PropOe uma análise teórica da frase até o fonema na língua Pirahã. Discute ImplicaçOes epistemológicas do desenvolvimento da teoria chomskyana
Sin títuloCampinas
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Trata os três aspectos fonológicos básicos da língua PirahA: o segmento, a sílaba e o discurso. Discute o propósito dos segmentos as regras tonais, a colocação das fronteiras silábicas e os níveis acima da sílaba
Sin títuloEsta dissertação constitui a primeira etapa de um estudo do movimento religioso de San Miguel, ocorrido na década de 1970 entre os Arekuna, Kamarakoto e Taurepang (subgrupos Pemon), índios de língua Carib, habitantes da região de Gran Sabana venezuelana (estado Bolívar)
Sin títuloEstuda a reclusão pubertária em jovens Kamayurá no Alto Xingu, sob o enfoque biocultural
Sin títuloAnálise fonológica da estrutura nuclear do verbo da língua Kadiwéu. Enfoque ao estudo sobre a morfologia da expressão de pessoa-sujeito e objeto no verbo
Sin títuloEsta tese aborda a forma pela qual os índios de diversos grupos foram se incorporando à ordem colonial da AmazOnia portuguesa, tornando-se índiso cristãos. O autor busca mostrar como esses cristãos reinventaram e rearticularam os padrOes religiosos e morais introduzidos por missionários. O trabalho é fruto de uma extensa pesquisa em processos da Inquisição e traz novos aportes para se pensar o confronto de cosmologias e de universos culturais nesse período
Sin títuloA autora discute diversas dimensOes do filme e vídeo etnográfico, em particular os trabalhos realizados “em regime de parceria com sociedades indígenas brasileiras”. Embora centrada nas experiências recentes, faz uma reflexão sobre o uso do filme em documentários históricos, sublinhando o “processo polifOnico de construção de imagens e auto-imagens"
Sin títuloDescreve a biografia intelectual de Edgar Roquette-Pinto
Sin títuloAnalisa a fonologia do dialeto Mbiá, da Língua Guarani. Examina a constituição silábica e a ocorrência de acentos de intensidade nas palavras do Mbiá
Sin títuloEsta abrangente publicação a respeito do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal é um retrato complexo de uma organização religiosa brasileira que utiliza duas plantas psicoativas como parte de seus rituais espirituais no Brasil, Estados Unidos e Europa. O foco do livro é a sua história, estrutura organizacional, conhecimento científico das plantas, crenças espirituais e uso ritual por adolescentes. Alianças entre a UDV e outras entidades religiosas, que utilizam a Hoasca como sacramento, são apresentadas. Este livro nos dá um insight de um complexo movimento social bem à frente de seu tempo.; O presente livro é produto de um congresso internacional que demonstra o amadurecimento institucional da UDV. Nele se apresentam as suas próprias visões de si mesmo e de questões de grande interesse público, como ciência, meio-ambiente, liberdade religiosa, dimensões do sagrado, neuropsicologia, uso de drogas psicoativas, educação, memória, beneficência, direito, relações entre Estado e sociedade
Sin títuloO título desse livro homenageia o clássico trabalho de Egon Schaden, Aspectos Fundamentais da Cultura Guarani, publicado há meio século (1954). Como a obra de Schaden, o livro da antropóloga Juracilda Veiga também cumpre a tarefa de permitir ao leitor um panorama quase completo de uma sociedade indígena. Tratando – com profundidade e clareza – da questão da organização social Kaingang, o texto de Juracilda não deixa de apresentar ao leitor aspectos do funcionamento cotidiano dessa importante sociedade indígena no Brasil. Essa obra reúne o rigor metodológico da Antropologia ao sabor das etnografias produzidas no contato bastante íntimo com a comunidade indígena. A autora ainda brinda o leitor com informação histórica e bibliográfica, e apresenta, em detalhes, o ritual Kaingang para os mortos, a festa do Kikikoi
Sin títuloOs Kaingang do oeste paulista foram os últimos grupos desse povo a estabelecer relações pacíficas com a sociedade brasileira, um século depois do primeiro “aldeamento” em Guarapuava (PR). Em março de 1912, depois de anos de perseguição e pressões de todo tipo, os Kaingang aceitaram o contato pacífico, em que se empenhavam os funcionários do SPI; Foi com esses Kaingang que Henrich Manizer teve contato, menos de dois anos depois, e sobre os quais escreveu essa preciosa etnografia. Apesar das relações estabelecidas, havia grande temor do SPI por qualquer mal entendido que pusesse a perder os esforços de aproximação. Isso é o que revela o texto de Manizer que é, também, um raro registro do cotidiano de um estabelecimento indigenista oficial nos primeiros anos de “contato” com um grupo indígena
Sin títuloEste livro reflete 14 anos de trabalho do autor junto aos Guarani Mbyá da Aldeia Sapukai, em Angra dos Reis (RJ). Ele se fez na perspectiva da pedagogia. Uma pedagogia política que visa refletir criticamente sobre uma política da pedagogia das escolas indígenas
Sin títuloNessa antologia o autor reuniu os mitos - histórias dos deuses, do mundo e dos homens. Destaca-se a linguagem de um desejo supra-humanidade, desejo de uma linguagem próxima daquela dos deuses - os sábios guaranis souberam inventar o esplendor solar das palavras dignas de serem dirigidas somente aos divinos
Sin títuloEsse livro procura servir de ponte para a atualização de professores de história quanto à pesquisa acadêmica recente. Ao mesmo tempo, busca atender ao público universitário, revitalizando o debate teórico, tão essencial na formação do historiador e dos cientistas sociais em geral
Sin títuloEsse livro apresenta a complexidade e beleza dos símbolos, dos rituais, das crenças e das cerimônias que compõem a religião baseada no uso do cipó sagrado utilizado pelas culturas milenárias indígenas da Amazônia para estimular a imaginação religiosa
Sin títuloO trabalho apresentado pretende expor o teatro de José de Anchieta
Sin títuloO livro registra a situação econômica das comunidades, as dificuldades de suas lideranças, tanto políticas quanto religiosas, traz informações linguísticas, trata especialmente das concepções religiosas que sustentam os rituais (a dança ou djeroky) e dos tipos de cantos empregados
Sin títuloAnalisa as influências de ambientes diferentes, relacionadas com a ecologia alimentar de duas populaçOes humanas de um mesmo grupo indígena com culturas semelhante
Sin títuloO livro apresenta a produção imagética da chamada Comissão Rondon, analisando-a como uma construção da imagem ''oficial'' do índio e formando uma etnografia visual sustentada em uma tríade sígnica na concepção de uma imagem-conceito do índio. Imagem-conceito que superpõe a idéia do índio como selvagem, pacificado e civilizado, do início ao fim dos trabalhos do cineasta e fotógrafo Major Thomaz Reis e estendem-se, após a sua morte, na publicação feita por Cândido Mariano da Silva Rondon de séries fotogramáticas da relação que se estabeleceu entre eles
Sin títuloO texto faz uma breve análise das relações entre História e Memória a partir das obras de Peter Burke, Henry Rousso e Jacques Le Goff
Sin títuloEsta coletânea reúne sete textos de historiadores, antropólogos e estudiosos da literatura, oferecendo análises de diferentes perspectivas sobre textos missionários. Sobre a temática indígena, destacam-se os textos de João Adolfo Hansen sobre a escrita, enfocando de maneira interessante o poema anchietano “Tupána Kuápa”; de Ronaldo Vainfas sobre a “demonização” das práticas religiosas Tupi; de Alcir Pécora sobre o lugar dos índios nos sermões de Vieira; e de Andréa Daher sobre as obras impressas referentes às iniciativas francesas na América do Sul, enfocando particularmente Léry e Abbeville
Sin títuloPublicação sobre a revitalização de línguas indígenas
Sin títuloO estudo compara a construção das agências indigenistas no México e no Brasil, com um enfoque especial sobre diferentes agentes envolvidos, sobretudo sertanistas, professores rurais, “promotores indígenas” e antropólogos. O autor acompanha a construção destas categorias no contexto da ação indigenista. A tese também busca entender o impacto da afirmação de discursos nacionalistas, mediante projetos “cívico-morais”, sobre as comunidades indígenas, a partir de uma pesquisa nas formas de representação através de mídias visuais, como a fotografia e os filmes de curta metragem
Sin títuloO trabalho documenta e analisa a construção social e visual da auto-imagem indígena no processo de ressurgimento de povos indígenas em Alagoas. Ao enfocar as imagens veiculadas através do vídeo e da fotografia, o autor apresenta um argumento bastante instigante referente ao jogo entre visões do passado e imagens do presente na articulação de identidades étnicas
Sin títuloA dissertação de mestrado defendida na UNICAMP pretende fazer um estudo acerca das monçOes, que foram expediçOes próprias do século XVIII
Sin títuloApresenta resultados da análises preliminar da fonologia da língua Arara(Karib), efetuada segundo os princípios da fonêmica estruturalista
Sin títuloEsta dissertação discute três momentos do processo de contato entre o povo indígena Xokleng, os imigrantes alemães e os funcionários do SPI, na região do Vale do Itajaí, no Estado de Santa Catarina, entre 1850 e 1926. O trabalho enfoca, num primeiro momento, os ataques na mata entre os nativos e os recém-chegados; num segundo, os processos de adoção de crianças indígenas; e, num terceiro, o cotidiano do Posto Indígena Duque de Caxias, na esteira da “pacificação” dos Xokleng. Busca-se compreender as formas de pensar e agir dos diferentes sujeitos históricos envolvidos no contato, conferindo visibilidade aos atores indígenas e dando voz às suas próprias interpretaçOes e açOes diante da nova realidade
Sin títuloO trabalho de doutorado pretende explicar a revolta do Rupununi, acontecida em 1969
Sin títuloTrabalho pioneiro em demografia antropológica, esta tese entrelaça os estudos da população e os estudos etnológicos ao enfocar as concepçOes indígenas sobre casamento e reprodução em sua relação com os padrOes de nupcialidade e fecundidade observados na análise dos dados estatísticos e da pesquisa qualitativa. Fartamente documentado com tabelas e mapas, o trabalho ilustra a importAncia dos estudos demográficos referentes a populaçOes indígenas no presente e no passado
Sin títuloEste trabalho analisa a constituição de um núcleo urbano indígena através dos sentidos atribuídos pelos índios às mudanças decorrentes de uma longa história de contato com agentes não-indígenas na região. Mostra como as identidades indígenas nos bairros urbanos da localidade se articulam a partir de elementos ligados à história do contato e de elementos herdados dos ancestrais
Sin títuloHistória dos povos indígenas do Rio Branco durante a ocupação colonial no século XVIII
Sin títuloPublicação contendo conferências, artigos e entrevistas do antropólogo Roberto Cardoso de Oliveira
Sin títuloO Brasil fez-se Império antes de se fazer nação. Este é o ponto de partida para se compreender a transição do que até 1822 fora a América portuguesa para um corpo político autônomo. E as idéias de José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838) ilustram perfeitamente esse processo; Ele era um legítimo herdeiro do reformismo ilustrado português. Depois de cursar as faculdades de Leis e Filosofia em Coimbra, ingressou em 1789, como sócio correspondente, na Academia Real das Ciências de Lisboa. Esta era a principal instância de reunião da intelectualidade luso-brasileira, articulando teoria e prática para sustentar a monarquia absolutista e a coesão imperial
Sin títuloA noção de terra indígena vem dos anos 50, durante os debates sobre a criação do Parque Indígena do Xingu. Pretendia-se destinar aos índios uma parcela muito extensa do território nacional, que deveria ser resguardada da presença dos brancos. A preservação da cultura indígena tornava-se, assim, uma política nacional. A autora apresenta, neste livro, atores de múltipla origem, índios de diferentes culturas, sertanistas, antropólogos, militares, cientistas, políticos, fazendeiros, responsáveis por uma intrincada trama histórica que ainda se desenvolve
Sin títuloRevelando uma antropologia de múltiplas faces, esta obra reúne escritos – resultado de leituras feitas na Europa nos últimos cinco anos – nos quais o autor expõe as várias faces de seus interesses: a experiência ancestral e contemporânea da religião; as diferentes maneiras como as crenças religiosas pensam as trocas entre os vivos e os mortos; o imaginário dos homens sobre as relações entre eles e outros seres do mundo natural; a barbárie e a difícil esperança, ontem e hoje, no encontro entre colonizadores e povos indígenas das Américas; Traduz a vontade de um diálogo fecundo entre a pesquisa cientifica e a crítica solidária dos problemas de nossa atualidade, os dilemas da vida pensados através da morte, os desafios da sobrevivência da humanidade revisitados pela via da natureza e os problemas do homem ocidental de agora colocados no espelho do juízo justo que os povos indígenas, fazem de nós
Sin títuloO livro traz contribuições inéditas sobre a pré-história e sobre a história das línguas e culturas Tupi, assim como sobre diversos aspectos culturais e lingüísticos da realidade atual dos seus respectivos povos; Com este livro concretiza-se a associação de estudiosos da antropologia e da lingüística de diferentes orientações teóricas e de diferentes partes do mundo, num esforço de cooperação para a ampliação e consolidação do conhecimento científico sobre os povos indígenas de filiação Tupi; A obra reúne quase 40 contribuições de uma dezena de antropólogos e mais de duas dezenas de lingüistas, tratando-se da mais ampla coletânea de trabalhos sobre línguas Tupí já publicada no Brasil. A coletânea traz três trabalhos que traçam visões ou apanhados panorâmicos: de Roque Laraia: Etnologia Tupi: 22 anos depois; de Stephen Baines: Línguas ameaçadas; e de Ruth Monserrat: Observações sobre o estado de saúde atual das línguas Tupi; Cinco outros trabalhos constituem valiosas abordagens gerais e abrangentes para determinada sociedade, tronco, família ou região lingüística. São eles:; – do antropólogo Waud Kracke: A posição histórica dos Parintintin na evolução das culturas Tupí-Guaraní; – do lingüista Aryon Rodrigues: As consoantes do Proto-Tupi; – dos lingüistas Lucy Seki e Frank Brandon: Uma reconstrução parcial do sistema interrogativo Tupi; – da antropóloga Betty Mindlin: A escrita recente e a literatura indígena: povos Tupi e outros de Rondônia; -lingüistas Ana Suelly Cabral, Beatriz Corrêa da Silva, Maria Risoleta Julião e Marina Magalhães: Linguistic diffusion in the Tocantins-Mearim area
Sin títuloTrata-se de uma coletânea organizada por membros experientes da OPAN, uma ONG indigenista com mais de 40 anos (é continuidade da Operação Anchieta). Segundo os organizadores, os artigos reunidos nessa coletânea tratam do “campo temático, complexo e variado, que marca o cotidiano dos povos indígenas com os quais trabalham os indigenistas da Operação Amazônia Nativa - OPAN –, em programas e projetos com povos indígenas no Mato Grosso e no Amazonas”. A ação da ONG é descrita, pelos organizadores da obra, como “missão de apoio e de potencialização da capacidade de atuação independente dos povos indígenas”; A obra reúne 13 textos (de 17 autores) que refletem trabalhos realizados (ou em andamento) com povos Tupi-Kagwahiva, Katukina, Deni, Paumari, Enawene Nawe, Xavante e Manoki (Irantxe)
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