sociedade indígena e das conseqüências irreversíveis a que o contato conduz

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              Brasil 1500: quarenta documentos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / A481 / 2001 · Pièce · 2001
              Fait partie de Bibliográfico

              Este livro traz os textos de 40 documentos históricos europeus, anotados e comentados, sobre o Brasil de 1500 e 1501, especialmente relacionados com as viagens de Pedro Álvares Cabral e Américo Vespúcio. Embora as datas extremas das fontes sejam fevereiro de 1500 e 1576, a maioria delas 32, do total foi produzida entre 1500 e 1505

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.035 / M837h / 1979 · Pièce · 1979
              Fait partie de Bibliográfico

              Durante 30 anos (1624-1654), os holandeses ocuparam territórios no Nordeste brasileiro. Hoje, os; eventos são considerados como um dos mais importantes capítulos da história brasileira. Na; Holanda, pelo contrário, a experiência brasileira funciona como um ponto cego na historiografia; nacional. Todavia, a colonização do Brasil resultava num arsenal de manuscritos e imagens. O; “relato de Roulox Baro” faz parte desta produção. Aos sete anos de idade, foi enviado às Índias; Ocidentais. Conviveu durante toda a juventude com os tupis. Adulto, tornou-se interprete a serviço; da Companhia das Índias Ocidentais e comandou algumas expedições no interior. O registro da; expedição de 1647 sobrevive. Vamos apresentar uma análise cultural e histórica do relato

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / H673 t.3 v.4 / 1963 · Pièce · 1963
              Fait partie de Bibliográfico

              A obra analisa vários campos da formação histórica do país, da organização material da sociedade às formas da cultura e do pensamento. Os dois primeiros volumes são dedicados à época colonial: Do Descobrimento à Expansão Territorial e Administração, Economia, Sociedade. Especialistas estudam o processo de constituição e consolidação do Brasil como colônia portuguesa, abrangendo desde os aspectos econômicos e sociopolíticos até os temas medicina colonial, música barroca e expedições científicas; O período monárquico é tratado em cinco livros: O Processo de Emancipação, Dispersão e Unidade, Reações e Transações, Declínio e Queda do Império e Do Império à República. Inicia-se com a análise das condições de emancipação do Brasil e se encerra com a crise do regime monárquico e a transição para a República, em um volume, clássico, inteiramente escrito por Sérgio Buarque de Holanda. Os quatro volumes do período republicano, por sua vez, são Estrutura de Poder e Economia (1889-1930), Sociedade e Instituições (1889-1930), Sociedade e Política (1930-1964) e Economia e Cultura (1930- 1964). Dividem-se em duas épocas: uma anterior e outra posterior a 1930, ano de crise mundial e de revolução no Brasil

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / H673 t.3 v.3 / 1963 · Pièce · 1963
              Fait partie de Bibliográfico

              A obra analisa vários campos da formação histórica do país, da organização material da sociedade às formas da cultura e do pensamento. Os dois primeiros volumes são dedicados à época colonial: Do Descobrimento à Expansão Territorial e Administração, Economia, Sociedade. Especialistas estudam o processo de constituição e consolidação do Brasil como colônia portuguesa, abrangendo desde os aspectos econômicos e sociopolíticos até os temas medicina colonial, música barroca e expedições científicas; O período monárquico é tratado em cinco livros: O Processo de Emancipação, Dispersão e Unidade, Reações e Transações, Declínio e Queda do Império e Do Império à República. Inicia-se com a análise das condições de emancipação do Brasil e se encerra com a crise do regime monárquico e a transição para a República, em um volume, clássico, inteiramente escrito por Sérgio Buarque de Holanda. Os quatro volumes do período republicano, por sua vez, são Estrutura de Poder e Economia (1889-1930), Sociedade e Instituições (1889-1930), Sociedade e Política (1930-1964) e Economia e Cultura (1930- 1964). Dividem-se em duas épocas: uma anterior e outra posterior a 1930, ano de crise mundial e de revolução no Brasil

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / H673 t.2 v.5 / 1963 · Pièce · 1963
              Fait partie de Bibliográfico

              A obra analisa vários campos da formação histórica do país, da organização material da sociedade às formas da cultura e do pensamento. Os dois primeiros volumes são dedicados à época colonial: Do Descobrimento à Expansão Territorial e Administração, Economia, Sociedade. Especialistas estudam o processo de constituição e consolidação do Brasil como colônia portuguesa, abrangendo desde os aspectos econômicos e sociopolíticos até os temas medicina colonial, música barroca e expedições científicas; O período monárquico é tratado em cinco livros: O Processo de Emancipação, Dispersão e Unidade, Reações e Transações, Declínio e Queda do Império e Do Império à República. Inicia-se com a análise das condições de emancipação do Brasil e se encerra com a crise do regime monárquico e a transição para a República, em um volume, clássico, inteiramente escrito por Sérgio Buarque de Holanda. Os quatro volumes do período republicano, por sua vez, são Estrutura de Poder e Economia (1889-1930), Sociedade e Instituições (1889-1930), Sociedade e Política (1930-1964) e Economia e Cultura (1930- 1964). Dividem-se em duas épocas: uma anterior e outra posterior a 1930, ano de crise mundial e de revolução no Brasil

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1 / H489f / 2009 · Pièce · 2009
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              Fronteira Amazônica cobre os 150 anos em que os primeiros cientistas europeus exploraram as riquezas naturais da Amazônia e ficaram fascinados por seus povos. Vários encontros com as novas tribos continuaram ocorrendo durante o século XIX, particularmente quando o monopólio seringueiro fez de Manaus uma cidade de fronteira e quando o número de indígenas diminuiu drasticamente, fato que os transformou de inimigos ferrozes em objetos de estudos antropológicos ou da literatura romantica. Fronteira Amazônica termina em 1910, com a criação do famoso Serviço de Proteção ao Índio no Brasil e abertura de uma nova era de tolerância para com seus povos nativos.

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / C871c / 1998 · Pièce · 1998
              Fait partie de Bibliográfico

              Escrito originalmente para uma coleção espanhola, este livro foi atualizado e oferece uma ampla abordagem da experiência portuguesa no Brasil durante o século XVI. No que diz respeito à história dos índios, é útil para visualizar o contexto mais amplo da presença indígena nesse período

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / M477o / 1998 · Pièce · 1998
              Fait partie de Bibliográfico

              Olinda Restaurada” inaugura o estilo de Cabral de Mello: produzir uma história total, ou seja, econômica, política, social e militar – que acaba resultando numa leitura para especialistas. Almejando ressaltar a guerra como fator determinante do período de ocupação holandesa, e a importância do açúcar, como objeto de manutenção do período, e não só como objetivo financeiro, Mello apresenta sua fantástica pesquisa documental em capítulos de abordagens inusitadas, sempre centrados na questão das guerras holandesas em Pernambuco, que ele dividiu em dois períodos: a Guerra da Resistência (1630-1637), e a Guerra da Restauração (1645-1654). Essa abordagem é absolutamente inovadora para a época da publicação do livro, pois vem derrubar a ênfase no nativismo no estudo das guerras holandesas, dada pelos historiadores do século XIX, e nas questões sociais, dada pelos historiadores mais recentes. Evaldo foi o primeiro a levantar como prioritária a questão econômica - militar

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