Etnologia indígena

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              Os Indios maués
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Maués / P436i / 1954 · Item · 1954
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              A investigação etnologica no Brasil e outros ensaios
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39.001.5(81) / F399i / 1975 · Item · 1975
              Parte de Bibliográfico

              Este livro reúne cinco ensaios etnológicos escritos por Fernandes entre 1946 e 1964, incluindo estudos sobre a reação tupi à conquista, a educação entre os Tupinambá, a trajetória de Tiago Marques Abiporeu, as tendências teóricas da pesquisa etnológica e o valor etnográfico das fontes coloniais. Inclui o famoso quadro sinóptico das observações registradas pelos “cronistas”

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / B817i / 1986 · Item · 1986
              Parte de Bibliográfico

              Como base em relatos autênticos sobre os primeiros contatos entre tribos isoladas e a civilização branca, Carlos R. Brandão analisa as conseqüentes modificações sofridas pelas sociedades indígenas, além de descrever as formais culturais de resistência criadas contra a formas culturais de resistência criadas contra a dissolução de suas crenças e costumes. Um minucioso levantamento antropológico da situação das populações indígenas no Brasil onde o autor trata de temas fundamentais como etnia e identidade étnica. Com isso agita a consciência do leitor e o convida a rever sua própria identidade, bem como as do diferentes grupos sociais, construídas ao longo da história

              Sem título
              Os Asurini do Xingu: história e arte.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Asurini / M958a / 1990 · Item · 1990
              Parte de Bibliográfico

              Após o contato com a sociedade nacional, em 1971, os Asurini do Xingu - cuja denominação foi dada pelas frentes de atração - sofreram uma drástica baixa populacional. Contudo, o perigo eminente de sua extinção física sempre contrastou com uma extrema vitalidade cultural, manifesta na realização de extensos rituais, práticas de xamanismo e um elaborado sistema de arte gráfica

              Sem título
              "O nosso governo": os Ticuna e o regime tutelar.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tukuna / O48n / 1988 · Item · 1988
              Parte de Bibliográfico

              Os índios Ticuna, do Alto Solimões, Amazonas, formam o mais numeroso grupo indígena do país, com cerca de 18.000 membros. Neste livro, o autor examina a mudança social e o processo de dominação vividos pelos Ticunas, vistos também a partir da ótica dos próprios índios. Analisa, assim, como um grupo étnico com elementos vivos e atuantes de sua própria organização social e de sua cosmologia, se adapta, resiste e reinterpreta a ação do Estado. Trata-se de uma análise convencional na linha estruturalista enfocando uma tribo isolada e em condições de suposto equilíbrio, mas sim de um estudo sobre as relações entre um grupo indígena e o Estado brasileiro, representado pelo órgão oficial de assistência ( o SPI e depois a FUNAI ) que ilumina de maneira exemplar a questão indígena na Amazônia atual

              Sem título
              O selvagem e o inocente
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Xerente / M451s / 1990 · Item · 1990
              Parte de Bibliográfico

              No livro, O Selvagem e o Inocente (Editora da Unicamp), David Maybury-Lewis, fala de sua estada entre os índios Xerente e; Xavante, entre 1955-56, num tempo em que o interior do Brasil era sertão, não zona de turismo; e os índios não falavam português. Um dos pontos fortes deste relato são as peripécias para se chegar aos índios

              Sem título
              Saudades do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / L664s / 1994 · Item · 1994
              Parte de Bibliográfico

              Publicado em Paris em 1994, o livro traz uma série de fotografias feitas pelo etnólogo durante as suas viagens pelo Brasil entre 1935 e 1939. As fotos, muito sugestivas em si, são enriquecidas por comentários de Lévi-Strauss, alguns remetendo ao texto de Tristes Trópicos. Os registros indígenas referem-se sobretudo aos Kadiwéu, Bororo, Nambiquara, Tupi-Mondé e Kawahib

              Sem título
              O índio e a conquista portuguesa
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / K86i / 1994 · Item · 1994
              Parte de Bibliográfico

              Com a coordenação de Maria Lígia Prado e Maria Helena Capelato, pesquisadores experientes analisam os mais importantes tópicos para o estudo da história nacional. Neste volume: Num texto polêmico, Luiz Koshiba examina o embate entre a cultura indígena e a européia e propõe uma categoria de análise mais adequada para o estudo das sociedades tribais. Com uma argumentação envolvente, o autor demonstra como os colonizadores portugueses acabaram por submeter guerreiros tupi-guaranis, transformando-os em trabalhadores

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)KAINGANG / M917g / 1994 · Item · 1994
              Parte de Bibliográfico

              Baseada numa ampla pesquisa documental, o livro narra os conflitos armados entre os Kaingang do oeste paranaense e diferentes agentes de ocupação territorial, desde a primeira expedição para Guarapuava até a "pacificação" no início do século XX. Preenche de forma admirável uma lacuna na historiografia regional, centrada nos mitos do "vazio demográfico" e da epopéia imigrante

              Sem título
              O índio Kaingáng no Rio Grande do Sul
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Kaingang / B395i / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico

              Reedição de estudo publicado em 1975, superado em muitos aspectos pela nova bibliografia Kaingang dos últimos tempos. Ainda assim, há uma compilação de informações relevantes, com relativamente pouco destaque para a dimensão histórica

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)GUARANI / C448e / 1998 · Item · 1998
              Parte de Bibliográfico

              Fruto de uma longa vivência entre os Guarani em Mato Grosso do Sul e no Rio Grande do Sul, de uma densa pesquisa em documentos históricos do período colonial e de uma leitura criteriosa da etnologia referente à religiosidade Guarani, este livro se define, nas palavras da autora, "duplamente como uma teologia índia feita por uma teóloga cristã e como tradução de uma experiência religiosa indígena". Ao enfocar a maneira pela qual os índios cristãos têm permanecido "fiéis aos grandes valores de seu sistema cultural", a autora permite repensar a longa relação entre os Guarani e o cristianismo

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(892) GUAYAKI / C614c / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico

              Ao narrar seu encontro com os Aché ou Guayaki, um dos poucos grupos indígenas isolados da América do Sul, Pierre Clastres - mais conhecido por sua radical reflexão política a partir do marco teórico do estruturalismo - produziu uma obra singular, que se lê como um precioso romance filosófico

              Sem título
              Mapa etno-histórico de Curt Nimuendaju
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-016:39(81=1-82) / N713 / 1981 · Item · 1981
              Parte de Bibliográfico

              O mapa é formado por dois volumes: um deles contém índices das sociedades indígenas, bibliográfico e de autores, bem como textos de esclarecimento a respeito da ortografia dos nomes tribais e de outros assuntos de interesse. O outro, sob a forma de encarte, é o mapa propriamente dito, que mostra a localização das sociedades indígenas no território brasileiro em diferentes épocas, traçando, em alguns casos, possíveis rotas de migração e assinalando a filiação lingüística das diversas sociedades

              Sem título
              Ensaios de Antropologia Indígena e Caiçara
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / M989e / 1980 · Item · 1980
              Parte de Bibliográfico

              Este livro reúne os primeiros trabalhos de Gioconda Mussolini, pioneira como profissional de antropologia no Brasil. em seus textos, analisa a concepção de doença e de morte entre as tribos indígenas brasileiras

              Sem título
              Textos indigenistas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / N713t / 1983 · Item · 1983
              Parte de Bibliográfico

              Ainda que não tenham sido todos escritos para um mesmo tipo de leitor —uns são dirigidos a particulares, outros ao Serviço de Proteção aos Índios e ainda alguns talvez redigidos para fins de publicação — os textos, de um estilo vivo, espontâneo, cheio da energia de um homem empenhado na defesa das sociedades que estudava; Desses relatórios, aquele cuja leitura se faz, provavelmente, com mais interesse é o referente a "Os Índios Parintintin do rio Madeira", onde Nimuendajú narra as atividades da frente de atração do SPI, dirigida por ele, que, finalmente, entrou em contato amistoso com aqueles índios. Essa atração serviu de motivo ao romance O instinto supremo, de Ferreira de Castro. O famoso autor de A selva, que trabalhara na sua juventude num seringal do rio Madeira, e que partilhara, com os patrões, gerentes e seringueiros da região, do temor e talvez do ódio aos Parintintin, ao escrever aquele romance, prometido a Rondon, baseou-se, entre outras fontes, no relatório de Nimuendajú

              Sem título
              The Serente
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)XERENTE / N713s / 1942 · Item · 1942
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              Indiologia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9(81) / C837i / 1943 · Item · 1943
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              Iroquois crafts
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(73) / L984i / 1957 · Item · 1957
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              Viagem ao mundo indígena
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / G892v / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico

              Este primeiro volume da Coleção Pawana nos apresenta noites enluaradas, preparativos para a festa de um menino Ukewái que vai tornar-se rapaz, a atividade das mulheres Xikrin que se reúnem para pintar o corpo - um gesto de afeto que exige muita técnica. Há também a corrida de toras na aldeia Xavante, que inclui a busca da palmeira de Buriti e a importância que os índios atribuem ao conhecimento dos mais velhos. Há o rito de passagem da infância da menina para a puberdade e como os índios Kadiwéu comemoram o Dia do Índio. Desenhos de índios de várias tribos

              Sem título
              A organização social dos Tupinambá
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tupinambá / F363o / 1989 · Item · 1989
              Parte de Bibliográfico

              Durante mais de quatro séculos foi vendida a imagem do índio como um homem geneticamente preguiçoso, um homem nada afeito ao trabalho sistemático. Esta preguiça, entretanto, seria mera conseqüência da riqueza da terra. O índio brasileiro vivia numa espécie de Leste do Éden, um espaço onde tudo estava à mão e nenhuma necessidade se apresentava. Daí seu nomadismo, seu desapego à terra, seu desprezo ao trabalho. Segundo a tese em voga, também daí vinham seu caráter de povo sem lei, nem fé, nem rei e a formação de uma sociedade onde tudo era permitido, inclusive o canibalismo, a promiscuidade e a libertinagem.; Este olhar quinhentista formalizou o motivo necessário para se trazer da África os milhões de negros escravizados, afinal, uma “cultura superior”, como a européia, não podia conviver com tamanha ignomínia. E o sistema colonial precisava de uma mão de obra mais, digamos, responsável para fazer valer seus altos investimentos

              Sem título