Belém
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O trabalho aborda a cultura dos índios chamados Mebêngôkre-Kayapó, os direitos intelectuais e coletivos e os trabalhos coletivos realizados na Terra Indígena Las Casas
O objetivo principal deste trabalho consistiu em estudar as relações entre a transformação da estrutura fundiária e as mudanças do poder político de Marabá
UntitledCatalogação de 167 espécies de frutas comestíveis da Amazonia, numa viagem fascinante entre árvores e frutas de abiu, uxi, bacuri, pupunha, açaí e tantas outras, em um mundo de sabores, poderes medicinais e o misticismo que índios e caboclos criaram em torno desses saborosos frutos. Um alerta para a preservação da flora e cultura amazônicas
UntitledApresenta os resultados das pesquisas realizadas na Estação Científica Ferreira Penna, na Floresta Nacional da Caxiuanã, uma base de pesquisa do Museu Goeldi. Reune 30 trabalhos referentes as populações, ambiente físico, interação entre a flora e os microorganismos da floresta
UntitledLivro sobre contos da Amazônia realizado após pesquisa de campo na área Pedras Grandes ao Município de Curuça
UntitledPublicação com lendas e mitos da Amazônia
UntitledOs quatro ou cinco séculos de presença dos brancos nesta área são marcados por sucessivas disputas de fronteiras. Em conformidade com o Tratado de Tordesilhas, ela cabia inteiramente à Espanha, mas em 1639 a expedição de Pedro Teixeira tentava empurrar a fronteira para oeste, erigindo, segundo alguns, o marco portuguguês na foz do Aguarico, afluente do Napo. Jesuítas espanhóis desciam o Solimões criando missões, enquanto colonos portugueses em direção contrária destruíam aldeias indígenas e escravizavam seus habitantes. Mesmo após os Tratados de Madrid (1750) e de Santo Ildefonso (1777), que reformularam as fronteiras entre o domínio espanhol e o português para algo muito próximo aos atuais limites do Brasil, tropas espanholas ainda tentavam sustentar posição em Ega (hoje Tefé, AM), de 1781 a 1791, à espera de que os portugueses abandonassem Tabatinga, o que não conseguiram. Um século depois, a intensificação da extração da borracha tornou premente a definição das fronteiras entre Peru e Colômbia, entre Peru e Equador e de um deles, aquele que viesse a tocar a linha geodésica entre a foz do Apapóris e a do Javari, com o Brasil. A primeira foi resolvida em 1922, pelo tratado que criou o trapézio colombiano de Letícia, e confirmada após o conflito de 1932. Coube pois à Colômbia confirmar seus limites com o Brasil, o que foi feito em 1928. O Protocolo do Rio de Janeiro de 1942 pôs fim ao conflito armado entre Equador e Peru, sem resolver de modo completo suas fronteiras. Jean-Pierre Chaumeil (1992) faz interessantes considerações sobre a imagem que deixaram dessa fronteira os cronistas que por ela transitaram no período anterior ao clímax da produção de borracha, sobretudo pela comparação da povoação peruana de Loreto com a brasileira de Tabatinga
UntitledUm atlas com informações sobre todos os sítios arqueológicos do Estado do Pará onde foram encontradas gravuras e pinturas rupestres, incluindo o histórico da pesquisa em cada caso
UntitledIconografia e simbologia dos índios Wayana (Norte do Pará). Trabalho antropológico sobre normas, comportamentos sociais e procedimentos estéticos dos Wayana
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