Crianças Guarani brincando no recreio depois das aulas
Sem títuloGuarani
708 Descrição arquivística resultados para Guarani
Crianças Guarani brincando no recreio depois das aulas
Sem títuloCrianças Guarani brincando no recreio depois das aulas
Sem títuloSede do Posto Indígena
Sem títuloSede do Posto Indígena
Sem títuloÍndio Guarani transportando uma tora de madeira numa carreta de bois
Sem títuloÍndio Guarani transportando uma tora de madeira numa carreta de bois
Sem títuloTora de madeira sendo transportada para casa das máquinas
Sem títuloTora de madeira sendo transportada para casa das máquinas
Sem títuloTora de madeira sendo serrada na casa das máquinas
Sem títuloVista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro
Sem títuloVista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro
Sem títuloÍndia Guarani com seus filhos
Sem título“Casa dos índios Guarani, Itaporanga, [SP], (Mancio Ribeiro, auxiliar).”
“Toldo da Serrinha, [RS]. Índios [Guarani] do toldo.”
Informação do relatório: Relatório Dia do Índio - P.I. Guarita; Legenda da foto: Grupos de índios Guaranis e Kaingans. Da esq. p/ dir. Depósito de cereais e vista parcial da casa da administração; Descrição da foto: Índios reunidos próximos ao depósito de cereais e a casa da administração
Índios Guarani e Terena do Posto Indígena Araribá reunidos em frente a carro
Índio Guarani do Posto Indígena Araribá em frente a garagem
Índios Kaingang e Guarani do Posto Indígena Araribá com o alemão responsável pela farmácia
Jovens índios estudantes Guarani, Kaingang e Terena do Posto Indígena Araribá em solenidade de hasteamento da Bandeira Nacional fotografados por Heinz Foerthmann
Sem títuloCrianças Guarani do Posto Indígena Araribá brincando de roda fotografadas por Heinz Foerthmann
Sem títuloFilha do encarregado do Posto Indígena Cacique Double no porta da casa indígena Guarani
Índia Guarani do Posto Indígena Duque de Caxias com criança no colo próximas a casa indígena
Resultado de um simpósio realizado em 1998, esta coletânea reúne vários textos sobre as missões jesuíticas da região platina, que incluía uma parte significativa do futuro território brasileiro. Os textos enfocam a história das missões a partir de abordagens históricas, etnológicas, arqueológicas e artísticas
Sem títuloA vida dos índios Guarani, seus mitos, costumes e visão de mundo estão reunidos em “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis”, traz textos de cientistas e de indígenas que atuam como educadores nas quatro aldeias da etnia na região da Costa Verde, interior do Rio de Janeiro; Segundo Dinah Guimaraens, o livro é resultado de uma pesquisa nas áreas de Antropologia Cultural e História da Arte realizada pelo Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) e pelo Solar Grandjean de Montigny, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis” reúne textos de pesquisadores como Lucieni Simão, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e de Werá Dkekupé, Tobi Itaúna e Doethyró Tukano, que fazem parte de um grupo de oito indígenas que desde 1999 recebem bolsas da FAPERJ para atuarem como educadores bilingüe (Português/Guarani) e de cultura indígena para as crianças nas aldeias Guarani; “No passado, os antropólogos interpretavam a cultura indígena. Agora, os próprios integrantes é que falam pela etnia”, explica Dinah Guimarães. Segundo ela, o conceito de culturas vivas, presente no livro e no projeto do Museu de Arte e Origens, foi criado pelo pesquisador Mário Pedrosa, um crítico de arte socialista, que morreu no início da década de 1980; A língua Guarani, tornou-se um elemento de referência para outras etnias indígenas, que foram perdendo suas características ao longo do tempo. De acordo com a pesquisadora, o Brasil tem hoje cerca de 350 mil índios. Destes, 50 mil pertencem a diferentes aldeias Guarani, a maioria delas localizada nos estados do Sul e em Mato Grosso. O Rio de Janeiro reúne cerca de 600 guaranis, que vivem em quatro aldeias: Bracuí, próximo a Angra dos Reis; Paraty Mirim e Terra Indígena Rio Pequeno, nas imediações de Parati; e Araponga, próximo a Patrimônio; O Museu Nacional de Belas Artes abriga, em uma de suas galerias, o acervo do Museu de Arte e Origens com peças representativas das culturas indígena, africana e popular, além de imagens do inconsciente, arte moderna e contemporânea. Existe um projeto para a construção de uma sede própria para o Museu de Arte e Origens, em Parati
Sem títuloAs histórias contadas no livro foram escritas em 2004 pelos monitores indígenas dos Centros de Educação Infantil Indígena - CECIs, a partir de um projeto de capacitação desenvolvido por uma equipe de antropólogos
Livro sobre a história do índio Guarani Sepé Tiaraju em virtude dos seus 250 anos de morte e de sua inscrição no Livro dos Herois da Pátria
Lenda indígena Guarani que conta a história de uma índia que se apaixona por Jaxy, o Lua
Sem títuloLivro de poesias sobre os povos indígenas e sua resistência
Sem títuloPublicação que trata de captar, através de alguns aspectos fundamentais da cultura, a maneira pela qual se chocam a configuração cultural Guarani e as diversas formas de vida ligada à civilização ocidental
Sem títuloPublicação contendo o registro do processo de discussão sobre as questões ambientais e territoriais existentes na Terra Indígena Guarani de Bracuí
É uma importante obra sobre a ação missionária jesuítica no Cone Sul, com lançamento em março/2008 pela Curt Nimuendajú. Neste livro, o autor objetiva analisar a prática missionária jesuítica na perspectiva dos contatos interculturais, privilegiando o estudo das representações de Deus, através das recorrências de duas imagens nas Cartas Ânuas, a de benevolente e de castigador, com o fim de subsidiar a discussão sobre o medo instrumentalizado para a cristianização dos Guarani. O recorte espaço-temporal é o das reduções da Província Jesuítica do Paraguai, as frentes missionárias do Paraná, Uruguai, Paraguai e Tape, no período fundacional, 1609 a 1637. Ao lado de demonstrar o quanto a prática missionária jesuítica esteve associada à Teologia da sua época, este livro trata de questionar até que ponto os Guarani se deixaram moldar pelos jesuítas em virtude de uma prática discursiva pautada no medo
Sem títuloCatálogo da exposição temporária "Beleza e saber: plumária indígena" realizada no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo
Sem títuloOs Guarani ocupam tradicionalmente as terras que abrangem partes do Rio Grande do Sul (Missões, Pampa, Planalto, Litoral), Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e regiões da Argentina, Paraguai, Bolívia e Uruguai. Neste amplo território, ao longo dos séculos, eles foram perseguidos por colonizadores, caçados, escravizados, exilados e tiveram suas terras invadidas, saqueadas e ocupadas. Nesse processo a Igreja, a serviço dos estados da Espanha, Portugal e depois do próprio Brasil, procurou catequizá-los e torná-los “almas convertidas” e, ao mesmo tempo, “corpos dóceis” para o trabalho, nos moldes do projeto que então se estruturava. A base das relações com os povos indígenas sempre foi colonial, ou seja, sempre se indagou qual a utilidade destes povos e quais as melhores maneiras de explorar sua força produtiva e seus territórios
Sem títuloFruto de uma longa vivência entre os Guarani em Mato Grosso do Sul e no Rio Grande do Sul, de uma densa pesquisa em documentos históricos do período colonial e de uma leitura criteriosa da etnologia referente à religiosidade Guarani, este livro se define, nas palavras da autora, "duplamente como uma teologia índia feita por uma teóloga cristã e como tradução de uma experiência religiosa indígena". Ao enfocar a maneira pela qual os índios cristãos têm permanecido "fiéis aos grandes valores de seu sistema cultural", a autora permite repensar a longa relação entre os Guarani e o cristianismo
Sem títuloUm mundo se desenvolveu por milênios à margem do Ocidente e do Oriente, até um dia ser descoberto e conquistado. Seus traços, que ficaram impressos na solidez da pedra e na fragilidade do barro, são o objeto deste livro. Das escarpas dos Andes ao Amazonas, do cerrado ao litoral, o leitor é convidado a conhecer esse mundo de antes de Cabral
Sem títuloEste livro é um intento de colaborar para a maior visibilização dos inúmeros conhecimentos e formas filosóficas que intelectuais indígenas detêm e de sua luta pela terra, por direitos, pelas condições de fazer viver tais conhecimentos
Sem títuloPublicação da dissertação de mestrado do autor, o livro enfoca uma das missões jesuíticas na Província do Itatim. Ao sublinhar a ação das lideranças e xamãs Guarani, o autor aborda a resistência indígena nesta área de fronteira da América Espanhola, área que envolveu também a presença de sertanistas oriundos da América Portuguesa
Sem título