Amazônia
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Publicação do universo narrativo das populações ribeirinhas do Baixo Amazonas
UntitledPublicação sobre o pensamento social brasileiro com enfoque na Amzônia
UntitledOs três volumes desta série reproduzem as palestras e os documentos científicos debatidos em conferência internacional promovida pelo Memorial da América Latina. Eles representam o esforço de sistematizar uma visão estratégica sobre a Amazônia, que procura nortear as ações de instituições governamentais e privadas. Desta forma, a série permite um levantamento das possibilidades e dificuldades que programas ou projetos de desenvolvimento da região devem enfrentar. (Co-edição: Memorial da América Latina)
UntitledA publicação Visões do Rio Negro construindo uma rede socioambiental na maior bacia de águas pretas do mundo traz os debates, sugestões e recomendações do Seminário Visões do Rio Babel, conversas sobre o futuro do Rio Negro, realizado em Manaus em maio de 2007, pelo ISA em parceria com a Fundação Vitória Amazônica (FVA). "O que será da Bacia do Rio Negro daqui a 50 anos?", foi um dos motes propostos pelos organizadores do evento, o ISA e a Fundação Vitória Amazônica (FVA). A publicação, organizada e editada por Beto Ricardo e Marina Antongiovanni, traz também as sugestões dos participantes para a construção de uma rede de responsabilidade socioambiental compartilhada no sentido de garantir um futuro sustentável na maior bacia de águas pretas do mundo
Pesquisa conduzida pelo Instituto Socioambiental (ISA) revela que boa parte das Unidades e Conservação (UCs) da Amazônia não está realmente protegida da mineração. A partir de informações obtidas do Cadastro Mineiro, mantido pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) a pesquisa do ISA indica que, dos 40.144 processos existentes na Amazônia Legal, 5.283 incidem em UCs federais e 880 em UCs estaduais. Mais grave: do total dos processos minerários válidos no DNPM, 406 já estão em pesquisa ou em exploração em 32 Unidades de Conservação de Proteção Integral e em 23 Reservas Extrativistas (Resex), onde não é permitida a atividade minerária. Outros 571 processos estão em pesquisa ou em exploração em 33 UCs de Uso Sustentável, principalmente em Florestas Nacionais e Estaduais, nas quais a atividade é condicionada a uma série de requisitos. Para subsidiar e aprofundar o debate em torno da regulamentação de atividades minerárias em UCs, Mineração em Unidades de Conservação na Amazônia brasileira traz também uma extensa análise e contextualização da legislação vigente sobre o assunto. Durante o trabalho de pesquisa e elaboração da publicação, foi analisado um conjunto de leis, instruções, pareceres, além dos decretos de criação e de regulamentação de UCs, incluindo o SNUC - Sistema Nacional das Unidades de Conservação - que define o uso dessas áreas. Uma seleção desses documentos consta da parte final do livro.
UntitledFronteira Amazônica cobre os 150 anos em que os primeiros cientistas europeus exploraram as riquezas naturais da Amazônia e ficaram fascinados por seus povos. Vários encontros com as novas tribos continuaram ocorrendo durante o século XIX, particularmente quando o monopólio seringueiro fez de Manaus uma cidade de fronteira e quando o número de indígenas diminuiu drasticamente, fato que os transformou de inimigos ferrozes em objetos de estudos antropológicos ou da literatura romantica. Fronteira Amazônica termina em 1910, com a criação do famoso Serviço de Proteção ao Índio no Brasil e abertura de uma nova era de tolerância para com seus povos nativos.
UntitledLivro escrito há mais de 60 anos por Raimundo Morais, um comandante de "gaiolas" que, durante 30 anos, percorreu os rios do maior sistema hidrográfico do mundo. É uma descrição viva da paisagem física e humana de uma das regiões que mais tem atraído a atenção nos últimos tempos
UntitledDados da obra revelam que cerca de 150 povos indígenas vivem em situação de isolamento no mundo, dos quais 127 estão na América do Sul. Destes, 90 são do Brasil. Uma das ameaças que pairam sobre esses povos é sua extinção. O grupo Avá-Canoeiro, por exemplo, sofreu um massacre no final dos anos de 1960 e sua população foi dizimada quase na totalidade.; Com 366 páginas e dividida em duas partes, a obra traz, na primeira, 13 artigos que desenham a realidade dos povos isolados, revelando sua luta por sobrevivência no Brasil e em mais seis países da América do Sul (Peru, Bolívia, Equador, Colômbia, Venezuela e Paraguai). Já a segunda parte, com quatro capítulos, apresenta a cultura do povo Suruwaha, de recente contato, e sua relação com o Cimi.
UntitledA obra traz uma seleção de textos do autor (seu trabalho de pesquisa reunia mais de 1.000 laudas), com 250 imagens sobre vinte e uma expedições do século passado (provenientes de vinte e cinco fontes diferentes), reunidas em um trabalho de mais de dois anos. O livro trata de resumir a obra expedicionária amazônica de grandes nomes como Oswaldo Cruz, Claude Lévi-Strauss, Jacques Cousteau, Mario Palmério, Thiago de Mello, Frans Krajcberg, Claudia Andujar, Helmut Sick, Orlando Villas Bôas, entre vários outros, formando um conjunto belo e inédito
UntitledBetty Meggers procura recriar o ambiente amazônico, levando o leitor a perceber os conteúdos edênicos e deletérios que lhe vêm sendo atribuídos há séculos. Analisa então a exploração predatória de recursos naturais por parte do civilizado, que vem exaurindo o grande rio e seus afluentes. Na profusão de dados coligidos por Meggers, permite-se a visualização dos danos irreparáveis que o modo de exploração vigente na Amazônia está causando ao País
UntitledEste livro abrange o período 1760-1910, incluindo a "Direcção" pós-jesuíta, a rebelião Cabanagem grande, e o boom da borracha na Amazônia
UntitledReúne vários artigos do autor publicados em revistas e coletâneas, com especial enfoque sobre os povos do alto e médio Amazonas nos séculos XVI e XVII. Trabalha de maneira inovadora com problemas de demografia, organização política, atividades comerciais e messianismo. Há também uma discussão importante das fontes para a história indígena na Amazônia
UntitledCostumes e Tradições aborda fatos e acontecimentos do povo Yawa, surgimento e fortalecimento das artes, dos rituais, dos mitos, das lendas, da pajelança, uso das plantes medicinais, cantos sagrados, caçadas e pescarias tradicionais. As informações foram obtidas através de depoimentos e entrevistas com os velhos sábios e conhecedores da cultura e da história do povo Yawanawá, também de outros grupos étnicos que formam as comunidades da terra indígena
O Projeto Tecnologias de Gestão Ambiental integrou o Programa Nacional do Meio Ambiente, no período de 1989 a 1994, quando a partir de então o IBAMA assume o Projeto até alcançar os resultados previstos (1994 a 1998); Teve por objetivo desenvolver métodos e procedimentos para os instrumentos Avaliação de Impacto Ambiental, Gerenciamento de Bacias Hidrográficas e Zoneamento Ambiental, adequados à realidade brasileira, especialmente da Amazônia, Cerrado e Pantanal; e fornecer subsídios técnicos e legais para a regulamentação desses instrumentos de planejamento e gestão ambiental, visando sua incorporação pela União, Estados e Municípios