Cenas da oficina de cerâmica em São Joaquim.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos).
Baniwa
275 Description archivistique résultats pour Baniwa
Entrevista com Ana sobre cerâmica e o projeto de salvaguarda do conhecimento relativo à esta arte. Ao mesmo tempo foi feito o registro da história pessoal da ceramista e da tradição de ensino da cerâmica no contexto do Kalidzamai, parte do ritual de iniciação feminina entre os Baniwa.
Participantes: Ana Brazão e Orlando Andrade Fontes (entrevistando).
Entrevista sobre a importância do arumã e da cerâmica para os Baniwa; entrevista sobre a vida dos baniwa antes do acesso às mercadorias.
Participantes: Carlos Fontes e Orlando Andrade Fontes (entrevistando).
Homens consertando telhado de arumã da casa onde estava hospedado o antropólogo.
Sans titreAmanhecer na aldeia de São Joaquim. Mulheres tomando banho matinal com bebê. Cena de Nazária e Carlos polindo cerâmica junto da fogueira, após o banho.
Participantes: Carlos Fontes e Nazária Montenegro
Cenas da oficina de cerâmica em São Joaquim. Mulheres fazendo modelagem e homens tocando flauta japurutu no espaço da oficina.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos). Carlos Fontes e Arcindo.
Cenas da oficina em dia de chuva. Mulheres pintando peças. Detalhes de diversas peças pintadas, o uso de fotografias como referencia nos desenhos.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos).
Mulheres chegando no local da oficina.
Participantes: Diversos
Cenas da oficina de cerâmica em São Joaquim. Mulheres queimam as peças de cerâmica em uma roça nos arredores da comunidade.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos).
Registro de técnica de envernizamento da cerâmica.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos).
Cenas de chuva e fim de chuva na comunidade.
Sans titreRegistro de técnicas de verniz e defumação de objetos para acabamento.
Participantes: Carolina, Dorinha e Maiara Campos.
Cenas do cotidiano da oficina.
Participantes: Diversos
Cenas do final da oficina.
Participantes: Diversos
Há mais de 2000 anos, os índios Baniwa, habitantes do Rio Negro, trançam com fibra de arumã uma sofisticada cestaria, famosa por seus grafismos peculiares. Para refazer a trama dessa história, está sendo lançado o Livro de Bolso Arte Baniwa, com textos de Beto Ricardo e imagens de Pedro Martinelli
Na imagem eu (Francineia Fontes) estava ajudando outros alunos a queimarem a roça da escola. Durante a queimada tivemos o remo de Arú (sapo) que estava com Dona Bidoca com que fez gesto como se estivesse remando, para chamar o vento e dando um grito em forma de cântico.
Sans titreNa foto percebemos o momento de “wayuri ou trabalho coletivo”, entre os alunos da escola. As crianças desde pequeno aprendem com os pais a valorizar os conhecimentos.
Sans titreAs crianças raspando mandioca, usando suas facas para raspar com todo cuidado e sabedoria. Deixando as mandiocas raspadas em cima da folha de bananeira.
Sans titreNa foto está a Dona Natália, ela é artesã profissional. Umas das mulheres ativa na produção de bolsas batidas, feito com tudo novelo.
Sans titreNa imagem percebemos duas peneiras de beiju. Vemos a mulher usando sua sabedoria para colocar beiju um em cima do outro sem estragar, com todo cuidado vai colocando por cima.
Sans titreNa foto aparece a professora Alzira Castro, sentada enchendo o tipiti e ela vai colocando a massa dentro. Usando folhas de açaí para deixar tipiti sentar e pisar com pé, usando técnicas tradicionais do uso.
Sans titreA Dona Bibiana sentada em seu quintal. Onde por longo tempo ouvimos várias narrativas sobre roça, sobre narrativas antigas, depois ela cantou um cântico feminino “beno beno” cantada na língua baniwa.
Sans titreOficina de registro realizada em outubro de 2019. Na foto aparece Dona Bidoca Castro sentada no rio, peneirando saúvas. Essa técnica é usado para tirar todas as parte da saúva, para poder ficar somente as cabeças, que será colocada com pimenta ou tucupi, que será usado como tempero dentro da caldeirada de peixe.
Sans titreNa foto aparece Dona Natália Martins, indo para sua roça, que fica umas 3 horas descendo o rio e depois subindo um igarapé, até o sítio Uwíwa (fecha).
Sans titreNa foto vemos uma panela no fogo com material dentro. Depois da mistura entre fixador e urucum, é levado ao fogo para ferver. Em seguida é colocado tucum branca na panela, e deixar ferver por uns minutos, até pegar ficar no ponto de tirar da panela. Enquanto isso as mulheres vão mexendo sempre para poder pegar a cor vermelha.
Sans titreNo meio estão as frutas oferecidos pela comunidade. Aparece a Dona Cleomar e sua Nora Laura colocando farinha no balde, e as crianças aparecem do lado também.
Sans titreNa imagem aparece Dona Lúcia Emílio pegando e mostrando as frutinhas de pakúwa katinga (Banana que tem cheiro), a sua casca vai ser usado para tingir tucum e a fruta vai ser comido com beiju.
Sans titreDona Cleomar, com seu aturá cheio de maniva quebradas em pedaços, seu tucum e tomando seu xibé. Os pedaços de manivas estão prontos para serem plantadas na roça que foi queimada.
Sans titreDona Cleomar com seus pedaços de maniva que vão ser usado para continuar plantando a roça recém queimada.
Sans titreUma cesta ( aturá) cheio de frutas: cará e na folha de embaúba estão os cajus, plantadas na roça.
Sans titreEm cima de uma peneira de farinha, tem 03 pedaços de curada (beiju feito com goma).
Sans titreNa foto a Dona Aparecida está descansando. As roças ficam muito longe. Quando voltam da roça trazendo frutas ou mandioca, no meio do caminho sempre tem pedaços de pau caído que serve como pontos estratégico de descanso. Depois disso segue caminhando.
Sans titreRegistro de petroglifos importantes para a cosmologia baniwa. Lugar do surgimento da humanidade segundo a tradição Baniwa, o lugar chamado Wapui-Cachoeira.
Sans titreInício das atividades de registro sobre o conhecimento das mulheres baniwa sobre as plantas. D. Felícia replanta pé de pimenta na sua roça
Sans titreA Mujéca é o prato mais comum no dia-a-dia: mistura-se o peixe cozido com goma numa panela para aumentar o rendimento. Come-se sempre com bastante pimenta. Comida consumida no cotidiano da comunidade: mujeca, peixe cozido e pimenta.
Sans titreRegistro do cotidiano da comunidade de Ucuqui Cachoeira. Nesse momento ouvimos várias narrativas sobre a roça e D. Maria come mujeca em sua casa, umas das anciãs mais velha da comunidade.
Sans titreD. Maria e seu filho Paulo seguem para a roça, no caminho da floresta. Domínio dos caminhos na floresta ao redor de Ucuqui
Sans titreCrianças brincam na roça, próximas à colheita do abacaxi. Destaque para uma variedade grande de abacaxi, que já havia sido parcialmente comido por um animal na roça.
Sans titreVerônica e família a caminho de sua roça, no motor de polpa. Essa imagem representa as famílias quando vão para roça, arrancar mandioca ou capinar. Vão os pais, filhos e cachorros.
Sans titreVista ampla da roça, com destaque para as manivas. Essa roça é na terra firme, o tamanho da roça é enorme, na roça percebesse q diversidade de manivas, muitas variedades de pimentas e cultivo de outras frutas.
Sans titreDetalhe sobre processamento da mandioca. Do tipiti sai da massa que será que peneirada e torrada para fazer farinha e também a manicuera que pode ser fervida e usada na quinhampira (peixe com pimenta).
Sans titreBacia com cascas queimadas.
Sans titreNa foto aparecem a Francy Silva, Cleonice e uma mulher baniwa juntam as cascas caraípe em seus aturás.
Sans titreCascas de karaipé queimando em uma fogueira.
Sans titreFrancy Baniwa polindo um vaso que era usado no ritual do kaapi, onde os sábios colocavam o chá.
Sans titreVitória e suas duas filhas moldam as cerâmicas juntas
Sans titreVitória moldando as tampas e ensina à sua filhinha as técnicas na prática.
Sans titreUma delas volta com o barro em seu aturá e seu chinelo preso ao mesmo.
Sans titreDona Madalena retirando as peças da fogueira com ajuda de uma vara de motor rabeta, pois o calor é muito forte.
Sans titreDona Carol passando uma resina na cerâmica par ajudar na hora de queimar as peças.
Sans titreImportante coletânea que reúne sete estudos, alguns publicados anteriormente, versando sobre diferentes dimensões da história dos índios do noroeste amazônico, com destaque para os Baniwa. Para além do mérito de reunir num só volume uma produção dispersa por revistas e coletâneas, o autor apresenta versões atualizadas e as contextualiza face aos debates atuais na etnologia sul-americana. Wright junta a análise documental – incluindo um material muito rico sobre a escravidão dos índios no século XVIII – com mais de vinte anos de pesquisa etnográfica, valorizando em primeiro plano as versões e interpretações indígenas sobre um passado marcado não apenas por grandes transformações, como também pela persistência de modos de vida e de pensar, a contrapelo das mudanças
Sans titreCabeça do Cachorro é como a população da região chama o traçado fronteiriço entre Brasil e Colômbia. “Pegue o mapa do Brasil. Olhe para cima e para a esquerda, no extremo noroeste do estado do Amazonas. O contorno da fronteira com Venezuela e Colômbia não desenha a cabeça de um cachorro? É a essa região que dedicamos este livro: o Alto Rio Negro, terra das florestas mais preservadas da Amazônia. Sobrevoá-las é viver o êxtase. Até onde a vista alcança, são 360 graus de mata virgem; parece o mar”, escreve o médico Drauzio Varella, responsável pelo texto do livro
Sans titreO livro aborda aspectos mitológicos dos povos indígenas do Vale do Rio Negro no Amazonas
Sans titreComo transformar a pluralidade social presente no microespaço da sala de aula em estímulo para rearranjos pedagógicos, curriculares e organizacionais que compreendam a tensão gerada na sua positividade, a fim de ampliar e tornar mais complexo o diálogo entre realidades, perspectivas, concepções e projetos originados da produção da diversidade sociocultural? Como superar a invisibilidade institucionalizada das diferenças culturais que; valida avaliações sobre desempenho escolar de crianças, jovens e adultos sem considerar as suas realidades e pertencimentos sociais?; O impulso pela democratização e afirmação dos direitos humanos na; sociedade brasileira atinge fortemente muitas das nossas instituições estatais,atreladas a projetos de estado-nação comprometidos com a anulação das diferenças culturais de grupos subordinados. Neste contexto,as diferenças culturais dos povos indígenas, dos afro-descendentes e de outros povos portadores de identidades específicas foram sistematicamente negadas, compreendidas pelo crivo da inferioridade e, desse modo, fadadas à assimilação pela matriz dominante.; A proposta é articular os atores sociais e os gestores para que os desafios que foram postos estabeleçam novos campos conceituais e práticas de planejamento e gestão, renovados pela valorização da diversidade sociocultural, que transformem radicalmente posições preconceituosas e discriminatórias.
Sans titreDepois de andar nas capoeiras tirando tucum, elas estavam voltando na trilha da roça para casa, com vários cabeças de tucum.
Sans titreNa imagem vemos o feixe de tucum que foi tirado de uma palmeira, que fica nas capoeiras.
Sans titreQuando as mulheres vão para roça, elas sempre tomar xibé, antes de ir para roça. Momento que elas socializam os afazeres para depois.
Sans titreEm uma das atividades que registramos, descobrimos uma riqueza entre cunhadas. À esquerda é a Gorete mãe solteira, à direita sua cunhada Nilda casada com irmão da Gorete. Por sua cunhada ser mãe solteira, a sua cunhada deu para ela metade da roça. Gorete plantou sua roça, o que separa a roça é uma fileira de abacaxi, demarcando parte das duas. Quanta riqueza sobre o cuidado com o outra.
Sans titreDona Cristina processando o tucum.
Sans titreO filme conta a rotina da minha família, nessa relação entre comunidade e sítios, entre rios, igarapés e trilhas. Aborda o cotidiano das famílias da comunidade, os aprendizados do dia a dia, os trabalhos na roça e a nossa relação com os nossos animais de estimação. Mas o filme relata a nossa vida e os nossos caminhos.
Sans titreRegistro do segundo dia da viagem de subida entre São Gabriel e São Joaquim. Registro da passagem da voadeira pelas corredeiras da cachoeira de Tunuí, o principal obstáculo deste tipo de viagem no período do inverno.
Sans titreEntrevista com Carolina sobre cerâmica e o projeto de salvaguarda do conhecimento relativo à esta arte. Ao mesmo tempo foi feito o registro do processo de modelagem inicial dos potes de cerâmica e da história pessoal da ceramista.
Participantes: Carolina Campos e Orlando Andrade Fontes (entrevistando).
Cenas da oficina de cerâmica em São Joaquim. Mulheres fazendo modelagem.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos).
Cenas da oficina de cerâmica em São Joaquim. Mulheres fazendo modelagem.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos).
Cenas da oficina de cerâmica em São Joaquim. Mulheres fazendo modelagem e pintura de peças.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos). Carlos Fontes e Arcindo.
Entrevista sobre a oficina e sobre as técnicas de pintura.
Participantes: Nazária Andrade (52 anos; Maria de Lima (39 anos);