Legenda da foto: Quando visitam o posto do Maici os índios Pirarães chegam amigavelmente e são recebidos pelos empregados do posto
Amarante, Emanuel Silvestre doFotografia
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Legenda da foto: No acampamento a turma do esticamento do fio reunida pronta para o trabalho
Quineau, Joaquim de MouraLegenda da foto: Os índios Pirarães cultivavam suas roças dentro da mata e são os Igapós que dão acesso à elas
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: O pessoal do posto indígena do Maici usava barraca de lona antes da construção do posto
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Rancho para habitação construído para substituir as barracas de lona
Amarante, Emanuel Silvestre doTrabalhadores da comissão construindo um marco limite entre Amazonas e Mato Grosso
Quineau, Joaquim de MouraLegenda da foto: Os Pirarães e suas famílias passam a maior parte do tempo em alagados, sobre cascas ou pirogas (canoa) nas matas amazônicas
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Os Pirarães navegando nas águas do Rio Maici
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Ao centro chefe Pirarães e a sua esquerda seu filho Ignacio
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: O chefe, Capitão Sebastião, usa uma espingarda enquanto os outros índios usam arco e flecha
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Os pirarães constroem uma canoa para cada família
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Nas roças dos índios Pirarães existem toldos de palha onde eles se reúnem
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Os índios Pirarães nas fronteiras de suas roças e propriedades localizadas às margens do rio Maici
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Os barcos dos índios Pirarães eram feitos com cascas extraídas das árvores
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Os pirarães param suas canoas lado-a-lado nos portos por onde passam
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Alguns índios da tribo pirarães usam roupas dadas pelos empregados do posto, como o chefe Capitão Sebastião
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Índios Nambikwára encontrados pela expedição do capitão Amarante e levados para Vilhena
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Há sempre algum índio Pirarães que pesca à linha, remando rio acima
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Portão do Forte Príncipe da Beira, onde a expedição chegou em agosto de 1921
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Chegada da expedição ao posto do Barracão Santos Dumont no Rio Cabixi
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Em maio de 1921 o capitão Amarante alcançou o ponto do Barracão Joffre à margem do Rio Caxibi
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Para aperfeiçoar a embarcação é preciso concluir o serviço à fogo. Com isso a canoa ganha mais resistência
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Para explorar o alto do rio Cabixi foi preciso construir uma canoa pequena. Outra etapa da produção é abrir o interior da canoa
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Para explorar o alto do rio Cabixi foi preciso construir uma canoa pequena. Primeira etapa da construção é escolher o tronco e depois começar a entalhar a madeira
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Com a nova canoa os expedicionários puderam explorar o alto do Rio Cabixi, onde encontraram uma habitação indígena
Amarante, Emanuel Silvestre do