Importante coletânea que reúne sete estudos, alguns publicados anteriormente, versando sobre diferentes dimensões da história dos índios do noroeste amazônico, com destaque para os Baniwa. Para além do mérito de reunir num só volume uma produção dispersa por revistas e coletâneas, o autor apresenta versões atualizadas e as contextualiza face aos debates atuais na etnologia sul-americana. Wright junta a análise documental – incluindo um material muito rico sobre a escravidão dos índios no século XVIII – com mais de vinte anos de pesquisa etnográfica, valorizando em primeiro plano as versões e interpretações indígenas sobre um passado marcado não apenas por grandes transformações, como também pela persistência de modos de vida e de pensar, a contrapelo das mudanças
WRIGHT, Robin MBaniwa
275 Descrição arquivística resultados para Baniwa
Homens consertando telhado de arumã da casa onde estava hospedado o antropólogo.
Thiago Lopes da Costa OliveiraHomens trabalhando arumã. Entrevista sobre a importância do arumã (Mario e Carlos) e da cerâmica (Carlos) para os Baniwa.
Participantes: Mario de Lima e Carlos Fontes.
Nessa imagem vendo a jovem indígena capinando e ao mesmo tempo seu aturá estava perto cheio de raízes de mandioca. Atrás uma moita de capim. Quando arrancamos mandioca sempre fazemos fogo para limpar a roça e facilita no processo.
Francineia Bitencourt FontesO filme mostra falas de duas mulheres baniwa, falando sobre a roça da mãe e o cultivo de pimenta da D. Laura. Elas apresentam os tipos de pimenta que tem na roça e sua importância na nossa vida, desde os tempos primórdios usamos a pimenta como proteção que nosso corpo precisa, servindo como anticorpo das doenças. Na vida dos Baniwa a pimenta é muito importante, assim fazendo parte do nosso mundo.
Julia Bernstein BarretoO filme conta a rotina da minha família, nessa relação entre comunidade e sítios, entre rios, igarapés e trilhas. Aborda o cotidiano das famílias da comunidade, os aprendizados do dia a dia, os trabalhos na roça e a nossa relação com os nossos animais de estimação. Mas o filme relata a nossa vida e os nossos caminhos.
Francineia Bitencourt FontesPublicação sobre a relação do povo indígena Baniwa na Terra Indígena Alto Rio Negro com a piscicultura
Estorniolo, MilenaNa foto a Dona Aparecida está descansando. As roças ficam muito longe. Quando voltam da roça trazendo frutas ou mandioca, no meio do caminho sempre tem pedaços de pau caído que serve como pontos estratégico de descanso. Depois disso segue caminhando.
Lorena França ReisNa foto está a Anny, Fabrício e Bruno levando mandioca no igarapé. Eles lavam e vão colocando dentro do aturá para depois levar nas costas para serem ralados.
Lorena França ReisCom o tema Manejo do Mundo: conhecimentos e práticas dos povos indígenas do Rio Negro, o seminário que teve início hoje (9/4) tem como objetivo propiciar o diálogo entre várias concepções indígenas sobre manejo de recursos naturais, práticas de observação da natureza na constituição de calendários ecológicos, ciclo de vida dos animais e das pessoas; práticas de manejo ambiental que vêm sendo desenvolvidos pelas associações indígenas locais, discursos e articulações com diversos atores sejam cientistas, políticos, sociedade civil em torno da problemática das mudanças climáticas.
Cabalzar, AloisioNa foto temos tucum rama, é a matéria-prima de cor natural, depois de lavar e secar, o tucum fica bem branca. Ficando pronto para fazer vários tipos de artesanatos e pode ser fiado para ser novelo.
Lorena França ReisMistura de cinza de caraípe (kawa) com barro (dekai) para fazer a base de cerâmica. Aparece a mão de Dona Arcélia.
Julia Bernstein BarretoDona Carol e Francy Silva peneiram o barro (dekai) para tirar pedras e outros tipos de restos.
Ceci Penido da CunhaQuando as mulheres vão para roça, elas sempre tomar xibé, antes de ir para roça. Momento que elas socializam os afazeres para depois.
Ceci Penido da CunhaNa imagem a jovem Nilda levanta sua pêra (trançado feito com folha de patoá), cesta apropriada para colocar batata na hora de colher a raiz.
Julia Bernstein BarretoNa imagem pudemos ver as mulheres arrancando mandioca na roça. Usando suas técnicas milenares, do cuidar das manivas, de como deve ser feito, sempre usando métodos próprio. Fazendo fogo, capinando e fazendo replantio novamente.
Francineia Bitencourt FontesMulheres chegando no local da oficina.
Participantes: Diversos
Mulheres exibem produtos variados na foto de encerramento da roda de conversa. Mulheres e plantas cultivadas possuem uma estreita relação para os povos do Rio Negro.
Lorena França ReisAs Jovens mulheres no caminho da roça com suas cabeças de Tucum
Julia Bernstein BarretoNa imagem as mulheres com seus aturás nas costas e cesta em sua cabeça, voltando da roça para casa.
Julia Bernstein BarretoNa trilha da cidadania reúne 14 iniciativas voltadas para a promoção dos direitos dos povos indígenas, desenvolvidas por suas próprias comunidades ou com sua decisiva participação. São experiências premiadas ao longo dos oito ciclos anuais de premiação do Programa Gestão Pública e Cidadania, realizados entre 1996 e 2003
BARBOZA, Helio Batista (org)Como transformar a pluralidade social presente no microespaço da sala de aula em estímulo para rearranjos pedagógicos, curriculares e organizacionais que compreendam a tensão gerada na sua positividade, a fim de ampliar e tornar mais complexo o diálogo entre realidades, perspectivas, concepções e projetos originados da produção da diversidade sociocultural? Como superar a invisibilidade institucionalizada das diferenças culturais que; valida avaliações sobre desempenho escolar de crianças, jovens e adultos sem considerar as suas realidades e pertencimentos sociais?; O impulso pela democratização e afirmação dos direitos humanos na; sociedade brasileira atinge fortemente muitas das nossas instituições estatais,atreladas a projetos de estado-nação comprometidos com a anulação das diferenças culturais de grupos subordinados. Neste contexto,as diferenças culturais dos povos indígenas, dos afro-descendentes e de outros povos portadores de identidades específicas foram sistematicamente negadas, compreendidas pelo crivo da inferioridade e, desse modo, fadadas à assimilação pela matriz dominante.; A proposta é articular os atores sociais e os gestores para que os desafios que foram postos estabeleçam novos campos conceituais e práticas de planejamento e gestão, renovados pela valorização da diversidade sociocultural, que transformem radicalmente posições preconceituosas e discriminatórias.
LUCIANO, Gersem dos SantosFrancy Baniwa na oficina de audiovisual ensinando à algumas crianças da comunidade a operar a câmera.
Julia Bernstein BarretoMostra um retrato minucioso do indigena alto-rio-negrino, desvendando seu saber sobre o meio amazonico e suas tecnicas de preservacao do meio ambiente. Em uma descricao densa, mostra como outras culturas preservam quase intacta uma diversidade biologica ainda pouco conhecida e estudada. Os indios das aguas pretas demonstram a importante contribuicao que os estudos antropologicos podem fornecer na busca de solucoes alternativas para a resolucao de problemas que tem mobilizado entidades conservacionistas do mundo todo e exigido a tomada de posicao de autoridades governamentais
RIBEIRO, Berta G (1899-1958)Etnografia sobre a relação dos chamados "piaçabeiros" no médio rio Negro e suas relações de conflito existentes
Menezes, Elieyd Sousa deDepois de um longo processo de fazer o beiju, usando toda sabedoria do “fazer”, enfim está pronto o beiju para fazer caxiri.
Lorena França ReisVerônica a caminho de sua roça navegando com canoa e motor de polpa para chegar até a sua roça. Navegar pelo igarapé é uma rotina das mulheres.
Francineia Bitencourt FontesPublicação sobre a produção e comercialização da pimenta jiquitaia produzida nas comunidades Baniwa dos rio Içana e Ayari
Garcia, Aloncio [et.al.]Dona Bidoca pintando rosto do Fabrício com karajurú ou Crajirú. Antes de fazer dabucurí todos estavam se pintando para participar da festa.
Julia Bernstein BarretoPlantação de milho na roça da Nadma
Ceci Penido da CunhaDona Cleomar com seus pedaços de maniva que vão ser usado para continuar plantando a roça recém queimada.
Lorena França ReisResultado de ampla pesquisa na qual a autora apresenta os diversos aspectos que compõem o complexo mundo baniwa, a importância que a doença ocupa nele, suas especificidades, sua cultura, seu modo estóico de vida, suas inter-relações com outros grupos étnicos do Alto Rio Negro, Amazonas. Nos permite mergulhar e melhor compreender o "caleidoscópio de problemas vividos hoje pelos povos indígenas" no Brasil em diversas áreas. Sociopoliticamente de alta relevância, revela a distância entre as necessidades desse povo e os serviços de saúde para eles disponibilizados, pautados por um tendência à uniformização e baixa sensibilidade às diferenças culturais
GARNELO, LuizaPreparação do bongo que levou o material de apoio da oficina de produção de cerâmica para São Joaquim, incluindo abastecimento de gasolina e de rancho. O abastecimento foi feito no porto Queiroz Galvão.
Participantes: Mario de Lima, hohodeni de São Joaquim e seus ajudantes
Na foto vemos que a caixa da água se tornou um artefato, onde as mulheres colocaram a massa de mandioca dentro. Pela quantidade de massa de mandioca a, caixa da água se tornou útil.
Julia Bernstein BarretoA Dona Isabel Castro e Bidoca Castro, estão puxando tucum, usando suas técnicas tradicionais para tirar os fios da folha de tucum.
Julia Bernstein BarretoMomento em que elas estão puxando o tucum para tirar fios da folha. Elas sentam embaixo de jambeiro para fazer o trabalho
Ceci Penido da CunhaDepois de todo processo de puxar tucum. Na foto a Dona Virgília Almeida, posa com seus talos de tucum, que vai ser usado para fazer abano e seus fios de tucum que vão ser lavados.
Francineia Bitencourt FontesDona Cristina Santos puxando fibra de tucum, usando suas habilidades de mestra.
Ceci Penido da CunhaTucum já puxado e suas folhas no chão.
Julia Bernstein BarretoNa imagem vemos o trabalho coletivo entre as mulheres e crianças da comunidade, para puxar seus feixes de tucum.
Sany Camico FontesNa imagem vemos o feixe de tucum que foi tirado de uma palmeira, que fica nas capoeiras.
Sany Camico FontesDona Cristina processando o tucum.
Sany Camico FontesNa foto, aparece uma panela de açaí sendo mexido com cuia yamarú. Depois de ser socado com pedaço de madeira, já está no ponto de fazer o vinho de açaí, coar em seguida e depois tomar xibé de açaí (farinha com açaí).
Lorena França ReisA Dona Bidoca Castro com suas mãos vai amassando as sementes na água. E com as técnicas vai Separando as sementes e vai ficar apenas o líquido que vai ser usado para tingir tucum.
Lorena França ReisNa foto aparece Dona Carol pilando as cascas queimadas para transformá-las em cinza.
Ceci Penido da CunhaDona Carol e Arcélia peneiram as cinzas.
Ceci Penido da CunhaBacia com cascas queimadas.
Ceci Penido da CunhaCascas de karaipé queimando em uma fogueira.
Julia Bernstein BarretoNa foto vemos uma panela com casca de castanheira fervendo. A casca de castanheira serve como fixador.
Lorena França ReisNa imagem aparece as mãos de Dona Lúcia Emílio, que está espocando as frutas de urucum para tirar suas sementes e tingir ramas de tucum.
Ceci Penido da CunhaNa foto vemos tigelas de quinhampira moqueado, algumas com peixe salgado, peixe fresco e beiju sempre está presente na mesa. Cada mulher prepara sua quinhampira do seu jeito para levar e compartilhar no centro comunitário e comer com seus parentes.
Lorena França ReisNa foto percebemos as coisas sendo passado na cachoeira de Tunuí. Tivemos que arrastar o bote e motor, pois a cachoeira estava muito forte, tivemos apoio dos rapazes da comunidade para carregar alimentos e combustível.
Julia Bernstein BarretoA Dona Bibiana sentada em seu quintal. Onde por longo tempo ouvimos várias narrativas sobre roça, sobre narrativas antigas, depois ela cantou um cântico feminino “beno beno” cantada na língua baniwa.
Julia Bernstein BarretoRegistro de processo de elaboração de matéria-prima. Processando cinza de Kawa (caraípe), queimando e pilando. Misturando cinza de kawa pilada com barro (dekay). Ao final, imagens do local da oficina com ceramistas trabalhando na modelagem de peças.
Participantes: Carolina Campos
Registro de técnica de acabamento com fumaça.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos).
Registro de técnica de envernizamento da cerâmica.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos).
A Dona Bibiana fazendo beiju, sempre usando suas técnicas de fazer. Forno deve está numa temperatura certa para poder dá certo. Sempre usando os saberes tradicionais e usando os artefatos próprios
Julia Bernstein BarretoPela manhã bem cedo. Já estava no fogo, uma panela com peixe salgado. Essa quinhampira (peixe salgado com pimenta e tucupi), estava sendo preparada para levar ao centro comunitário para compartilhar com os parentes na hora do Caribé (café da manhã).
Julia Bernstein BarretoNa imagem percebemos duas peneiras de beiju. Vemos a mulher usando sua sabedoria para colocar beiju um em cima do outro sem estragar, com todo cuidado vai colocando por cima.
Fernanda Olímpio ChavesUma roça recém queimada, que já está plantada. A dona da roça no meio, quebrando manivas.
Lorena França ReisDona Cleomar Olímpio com seus aturás em sua roça que foi queimada recente que está no processo do plantio de maniva e de frutas.
Lorena França ReisMandiocas lavados dentro do aturá e outras ainda estão dentro da água.
Lorena França ReisRegistro de técnicas de verniz e defumação de objetos para acabamento.
Participantes: Carolina, Dorinha e Maiara Campos.
Na foto está Dona Lúcia Emílio está com seu tucum tingido na mão, com cor vermelha. E perto dela está outros tucuns de cores vermelhos e amarelos, que foram tingidos nesse processo de tingimentos. O material é tudo tirado dos quintais que são usados para tingir tucum, sempre usando técnicas tradicionais.
Francineia Bitencourt FontesNa imagem eu (Francineia Fontes) estava ajudando outros alunos a queimarem a roça da escola. Durante a queimada tivemos o remo de Arú (sapo) que estava com Dona Bidoca com que fez gesto como se estivesse remando, para chamar o vento e dando um grito em forma de cântico.
Julia Bernstein BarretoRegistro do primeiro dia da viagem de subida entre São Gabriel e São Joaquim. A chegada em Tunuí foi realizada à noite, portanto não houve registro da aldeia neste dia, somente no dia seguinte.
Participantes: Armindo de Souza Brazão, piloto de voadeira.
Mulheres Baniwa sentadas, depois de uma longo dia de trabalho, momento de tomar xibé de patuá, e aproveitar para conversar mais sobre as peças feitas .
Ceci Penido da CunhaImagem da casa onde as peças de cerâmicas estão sendo defumadas e queimadas.
Julia Bernstein BarretoDepois de um longo dia de trabalho, mulheres Baniwa sentadas no centro comunitário. Momento de partilha com toda a comunidade, sempre compartilhando seus alimentos.
Francineia Bitencourt FontesCanoa sendo carregada por vários homens para ultrapassar pedras da cachoeira. Registro da dificuldade para se chegar à Ucuqui-Cachoeira, depois de muitos dias de viagem.
Lorena França ReisRegistro de petroglifos importantes para a cosmologia baniwa. Lugar do surgimento da humanidade segundo a tradição Baniwa, o lugar chamado Wapui-Cachoeira.
Lorena França ReisRegistro do cotidiano da comunidade de Ucuqui Cachoeira. Nesse momento ouvimos várias narrativas sobre a roça e D. Maria come mujeca em sua casa, umas das anciãs mais velha da comunidade.
Lorena França ReisRegistros da coleta de resina vegetal, barro e casca de caraípe, utilizados no preparo da cerâmica.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos).
A Nilda na beira do rio lavando seus tucuns.
Julia Bernstein BarretoA Dona Graciela lavando seus tucuns e suas filhas perto dela tomando banho, sempre perto para aprender.
Julia Bernstein BarretoDona Graciela tirando tucum e organizando as folhas de tucum, sempre usando técnicas para não pegar os espinhos.
Francineia Bitencourt FontesA jovem Gorete tirando tucum do talo cheio de espinhos, usando suas técnicas.
Francineia Bitencourt FontesDona Cristina com gancho e tucum na mão e Graciela passando no meio a uma roça de capoeira.
Francineia Bitencourt FontesDona Graziela Fontes tirando tucum do talo cheio de espinhos.
Francineia Bitencourt FontesNessa imagem as mulheres depois de tirar tucum, estavam no meio da roça aguardando as demais mulheres.
Francineia Bitencourt FontesDepois de andar nas capoeiras tirando tucum, elas estavam voltando na trilha da roça para casa, com vários cabeças de tucum.
Francineia Bitencourt FontesNa foto vemos as mulheres cada uma com feixes de tucuns, voltando para comunidade.
Julia Bernstein BarretoÀ direita é a Dona Graciela, Cristina, Nilda e sua prima. As mulheres descansam numa grande árvore que estava no meio da roça. Depois de muito tempo de cultivo de mandioca, hoje só tem batatas doce.
Julia Bernstein BarretoNo meio da roça está a dona da roça, sua filha Nilda e eu (Francineia), a dona Cristina com seu aturá e as mulheres jovens todas em pé atentas para ouvir a narrativa que está sendo contada pela dona Maria José, mostrando as variedades de manivas, que deve ser plantada na capoeira. Ela explicou o porquê atrás das casas, pois disse, que as vezes chove o dia inteiro. E as vezes no final do dia ela vai rapidinho arrancar, pois fica muito de perto de sua casa, isso é uma estratégia criada para tempo de muita chuva.
Ceci Penido da CunhaNa imagem vendo a mulher com seu aturá nas costas, cheio de mandioca e frutas em cima também. Isso é típico entre as mulheres Baniwa.
Francineia Bitencourt FontesNa foto tem semente de Inajá e uma pedra que servem para alisar e fazer brilhar as cerâmicas.
Julia Bernstein BarretoDois pratos recém moldado e um pote de água para ajudar a moldar.
Ceci Penido da CunhaMulher baniwa pintando sua cerâmica com padrão baniwa, usando os desenhos feitos por elas mesmas, desenhos apropriado para cada objeto.
Julia Bernstein Barreto