Artefato a ser puxado por corda na água. Reproduz, em miniatura, uma canoa com um motor “rabeta”.
Bruno Ribeiro MarquesComunidade Santa Rosa
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Os Hupd’äh de diferentes comunidades de D’ö̀p Dëh (igarapé Japu) e Pìj Dëh (igarapé Cabari) e a equipe de registro se concentram no centro comunitário (äg moy, em língua Hup) para organizar os trabalhos dos próximos dias para a oficina de desenho de mapas e a caminhada de registro cultural.
Bruno Ribeiro MarquesCriança brincando na beira de Pìj Dëh (igarapé Cabari) puxando um artefato que representa uma canoa movida a motor “rabeta”.
Bruno Ribeiro MarquesOficina de desenho de mapa do entorno da comunidade. Professor Virgolino Penedo Pena finalizando o desenho do mapa, observado por jovens.
Bruno Ribeiro MarquesOficina de desenho de mapa do entorno da comunidade. Passando mapa a limpo desde o rascunho. Da esquerda para a direita, Isaías Penedo Gonçalves, Gaudêncio Neres Pena e Jaime Caldas Pena
Bruno Ribeiro MarquesOficina de desenho de mapa do entorno da comunidade. Passando mapa a limpo desde o rascunho. Mãos de Jaime Caldas Pena.
Bruno Ribeiro MarquesOficina de desenho de mapa do entorno da comunidade. Valdemar Seabra Penha, finalizando o desenho do mapa, elabora legenda.
Bruno Ribeiro MarquesIdalino Andrade Pena misturando cinzas de folhas de embaúba e coca para elaboração do ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k).
Bruno Ribeiro MarquesJúlio Seabra Caldas depurando a mistura de coca com cinzas de folhas de embaúba para elaborar o ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k). Em primeiro plano, bacia com folhas de coca recém-colhidas.
Bruno Ribeiro MarquesFolhas de coca em bacia para dar início à elaboração do ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k), composto feito com folhas de coca secas e piladas, misturadas à cinza de folhas secas de embaúba ou outras plantas; comida, em geral, de homens mais velhos.
Bruno Ribeiro MarquesIdalino Andrade Pena secando folhas de coca em forno para dar início à elaboração do ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k), composto feito com folhas de coca secas e piladas, misturadas à cinza de folhas secas de embaúba ou outras plantas; comida, em geral, de homens mais velhos.
Bruno Ribeiro MarquesIdalino Andrade Pena batendo o pano com a mistura de coca e cinzas de folha de embaúba, depurando. Em língua Hup, esta ação é chamada de pũ’ũ̀h pɨ́h.
Bruno Ribeiro MarquesIdalino Andrade Pena usando pilão (pũ’ũk tö́k) para preparar o ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k), composto feito com folhas de coca secas e piladas, misturadas à cinza de folhas secas de embaúba ou outras plantas; comida, em geral, de homens mais velhos.
Bruno Ribeiro MarquesAntônio Penedo Neres queimando folhas secas de embaúba, cujas cinzas (em língua Hup, pũ’ũ̀k b’öh) serão misturadas às folhas secas e piladas de coca, preparando o ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k).
Bruno Ribeiro MarquesIdalino Andrade Pena colocando o composto de coca seca e pilada e cinzas de folhas de embaúba em pano para depurar, fazendo o ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k).
Bruno Ribeiro MarquesEm língua Hup, hũ̀t s’ó (“flor do tabaco”). Planta de grande importância xamânica.
Bruno Ribeiro MarquesEm língua Hup, Wahä́d d’äh nɨh hũ̀t (“tabaco dos antigos”) é uma planta de grande importância xamânica. Pé de tabaco com flores abertas.
Bruno Ribeiro Marques