Cultura material
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Apresenta a arte do trançado e a conduta cultural das populaçOes indígenas brasileiras
UntitledA publicação é fruto do projeto "Mehi Jahi Xà: Artesanias Mehi", realizado no âmbito do Prodocult Krahô. O projeto, em parceria com a associação Centro Cultural Kàjre e com o grupo audiovisual Mentuwajê Guardiões da Cultura da aldeia Pedra Branca, surge da demanda dos Krahô em aprofundar e fazer circular o conhecimento associado às sementes e fibras vegetais do Cerrado.
UntitledEtonografia que aborda todos os aspectos da vida Kaxinawá, afim de chegar a uma contextualização integral da arte gráfica na sua cultura o objetivo era de abordar a arte gráfica como fato social total
UntitledApresenta uma introdução da história da arte, seu significado histórico e estético. Define a arte pré-histórica, primitiva, americana, brasileira e caracteriza seus ambientes paleontológicos, grupos históricos e grupos tribais atuais
UntitledEstuda o artesanato indígena do passado e presente. Enfatiza mudanças ocorridas nas peças artesanais, as técnicas, processo migratório e aspectos sócio-econOmicos das tribos Pakaá Novos, Makurap e Tupari
UntitledAnalisa o processo de reelaboração simbólica do grupo Kambiwá, através do exame da produção artesanal dos objetos rituais e da utilização de signos virtuais indumentários, reconhecidos pelo grupo e pela opinião pública como atributos étinicos indígenas
UntitledO catálogo é o resultado de oficinas de registro e documentação da arte da tecelagem praticadas pelas mulheres Tiriyó e Kaxuyana, realizada pelo Iepé em parceria com a Apitikatxi, com apoio do Museu do Índio/Funai e da Embaixada na Noruega no Brasil
Interpreta e analisa a realidade contextual e sócio-cultural sobre a cestaria como objeto de uso e representação simbólica do grupo Karajá
UntitledSua contribuição é fundamental para o estudo dos povos indígenas da Amazônia, seus mitos e suas lendas. Suas observações e relatos de viagem constituem uma importante fonte para a antropologia, a etnologia e a história indígena. Os mitos transcritos por Koch-Grunberg também foram utilizados por Mário de Andrade no seu Macunaíma – o herói sem nenhum caráter (1928), que transcreveu, às vezes literalmente, as narrativas registradas pelo etnólogo ao narrar muitos dos episódios vividos por Macunaíma e por outros personagens desse romance marco do modernismo brasileiro
UntitledReúno, neste livro, três estudos resultantes de uma pesquisa de campo realizada há trinta anos junto aos índios Kadiwéu. Desde então, terão mudado como mudaram entre minha visita e a estadia de Claude Lévy-Strauss, uma década antes. Entretanto, quem visitar hoje suas aldeias encontrará, certamente, muito do que aqui se descreve sobre sua mitologia, sua religião e sua arte. É certo que algumas crenças, instituições e costumes pareceram degradados se não forem vistos como uma tradição atuante que sobrevive justamente porque se altera. Mas serão, também, deteriorações, porque esta tradição não se transforma conduzida por impulsos internos e preservados sua autenticidade, mas sob a pressão das terríveis compulsões que exerce sobre os Kadiwéu a expansão a sociedade nacional
UntitledHabitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com a Sociedade Nacional, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. Ao mesmo tempo, buscam a convivência temporária nas cidades para adquirir meios de reivindicar seus direitos territoriais, o acesso à saúde, educação bilingüe, entre outros
UntitledNo extremo norte do país, no Estado do Amapá, moram os povos Karipuna, Galibi Kali'na, Galibi Marworno e Palikur. Somam uma população de cinco mil indivíduos; O intercâmbio histórico entre índios e não índios no baixo Oiapoque fez com que os quatro povos indígenas atuais da região desenvolvessem características comuns a partir de uma mesma tradição cultural. O intenso contato não apagou as especificidades de cada grupo, que mantém uma identidade própria, historicamente construída, e configurações sociais, políticas e religiosas específicas. Neste livro apresenta-se os processos de fabricação e ornamentação de artefatos produzidos por estes povos, os símbolos que lhe são atribuidos, os contextos de uso e suas dimensões cósmicas: as transformações e interpretações a que são constantemente submetidos
UntitledPenacho ( tufo de penas - kihahê ) e chocalho de cabajo ( itaaká ) usados pelo pajé durante o ritual
UntitledPenacho ( tufo de penas - kihahê ) e chocalho de cabajo ( itaaká ) usados pelo pajé durante o ritual
UntitledHistória da recriação do povo Rikbaktsa
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