Antropologia

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              1471 Description archivistique résultats pour Antropologia

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9(81) / S292h / 1977 · Pièce · 1977
              Fait partie de Bibliográfico

              Pretendemos aprofundar o conhecimento de nossa terra, do nosso povo, nas suas raízes étnicas, culturais e históricas, projetando igualmente esses conhecimentos naquilo que somos hoje ou seremos no futuro. Em outras palavras: estudar a essência do nosso povo para melhor entendê-lo naquilo que ele é e ao mesmo tempo vislumbrar o caminho que vai ou deve seguir

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              Línguas e culturas Tupi
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 / L779 v.2 / 2010 · Pièce · 2010
              Fait partie de Bibliográfico

              O livro traz contribuições inéditas sobre a pré-história e sobre a história das línguas e culturas Tupi, assim como sobre diversos aspectos culturais e lingüísticos da realidade atual dos seus respectivos povos; Com este livro concretiza-se a associação de estudiosos da antropologia e da lingüística de diferentes orientações teóricas e de diferentes partes do mundo, num esforço de cooperação para a ampliação e consolidação do conhecimento científico sobre os povos indígenas de filiação Tupi; A obra reúne quase 40 contribuições de uma dezena de antropólogos e mais de duas dezenas de lingüistas, tratando-se da mais ampla coletânea de trabalhos sobre línguas Tupí já publicada no Brasil. A coletânea traz três trabalhos que traçam visões ou apanhados panorâmicos: de Roque Laraia: Etnologia Tupi: 22 anos depois; de Stephen Baines: Línguas ameaçadas; e de Ruth Monserrat: Observações sobre o estado de saúde atual das línguas Tupi; Cinco outros trabalhos constituem valiosas abordagens gerais e abrangentes para determinada sociedade, tronco, família ou região lingüística. São eles:; – do antropólogo Waud Kracke: A posição histórica dos Parintintin na evolução das culturas Tupí-Guaraní; – do lingüista Aryon Rodrigues: As consoantes do Proto-Tupi; – dos lingüistas Lucy Seki e Frank Brandon: Uma reconstrução parcial do sistema interrogativo Tupi; – da antropóloga Betty Mindlin: A escrita recente e a literatura indígena: povos Tupi e outros de Rondônia; -lingüistas Ana Suelly Cabral, Beatriz Corrêa da Silva, Maria Risoleta Julião e Marina Magalhães: Linguistic diffusion in the Tocantins-Mearim area

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.95(81) / S119g / 2012 · Pièce · 2012
              Fait partie de Bibliográfico

              Trata de um tema de grande relevância para o entendimento das diferentes sociedades indígenas: as configurações do feminino e do masculino no universo desses povos; Diversas comunidades étnicas brasileiras têm buscado alternativas para acompanhar as mudanças que advêm do contato com a sociedade envolvente. Nesse processo, homens e mulheres assumem novas tarefas para garantir a subsistência da aldeia, influenciando os modelos tradicionais de gênero, principalmente a divisão sexual do trabalho

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / A559r / 2012 · Pièce · 2012
              Fait partie de Bibliográfico

              Este livro dá sequência à série iniciada com "Manejo do Mundo. Conhecimentos e práticas dos povos indígenas do rio Negro", publicado em 2010. Como o primeiro, este volume dedica-se a um tema de enorme relevância na vida dos povos indígenas do rio Negro: a inscrição de suas histórias de origem na paisagem natural. Em seu conjunto, os textos aqui reunidos são o resultado de pesquisas colaborativas e de múltiplos diálogos entre pesquisadores brancos e indígenas acerca de como fazer pesquisa, do que e como registrar, de como tratar das histórias contadas pelos mais velhos e de como estimular os mais jovens a se envolver neste tipo de atividade

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              Antropologia & Direito
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-340.5(81) / L732 / 2012 · Pièce · 2012
              Fait partie de Bibliográfico

              Trabalho desenvolvido por antropólogos para profissionais do Direito, fruto da aproximação do Ministério Público Federal e da Associação Brasileira de Antropologia

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              Cultura: um conceito antropológico.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / L331c / 1986 · Pièce · 1986
              Fait partie de Bibliográfico

              Uma introdução ao conceito antropológico de cultura, realizada de forma didática, clara e simples. A primeira parte do livro refere-se ao conceito de cultura a partir das manifestações iluministas até os autores modernos, enquanto a segunda procura demonstrar como a cultura influencia o comportamento social e diversifica enormemente a humanidade, apesar de sua comprovada unidade biológica.; O autor procura utilizar, sempre que possível, exemplos referentes à nossa sociedade e às sociedades tribais que compartilham nosso território, o que não impede a utilização de exemplos de autores que trabalham em outras partes do mundo.

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572:791.4 / C221a / 1990 · Pièce · 1990
              Fait partie de Bibliográfico

              Este livro traz a proposta de uma nova antropologia: uma antropologia radical, que dirige sua atenção interdisciplinarmente às várias expressões culturais do mundo moderno. Com isto realiza um grande avanço nos estudos sobre cinema e as ideologias nas sociedades industriais. A partir da busca do "espírito do cinema", dos seus mecanismos de reprodução de estereótipos, e de toda mitologia que o cerca, o autor lança nova luz sobre a questão da indústria cultural do capitalismo

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 010 FAIXA 01 · Pièce · 1961
              Fait partie de Arquivístico

              Faixa 1: (01 seg - 8 min. 53 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Departamento de Antropologia. Gravação didática. Decadência e queda dos seios. (8 min. 55 seg. - 19 min. 24 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Gravação didática. Antropólogo fala aos médicos.; Faixa 2: (07 seg. - 55 seg.) Música babilônia transcrita de uma tabuleta de barro queimado com inscrições cuneiformes.; (59 seg. - 1 min. 42 seg.) Canto de ninar Karajá, cantado primeiro por um homem, depois por uma mulher. Vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam com canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (1 min. 45 seg. - 2 min. 29 seg.) Vai cantar o canto de ninar que as mães Karajá cantam para o filho, para ele dormir.; (2 min. 33 seg. - 5 min. 16 seg.) Vamos ouvir um [?] Xavánte. Isto é o canto para o início da caçada comunal. Os índios formam um círculo de quatro, cinco quilômetros de diâmetros e acendem a periferia para obrigar os animais a se aproximarem sempre mais e mais ao centro. E quando sobrar um círculo de cem ou deuzentos metros de diâmetro cheio de animais, os índios pulam o fogo, penetram neste círculo de matam os animais. Lugar São Marcos. Ano de gravação 1961. O cantor principal [?].; (5 min. 18 seg. - 7 min. 19 seg.) Canto dos meninos à meio dia em frente das choupanas das aldeias. Este canto foi gravado pelo padre Angelo Jaime Venturelli.; (7 min. 27 seg. - 9 min. 05 seg.) 29 de setembro de 1975, missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto.; (9 min. 11 seg. - 10 min. 44 seg.) Vamos ouvir o choro que a mãe Karajá entoa quando sua filha chegou a puberdade e teve a primeira menstruação. O choro esta sendo cantado o dia inteiro do acontecimento e às vezes a noite também. O motivo do choro é que a mãe esta prevendo a perda de sua filha que logo vai casar e, consequentemente, não será mais membro família maternal.; (10 min. 48 seg. - 14 min. 18 seg.) Vamos ouvir agora um canto mágico dos índios Xavánte para curar um doente gravemente enfermo. O canto foi gravado na missão do Sangradouro, Mato Grosso, em 1969. Quando uma pessoa esta muito doente a aldeia inteira se junta em frente da choupana do doente à noite e cantam até a madrugada diferentes cantos de curar que tem poder mágico. Os índios acreditam que se este canto não ajudar, não há mais esperança para o doente. Que não vai sarar com nenhum remédio.; (14 min. 24 seg. - 16 min. 41 seg.) Estamos na missão Salesiana de São Marcos, Mato Grosso. Data: 30 de agosto de 1961. É noite. As estrelas brilham. Mas, só em cima, no meio do céu porque a fumaça provocada pelas queimadas que o Xavántes usam para as suas caçadas escureceu em volta toda a região do céu que esta perto do horizonte. Estamos ao ar livre, minha senhora e eu, perto de um forro. Em volta de nós, uns trinta moços Xavántes cantando. Um deles se oferece a cantar o choro do curandeiro. O moço esta quase totalmente nú, com o cabelos vermelhos de urucum, com alguns enfeites no corpo. Pega o microfone sem medo e canta. Significa nada. São sílabas que não formam palavras e servem unicamente para facilitar a entonação. Peço desculpas pelas imperfeições da gravação que foi feita num gravador pequeno de pilhas. (16 min. 45 seg. - 17 min. 50 seg.) Vamos ouvir um canto mágico Xavánte para a chuva parar. Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (17 min. 53 seg. - 20 min. 12 seg.) Música das flautas sagradas dos índios Nambikwára na Serra Azul em Mato Grosso. 11 de julho de 1967. Estou na casa de flautas da aldeia Nambikwára. Elisabete não pode vir aqui porque para mulheres é tabu. Elas não podem entrar aqui, sob pena de morte. Os Nambikwára prometeram de tocar as flautas.; (20 min. 17 seg. - 24 min. 25 seg.) Vamos ouvir agora a música fúnebre dos índios Bororo e o lamento fúnebre da mulher. Esta gravação foi feita pelo padre Cesar Albisetti.; (29 min. 28 seg. - 30 min. 40 seg.) [teste de gravação]

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / A657K / 1977 · Pièce · 1977
              Fait partie de Bibliográfico

              Apresenta uma discussão entre as situaçOes de classe e as identidades engendradas a partir do caráter das frentes extrativistas e agropecuária que incorporam os Kixinawá nos projetos e realizaçOes da sociedade brasileira

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