Baniwa

Elements area

Taxonomy

Code

Scope note(s)

    Source note(s)

      Display note(s)

        Hierarchical terms

        Baniwa

          Equivalent terms

          Baniwa

            Associated terms

            Baniwa

              275 Archival description results for Baniwa

              275 results directly related Exclude narrower terms
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191109_FBF_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Registro de técnicas e processos de pintura das peças de cerâmica antes da queima. Diferentes tipos e cores de tinta para pintar os padrões das cerâmicas.

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191109_JBB_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Registro de técnicas e processos de pintura das peças de cerâmica antes da queima. Peças que vão ser pintadas e os matérias que vão ser usado nesse processo de pintura.

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191125_SCF_2 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Na imagem vemos o trabalho coletivo entre as mulheres e crianças da comunidade, para puxar seus feixes de tucum.

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191126_CPC_2 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Nesta imagem as mulheres estão caminhando em meio às manivas chegando na roça.

              Untitled
              Mulheres arrancando mandioca
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191126_FBF_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Na imagem pudemos ver as mulheres arrancando mandioca na roça. Usando suas técnicas milenares, do cuidar das manivas, de como deve ser feito, sempre usando métodos próprio. Fazendo fogo, capinando e fazendo replantio novamente.

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191126_JBB_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              À direita é a Dona Graciela, Cristina, Nilda e sua prima. As mulheres descansam numa grande árvore que estava no meio da roça. Depois de muito tempo de cultivo de mandioca, hoje só tem batatas doce.

              Untitled
              Flores e fruta de maniva
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191128_CPC_5 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Na imagem vemos flores de uma maniva e algumas frutas. O registro foi feito na roça da Dona Cristina Camico, durante visita à sua roça, na qual fizemos muitos registros sobre diversidade de maniva que ela planta em sua roça, os nomes todos em Baniwa.

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F1252 / 2001 · Item · 2001
              Part of Bibliográfico

              Há mais de 2000 anos, os índios Baniwa, habitantes do Rio Negro, trançam com fibra de arumã uma sofisticada cestaria, famosa por seus grafismos peculiares. Para refazer a trama dessa história, está sendo lançado o Livro de Bolso Arte Baniwa, com textos de Beto Ricardo e imagens de Pedro Martinelli

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / W953 / 2005 · Item · 2005
              Part of Bibliográfico

              Importante coletânea que reúne sete estudos, alguns publicados anteriormente, versando sobre diferentes dimensões da história dos índios do noroeste amazônico, com destaque para os Baniwa. Para além do mérito de reunir num só volume uma produção dispersa por revistas e coletâneas, o autor apresenta versões atualizadas e as contextualiza face aos debates atuais na etnologia sul-americana. Wright junta a análise documental – incluindo um material muito rico sobre a escravidão dos índios no século XVIII – com mais de vinte anos de pesquisa etnográfica, valorizando em primeiro plano as versões e interpretações indígenas sobre um passado marcado não apenas por grandes transformações, como também pela persistência de modos de vida e de pensar, a contrapelo das mudanças

              Untitled
              Cabeça do cachorro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-77(811) / A347c / 2008 · Item · 2008
              Part of Bibliográfico

              Cabeça do Cachorro é como a população da região chama o traçado fronteiriço entre Brasil e Colômbia. “Pegue o mapa do Brasil. Olhe para cima e para a esquerda, no extremo noroeste do estado do Amazonas. O contorno da fronteira com Venezuela e Colômbia não desenha a cabeça de um cachorro? É a essa região que dedicamos este livro: o Alto Rio Negro, terra das florestas mais preservadas da Amazônia. Sobrevoá-las é viver o êxtase. Até onde a vista alcança, são 360 graus de mata virgem; parece o mar”, escreve o médico Drauzio Varella, responsável pelo texto do livro

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / L937i / 2006 · Item · 2006
              Part of Bibliográfico

              Como transformar a pluralidade social presente no microespaço da sala de aula em estímulo para rearranjos pedagógicos, curriculares e organizacionais que compreendam a tensão gerada na sua positividade, a fim de ampliar e tornar mais complexo o diálogo entre realidades, perspectivas, concepções e projetos originados da produção da diversidade sociocultural? Como superar a invisibilidade institucionalizada das diferenças culturais que; valida avaliações sobre desempenho escolar de crianças, jovens e adultos sem considerar as suas realidades e pertencimentos sociais?; O impulso pela democratização e afirmação dos direitos humanos na; sociedade brasileira atinge fortemente muitas das nossas instituições estatais,atreladas a projetos de estado-nação comprometidos com a anulação das diferenças culturais de grupos subordinados. Neste contexto,as diferenças culturais dos povos indígenas, dos afro-descendentes e de outros povos portadores de identidades específicas foram sistematicamente negadas, compreendidas pelo crivo da inferioridade e, desse modo, fadadas à assimilação pela matriz dominante.; A proposta é articular os atores sociais e os gestores para que os desafios que foram postos estabeleçam novos campos conceituais e práticas de planejamento e gestão, renovados pela valorização da diversidade sociocultural, que transformem radicalmente posições preconceituosas e discriminatórias.

              Untitled
              Regsistro do segundo dia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-BW_TO_VID_20140602_01 · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              Registro do segundo dia da viagem de subida entre São Gabriel e São Joaquim. Registro da passagem da voadeira pelas corredeiras da cachoeira de Tunuí, o principal obstáculo deste tipo de viagem no período do inverno.

              Untitled
              Entrevista com Carolina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-BW_TO_VID_20140604_02 · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              Entrevista com Carolina sobre cerâmica e o projeto de salvaguarda do conhecimento relativo à esta arte. Ao mesmo tempo foi feito o registro do processo de modelagem inicial dos potes de cerâmica e da história pessoal da ceramista.
              Participantes: Carolina Campos e Orlando Andrade Fontes (entrevistando).

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-BW_TO_VID_20140608_03 · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              Cenas da oficina de cerâmica em São Joaquim. Mulheres fazendo modelagem.
              Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos).

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-BW_TO_VID_20140609_01 · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              Cenas da oficina de cerâmica em São Joaquim. Mulheres fazendo modelagem.
              Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos).

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-BW_TO_VID_20140609_04 · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              Cenas da oficina de cerâmica em São Joaquim. Mulheres fazendo modelagem e pintura de peças.
              Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos). Carlos Fontes e Arcindo.

              Untitled
              Entrevista
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-BW_TO_VID_20140611_03 · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              Entrevista sobre a oficina e sobre as técnicas de pintura.
              Participantes: Nazária Andrade (52 anos; Maria de Lima (39 anos);

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191007_JBB_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Na imagem eu (Francineia Fontes) estava ajudando outros alunos a queimarem a roça da escola. Durante a queimada tivemos o remo de Arú (sapo) que estava com Dona Bidoca com que fez gesto como se estivesse remando, para chamar o vento e dando um grito em forma de cântico.

              Untitled
              Trabalho coletivo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191008_JBB_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Na foto percebemos o momento de “wayuri ou trabalho coletivo”, entre os alunos da escola. As crianças desde pequeno aprendem com os pais a valorizar os conhecimentos.

              Untitled
              Trabalho coletivo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191008_JBB_2 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              As crianças raspando mandioca, usando suas facas para raspar com todo cuidado e sabedoria. Deixando as mandiocas raspadas em cima da folha de bananeira.

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191009_FBF_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Na foto está a Dona Natália, ela é artesã profissional. Umas das mulheres ativa na produção de bolsas batidas, feito com tudo novelo.

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191009_FER_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Na imagem percebemos duas peneiras de beiju. Vemos a mulher usando sua sabedoria para colocar beiju um em cima do outro sem estragar, com todo cuidado vai colocando por cima.

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191009_ICM_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Na foto aparece a professora Alzira Castro, sentada enchendo o tipiti e ela vai colocando a massa dentro. Usando folhas de açaí para deixar tipiti sentar e pisar com pé, usando técnicas tradicionais do uso.

              Untitled
              Registro das narrativas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191011_JBB_2 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              A Dona Bibiana sentada em seu quintal. Onde por longo tempo ouvimos várias narrativas sobre roça, sobre narrativas antigas, depois ela cantou um cântico feminino “beno beno” cantada na língua baniwa.

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191011_LFR_2 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Oficina de registro realizada em outubro de 2019. Na foto aparece Dona Bidoca Castro sentada no rio, peneirando saúvas. Essa técnica é usado para tirar todas as parte da saúva, para poder ficar somente as cabeças, que será colocada com pimenta ou tucupi, que será usado como tempero dentro da caldeirada de peixe.

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191012_LFR_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Na foto aparece Dona Natália Martins, indo para sua roça, que fica umas 3 horas descendo o rio e depois subindo um igarapé, até o sítio Uwíwa (fecha).

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191015_LFR_4 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Na foto vemos uma panela no fogo com material dentro. Depois da mistura entre fixador e urucum, é levado ao fogo para ferver. Em seguida é colocado tucum branca na panela, e deixar ferver por uns minutos, até pegar ficar no ponto de tirar da panela. Enquanto isso as mulheres vão mexendo sempre para poder pegar a cor vermelha.

              Untitled
              Festa do Dabucurí
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191015_LFR_9 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              No meio estão as frutas oferecidos pela comunidade. Aparece a Dona Cleomar e sua Nora Laura colocando farinha no balde, e as crianças aparecem do lado também.

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191018_LFR_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Na imagem aparece Dona Lúcia Emílio pegando e mostrando as frutinhas de pakúwa katinga (Banana que tem cheiro), a sua casca vai ser usado para tingir tucum e a fruta vai ser comido com beiju.

              Untitled
              Técnicas de plantio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191020_LFR_3 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Dona Cleomar, com seu aturá cheio de maniva quebradas em pedaços, seu tucum e tomando seu xibé. Os pedaços de manivas estão prontos para serem plantadas na roça que foi queimada.

              Untitled
              Plantio da roça
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191020_LFR_4 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Dona Cleomar com seus pedaços de maniva que vão ser usado para continuar plantando a roça recém queimada.

              Untitled
              Frutas dentro do aturá
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191020_LFR_6 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Uma cesta ( aturá) cheio de frutas: cará e na folha de embaúba estão os cajus, plantadas na roça.

              Untitled
              Saberes culinárias
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191022_JBB_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Em cima de uma peneira de farinha, tem 03 pedaços de curada (beiju feito com goma).

              Untitled
              Lugar de descanso
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191023_LFR_6 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Na foto a Dona Aparecida está descansando. As roças ficam muito longe. Quando voltam da roça trazendo frutas ou mandioca, no meio do caminho sempre tem pedaços de pau caído que serve como pontos estratégico de descanso. Depois disso segue caminhando.

              Untitled
              Registro Geral
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191105_LFR_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Registro de petroglifos importantes para a cosmologia baniwa. Lugar do surgimento da humanidade segundo a tradição Baniwa, o lugar chamado Wapui-Cachoeira.

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191106_LFR_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Início das atividades de registro sobre o conhecimento das mulheres baniwa sobre as plantas. D. Felícia replanta pé de pimenta na sua roça

              Untitled
              Comida Tradicional
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191108_LFR_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              A Mujéca é o prato mais comum no dia-a-dia: mistura-se o peixe cozido com goma numa panela para aumentar o rendimento. Come-se sempre com bastante pimenta. Comida consumida no cotidiano da comunidade: mujeca, peixe cozido e pimenta.

              Untitled
              Registro Geral
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191108_LFR_2 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Registro do cotidiano da comunidade de Ucuqui Cachoeira. Nesse momento ouvimos várias narrativas sobre a roça e D. Maria come mujeca em sua casa, umas das anciãs mais velha da comunidade.

              Untitled
              Conhecimento sobre caminhos
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191108_LFR_3 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              D. Maria e seu filho Paulo seguem para a roça, no caminho da floresta. Domínio dos caminhos na floresta ao redor de Ucuqui

              Untitled
              Colheita de abacaxi na roça
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191118_LFR_5 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Crianças brincam na roça, próximas à colheita do abacaxi. Destaque para uma variedade grande de abacaxi, que já havia sido parcialmente comido por um animal na roça.

              Untitled
              Caminho da roça
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191119_FBF_2 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Verônica e família a caminho de sua roça, no motor de polpa. Essa imagem representa as famílias quando vão para roça, arrancar mandioca ou capinar. Vão os pais, filhos e cachorros.

              Untitled
              Roça na Terra Firma
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191119_JBB_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Vista ampla da roça, com destaque para as manivas. Essa roça é na terra firme, o tamanho da roça é enorme, na roça percebesse q diversidade de manivas, muitas variedades de pimentas e cultivo de outras frutas.

              Untitled
              Tipiti e o sumo da mandioca
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191121_CPC_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Detalhe sobre processamento da mandioca. Do tipiti sai da massa que será que peneirada e torrada para fazer farinha e também a manicuera que pode ser fervida e usada na quinhampira (peixe com pimenta).

              Untitled
              Coletando casca de caraípe
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191105_FBF_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Na foto aparecem a Francy Silva, Cleonice e uma mulher baniwa juntam as cascas caraípe em seus aturás.

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191125_SCF_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Na imagem vemos o feixe de tucum que foi tirado de uma palmeira, que fica nas capoeiras.

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191126_CPC_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Quando as mulheres vão para roça, elas sempre tomar xibé, antes de ir para roça. Momento que elas socializam os afazeres para depois.

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191127_JBB_1 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              Em uma das atividades que registramos, descobrimos uma riqueza entre cunhadas. À esquerda é a Gorete mãe solteira, à direita sua cunhada Nilda casada com irmão da Gorete. Por sua cunhada ser mãe solteira, a sua cunhada deu para ela metade da roça. Gorete plantou sua roça, o que separa a roça é uma fileira de abacaxi, demarcando parte das duas. Quanta riqueza sobre o cuidado com o outra.

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20190220_FBF-JBB_01 · Item · 2019
              Part of Arquivístico

              O filme conta a rotina da minha família, nessa relação entre comunidade e sítios, entre rios, igarapés e trilhas. Aborda o cotidiano das famílias da comunidade, os aprendizados do dia a dia, os trabalhos na roça e a nossa relação com os nossos animais de estimação. Mas o filme relata a nossa vida e os nossos caminhos.

              Untitled