Vista aérea de aldeia Xavante, da serra Roncador, no Planalto Central do Brasil e os Kalapalo que habitam o Xingu, Mato Grosso. Cenas de feitura de beijú, ritual de passagem de jovem para a vida adulta, pintura corporal, indio escarificando uma criança, danças celebrando ritual de morte de líder indígena, índios tocando flauta reta. A sequência final Rondon com um jovem índio educado no Rio de Janeiro
VELLOZO, Nilo OliveiraCotidiano indígena
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Casa de farinha dos índios Urubu. Ao centro recepiente de argila em fogão de térmites onde mulher torra a farinha de mandioca, rodeada por crianças e outras mulheres que também trabalham com a mandioca
FOERTHMANN, HeinzCasa de farinha dos índios Urubu. Ao centro recepiente de argila em fogão de térmites onde mulher torra a farinha de mandioca, rodeada por crianças e outras mulheres que também trabalham com a mandioca
FOERTHMANN, HeinzCasa de farinha dos índios Urubu. Ao centro recepiente de argila em fogão de térmites onde mulher torra a farinha de mandioca, rodeada por crianças e outras mulheres que também trabalham com a mandioca
FOERTHMANN, HeinzCasa de farinha dos índios Urubu. Ao centro recepiente de argila em fogão de térmites onde mulher torra a farinha de mandioca, rodeada por crianças e outras mulheres que também trabalham com a mandioca
FOERTHMANN, HeinzCasa de farinha dos índios Urubu. Ao centro recepiente de argila em fogão de térmites onde mulher torra a farinha de mandioca, rodeada por crianças e outras mulheres que também trabalham com a mandioca
FOERTHMANN, HeinzCasa de farinha dos índios Urubu. Ao centro recepiente de argila em fogão de térmites onde mulher torra a farinha de mandioca, rodeada por crianças e outras mulheres que também trabalham com a mandioca
FOERTHMANN, HeinzDocumetário canadense sobre os costumes e as tradições indigenas dos índios Kayapó Menkrangnotí. Comentam sobre a ação do FUNAI juntos aos índios; Na segunda parte (minuto 29) acompanham a expedição da FUNAI, chefiada por Apoena Meireles para um contacto
FLOQUET, FrançoisOs índios Txikão, povo nativo de Jatobá, vivem desde 1967 no Parque Nacional do Xingu, ao norte do estado de Mato Grosso. O filme registra os preparativos e ritos da cerimônia de iniciação dos jovens índios e ainda o cotidiano da aldeia
BILLON, YvesDocumentário sobre os índios Mehináku que vivem no Parque Nacional do Xingu. Narrador comenta os rituais, crenças e hábitos da vida indígena. Utilização do pequi, rituais xamânicos, preparação dos alimentos, dança, música, produção de artefatos etc. Algun
PASINI, CarlosO vídeo mostra o cotidiano das aldeias do Xingu e do trabalho realizado pela Universidade Federal de Mato Grosso, projeto de resgate cultural e pela melhoria da qualidade de vida desses povos. Fala do mundo simbólico dos índios, da diversidade biológica e
Cotidiano dos índios Urubu, mostrando pintura facial, dança, alimentação, música e Confecção de adornos. Decupagem: Aldeia indígena/ Criança abanando fogueira que esta esquentando panela/ Índios em redes/ Criança/ Índio com animais/ Crianças brincando num
Resumo das cenas: índios numa canoa, remam no rio/ adultos e crianças reunidos/ índias ralando mandioca/ índias segurando os peixes pescados/ diversos índios/ índio descascando e comendo fruto/ homens trabalhando na floresta/ índios carregando cestos de palha/ índias com filhos/ índias amassando e peneirando mandioca/ índias se alimentando com seus filhos/ índios homens e mulheres/ índias preparando alimento/ índia tomando água/ índios dançando em volta da fogueira/ índios praticando esporte/ índios saltando e nadando no rio/ índios entram numa canoa/ cerimônia indígena/ índios com vestimentas especiais e adornos
Documentário sobre "a preparação e o ritual de passagem dos meninos para a vida adulta, que mobilizou a aldeia de Santa Isabel do Morro na Ilha do Bananal (TO) em março de 2002."
SILVEIRA, Maria Luiza (direção)Documentário polonês que mostra o cotidiano, costumes, crenças e rituais dos índios Wajãpi do Amapá. Decupagem: Vista de um morro/ Homens trabalho num garimpo/ Cobra/ Índios com homens branco num barco/ Garça/ Acampamento/ Formiga/ Índio/ Árvore/ Índios t
ADAMSKI, ZygmuntProvavelmente trata-se de reportagem da mídia portuguesa sobre a questão da violência contra índios. Decupagem: Recortes de jornais/ Depoimento do ministro do interior, Costa Cavalcanti/ Militares com armas marchando/ Continuação da entrevista de Costa Ca
Índia Urubu peneirando mandioca já ralada, para torrar, no interior da casa de farinha. Ao lado, outra mulher com criança e fogão de térmites
FOERTHMANN, HeinzÍndia Urubu peneirando mandioca já ralada, para torrar, no interior da casa de farinha. Ao lado, outra mulher com criança e fogão de térmites
FOERTHMANN, HeinzÍndia Urubu peneirando mandioca já ralada, para torrar, no interior da casa de farinha. Ao lado, outra mulher com criança e fogão de térmites
FOERTHMANN, HeinzÍndia Urubu peneirando mandioca já ralada, para torrar, no interior da casa de farinha. Ao lado, outra mulher com criança e fogão de térmites
FOERTHMANN, HeinzÍndia Urubu peneirando mandioca já ralada, para torrar, no interior da casa de farinha. Ao lado, outra mulher com criança e fogão de térmites
FOERTHMANN, HeinzÍndia Urubu peneirando mandioca já ralada, para torrar, no interior da casa de farinha. Ao lado, outra mulher com criança e fogão de térmites
FOERTHMANN, HeinzÍndia Urubu peneirando mandioca já ralada, para torrar, no interior da casa de farinha. Ao lado, outra mulher com criança e fogão de térmites
FOERTHMANN, HeinzÍndia Urubu peneirando mandioca já ralada, para torrar, no interior da casa de farinha. Ao lado, outra mulher com criança e fogão de térmites
FOERTHMANN, HeinzÍndia Urubu peneirando mandioca já ralada, para torrar, no interior da casa de farinha. Ao lado, outra mulher com criança e fogão de térmites
FOERTHMANN, HeinzÍndia Urubu peneirando mandioca já ralada, para torrar, no interior da casa de farinha. Ao lado, outra mulher com criança e fogão de térmites
FOERTHMANN, HeinzDocumentário sobre os Juruna, Suyá e Txukahamae que habitam a região do alto Rio Xingu. Os índios Juruna adornados dançam, tocam flauta e cantam na aldeia, pescam e caçam na floresta. Os Suyá adornados cantam, dançam, pescam com timbó, colhem mel na flore
DUTILLEUX, Jean-PierreDocumentário que mostra o cotidiano dos índios do Xingu e o seu famoso ritual, o Quarup
DUTILLEUX, Jean-PierreO filme mostra a cidade e a relação dos índios com ela. O comércio, as festas e a parada, onde o índio exibe sua cultura. Resumo de cenas: fachada de uma casa, onde há duas placas: "Santa Fe-County", "Court-huse"/ capela/ praça/ quintal / diversas flores
Registro realizado pelo cineasta finlandês Paul Lambert sobre o cotidiano dos índios Kayapó. É mostrado o mito indígena Bep-Kororoti, que significa guerreiro do espaço e é o herói civilizador que ajudou a criar as primeiras aldeias. Segundo João Américo P
Lambert, PaulFilme documentário de uma expedição que se dirige a uma aldeia Kamayurá localizada no Xingu, mostrando cenas do cerimonial feminino conhecido como "Yamaricuma" e outro chamado "Huka-Huka"
ADAMSKI, ZygmuntImagem de avião com índios em volta, índio hábil caçador pratica arco e flecha, índios andam de canoa, rio fonte de alimentação dos índios, índio viajando de canoa pelos vários afluentes dos rios, imagem de animais da floresta e de cachoeira, índio com ar
Documentário que mostra o cotidiano dos índios a partir da presença do S.P.I., onde todos têm na sua rotina os deveres e direitos, como cidadãos. Resumo das cenas: índios crianças saindo da escola, casa, placa na casa, escrito: "M.A. - Serviço de Proteção aos Índios - Enfermaria - Ribeiro Dantas", crianças trabalhando na terra, estudantes correndo, estudantes brincando de roda, meninas pulando corda, crianças voltando à sala de aula, cavalos correndo, adultos e crianças trabalhando na terra, fazenda vista de longe, menino galopando, casas vistas de longe, gado, homens adultos e crianças montados em cavalos, fazenda, automóvel atravessando pequena inundação
Registro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento
REIS, Luiz Thomaz