No dia 15 de outubro, dia dos professores, teve uma festa tradicional para professores, e na qual nós também fomos homenageado pela comunidade. Na foto está o Senhor Paulino e Senhor Messias soprando o instrumento de Japurutu e outros homens atrás tocando instrumento de mawáku.
Sem títuloBaniwa
275 Descrição arquivística resultados para Baniwa
A Dona Bidoca Castro com suas mãos vai amassando as sementes na água. E com as técnicas vai Separando as sementes e vai ficar apenas o líquido que vai ser usado para tingir tucum.
Sem títuloA Dona Bidoca Castro segura a panela de urucum e a Dona Isabel derrama fixador (casca de castanheira) e ela vai misturar, e sem seguida levar ao fogo e deixar ferver.
Sem títuloNa foto aparece uma aturá (cesta) cheio de frutas variadas, tiradas de diversos lugares. Frutas tirada da roça (banana, abío e pimenta), da floresta ( cupuí -cupuaçu do mato, chumbinho -açaí, umarí), da beira do rio( periquito castanha). Quando vamos para roça sempre há essa variedade de colher frutas diferentes ao longo do caminho percorrido.
Sem títuloEsses artefatos que são usados pelas mulheres na casa de forno. O círculo é feito de turí (talo de uma árvore), é um molde usado para fazer beiju; vassourinha feito de piaçaba; tarubá feito com pedaço de madeira; abano feito com talos de tucum, usado para virar beiju e outro abano feito com arumã, também para virar beiju, existe dois de tipos de abano; um remo para torrar farinha e por baixo está peneira de farinha.
Sem títuloNa foto está Aparecida que é a dona e sua filha. Chegando na roça ela falou sobre as diferentes entre as roças antiga, onde tem apenas frutas e a roça nova, onde ainda tem manivas e outros tipos de frutas que são cultivados na roça.
Sem títuloNa foto vemos uma menina, em suas mãos está sua panela colhendo pimenta, perto está seu cachorro. Essa imagem representa todas as crianças indígenas. Vão com as mães para colher frutas e outros afazeres, já aprendendo muitas coisas.
Sem títuloO Senhor Antônio Almeida está benzendo kariamã da Helena, nora da Cleomar. Depois do nascimento do seu filho, era hora de benzer para ela e o beber poderem tomar banho no rio. Protegendo seus corpos dos seres invisíveis.
Sem títuloDona Cleomar soprando cigarro benzido no seu neto. A regra é sobra do meio da cabeça e vai descendo para os pés. E depois ela deixa ele lamber um pouquinho de pimenta, a mãe, o pai e o filho, para eles serem já protegidos.
Sem títuloNa foto vemos tigelas de quinhampira moqueado, algumas com peixe salgado, peixe fresco e beiju sempre está presente na mesa. Cada mulher prepara sua quinhampira do seu jeito para levar e compartilhar no centro comunitário e comer com seus parentes.
Sem títuloPela manhã bem cedo. Já estava no fogo, uma panela com peixe salgado. Essa quinhampira (peixe salgado com pimenta e tucupi), estava sendo preparada para levar ao centro comunitário para compartilhar com os parentes na hora do Caribé (café da manhã).
Sem títuloNa foto percebemos as coisas sendo passado na cachoeira de Tunuí. Tivemos que arrastar o bote e motor, pois a cachoeira estava muito forte, tivemos apoio dos rapazes da comunidade para carregar alimentos e combustível.
Sem títuloRegistro do cotidiano da comunidade de Ucuqui Cachoeira. Os Meninos jogando bola.
Sem títuloCapinar é um procedimento de cuidado da roça - é muito comum entre os povos do rio Negro e também observado em Ucuqui Cachoeira.
Sem títuloCriança exibe uma pimenta, no meio da roça. Pimentas são bastante apreciadas na região, fazem parte da cosmologia nativa e geram renda a partir de uma rede de produtos sustentáveis.
Sem títuloPlantação de milho na roça da Nadma
Sem títuloDepois de visitar todas as roças da comunidade, reunimos todas as mulheres na maloca para um compartilhamento de sementes, cultivos, histórias e saberes. Nessa foto, Francineia apresenta os objetivos do encontro.
Sem títuloAs mulheres cultivam diferentes plantas na roça, para além das manivas e das pimentas. Essa pequena amostra contém 10 espécies distintas cultivadas em Ucuqui, sendo a maioria para alimentação.
Sem títuloMulheres exibem produtos variados na foto de encerramento da roda de conversa. Mulheres e plantas cultivadas possuem uma estreita relação para os povos do Rio Negro.
Sem títuloFrancy Silva voltando para casa com seu aturá cheio de cascas de caraípe nas costa.
Sem títuloDona Carol e Francy Silva peneiram o barro (dekai) para tirar pedras e outros tipos de restos.
Sem títuloDepois de um longo dia de trabalho, mulheres Baniwa sentadas no centro comunitário. Momento de partilha com toda a comunidade, sempre compartilhando seus alimentos.
Sem títuloDona Laura molda a argila em tábua de madeira.
Sem títuloDois pratos recém moldado e um pote de água para ajudar a moldar.
Sem títuloNa foto tem semente de Inajá e uma pedra que servem para alisar e fazer brilhar as cerâmicas.
Sem títuloRegistro do cotidiano da roça. Dona Isaura na sua roça de abacaxis, na qual falou sobre o seus cultivos, variedades de manivas, tipos de abacxi e outras frutas. Falando sobre o cuidado que deve ter com a roça.
Sem títuloRegistro de técnicas e processos de pintura das peças de cerâmica antes da queima. Mulher Baniwa pintando uma padrão de grafismo Baniwa em uma cerâmica, usando fios de cabelo para fazer o desenho.
Sem títuloMulher baniwa pintando sua cerâmica com grafismo indígena.
Sem títuloA direita está Dona Arcélia e esquerda Dona Maria Brasão cortando lenha para fazer a fogueira e queimar as cerâmicas.
Sem títuloPeças de Cerâmicas queimando na fogueira.
Sem títuloCerâmicas com pigmento verde acima do fogo, sendo defumadas.
Sem títuloDona Carol queimando as suas peças pequenas no forno de cerâmica.
Sem títuloDona Cristina Santos puxando fibra de tucum, usando suas habilidades de mestra.
Sem títuloA jovem Gorete tirando tucum do talo cheio de espinhos, usando suas técnicas.
Sem títuloDurante a retirado de tucum. Quando passamos por uma roça a Dona Graciela com seu ganho no ombro e terçado na mão, nos mostra remédio que tem na roça, falando sobre a planta e seus processos de cura.
Sem títuloNa foto vemos as mulheres cada uma com feixes de tucuns, voltando para comunidade.
Sem títuloA Nilda na beira do rio lavando seus tucuns.
Sem títuloNessa imagem vendo a jovem indígena capinando e ao mesmo tempo seu aturá estava perto cheio de raízes de mandioca. Atrás uma moita de capim. Quando arrancamos mandioca sempre fazemos fogo para limpar a roça e facilita no processo.
Sem títuloNa imagem a jovem Nilda levanta sua pêra (trançado feito com folha de patoá), cesta apropriada para colocar batata na hora de colher a raiz.
Sem títuloO filme mostra falas de duas mulheres baniwa, falando sobre a roça da mãe e o cultivo de pimenta da D. Laura. Elas apresentam os tipos de pimenta que tem na roça e sua importância na nossa vida, desde os tempos primórdios usamos a pimenta como proteção que nosso corpo precisa, servindo como anticorpo das doenças. Na vida dos Baniwa a pimenta é muito importante, assim fazendo parte do nosso mundo.
Sem títuloO filme mostra todo processo da cerâmica, desde a retirada casca de caraipé (arvore), retirada da argila, queimada da casca de caraipé, moldação de cerâmica, polimento, pintura e queimada. Acompanhamos todo processo juntamente com as mulheres todos os passos ouvindo as narrativas e sobre a importância das histórias envolvido na arte.
Sem títuloNesse período, o principal desafio das comunidades e organizações indígenas passou da repressão imposta pelo sistema de escolarização dos missionários à resistência das autoridades oficiais de educação em reconhecer e apoiar as escolas indígenas, conforme assegurado na Constituição Federal de 1998
Sem títuloCom o tema Manejo do Mundo: conhecimentos e práticas dos povos indígenas do Rio Negro, o seminário que teve início hoje (9/4) tem como objetivo propiciar o diálogo entre várias concepções indígenas sobre manejo de recursos naturais, práticas de observação da natureza na constituição de calendários ecológicos, ciclo de vida dos animais e das pessoas; práticas de manejo ambiental que vêm sendo desenvolvidos pelas associações indígenas locais, discursos e articulações com diversos atores sejam cientistas, políticos, sociedade civil em torno da problemática das mudanças climáticas.
Sem títuloCena do rio Negro em frente ao prédio do Instituto Socioambiental, em São Gabriel da Cachoeira
Sem títuloRegistro do primeiro dia da viagem de subida entre São Gabriel e São Joaquim. A chegada em Tunuí foi realizada à noite, portanto não houve registro da aldeia neste dia, somente no dia seguinte.
Participantes: Armindo de Souza Brazão, piloto de voadeira.
Cenas do entardecer em São Joaquim.
Sem títuloCenas da oficina de cerâmica em São Joaquim.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos).
Entrevista com Ana sobre cerâmica e o projeto de salvaguarda do conhecimento relativo à esta arte. Ao mesmo tempo foi feito o registro da história pessoal da ceramista e da tradição de ensino da cerâmica no contexto do Kalidzamai, parte do ritual de iniciação feminina entre os Baniwa.
Participantes: Ana Brazão e Orlando Andrade Fontes (entrevistando).
Entrevista sobre a importância do arumã e da cerâmica para os Baniwa; entrevista sobre a vida dos baniwa antes do acesso às mercadorias.
Participantes: Carlos Fontes e Orlando Andrade Fontes (entrevistando).
Homens consertando telhado de arumã da casa onde estava hospedado o antropólogo.
Sem títuloAmanhecer na aldeia de São Joaquim. Mulheres tomando banho matinal com bebê. Cena de Nazária e Carlos polindo cerâmica junto da fogueira, após o banho.
Participantes: Carlos Fontes e Nazária Montenegro
Cenas da oficina de cerâmica em São Joaquim. Mulheres fazendo modelagem e homens tocando flauta japurutu no espaço da oficina.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos). Carlos Fontes e Arcindo.
Cenas da oficina em dia de chuva. Mulheres pintando peças. Detalhes de diversas peças pintadas, o uso de fotografias como referencia nos desenhos.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos).
Mulheres chegando no local da oficina.
Participantes: Diversos
Cenas da oficina de cerâmica em São Joaquim. Mulheres queimam as peças de cerâmica em uma roça nos arredores da comunidade.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos).
Registro de técnica de envernizamento da cerâmica.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos).
Cenas de chuva e fim de chuva na comunidade.
Sem títuloRegistro de técnicas de verniz e defumação de objetos para acabamento.
Participantes: Carolina, Dorinha e Maiara Campos.
Cenas do cotidiano da oficina.
Participantes: Diversos
Cenas do final da oficina.
Participantes: Diversos
Mandiocas lavados dentro do aturá e outras ainda estão dentro da água.
Sem títuloAs mulheres estão puxando tucum para poder tirar os fios. Na imagem estão Dona Iris Bitencourt, Mariela Batista, Isabel Castro e Bidoca Castro.
Sem títuloNa imagem a Dona Virgília Almeida está com seu feixe de tucum na cabeça, no meio da floresta, juntamente com as outras mulheres.
Sem títuloNa foto está Dona Lúcia Emílio está com seu tucum tingido na mão, com cor vermelha. E perto dela está outros tucuns de cores vermelhos e amarelos, que foram tingidos nesse processo de tingimentos. O material é tudo tirado dos quintais que são usados para tingir tucum, sempre usando técnicas tradicionais.
Sem títuloNa foto vemos uma panela com casca de castanheira fervendo. A casca de castanheira serve como fixador.
Sem títuloNa foto temos tucum rama, é a matéria-prima de cor natural, depois de lavar e secar, o tucum fica bem branca. Ficando pronto para fazer vários tipos de artesanatos e pode ser fiado para ser novelo.
Sem títuloNa foto vemos tucum já tingido com mangarataia. Mangarataia é uma raiz. Depois socar as raízes na panela e misturar com fixador, é levado ao fogo para ferver. Em seguida é colocado tucum branca na panela, e deixar ferver por uns minutos, até pegar ficar no ponto de tirar da panela. Enquanto isso as mulheres vão mexendo sempre para poder pegar a cor amarela.
Sem títuloAs pessoas da comunidade todos indo em fileira para centro comunitário. Todos estão com algo nas mãos de crianças aos mais velhos. No dabucurí eles levam para oferecer peixes, caças, frutas diversos, farinha, beiju, curada, tapioca, caxiri e outros.
Sem títuloNa foto estão tocando japurutu e dançando, o Senhor Paulino e Bibiana, Ilda e Messias. Atrás outras pessoas da comunidade vão deixando no meio as coisas que estão oferecendo as professores.
Sem títuloA foto vemos um aturá com Feixe de maniva, que estão na beira da roça, que vai ser plantada.
Sem títuloUma roça recém queimada, que já está plantada. A dona da roça no meio, quebrando manivas.
Sem títuloNa foto vemos uma enorme panela no fogo. Dentro da panela está o líquido tirado da mandioca, o preparo leva muito tempo para poder ficar pronto, que chamamos de “tucupi”, que é nosso único tempero, que colocamos no peixe.
Sem títuloDona Aparecida seguindo seu esposo na trilha, e sua filhinha atrás dela.
Sem títuloDepois de um longo processo de fazer o beiju, usando toda sabedoria do “fazer”, enfim está pronto o beiju para fazer caxiri.
Sem títuloA Dona Lúcia em seu quintal moqueando (defumando) pedaços de surubim (pintada), debaixo de açaizeiros.
Sem títuloNa imagem vemos várias panelas de caribé (beiju fervido), mingau (farinha fervida), mingau com goma, mingau de abacaxi. Na comunidade sempre há momentos de compartilhar comida com demais parentes nos centros comunitários. Que chamamos de caribé, onde levamos nossa comida para comer juntos.
Sem títuloCanoa sendo carregada por vários homens para ultrapassar pedras da cachoeira. Registro da dificuldade para se chegar à Ucuqui-Cachoeira, depois de muitos dias de viagem.
Sem títuloA casa de Pimenta Baniwa tem várias unidades na bacia do Içana, sendo uma delas na comunidade de Ucuqui.
Sem títuloA maloca é onde se realizam as refeições coletivas ao longo da semana e também todas as reuniões, cerimônias e festas coletivas de toda a comunidade.
Sem títuloApresentação de 11 espécies diferentes de pimentas cultivadas na roça da D. Dulcila Fontes. Pimentas são bastante apreciadas na região, fazem parte da cosmologia nativa e geram renda a partir de uma rede de produtos sustentáveis.
Sem títuloNádma apresenta o tuberculo do cará na sua roça, ao lado do pé de cará. Além das manivas e pimentas que constituem os principais cultivos de roça, as mulheres de Ucuqui apresentam grande diversidade de plantio.
Sem títuloVerônica a caminho de sua roça navegando com canoa e motor de polpa para chegar até a sua roça. Navegar pelo igarapé é uma rotina das mulheres.
Sem títuloD. Carmem apresenta as manivas com seus nomes em baniwa. Falou sobre o cuidado que tem com suas manivas e plantas que tem na roça. Contou a história do Kaali o dono da roça, segundo nossas narrativas, dizendo que para agradar o dono da roça, precisa fazer caxirí e assim ter sempre mandioca na roça. As manivas são o principal cultivo da roça e as mandiocas, suas raízes, são a base do consumo alimentar da comunidade.
Sem títuloA caminho da roça, uma mulher carrega seu mingau de cubiu. Quando a mulher vai para roça sempre leva algo para seus filhos. Aqui a mulher levou mingau de cubío, uma fruta comum que tem nas roças
Sem títuloLúcia exibe suas manivas na roça. Na roça sempre há enormes diversidade e variedade de manivas cultivadas pelas mulheres da comunidade.
Sem títuloDepois de visitar todas as roças da comunidade, reunimos todas as mulheres na maloca para um compartilhamento de sementes, cultivos, histórias e saberes. Nessa foto, Lorena, Francineia e Júlia, componentes da equipe, integram a roda.
Sem títuloDona Carol e Arcélia peneiram as cinzas.
Sem títuloRegistros de técnicas e processos de modelagem após a subida inicial das peças de cerâmicas. A jovem Francy Silva ensinando às meninas Baniwa como moldar a cerâmica.
Sem títuloNa foto a Madalena faz teste no korawali (apito) para ver se está soando bem.
Sem títuloJovem garota baniwa lustra pequeno prato de cerâmica.
Sem títuloDona Maria Brazão lustrando seu prato, e fazendo acabamento e polindo seu prato para ficar brilhoso, usando caroço de inajá na finalização
Sem título