Guarani

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            Guarani

              708 Descrição arquivística resultados para Guarani

              708 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              O cambuci
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F0982 / 1920 · Item · 1920
              Parte de Bibliográfico
              PORTO, P. Campos
              O Guarani
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / A368g São Paulo / 18-- · Item · 18--
              Parte de Bibliográfico

              Na primeira metade do século XVII, Portugal ainda dependia politicamente da Espanha, fato que, se por um lado exasperava os sentimentos patrióticos de um frei Antão, como mostrou Gonçalves Dias, por outro lado a ele se acomodavam os conservadoristas e os portugueses de pouco brio. D. Antônio de Mariz, fidalgo dos mais insignes da nobreza de Portugal, leva adiante no Brasil uma colonização dentro mais rigoroso espírito de obediência à sua pátria. Representa, com sua casa-forte, elevada na Serra dos Órgãos, um baluarte na Colônia, a desafiar o poderio espanhol. Sua casa-forte, às margens do Pequequer, afluente do Paraíba, é abrigo de ilustres portugueses, afinados no mesmo espírito patriótico e colonizador, mas acolhe inicialmente, com ingênua cordialidade, bandos de mercenários, homens sedentos de ouro e prata, como o aventureiro Loredano, ex-padre que assassinara um homem desarmado, a troco do mapa das famosas minas de prata. Dentro da respeitável casa de D. Antônio de Mariz, Loredano vai pacientemente urdindo seu plano de destruição de toda a família e dos agregados. Em seus planos, contudo, está o rapto da bela Cecília, filha de D. Antônio, mas que é constantemente vigiada por um índio forte e corajoso, Peri, que em recompensa por tê-la salvo certa vez de uma avalancha de pedras, recebeu a mais alta gratidão de D. Antônio e mesmo o afeto espontâneo da moça, que o trata como a um irmão. A narrativa inicia seus momentos épicos logo após o incidente em que Diogo, filho de D. Antônio, inadvertidamente, mata uma indiazinha aimoré, durante uma caçada. Indignados, os aimorés procuram vingança: surpreendidos por Peri, enquanto espreitavam o banho de Ceci, para logo após assassiná-la, dois aimorés caem transpassados por certeiras flechas; o fato é relatado à tribo aimoré por uma índia que conseguira ver o ocorrido. A luta que se irá travar não diminui a ambição de Loredano, que continua a tramar a destruição de todos os que não o acompanhem. Pela bravura demonstrada do homem português, têm importância ainda dois personagens: Álvaro, jovem enamorado de Ceci e não retribuído nesse amor, senão numa fraterna simpatia; Aires Gomes, espécie de comandante de armas, leal defensor da casa de D. Antônio. Durante todos os momentos da luta, Peri, vigilante, não descura dos passos de Loredano, frustrando todas suas tentativas de traição ou de rapto de Ceci. Muito mais numerosos, os aimorés vão ganhando a luta passo a passo. Num momento, dos mais heróicos por sinal, Peri, conhecendo que estavam quase perdidos, tenta uma solução tipicamente indígena: tomando veneno, pois sabe que os aimorés são antropófagos, desce a montanha e vai lutar "in loco" contra os aimorés: sabe que, morrendo, seria sua carne devorada pelos antropófagos e aí estaria a salvação da casa de D. Antônio: eles morreriam, pois seu organismo já estaria de todo envenenado. Depois de encarniçada luta, onde morreram muitos inimigos, Peri é subjugado e, já sem forças, espera, armado, o sacrifício que lhe irão impingir. Álvaro (a esta altura enamorado de Isabel, irmã adotiva de Cecília) consegue heroicamente salvar Peri. Peri volta e diz a Ceci que havia tomado veneno. Ante o desespero da moça com essa revelação, Peri volta à floresta em busca de um antídoto, espécie de erva que neutraliza o poder letal do veneno. De volta, traz o cadáver de Álvaro morto em combate com os aimorés. Dá-se então o momento trágico da narrativa: Isabel, inconformada com a desgraça ocorrida ao amado, suicida-se sobre seu corpo. Loredano continua agindo. Crendo-se completamente seguro, trama agora a morte de D. Antônio e parte para a ação. Quando menos supõe, é preso e condenado a morrer na fogueira, como traidor. O cerco dos selvagens é cada vez maior. Peri, a pedido do pai de Cecília, se faz cristão, única maneira possível para que D. Antônio concordasse, na fuga dos dois, os únicos que se poderiam salvar. Descendo por uma corda através do abismo, carregando Cecília entorpecida pelo vinho que o pai lhe dera para que dormisse, Peri, consegue afinal chegar ao rio Paquequer. Numa frágil canoa, vai descendo rio abaixo, até que ouve o grande estampido provocado por D. Antônio, que, vendo entrarem os aimorés em sua fortaleza, ateia fogo aos barris de pólvora, destruindo índios e portugueses. Testemunhas únicas do ocorrido, Peri e Ceci caminham agora por uma natureza revolta em águas, enfrentando a fúria dos elementos da tempestade. Cecília acorda e Peri lhe relata o sucedido. Transtornada, a moça se vê sozinha no mundo. Prefere não mais voltar ao Rio de Janeiro, para onde iria. Prefere ficar com Peri, morando nas selvas. A tempestade faz as águas subirem ainda mais. Por segurança, Peri sobe ao alto de uma palmeira, protegendo fielmente a moça. Como as águas fossem subindo perigosamente, Peri, com força descomunal, arranca a palmeira do solo, improvisando uma canoa. O romance termina com a palmeira perdendo-se no horizonte, não sem antes Alencar ter sugerido, nas últimas linhas do romance, uma bela união amorosa, semente de onde brotaria mais tarde a raça brasileira

              ALENCAR, José de
              O Guarani: uma experiência de guerra
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / D158G / 1996 · Item · 1996
              Parte de Bibliográfico

              O estudo analisa a atuação dos Guarani no “exército missioneiro” mobilizado pelas autoridades espanholas para combater “infiéis” e portugueses em diferentes situaçOes

              DAMIANI, Gisele Teresinha Maciel
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-266(892) / R147m / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              É uma importante obra sobre a ação missionária jesuítica no Cone Sul, com lançamento em março/2008 pela Curt Nimuendajú. Neste livro, o autor objetiva analisar a prática missionária jesuítica na perspectiva dos contatos interculturais, privilegiando o estudo das representações de Deus, através das recorrências de duas imagens nas Cartas Ânuas, a de benevolente e de castigador, com o fim de subsidiar a discussão sobre o medo instrumentalizado para a cristianização dos Guarani. O recorte espaço-temporal é o das reduções da Província Jesuítica do Paraguai, as frentes missionárias do Paraná, Uruguai, Paraguai e Tape, no período fundacional, 1609 a 1637. Ao lado de demonstrar o quanto a prática missionária jesuítica esteve associada à Teologia da sua época, este livro trata de questionar até que ponto os Guarani se deixaram moldar pelos jesuítas em virtude de uma prática discursiva pautada no medo

              RAMOS, Antônio Dari
              Os índios antes do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / F268i / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico

              Um mundo se desenvolveu por milênios à margem do Ocidente e do Oriente, até um dia ser descoberto e conquistado. Seus traços, que ficaram impressos na solidez da pedra e na fragilidade do barro, são o objeto deste livro. Das escarpas dos Andes ao Amazonas, do cerrado ao litoral, o leitor é convidado a conhecer esse mundo de antes de Cabral

              FAUSTO, Carlos
              Paisagem do Posto Indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DG-SPI02382 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Vista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro

              FOERTHMANN, Heinz
              Paisagem do Posto Indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DG-SPI02379 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Vista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro

              FOERTHMANN, Heinz
              Paisagem do Posto Indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DG-SPI02384 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Vista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro

              FOERTHMANN, Heinz
              Paisagem do Posto Indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DG-SPI02386 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Vista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro

              FOERTHMANN, Heinz
              Paisagem do Posto Indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DG-SPI02388 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Vista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro

              FOERTHMANN, Heinz
              Paisagem do Posto Indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DG-SPI02389 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Vista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro

              FOERTHMANN, Heinz
              Paisagem do Posto Indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DG-SPI02390 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Vista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro

              FOERTHMANN, Heinz
              Paisagem do Posto Indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DG-SPI02393 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Vista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro

              FOERTHMANN, Heinz
              Paisagem do Posto Indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DG-SPI02394 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Vista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro

              FOERTHMANN, Heinz
              Paisagem do Posto Indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DG-SPI02380 · Item · 1943
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              Vista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro

              FOERTHMANN, Heinz
              Paisagem do Posto Indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DG-SPI02391 · Item · 1943
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              Vista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro

              FOERTHMANN, Heinz
              Paisagem do Posto Indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DG-SPI02381 · Item · 1943
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              FOERTHMANN, Heinz
              Paisagem do Posto Indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DG-SPI02383 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Vista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro

              FOERTHMANN, Heinz
              Paisagem do Posto Indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DG-SPI02385 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Vista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro

              FOERTHMANN, Heinz
              Paisagem do Posto Indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DG-SPI02387 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Vista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro

              FOERTHMANN, Heinz
              Paisagem do Posto Indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DG-SPI02392 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Vista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro

              FOERTHMANN, Heinz
              Para falar na língua Guarani
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F3050 / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              Glossário e cartilha básica da língua Guarani Nhãdewa e Português

              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / G255P / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico

              Aborda a questão indígena na aldeia Araponga. Estudo comparativo entre a alfabetização realizada nas escolas bilíngüês do país e a realizada pela Escola Municipal Pico do Papagaio, onde crianças guaranis são alfabetizadas junto às crianças regionais

              GASTÃO, Fátima de Oliveira
              Pensar es insalubre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-771.531(81=1-82) / B126p / 1989 · Item · 1989
              Parte de Bibliográfico

              O cineasta Back reúne neste livro artigos (a maioria publicados em jornais) sobre o polêmico papel das missões jesuíticas na catequização dos índios sul-americanos, assunto também abordado em seu aclamado documentário "República

              BACK, Sylvio
              Posto indígena Kurt Nimuendajú
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-RE-MF023_PL330_DOC14_FOTO053_1627 · Item
              Parte de Arquivístico

              Relatório do desenhista Júlio Agostinho Horta Barboza ao Posto indígena Kurt Nimuendajú; Legenda: Reza dos índios Guarani

              Posto indígena Kurt Nimuendajú
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-RE-MF023_PL330_DOC14_FOTO054_1628 · Item
              Parte de Arquivístico

              Relatório do desenhista Júlio Agostinho Horta Barboza ao Posto indígena Kurt Nimuendajú; Legenda: Reza dos índios Guarani

              Povos indígenas & educação
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-376.74(81=1-82) / B493 / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              Publicação que discute acerca das diferentes dimensões que caracterizam história e cultura dos povos indígenas e da prática educativa pautada na Lei 11.645 de 10 de março de 2008

              Bergamaschi, Maria Aparecida (org.)
              Povos indígenas na Bacia Hidrográfica do Lago Guaíba
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-621.311.21(816.5) / P853p / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              O livro apresenta uma compilação da legislação indígena municipal, estadual e brasileira e um ensaio fotográfico do povo guarani (Mbyá Guarani), de autoria do fotógrafo Danilo Christids. A obra destaca também a influência dos índios na formação de Porto Alegre e adjacências. Um exemplo é o título da obra, que destaca o lago Guaíba, importante referência da Capital cujo nome tem origem indígena; A existência territorial indígena no contexto urbano de Porto Alegre e a incomprensão dos índios em relação aos limites geopolíticos impostos pela sociedade são evidenciadas na publicação. De acordo com os autores, para os índios, elementos naturais como matas, florestas e rios são reconhecidos como base simbólica de suas vidas

              PORTO ALEGRE. Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Segurança Urbana
              Recreio dos estudantes Guarani
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DG-SPI02329 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Crianças Guarani brincando no recreio depois das aulas

              FOERTHMANN, Heinz
              Recreio dos estudantes Guarani
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DG-SPI02333 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Crianças Guarani brincando no recreio depois das aulas

              FOERTHMANN, Heinz