Índio Kadiwéu pintando-se para participar de uma festa
Sem títuloDança
225 Descrição arquivística resultados para Dança
Dança improvisada dos índios Kadiwéu
Sem títuloGrupo de índios Kadiwéu dançando
Sem títuloDança dos índios Kadiwéu
Sem títuloDança de índias Kuikuru chamada Maricumé
Sem títuloDança de índias Kuikuru chamada Maricumé
Sem títuloDança de índias Kuikuru chamada Maricumé
Sem títuloDança de índias Kuikuru chamada Maricumé
Sem títuloDança de índias Kuikuru chamada Maricumé
Sem títuloDança de índias Kuikuru chamada Maricumé
Sem títuloDança de índias Kuikuru chamada Maricumé
Sem títuloDança de índias Kuikuru chamada Maricumé
Sem títuloDança de índias Kamayurá por ocasião da visita de outras tribos
Sem títuloDança de índias Kamayurá por ocasião da visita de outras tribos
Sem títuloInformação do relatório: Relatório das Inspetorias e atração Xavante - 1949; Legenda da foto: Sem legenda; Descrição da foto: Índios não identificados dançando
Registro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento
Sem títuloA primeira parte do documentário mostra o trabalho artesanal, as danças e a festa dos índios que vivem às margens do Rio Içana. Resumo das cenas: legenda "No Rio Içana - affluente do Rio Negro - Fronteira da Colômbia - Photo José Louro"/ legenda "A indústria da piassava é muito explorada na região. Constitui a sua maior riqueza em conseqüência da desvalorização da goma elástica"/ homem na floresta/ legenda "Extrahindo as fibras"/ homens extraindo fibras/ legenda "Embarque"/ o transporte das fibras/ legenda "Visita à maloca de tunui"/ índias crianças carregando coisas/ barco chegando/ índia com filho no colo/ índios jovens/ adultos e crianças reunidos/ legenda "Visita à grande maloca cururú-poço dos Siuci - Tapuia no Rio Aiari, afluente do Içana. Dois rapazes tocam japurutú, que é uma flauta de dois metros de comprimento, feita de jupati, palmeira"/ índios tocando o instrumento/ legenda "Em Iutica, importante povoado dos índios Uanana"/ mapa localizando o Rio Negro, no Brasil e Iutica, próximo à Colômbia/ legenda "As moças e as meninas ocupam-se em amassar barro para o revestimento da casa do tuchaua, capm. Felicio..."/ índias amassando barro/ legenda "... e fazem disso interessante divertimento"/ índios meninos e meninas brincando de jogar bolas de barro uns nos outros/ legenda "Ralando mandioca"/ índias ralando mandioca/ legenda "Curumis brincando..."/ índios crianças brincando no rio/ esses meninos comendo, sentados numa pedra/ legenda "Tirando casca de tururi..."/ índios adultos e crianças tirando casca de tururi/ legenda "... e, depois de raspada, vae ser batida para desprender a entrecasca com a qual são confeccionadas as máscaras"/ índios trabalhando/ legenda "Preparando para isso tocos especiais, operação que demora 3 a 4 horas"/ índios batendo nos tururis descascados, com os tocos especiais/ legenda "Desprendendo inteiramente em lâminas..."/ tururis são desprendidos/ outros índios continuam batendo com os tocos/ legenda "... e, em seguida, são lavadas no rio, tornando-se, assim, macias"/ índios carregando tururis/ índios chegando ao rio/ índios lavando tururis na água do rio/ legenda "continua". Rolo 2/ legenda "Depois de secas, prontas para receberem a pintura"/ índios pintando/ legenda "Extração do urucum para pintura"/ índios extraindo urucum/ índios pintando/ índio mostrando uma confecção pronta/ legenda "Da madeira matamátá extrae-se a casca com que se confecciona as saias, em forma de franjas"/ índios confeccionando saias/ legenda "A máscara depois de pronta"/ máscaras prontas/ índios retocando as confecções/ índios vestidos com as máscaras/ legenda "A do chefe da tribo"/ o chefe trajado com sua confecção especial/ legenda "Em iutica reunem-se 200 índios da redondeza para os festejos. Os índios de matapi e taracuá-cachoeiras vêm tomar parte nas festas"/ índias adultas e crianças/ legenda "Com os macacos e caititús"/ índio com os animais/ legenda "Transporte do cachiri."/ legenda "O caxiri é uma bebida feita de mandioca fermentada de que os índios fazem grande uso, principalmente por ocasião de seus festejos"/ índios transportando a bebida para dentro de uma maloca/ legenda "Os índios mascarados chegam à maloca para o início dos festejos"/ índios mascarados dançam em frente à maloca, assistidos por outros/ após a dança, os índios mascarados entram na maloca/ legenda "Servindo o cachiri"/ índios bebem o cachiri./ legenda "Pilando o capi uma espécie de ópio que eles tomam durante as festas"/ índio adulto pilando o capi com o filho/ legenda "Estas danças são geralmente no interior das malocas, mas a nosso pedido foram executadas no terraço"/ índios dançando em casais/ legenda "As mulheres pintam seus maridos com a caracrterística tinta de urucum"/ índia pintando o marido/ legenda "Dança predileta dos índios. Tocam flautas de Pan, compostas de carriços de bambú que depois de unidos emitema escala chromatica musical"/ legenda "O cavalheiro ao mesmo tempo que toca, dança arrastando a sua dama. É curioso que a dama é quem escolhe o seu par"/ índios tocando instrumentos e dançando com seus respectivos pares/ outros índios assistem/ legenda "Tipo de índio uanana"/ índios uananas/ legenda "Depois das festas o síndios tiram as máscaras e enfeitam-se com penas de garça para começar a outra festa de cangatara"/ índios enfeitando-se com as penas/ legenda "A dança de acangatara"/ índios sentados no lado de fora da maloca, assistindo/ índios enfeitados e preparados para a dança/ índios adultos e crianças começam a dança/ índios entram na maloca/ legenda "O capitão Felicio e seu tio ex-tuchaua"/ legenda "Todos estes utensílios indígenas foram colecionados pela inspeção e acham-se no nosso museu na seção ethnográphica"/ legenda "fim"
Sem títuloÍndios dançando registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Anastácio Queiroz
Sem títuloDiversas reportagens:; S/d - Notícias RJ / Rede TV / 02'30";; S/d - Tv Xuxa / Globo / 05'51";; S/d - Jornal do Meio Dia / CNT / 01'46";; 19/04/2005 - Notícias do Rio / TVE Brasil / 02'32";; 19/04/2005 - SBT Rio / SBT / 01'56";; 19/04/2005 - Jornal do Rio
Filme documentário de uma expedição que se dirige a uma aldeia Kamayurá localizada no Xingu, mostrando cenas do cerimonial feminino conhecido como "Yamaricuma" e outro chamado "Huka-Huka"
Sem títuloImagem de uma aldeia indígena, índios reunidos (mulheres e crianças), índia amamentando, criança índia colocando lenha numa pequeno fogão, tucano se alimenta, índia confecciona cesto de palha, índia fazendo linha com algodão, índio cortando sua comida (um
Sem títuloRegistro realizado pelo cineasta finlandês Paul Lambert sobre o cotidiano dos índios Kayapó. É mostrado o mito indígena Bep-Kororoti, que significa guerreiro do espaço e é o herói civilizador que ajudou a criar as primeiras aldeias. Segundo João Américo P
Sem títuloÍndios Krahô cantando e dançando no Museu do Índio. Imagens também de crianças de escolas em visita ao museu. Na segunda parte do vídeo, os índios Krahô fazendo uma apresentação de dança no Teatro Carlos Gomes do Rio de Janeiro
Índios Kuikuru lutando huka-huka no jardim do MI. Em seguida dançam e cantam. O índio Tabata concede entrevista. O índio Tabata com o fotografo Lamônica. Sala de exposição fotográfica. Exposição: " Bet' RRA - O Darcy dos Índios". Os índios Kuikuru dançam
Trabalho produzido pela Comunicação Social/Sacd para o Jornal Museu ao Vivo no. 18. Vista da terra indígena dos Guarani da Aldeia Boa Esperança no Estado do Espírito Santo. Imagens de crianças Guarani tomando banho da água que cai da caixa d'água. Casa in