Música instrumental gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
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Música instrumental gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsica instrumental gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsica instrumental gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsica clássica gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsica clássica gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsica clássica gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledSobre a música encontrada em tabuletas de argila na Síria, gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Ela é considerada a melodia mais antiga do mundo. Faixa 5: música sacra do sul da Índia
UntitledMúsica vocal e instrumental de diversos etnias indígenas. Dentre elas, os índios Tukúna da Colômbia
UntitledMúsica vocal e instrumental de diversos etnias indígenas. Dentre elas, os índios Tukúna da Colômbia
UntitledMúsica vocal e instrumental de diversos etnias indígenas. Dentre elas, os índios Tukúna da Colômbia
UntitledMúsica vocal e instrumental de diversos etnias indígenas. Dentre elas, os índios Tukúna da Colômbia
UntitledMúsica vocal e instrumental de diversos etnias indígenas. Dentre elas, os índios Tukúna da Colômbia. Faixa 2: Cantos de baleias copiadas de um disco que apareceu em janeiro de 1979 da National Geographic Magazine
UntitledMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Faixa 2: cantos dos índios Krahô
UntitledGravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de sons em flauta pré-histórica do Museu da Lapinha. Faixa 2: Música de índios norte-americanos
UntitledGravação realizada no dia 20 de abril de 1979 numa aldeia Karajá, realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledGravação realizada no dia 20 de abril de 1979 numa aldeia Karajá, realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsica clássica gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledGravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai sobre a cultura dos índios Karajá e Nambikwára
UntitledMúsica e história gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsicas indígenas não identificadas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsicas indígenas não identificadas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledExplicação em alemão gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsica lírica gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledCantos e músicas indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Faixa 1: (04 seg. - 29 seg.) 8 de outubro de 1974, na missão salesiana do Sangradouro à noite. João Batista vai cantar agora um canto da noite DAHIPÓPO e depois vamos ver a explicação deste canto/ (2 min. 31 seg. - 2 min. 49 seg.) 10 de outubro de 1974, na missão salesiana do Sangradouro. José de [Arimatia?], Xavánte, vai cantar agora o abadzayñiyredapã./ (3 min. 29 seg. – 3 min. 40 seg.) José Xavánte agora vai cantar o abadzi Rayhidiba-ma danõre – canto para a festa do nome das moças. (5 min. 48 seg. – 5 min. 59 seg.) José vai cantar agora [?]./José vai cantar agora [?]./ (6 min. 24 seg. – 6 min. 29 seg.) José Xavánte vai cantar dahiwanõRe./ (8 min. 10 seg. – 8 min. 27 seg.) 11 de outubro de 1974, Sangradouro. José de Arimatia, Xavánte, vai cantar um Datsiwayõ, canto inicial da festa do nome das mulheres./ (9 min. 24 seg. – 9 min. 30 seg.) Agora José vai cantar um Datsiwayweré./ (11 min. 45 seg. – 12 min. 06 seg.) 12 de outubro de 1974,angradouro. José vai cantar agora o Reyrewa, canto de homens e mulheres. A melodia que as mulheres cantam é a mesma que os homens cantam./ (12 min. 42 seg. – 12 min. 50 seg.) José vai cantar agora o WayñoRe, canto depois da luta./ (14 min. 27 seg. – 14 min. 32 seg.) Agora José vai cantar o WamñoRoñoRe./ (15 min. 26 seg. – 15 min. 36 seg.) José vai cantar um pedacinho do canto [?], porque este canto é muito comprido./ (16 min. – 16 min. 03 seg.) Agora José vai cantar o WatèabañoRe./ (21 min. 15 seg. – 21 min. 27 seg.) 12 de outubro de 1974, Sangradouro. Agora João Batista vai cantar o Dzomoriñore, é um canto que se canta nas caçadas./ (22 min. 49 seg. – 23 min. 02 seg.) João Batista vai cantar o WayaRãpó, o canto que cantam na dança [?] com feixes de cera de buriti./ (23 min. 56 seg. – 24 min. 07 seg.) 15 de outubro de 1974, Sangradouro. José vai cantar um canto para a festa da furação das orelhas./ (25 min. 31 seg. – 25 min. 40 seg.) José vai cantar outro canto do mesmo tipo para a festa da furação das orelhas./ (26 min. 57 seg. – 27 min. 03 seg.) José vai cantar mais um canto para a festa da furação das orelhas./ (28 min. 34 seg. – 28 min. 45 seg.) José vai cantar agora um canto que as mães cantam para os filhos dormir [?] Lullaby./ (29 min. 01 seg. – 29 min. 04 seg.) José vai cantar um canto DAPRABA./Faixa 2: (1 seg. – 10 seg.) 15 de outubro de 1974, Sangradouro. José de [?] vai cantar agora um DAIARÓNO./ (2 min. 12 seg. – 2 min. 15 seg.) José vai cantar um DAHIPÓPO./ (4 min. 20 seg. – 4 min. 27 seg.) José vai cantar um Marawawa Dañõre./ (6 min. 38 seg. – 6 min. 42 seg.) José vai cantar um DAPARARA./ (8 min. 11 seg. – 8 min. 17 seg.) José vai cantar o DAWAUWA choro./ (10 min. 12 seg. – 10 min. 24 seg.) 19 de outubro de 1974, Sangradouro. Jerônimo, o mais velho da tribo, vai cantar um DAHIPÓPO./ (12 min. 04 seg. – 12 min. 08 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um DAPRABA./ (13 min. 31 seg. – 13 min. 34 seg.) Jerônimo vai cantar um DAIARÓNO./ (14 min. 55 seg. – 15 min.) Jerônimo vai cantar um Mara`wawa./ (16 min. 53 seg. – 17 min. 02 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] que quer dizer um choro que pede ajuda em serviço para, por exemplo, fazer uma casa./ (18 min. 40 seg. – 18 min. 58 seg.) Um canto choro da lenda [?], contada por Jerônimo [?] e registrado, gravado pelo padre Zacaria./ (19 min. 23 seg. – 19 min. 26 seg.) Continua a mesma lenda./ (20 min. – 20 min. 12 seg.) Choro de uma outra lenda [?], também registrada pelo padre Zacaria./ (21 min. 05 seg. – 21 min. 11 seg.)/ Choro de uma outra lenda [?]./ (21 min. 30 seg. – 21 min. 32 seg.) Outro choro da mesma lenda./ Outro choro da mesma lenda./ (22 min. 20 seg. – 22 min. 30 seg.) Canto da lenda [?] também registrada pelo padre Zacaria./ (25 min. 21 seg. – 25 min. 36 seg.) 20 de outubro de 1974, Sangradouro. Jerônimo agora vai cantar um canto do [?], acompanhado pelo chocalho que ele mesmo vai manejar./ (27 min. 31 seg. – 28 min. 44 seg.) Jerônimo vai cantar outro canto do [?], quer dizer [?], acompanhado pelo chocalho que ele mesmo maneja./ (30 min. 18 seg. – 30 min. 25 seg.) Jerônimo vai cantar agora mais um canto do [?], acompanhado por chocalho
Músicas e cantos dos índios Xavánte registrados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai, realizado no dia 10 de julho de 1969
UntitledGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai na Missão Salesiana de São Marcos de Mato Grosso em 1961, com os índios Xavántes. Esta presente na gravação o cacique Xavánte chamado Apoena. Há também o canto de índios Tiriyó gravado pela irmã Luzia na Missão dos Tiriyós em 1969. Passagem das Gravações didáticas nº14, 1969. Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências, Letras. Cadeira de Antropologia
UntitledProblemas indígenas e antropológicos gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Faixa 1: (1 seg. - 58 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Série de gravações didáticas n.1 - 1965. Esta gravação será usada para fins didáticos num grupo restrito de alunos. Seu uso para outros fins ou para grupos para além da Universidade Católica de Campinas é proibido. Genética dos índios norte-americanos e problema do homem americano. Trabalho apresentado pelo senhor William [?], da Universidade de Boston, Escola de Medicina, no segundo encontro intelectual de São Paulo em 1961 [...]; (3 min. 45 seg. - 4 min.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Série de gravações didáticas n.2 - 1965.; (14 min. 46 seg. - 15 min. 12 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Cadeira de Antropologia. Série de gravações didáticas n.3 - 1965. Fatores universais de cultura, George [?]. Tradutora: Selma [?] Ramos. Professora: Neuza de Barros Ramalho.; (21 min. 33 seg. - 29 min. 01 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Série de gravações didáticas n.4 - 1965. Cem por cento americano. Autor [?]. Tradutora: Marina Freitas Vale Germano. Locutora: Maria Lúcia de Oliveira, terceiro ano de Ciências Sociais.; (29 min. 13 seg. - 35 min. 10 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. 1965. Gravações didáticas n.5. Página 434 da Enciclopédia Bororo do padre Cesar Albisetti e padre Angelo Jayme Venturelli.; (35 min. 13 seg. - 43 min. 03 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.6. 1965. Faixa 2: (03 seg. - 2 min. 41 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.7. 1965. O que os achados nas cavernas de Pequim nos contam. Autor: [?]. Tradutora: Maura [?]. Locutora: [?} Matos.; (2 min. 49 seg. - 6 min. 15 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.8. 1965. Imagem do homem. Autor: [?]. Tradutora: Maria Lúcia de Oliveira. Locutora: [?]; (6 min. 21 seg. - 17 min. 38 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.9. Terapeutica e conhecimentos medicinais dos Tupi-Guarani. Autor: Cristovão [?]. Locutora: [?].; (17 min. 47 seg. - 28 min. 25 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.10. 1965. [?] entre os índios norte-americanos. Autor: [?]. Locutora: [?].; (28 min. 32 seg. - 34 min. 13 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Gravações didáticas n.11. 1965. Por que os psicólogos devem estudar antropologia? Seleções do trabalho de Estevão Pinto. Introdução a História da Antropologia. Locutora: [?]. (34 min. 19 seg. - 46 min. 10 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. 1966. Gravações didáticas n.12. Locutores: Márcia [?] e Antônio Soares de Abreu. Raças e diferenças raciais. Declaração de um grupo de antropólogos e genéticos em junho de 1951 reunidos sob os auspícios da UNESCO
UntitledFaixa 1: (0 seg. - 1 min. 41 seg.). 1969, Sangradouro. Vamos ouvir um canto cantado por Alexandre Xavánte. É um canto que ele mesmo fez em língua Xavánte, em louvor de nosso senhor e de São José; (1 min. 45 seg. - 3 min. 57 seg.) Canto também Xavánte em louvor de São José; (4 min. 01 seg. - 10 min. 58 seg.) Estamos em Sangradouro e de tarde, ao meu lado esta sentado Alexandre e eu perguntei: Alexandre... para explicar de onde que veio o milho. Ele vai explicar para nós, a história do milho; (11 min. 07 seg. - 21 min. 56 seg.) Agora, Alexandre vai contar uma história referente as estrelas.; (21 min. 59 seg. - 31 min.) 15 de julho de 1969, Sangradouro. Ontem à noite, Elisabete ensaiou duas vezes com vários moços Xavántes na igreja e conseguiu ensiná-los a cantar em duas vozes. Hoje cedo, na missa, já vão cantar enquanto Elisabete esta acompanhando com um velho harmônio. Vamos tentar fazer esta gravação daqui a cinco, dez minutos quando começar a missa das seis horas. (32 min. 30 seg. - 33 min. 20 seg.) 16 de julho de 1969. Estamos no quarto de hóspedes da missão Salesiana do Sangradouro e no quarto vizinho [?] no quarto do vizinho um forro. Estamos ouvindo falar um jovem Xavánte que catequista e esta dando ensinamentos religiosos a mulheres Xavántes em língua Xavánte. (33 min. 22 seg. - 38 min. 36 seg.) Julho de 1969. Estamos na escola Salesiana das meninas Xavántes. Elas estão cantando e dançando.; (38 min. 37 seg. - 44 min. 49 seg.) 8 de julho de 1969, Sangradouro, à noite. Estamos entrando na aldeia Xavánte onde vários grupos dançam e cantam. Sua fase crescente e estamos ouvindo o canto do próximo grupo. Estamos a uns trinta, quarenta metros do primeiro grupo que canta. Estou vendo algum fogo. Agora paramos perto de uma outra choupana. Os moços, mais ou menos trinta ou quarenta, formaram um círculo de vão cantar já. Atravessando a praça redonda no meio das choupanas para chegar ao outro grupo formado por maiores moços. As estrelas são tão bonitas que só em Mato Grosso podem ser. Faixa 2: (7 seg. - 5 min. 36 seg.) 8 de julho de 1969, Sangradouro. Continua o canto dos Xavánte na aldeia à noite. Vamos a um terceiro grupo, formado só por moços grandes. O grupo é bem menor. Os grupos são totalmente circulares, virando o corpo para o centro do círculo e inclinado um pouco para frente, abrindo os pés. E fazendo movimentos [?] com os joelhos. É impossível não acreditar que esta dança tenha a função principal de um exercício militar para reforçar a união do grupo dos jovens.; (5 min. 38 seg. - 7 min. 12 seg.) Como vai? Tá um pouco melhor? Tá mesmo? Já tomou injeção hoje? Na veia? A enfermeira picou. Doeu muito? Muito, muito? Mas, agora, aqui atrás não dói tanto? Dói menos? E aquela dor de cabeça, melhorou? Parou de tudo [sic]? Não tem mais nada na cabeça? Tem ainda um pouco? Mas melhorou bem, não? Precisa tomar mais remédio? Aqui dói ainda, aqui? Aqui dói? Não melhorou? Perna não dói? E barriga, não dói? Por que deu risada, rara, por quê? Não dói aqui? Dói pouco. (7 min. 14 seg. - 10 min. 35 seg.) No cruzeiro, quase no centro da aldeia, os Xavántes estão cantando agora a sua língua.; (10 min. 37 seg. - 19 min. 57 seg.) [Índio falando sobre a saúde dos índios].; (20 min. 01 seg. - 23 min. 09 seg.) 20 de julho de 1969, Sangradouro. Hoje devem os americanos chegar na Lua. Neste instante, tem aqui dois Xavántes perto de nós e vão tocar na flauta feita por uma pequena cabaça enfeitada.; (23 min. 11 seg. - ) Esta música parece que esta sendo tocada para a corrida do Buriti. (34 min. 57 seg. - ) 21 de julho de 1969, Sangradouro. Depois do almiço, Elisabete esta ensaiando com oito, dez moços Xavántes na escola Salesiana, onde ela esta tentando ensinar cantos da igreja para os moços Xavántes.; (38 min. 52 seg. - ) 23 de julho de 1969. Estamos no quarto 69 do grande hotel Gaspar de Campo Grande. Ontem cedo saímos de [Pochoréu?] e chegamos em duas horas e meia, mais ou menos, em Rondonópolis, depois de ter passado uns vinte minutos numa ponte que estava quebrada e que funcionários aparentemente do governo estavam consertando para podermos passar de ônibus.Em Rondonópolis passamos o dia inteiro, visitando a moderna igreja, passeando, almoçando, encontrando um velho amigo, o pai do senhor Jofre que por acaso passou nas ruas de Rondonópolis e que nos deu a oportunidade deste encontro quase milagrosoe mais ou menos as sete horas da noite embarcamos no ônibus que nos trouxe até aqui, Campo Grande, onde chegamos mais ou menos as oito horas da manhã. Tendo viajado a noite inteira e dormido mais ou menos nos assentos não muito confortáveis. Hoje conversamos com o padre Angelo e reservei a passagem para amanhã à tarde para voltar a Campinas porque não podemos fazer a escavação do cemitério em Corumbá. O padre tendo pouco tempo, porque ele tem que aproveitar para preparar uma conferência em Brasília. Assim praticamente terminou nossa viagem deste ano aos índios. Hoje almoçamos com o padre Angelo numa pizzaria romana e esta noite vamos jantar com ele no mesmo restaurante e depois voltamos a Campinas para recomeçarmos as tarefas de todos os dias
UntitledFaixa 1: (01 seg - 8 min. 53 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Departamento de Antropologia. Gravação didática. Decadência e queda dos seios. (8 min. 55 seg. - 19 min. 24 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Gravação didática. Antropólogo fala aos médicos.; Faixa 2: (07 seg. - 55 seg.) Música babilônia transcrita de uma tabuleta de barro queimado com inscrições cuneiformes.; (59 seg. - 1 min. 42 seg.) Canto de ninar Karajá, cantado primeiro por um homem, depois por uma mulher. Vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam com canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (1 min. 45 seg. - 2 min. 29 seg.) Vai cantar o canto de ninar que as mães Karajá cantam para o filho, para ele dormir.; (2 min. 33 seg. - 5 min. 16 seg.) Vamos ouvir um [?] Xavánte. Isto é o canto para o início da caçada comunal. Os índios formam um círculo de quatro, cinco quilômetros de diâmetros e acendem a periferia para obrigar os animais a se aproximarem sempre mais e mais ao centro. E quando sobrar um círculo de cem ou deuzentos metros de diâmetro cheio de animais, os índios pulam o fogo, penetram neste círculo de matam os animais. Lugar São Marcos. Ano de gravação 1961. O cantor principal [?].; (5 min. 18 seg. - 7 min. 19 seg.) Canto dos meninos à meio dia em frente das choupanas das aldeias. Este canto foi gravado pelo padre Angelo Jaime Venturelli.; (7 min. 27 seg. - 9 min. 05 seg.) 29 de setembro de 1975, missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto.; (9 min. 11 seg. - 10 min. 44 seg.) Vamos ouvir o choro que a mãe Karajá entoa quando sua filha chegou a puberdade e teve a primeira menstruação. O choro esta sendo cantado o dia inteiro do acontecimento e às vezes a noite também. O motivo do choro é que a mãe esta prevendo a perda de sua filha que logo vai casar e, consequentemente, não será mais membro família maternal.; (10 min. 48 seg. - 14 min. 18 seg.) Vamos ouvir agora um canto mágico dos índios Xavánte para curar um doente gravemente enfermo. O canto foi gravado na missão do Sangradouro, Mato Grosso, em 1969. Quando uma pessoa esta muito doente a aldeia inteira se junta em frente da choupana do doente à noite e cantam até a madrugada diferentes cantos de curar que tem poder mágico. Os índios acreditam que se este canto não ajudar, não há mais esperança para o doente. Que não vai sarar com nenhum remédio.; (14 min. 24 seg. - 16 min. 41 seg.) Estamos na missão Salesiana de São Marcos, Mato Grosso. Data: 30 de agosto de 1961. É noite. As estrelas brilham. Mas, só em cima, no meio do céu porque a fumaça provocada pelas queimadas que o Xavántes usam para as suas caçadas escureceu em volta toda a região do céu que esta perto do horizonte. Estamos ao ar livre, minha senhora e eu, perto de um forro. Em volta de nós, uns trinta moços Xavántes cantando. Um deles se oferece a cantar o choro do curandeiro. O moço esta quase totalmente nú, com o cabelos vermelhos de urucum, com alguns enfeites no corpo. Pega o microfone sem medo e canta. Significa nada. São sílabas que não formam palavras e servem unicamente para facilitar a entonação. Peço desculpas pelas imperfeições da gravação que foi feita num gravador pequeno de pilhas. (16 min. 45 seg. - 17 min. 50 seg.) Vamos ouvir um canto mágico Xavánte para a chuva parar. Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (17 min. 53 seg. - 20 min. 12 seg.) Música das flautas sagradas dos índios Nambikwára na Serra Azul em Mato Grosso. 11 de julho de 1967. Estou na casa de flautas da aldeia Nambikwára. Elisabete não pode vir aqui porque para mulheres é tabu. Elas não podem entrar aqui, sob pena de morte. Os Nambikwára prometeram de tocar as flautas.; (20 min. 17 seg. - 24 min. 25 seg.) Vamos ouvir agora a música fúnebre dos índios Bororo e o lamento fúnebre da mulher. Esta gravação foi feita pelo padre Cesar Albisetti.; (29 min. 28 seg. - 30 min. 40 seg.) [teste de gravação]
UntitledFaixa 1: (01 seg. - 18 min. 13 seg.) 12 de abril de 1975. Estamos na Missão Salesiana do Sangradouro e está aqui comigo Paulo [?], que vai dar algumas explicações sobre como o canto esta sendo sonhado e depois ensinado para os outros. Então os moços estão dormindo na casa dos moços e de repente um começa a sonhar um canto qualquer. E agora que o próximo dia o moço já sabe o canto. Ele não vai cantar para ninguém por enquanto[...].; (18 min. 19 seg. - 19 min. 11 seg.) Agora vamos ouvir aquele canto que antigamente quando tinha guerra cantaram indo de casa em casa e parando em frente de cada casa, cantando este canto que é um convite para se juntar ao grupo que vai a guerra. Os cantores são Paulo, José e Moisés. Vai começar o canto.; (19 min. 14 seg. - 23 min. 52 seg.) Agora vamos conversar sobre aquele chocalho que se chama [?]. É... se trata da festa de nome [...]. Agora Paulo vai entoar o canto [?], que é um canto para curar doença.; (23 min. 55 seg. - 26 min. 27 seg.) Às vezes acontece que o canto que um moço canta para os outros não esta sendo aceito pelos outros. Não gostam. Para poder estudar os motivos, por que que rejeitam um canto, não gostam de um canto. Paulo agora vai cantar um canto que não foi aceito.; (26 min. 28 seg. - 27 min. 59 seg.) Paulo agora vai cantar um canto de guerra contra civilizados ou contra outro índio não Xavánte.; (28 min. - 28 min. 54 seg.) Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (28 min. 56 seg. - 29 min. 26 seg.) Um canto, cantado por Paulo que cantam quando chegam da caçada sem terem encontrado animais.; Faixa 2: (0 seg. - 34 seg.) Paulo vai cantar agora um canto que as mães, as avós costumam cantar para criança pequena para dormir. (38 seg. - 2 min. 06 seg.) [?] agora vai cantar o canto do Mutum é geralmente cantado cedo, em volta das sete horas da manhã, pelos moços e meninos misturados que entram em cada casa em volta do fogo cantam este canto e depois pegam e tiram um pouco de milho com aquela outra comida. O dono da casa deixa tirar este canto. Ah, estou retificando. Não é da manhã, é sete horas da noite. E depois vão de cabana em cabana, de casa em casa e continuam o canto.; (2 min. 08 seg. -2 min. 41 seg.) Agora Paulo vai cantar o canto do jacaré que faz parte do começo da cerimônia [?].; (2 min. 43 seg. - 8 min. 18 seg.) Agora Jerônimo vai cantar aquele canto das mulheres que entoaram quando foram guerrear contra os maus espíritos e voltando depois da vitória e chegaram na aldeia e começaram a cantar o seguinte canto.; (8 min. 23 seg. - 11 min. 24 seg.) [?] ver a segunda parte deste canto foram contra os civilizados também, naturalmente venceram os civilizados também e voltando na aldeia, entoaram o seguinte canto agora cantado por Jerônimo.; (11 min. 27 seg. - 15 min. 50 seg.) 13 de abril de 1965, Missão Sangradouro. Jerônimo e Paulo vão cantar agora um canto para luta que se chama [?].; (15 min. 53 seg. - 19 min. 31 seg.) Agora Jerônimo e Paulo vão cantar o canto do Jabuti que costumasse cantar depois da luta.; (19 min. 33 seg. - 20 min. 47 seg.) Agora Paulo e mais tarde Jerônimo vão cantar um [?] sonhado por Zeferino, pai de [?].; (20 min. 48 seg. - 21 min. 58 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] por ele mesmo.; (21 min. 59 seg. - 23 min. 50 seg.) Jerônimo vai cantar um canto da [?], sonhado pelo cunhado falecido dele, que faleceu faz muito tempo.; (23 min. 51 seg. - 26 min. 26 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um [?], quer dizer canto para o início da caçada comunal.; (26 min. 28 seg. - 28 min. 12 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?] feito para o acampamento temporário durante uma caçada comunal. Ele mesmo sonhou este canto.; (28 min. 13 seg. - 29 min. 53 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?], um canto para bate água. Um primo dele já falecido sonhou este canto.;
UntitledMúsica e cantoria indígena Xavánte realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há um depoimento do cacique Apoena
UntitledGravação realizada pelo etnomusicólgo Desidério Aytai na Missão Salesiana do Sangradouro em julho de 1969 com os índios Xavánte
UntitledMúsica indígena não identificada gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledHistória contada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai do contato com os índios Nambikwára do Sararé; faixa 8: música clássica
UntitledVocabulário indígena gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 7, há uma história do pesquisador em busca dos sambaquis e música clássica
UntitledHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 é gravada uma orquestra de sapo
UntitledMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 é gravada uma orquestra de sapo
UntitledMúsica realizada com instrumento de sopro pré-histórico pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 há uma orquestra de sapos
UntitledMúsica realizada com instrumento de sopro pré-histórico pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 há uma orquestra de sapos
UntitledGravação realizada em 8 de setembro de 1973 pelo etnomusicólogo Desidério Aytai no aeroporto de Congonhas em destino para Manaus a fim de realizar palestras para sociólogos e assistentes sociais da SUDAM
UntitledGravação realizada no dia 20 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas músicas indígenas Xavánte executada pelo índio Jerônimo
UntitledMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
UntitledGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
UntitledFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
UntitledFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
UntitledFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
UntitledFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
UntitledCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
UntitledCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
UntitledCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
UntitledCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
UntitledCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
UntitledCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
UntitledMúsica clássica gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsica clássica e lírica gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsica instrumental gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsica instrumental gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsica instrumental gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledMúsica instrumental gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
UntitledO etnomusicólogo Desidério Aytai fala do contato não muito amistoso com os índios Nambikwára Sararé
UntitledMúsica vocal e instrumental de diversos etnias indígenas. Dentre elas, os índios Tukúna da Colômbia
UntitledMúsica vocal e instrumental de diversos etnias indígenas. Dentre elas, os índios Tukúna da Colômbia
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