Cultura material
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Mostra um retrato minucioso do indigena alto-rio-negrino, desvendando seu saber sobre o meio amazonico e suas tecnicas de preservacao do meio ambiente. Em uma descricao densa, mostra como outras culturas preservam quase intacta uma diversidade biologica ainda pouco conhecida e estudada. Os indios das aguas pretas demonstram a importante contribuicao que os estudos antropologicos podem fornecer na busca de solucoes alternativas para a resolucao de problemas que tem mobilizado entidades conservacionistas do mundo todo e exigido a tomada de posicao de autoridades governamentais
Sem títuloA pintura e o grafismo dos grupos indígenas brasileiros chamaram a atenção de cronistas, viajantes e inúmeros estudiosos, mas apenas recentemente passaram a ser entendidos como manifestações simbólicas e estéticas centrais na vida desses povos. Esta rica iconografia aplicada em diferentes suportes – pedra, cerâmica, entrecasca, papel e, com maior freqüência, no corpo humano – é estudada neste livro em ensaios fartamente ilustrados, de autoria de especialistas que demonstram como no contexto tribal, mais que em qualquer outro, a arte funciona como meio de comunicação, expressando a concepção da pessoa, a categoria social e material e outras mensagens referentes à ordem cósmica
Sem títuloEssencialmente uma etnografia deste grupo indígena, o livro contém uma parte muito interessante sobre a história do grupo, traçando suas origens aos tempos das missões quando foram aldeados em Rodelas
Sem títuloVídeo didático apresentado pela servidora Diana Pinheiro Marinho que narra a história do museu passeando pelo jardim. Em seguida faz uma visita a exposição inaugurada em 1978, por ocasião da inauguração da sede na Rua da Palmeiras, e desmontada em 1991. E
Imagem de crianças visitando o Museu do Índio. Maricá, índio Kuikuru fala sobre os utensílios dentro da casa indígena, construída pelos Kuikuru. Imagens com detalhes, de uma casa indígena construída nos jardins do Museu do Índio, pelos índios Wajãpi. Imag
Visa conhecer o universo do índio Tukúna através dos artefatos indígenas, em especial as máscaras inteiriças representadas por 202 peças de tipos diferentes
Sem títuloApresenta e analisa as coleçOes de bonecas confeccionadas pelos índios Karajá
Sem títuloCompreende o processo de mudança que tem sofrido a arte Karajá, provocado através do contato com a sociedade nacional imposto à sociedade indígena
Sem títuloNo extremo norte do país, no Estado do Amapá, moram os povos Karipuna, Galibi Kali'na, Galibi Marworno e Palikur. Somam uma população de cinco mil indivíduosO intercâmbio histórico entre índios e não índios no baixo Oiapoque fez com que os quatro povos indígenas atuais da região desenvolvessem características comuns a partir de uma mesma tradição cultural. O intenso contato não apagou as especificidades de cada grupo, que mantém uma identidade própria, historicamente construída, e configurações sociais, políticas e religiosas específicas. Neste livro apresenta-se os processos de fabricação e ornamentação de artefatos produzidos por estes povos, os símbolos que lhe são atribuidos, os contextos de uso e suas dimensões cósmicas: as transformações e interpretações a que são constantemente submetidos
Sem títuloA vida dos índios Guarani, seus mitos, costumes e visão de mundo estão reunidos em “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis”, traz textos de cientistas e de indígenas que atuam como educadores nas quatro aldeias da etnia na região da Costa Verde, interior do Rio de Janeiro; Segundo Dinah Guimaraens, o livro é resultado de uma pesquisa nas áreas de Antropologia Cultural e História da Arte realizada pelo Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) e pelo Solar Grandjean de Montigny, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis” reúne textos de pesquisadores como Lucieni Simão, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e de Werá Dkekupé, Tobi Itaúna e Doethyró Tukano, que fazem parte de um grupo de oito indígenas que desde 1999 recebem bolsas da FAPERJ para atuarem como educadores bilingüe (Português/Guarani) e de cultura indígena para as crianças nas aldeias Guarani; “No passado, os antropólogos interpretavam a cultura indígena. Agora, os próprios integrantes é que falam pela etnia”, explica Dinah Guimarães. Segundo ela, o conceito de culturas vivas, presente no livro e no projeto do Museu de Arte e Origens, foi criado pelo pesquisador Mário Pedrosa, um crítico de arte socialista, que morreu no início da década de 1980; A língua Guarani, tornou-se um elemento de referência para outras etnias indígenas, que foram perdendo suas características ao longo do tempo. De acordo com a pesquisadora, o Brasil tem hoje cerca de 350 mil índios. Destes, 50 mil pertencem a diferentes aldeias Guarani, a maioria delas localizada nos estados do Sul e em Mato Grosso. O Rio de Janeiro reúne cerca de 600 guaranis, que vivem em quatro aldeias: Bracuí, próximo a Angra dos Reis; Paraty Mirim e Terra Indígena Rio Pequeno, nas imediações de Parati; e Araponga, próximo a Patrimônio; O Museu Nacional de Belas Artes abriga, em uma de suas galerias, o acervo do Museu de Arte e Origens com peças representativas das culturas indígena, africana e popular, além de imagens do inconsciente, arte moderna e contemporânea. Existe um projeto para a construção de uma sede própria para o Museu de Arte e Origens, em Parati
Sem títuloIconografia e simbologia dos índios Wayana (Norte do Pará). Trabalho antropológico sobre normas, comportamentos sociais e procedimentos estéticos dos Wayana
Sem títuloEscrito originalmente para uma coleção espanhola, este livro foi atualizado e oferece uma ampla abordagem da experiência portuguesa no Brasil durante o século XVI. No que diz respeito à história dos índios, é útil para visualizar o contexto mais amplo da presença indígena nesse período
Sem títuloReedição de estudo publicado em 1975, superado em muitos aspectos pela nova bibliografia Kaingang dos últimos tempos. Ainda assim, há uma compilação de informações relevantes, com relativamente pouco destaque para a dimensão histórica
Sem títuloTrata-se dos relatos da viagem empreendida por Theodor Koch-Grunberg; pela região Norte do Brasil e Venezuela, no período de 1911 a 1913. O autor faz,; sobretudo, um levantamento etnográfico e lingüístico dos povos indígenas da região;; transcreve também suas lendas e mitos de origem, que mais tarde inspiraram Mário de; Andrade na redação de Macunaíma; A floresta e os povos amazônicos, ao alvorecer do século XX, impõem um monumental; desafio a todos que os investigam. Theodor Koch-Grünberg não enfrenta propriamente um; tema, mas um mundo, caleidoscópico e complexo, que apenas suas extraordinárias aptidões; o tornarão capaz de abordar. O explorador, em seu sentido mais amplo, que se aventura; numa saga apaixonante pelo Brasil setentrional, emprega todo seu espectro de talentos; para gerar uma obra ímpar em que as seminais interpretações etnológicas e; antropológicas são entrelaçadas a registros lingüísticos, botânicos, zoológicos e; iconográficos. O feito de Koch-Grünberg assumiu a dimensão de um triunfo clássico da; erudição etnológica e, paralelamente, estabeleceu peça básica da agenda intelectual de; nomes como Mário de Andrade. Esta viagem memorável constrói, afinal, marco vigoroso no; percurso, também sinuoso e multifacetado, de constituição da imagem e da auto-imagem do; Brasil
Sem títuloObjetiva unificar a linguagem informacional para facilitar a comunicação entre os diferentes acervos do Museu do Índio. Além disso, visa facilitar o diálogo entre instituições com acervos etnográficos
Sem títuloSão seis volumes sendo cinco relacionados aos Setores/Módulos da Exposição "Formas de Humanidade" (Origens e Expansão das Sociedades Indígenas;-Manifestações Sócio Culturais Indígenas,-África: Culturas e Sociedades e Mediterrâneo I: Grécia e Roma, Mediterrâneo II e Médio Oriente: Egito e Mesopotâmia (em elaboração) e um relacionado à Exposição Temporária Brasil 50 mil anos: uma viagem ao passado Pré-Colonial (exposição realizada em Brasília entre setembro/01 e março/02)
Sem títuloSão seis volumes sendo cinco relacionados aos Setores/Módulos da Exposição "Formas de Humanidade" (Origens e Expansão das Sociedades Indígenas;-Manifestações Sócio Culturais Indígenas,-África: Culturas e Sociedades e Mediterrâneo I: Grécia e Roma, Mediterrâneo II e Médio Oriente: Egito e Mesopotâmia (em elaboração) e um relacionado à Exposição Temporária Brasil 50 mil anos: uma viagem ao passado Pré-Colonial (exposição realizada em Brasília entre setembro/01 e março/02)
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