Os Hupd’äh de diferentes comunidades de D’ö̀p Dëh (igarapé Japu) e Pìj Dëh (igarapé Cabari) e a equipe de registro se concentram no centro comunitário (äg moy, em língua Hup) para organizar os trabalhos dos próximos dias para a oficina de desenho de mapas e a caminhada de registro cultural.
Sem títulocotidiano
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Em língua Hup, Wahä́d d’äh nɨh hũ̀t (“tabaco dos antigos”) é uma planta de grande importância xamânica. Pé de tabaco com flores abertas.
Sem títuloEm língua Hup, hũ̀t s’ó (“flor do tabaco”). Planta de grande importância xamânica.
Sem títuloIdalino Andrade Pena misturando cinzas de folhas de embaúba e coca para elaboração do ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k).
Sem títuloJúlio Seabra Caldas depurando a mistura de coca com cinzas de folhas de embaúba para elaborar o ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k). Em primeiro plano, bacia com folhas de coca recém-colhidas.
Sem títuloDesenho realizado durante a Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, voltada ao mapeamento da floresta e às imagens da vida dos Hupd’äh, posterior à reunião de anuência na comunidade Santa Rosa do projeto Prodocult Museu do Índio/Unesco, em 29/10/2019. Conteúdo: aturá (cesto de carga); palavra em língua Hup “máj” escrita;
Sem títuloNo final da tarde, Patrício Boreiro da Silva (comunidade Waguiá), Antônia Soares Andrade e Adriana Andrade Soares (São Fernando) obsevram jogo de futebol entre os Hupd’äh de Serra do Cabari e das comunidades do alto rio Papuri. Em primeiro plano, o colaborador indígena Antônio Ramos (Fátima) aguarda para entrar na partida. Terceiro dia de caminhada, repouso em Serra do Cabari.
Sem títuloEm primeiro plano, feixes de palha de caranã (top-k’et), carregados no dia anterior pelos Hupd’äh desde o caranazal no alto igarapé Cabari. Construção para a qual o caranã se destina. Ao fundo, jovens da comunidade Serra do Cabari jogam futebol contra seus parentes Hupd’äh das comunidades do alto rio Papuri no entardecer. Terceiro dia de caminhada, repouso em Serra do Cabari.
Sem títuloFolhas de coca em bacia para dar início à elaboração do ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k), composto feito com folhas de coca secas e piladas, misturadas à cinza de folhas secas de embaúba ou outras plantas; comida, em geral, de homens mais velhos.
Sem títuloIdalino Andrade Pena secando folhas de coca em forno para dar início à elaboração do ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k), composto feito com folhas de coca secas e piladas, misturadas à cinza de folhas secas de embaúba ou outras plantas; comida, em geral, de homens mais velhos.
Sem títuloIdalino Andrade Pena batendo o pano com a mistura de coca e cinzas de folha de embaúba, depurando. Em língua Hup, esta ação é chamada de pũ’ũ̀h pɨ́h.
Sem títuloCriança brincando na beira de Pìj Dëh (igarapé Cabari) puxando um artefato que representa uma canoa movida a motor “rabeta”.
Sem títuloArtefato a ser puxado por corda na água. Reproduz, em miniatura, uma canoa com um motor “rabeta”.
Sem títuloIdalino Andrade Pena usando pilão (pũ’ũk tö́k) para preparar o ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k), composto feito com folhas de coca secas e piladas, misturadas à cinza de folhas secas de embaúba ou outras plantas; comida, em geral, de homens mais velhos.
Sem títuloAntônio Penedo Neres queimando folhas secas de embaúba, cujas cinzas (em língua Hup, pũ’ũ̀k b’öh) serão misturadas às folhas secas e piladas de coca, preparando o ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k).
Sem títuloJaime Caldas Pena pede para registrar uma fotografia, em suas palavras, como um Húp Ĩ́h (homem Hup), vindo da roça com folhas secas de embaúba e seu aturá pequeno (máj tẽh), já com ipadu (coca, pũ’ṹk) na boca.
Sem títuloNo final da tarde, na comunidade Serra do Cabari, jogo de vôlei dos Hupd’äh desta comunidade. Ao fundo, floresta que circunda a comunidade. Terceiro dia de caminhada, repouso em Serra do Cabari.
Sem títuloNo final da tarde, jovens da comunidade Serra do Cabari jogam futebol contra seus parentes Hupd’äh das comunidades do alto rio Papuri. Na foto, também estão presentes o professor da etnia Tuyuca (comunidade Assunção), responsável pelas atividades escolares em Serra do Cabari, e o colaborador indígena Antônio Ramos (Fátima). Ao fundo, casas com cobertura de palhas de caranã (top-k’et) e a floresta que circunda a comunidade. Terceiro dia de caminhada, repouso em Serra do Cabari.
Sem títuloIdalino Andrade Pena colocando o composto de coca seca e pilada e cinzas de folhas de embaúba em pano para depurar, fazendo o ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k).
Sem títuloNa volta da caminhada, crianças esculpem Paç Pö́g (Serra Grande) e Paç Tẽh (Serra Pequena) na beira de Pìj Dëh (igarapé Cabari). Material: areia e pedras.
Sem títuloNo final da tarde, na comunidade Serra do Cabari, jogos de futebol e de vôlei dos Hupd’äh desta comunidade e dos visitantes do alto rio Papuri. Terceiro dia de caminhada, repouso em Serra do Cabari.
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