Demarcação de terras

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              157 Descrição arquivística resultados para Demarcação de terras

              157 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              Xocó
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--MIVI 010 · Item
              Parte de Arquivístico

              Documentário sobre a luta do povo Xocó do nordeste do Brasil, para recuperar sua terra. Retomando suas tradições para reforçar sua identidade étnica, tanto nas cerimônias religiosas denominada "Oricuri", como na defumação dos corpo, no preparo da "Jurema"

              NEWMANN, Renato
              Tremembé
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--MIVI 036 · Item
              Parte de Arquivístico

              O vídeo que é apresentado por José Djalvo, faz parte de um processo que contesta os trabalhos de identificação e de delimitação da Terra Indígena Tremembé, na tentativa de provar que a população de Almofala, município de Pernambuco, não é indígena

              CORDEIRO, José Djalvo Dutra
              Sonho Poyanawa
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--FUNAI DA004 · Item
              Parte de Arquivístico

              O olhar Poyanawa sobre a demarcação física da sua terra revela que o acompanhamento, a participação, a capacitação e o empenho da comunidade são fundamentais na garantia dos direitos territoriais indígenas. Após 23 anos de luta os Poyanawa concluem o proc

              Povos Indígenas no Brasil 2006-2010
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / P879 2006/2010 / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              A série iniciada em 1980 chega ao décimo-primeiro volume trazendo na capa o líder kayapó Raoni Metuktire, contundente em suas críticas contra a usina hidrelétrica de Belo Monte, na Volta Grande do Rio Xingu, no Pará. Desde os anos 1980, Raoni ergue sua voz contra o projeto que tornou-se obra símbolo do Programa de Aceleração do crescimento (PAC) no governo Lula e prossegue no governo Dilma Rousseff. Embora os Kayapó não sejam diretamente afetados pela barragem, a suspeita é que para garantir sua viabilidade econômica, outras usinas venham em seguida, alcançando então a área Kayapó. Esta edição de Povos Indígenas no Brasil 2006-2010 resume a situação indígena no período por meio 165 artigos assinados, 810 notícias extraídas e resumidas a partir de 175 fontes, 228 fotos e 33 mapas. Inclui pela primeira vez um caderno especial de 32 páginas com imagens de destaques. As informações estão organizadas em seis capítulos temáticos e 19 regionais, totalizando 778 páginas que dão uma visão geral sobre 235 povos indígenas que vivem no Brasil e falam cerca de 180 línguas. Destes, 49 habitam também o outro lado da fronteira, em países que fazem limite com o Brasil

              Pemongon Patá: território Macuxi, rotas de conflito.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Makuxi / S335p / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              O autor une a pesquisa acadêmica ao trabalho pericial para abordar o conflito fundiário em terras Macuxi em Roraima, com ênfase especial no período entre as décadas de 1970 e 1990. O livro esmiúça diferentes formas de construção do território, culminando com a “construção política” da área Raposa-Serra do Sol, fruto de novas articulações face ao conflito com fazendeiros. Inclui um Ensaio Fotográfico, com imagens atuais e históricas dos Macuxi, bem como vários anexos que reproduzem processos ligados à demarcação, com várias referências históricas

              SANTILLI, Paulo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-614(811) / G234p / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              Os Povos Indígenas e a Construção das Políticas de Saúde no Brasil está dividido em nove capítulos, que cobrem temas como caracterização sócio-antropológica dos povos indígenas, antecedentes e contextos da política de saúde indígena, análise de dados relativos aos serviços de saúde e à epidemiologia de agravos infecciosos e crônico não-transmissíveis, controle social e desafios e perspectivas do modelo gestor e assistencial. Conta ainda com quatro anexos, com mapas, análises epidemiológicas adicionais e indicações bibliográficas sobre temas específicos.; Dentre os vários pontos que merecem destaque no livro, chama a atenção a imbricação entre a implantação do subsistema de atenção à saúde indígena e a produção de dados epidemiológicos, demográficos e de uso de serviços. Garnelo e colaboradores analisam dados oriundos do SIASI (Sistema de Informação de Atenção à Saúde Indígena), operado pela Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) e alimentado pelas equipes dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), distribuídos em todo o país

              GARNELO, Luiza
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-349.412 / M921f / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              Em 20 de março, “os agregados da fazenda do Sr. Barão do Piabanha levantaram-se contra o filho deste senhor. O Juiz Municipal de Paraíba informado deste acontecimento mandou até uma pequena força, que conseguiu prender três dos cabeças. Logo depois porém armaram-se os demais sublevados em número de trinta e arrancaram os presos das mãos da Justiça” Esta notícia, publicada no Jornal do Commercio em 1858, é o ponto de partida das reflexões presentes neste livro. Ao desconfiar das interpretações registradas por aquele jornal e pelas visões recorrentes sobre os pobres do campo, Márcia Motta analisa em Nas fronteiras do poder as dimensões do conflito e do direito à terra no Brasil do oitocentos. Com base em um intenso cruzamento de fontes e em constante diálogo com a produção acadêmica sobre a apropriação territorial, a autora recupera as diversas leituras sobre a primeira lei agrária do Império - a Lei de 1850 – Para tanto, ela investiga os embates que deram origem à lei e as tentativas anteriores de fazer emergir um dispositivo legal que pudesse pôr fim aos conflitos agrários. Ao compreendê-la enquanto espaço de luta, Márcia Motta investiga como a lei foi instrumentalizada pelos fazendeiros, além de analisar as razões mais profundas que fizeram emergir a sublevação dos “agregados” do Barão. Foi possível assim demonstrar, inclusive, como a Lei de Terras pôde adquirir outro sentido para aqueles sublevados

              MOTTA, Márcia Maria Menendes
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / V658M / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              Utilizando uma variedade considerável de fontes, a tese busca documentar a expulsão de grupos indígenas de suas terras pelo avanço da economia do gado. Um aspecto importante do trabalho reside na discussão da resistência indígena, o que passa necessariamente por uma discussão da atuação dos beneditinos no início do século XX e dos missionários inspirados pela Teologia da Libertação na década de 1970

              VIEIRA, Jaci Guilherme
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-622(=1-82) / V726m / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              À procura de um marco legal, essa é uma desculpa dos governos para não começar a discussão. O Estado é peça fundamental porque tem meios e conhecimento sobre a mineração sustentável, com uso de tecnologias limpas para serem usadas nas reservas indígenas, destacou. Para ela, um dos entraves na discussão da mineração em terras indígenas no Brasil ainda é o instituto da tutela indígena. Como para formar uma cooperativa ou empresa para explorar minérios é necessário ser cidadão e possuir RG e CPF, fica o estado adiando essa necessidade de integração do indígena, do reconhecimento com cidadão, com direitos e deveres

              VILLAS-BÔAS, Hariessa Cristina
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.72 / M433 / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              O livro é dividido em quatro partes que abordam as políticas de colonização, a construção de territórios, posse e conflito, e memória da luta pela terra. Na primeira parte da obra são abordadas as políticas públicas para a Amazônia e o Centro-Oeste, projetos de colonização e a comercialização dos “espaços vazios” nas décadas de 1950 e 60. Na segunda parte, destinada a levantar informações sobre a construção de territórios, são abordados o programa de colonização Terranova, o sonho de possuir a terra e os desejos de uma nova vida, e a reterritorialização da cidadania agrária na região.; A unidade que trata da posse e conflitos na região traz artigos sobre Tangará da Serra, contando a história da colonização privada ocorrida; a relação entre colonização e garimpos permeada pela violência e expropriação no norte do Mato Grosso; e os conflitos pela posse de terra em Jauru de 1980 a 1990. A última parte levanta questões como a construção de um novo espaço social com a participação dos parceleiros, as memórias das lutas através de relatos orais, e a ocupação das terras em Jauru

              Marãiwatsédé: terra de Esperança.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Xavante / M298 / 2012 · Item · 2012
              Parte de Bibliográfico

              Em 2012, as promessas para devolução do território tradicional do povo indígena Xavante de Marãiwatsede completam duas décadas. Desde 1992, o governo brasileiro afirma que a terra, de onde os indígenas foram retirados à força em 1966, deve ser plenamente ocupada pelos seus verdadeiros e legitimos donos. Mas até hoje eles continuam sofrendo graves ameaças à sua integridade física, cultural e territorial, enquanto burocracias emperram o processo de retirada dos ocupantes não-índios da Terra Indígena Marãwatsede (MT)

              PERET, Carlos Garcia (org)
              Índios no Museu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--MIVI 015 · Item
              Parte de Arquivístico

              O índio Kukrã, dando um acabamento na casa Xavante construída no jardim do museu, ele conversa com uma jornalista sobre sua vida, e mostra sua esposa grávida, uma índia Kayapó. Outra jornalista entrevista o índio Idajarruri Karajá. Em seguida o índio Kukr

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-333(81=1-82) / I39t / 1998 · Item · 1998
              Parte de Bibliográfico

              Os textos contidos nesta coletânea dão conta de um longo processo de investigação, realização por João Pacheco de Oliveira e pela equipe de pesquisa constituída no Departamento de Antropologia do Museu Nacional ( UFRJ ) de 1985 a 1993, através do qual a dimensão fundiária do problema indígena foi desvendada. As instâncias de poder, o cotidiano da ação administrativa e as estruturas de conhecimento que suportam a prática indigenista em processo de territorialização são submetidas nesses textos à análise antropológica acurada, permitindo não apenas o avanço do conhecimento, mas também a crítica social cientificamente fundada e novos elementos para uma ação técnica consistente

              OLIVEIRA, João Pacheco de