Campinas
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Reúne as principais contribuições em conferências e mesas-redondas acontecidas no I Encontro sobre Leitura e Escrita em Sociedades Indígenas, realizado na UNICAMP, em 1995, como parte da programação do 10 o. Congresso de Leitura do Brasil (COLE)
UntitledA disciplina filme etnográfico tem despertado o interesse de antropólogos pelas técnicas de registro de leituras videográficas miniaturizadas, tornando cada vez mais evidente esse novo meio de investigação. A obra aborda a tecnologia e a descrição no filme etnográfico, privilegiando as técnicas do corpo e colocando a noção de comportamento técnico na base de toda atividade humana
UntitledEsse livro torna acessível uma clássica etnografia sobre os Kaingang, publicada originalmente em espanhol (Buenos Aires, 1894). Trata-se do mais importante e original trabalho sobre comunidades Kaingang que habitaram em território argentino (em Missiones), no século XIX. Juan Ambrosetti visitou a última delas, em San Pedro, em suas importantíssimas Viajes a Missiones, àquela época uma região de floresta quase inacessível. Entre seus méritos, esse trabalho de Ambrosetti tem o de ser a publicação etnográfica que divulgou as primeiras fotografias dos Kaingang (presentes no volume). Inclui, além disso, um vocabulário com mais de 800 itens (no livro, em versão trilíngüe), o mais extenso vocabulário dessa língua publicado antes de 1900. O livro de Ambrosetti também deu divulgação à história do menino Bonifácio Maidana, cujo pai fora morto pelos índios, e que, adotado por um deles, veio a se tornar o último importante cacique Kaingang em território argentino
UntitledEssa obra é a primeira ampla descrição da língua Iranxe-Mỹky, língua indígena classificada como isolada, da qual só se conheciam dois breves trabalhos exploratórios (Holanda 1964, Meader 1967) realizados, então, com os Iranxe. Os Mỹky constituem um ramo do povo Iranxe que permaneceu sem contato com os não-índios até 1971. Ruth Monserrat apresenta, de modo sintético, o sistema fonológico e o funcionamento da ortografia Mỹky para, então, tratar detalhadamente da Morfossintaxe. Segundo a autora, “a maior riqueza formal da língua está concentrada no verbo”, estes divididos em “ativos, estativos e não-estativos”. A descrição da riqueza de categorias flexionais verbais da língua ocupa boa parte da obra, mas há também uma extensa e cuidadosa seção sobre o sistema flexional nominal. Os exemplos são copiosos e o livro ganha, ainda, uma rica seção de textos e, como anexo, um ótimo vocabulário.
UntitledO livro traz contribuições inéditas sobre a pré-história e sobre a história das línguas e culturas Tupi, assim como sobre diversos aspectos culturais e lingüísticos da realidade atual dos seus respectivos povos; Com este livro concretiza-se a associação de estudiosos da antropologia e da lingüística de diferentes orientações teóricas e de diferentes partes do mundo, num esforço de cooperação para a ampliação e consolidação do conhecimento científico sobre os povos indígenas de filiação Tupi; A obra reúne quase 40 contribuições de uma dezena de antropólogos e mais de duas dezenas de lingüistas, tratando-se da mais ampla coletânea de trabalhos sobre línguas Tupí já publicada no Brasil. A coletânea traz três trabalhos que traçam visões ou apanhados panorâmicos: de Roque Laraia: Etnologia Tupi: 22 anos depois; de Stephen Baines: Línguas ameaçadas; e de Ruth Monserrat: Observações sobre o estado de saúde atual das línguas Tupi; Cinco outros trabalhos constituem valiosas abordagens gerais e abrangentes para determinada sociedade, tronco, família ou região lingüística. São eles:; – do antropólogo Waud Kracke: A posição histórica dos Parintintin na evolução das culturas Tupí-Guaraní; – do lingüista Aryon Rodrigues: As consoantes do Proto-Tupi; – dos lingüistas Lucy Seki e Frank Brandon: Uma reconstrução parcial do sistema interrogativo Tupi; – da antropóloga Betty Mindlin: A escrita recente e a literatura indígena: povos Tupi e outros de Rondônia; -lingüistas Ana Suelly Cabral, Beatriz Corrêa da Silva, Maria Risoleta Julião e Marina Magalhães: Linguistic diffusion in the Tocantins-Mearim area
UntitledLivro contendo textos e artigos com reflexões acerca dos jogos indígenas no Brasil entre os anos de 1996 a 2009
UntitledUma das mais ativas pesquisadoras no campo das línguas indígenas brasileiras, Lucy Seki é a maior especialista nas línguas Kamaiurá (família Tupí-Guaraní) e Krenák (tronco Macro-Jê), com as quais vem trabalhando nas últimas quatro décadas. Coordenadora de projetos de documentação lingüística e educação no Parque Indígena do Xingu, ela vem contribuindo também para o conhecimento de várias outras línguas indígenas. Seu aprofundado trabalho com o Krenák, língua em adiantado processo de extinção, a qualifica como uma das maiores especialistas no que diz respeito à problemática envolvendo línguas em perigo e obsolescência lingüística no país
UntitledEsta coletânea torna pública uma discussão sobre espaços sociais e simbólicos que vimos realizando desde 1988 em congressos nacionais e internacionais. Os trabalhos aqui reunidos visam incentivar um diálogo entre os vários campos, poderiamos dizer, territórios da Antropologia urbanos, rurais e indigenas
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