Esta obra do professor Alceu Antonio Werlang é uma boa contribuição para o entendimento do processo de colonização do oeste catarinense. Mesmo que a pesquisa tenha sido realizada há mais de uma década, mantém seu significado e importância e, felizmente, é disponibilizada aos profissionais da área e ao público em geral. Sem deixar de lado as exigências acadêmicas, o autor constrói um texto agradável e de fácil compreensão, o que se constitui grande mérito
WERLANG, AlceuChapecó
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A luta da erva recupera as narrativas dos brasileiros expropriados com o processo de colonização do Oeste Catarinense. Traz os embates subjacentes do passado e do presente. Apresenta-se enquanto contra-história, por ser sineticamente opsta à História Oficial do colonizador. A contra-história dos brasileiros é silenciosa, subalterna, sem registros, sem marcos públicos, salvo aqueles da história feito corpo dos atores e depositária nos fragmentos da memória. É construida por homens comuns, nas ações do dia-a-dia. Neste caso, abriu-se espaço, para que a minoria étnica, os brasileiros, se expressasse, relatando as coisas comuns, matéria da qual todos somos feitos
RENK, ArleneEsta obra pretende dar visibilidade as diferentes experiências de vida e de luta de Dom José Gomes. Tem-se como preocupação estabelecer um diálogo entre Dom José e os processos históricos que ajudou a construir e participou ao longo da sua vida. Pretende-se destacar o seu espírito protagonista, a ousadia nas ações, as utopias e, ao mesmo tempo, inscrevê-lo no cotidiano de homens e mulheres que se fazem dialeticamente, produzindo histórias e memórias e sendo por elas produzido
UCZAI,Pedro (org)