Amazonas
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Advogado responsável pela condução do caso: Sérgio Leitão
Sem títuloEsta obra se constrói a partir dos horizontes de São Gabriel da Cachoeira, cidade amazônica situada no Alto Rio Negro, com a maioria da população composta de indígenas. Tais características esboçam um quadro extremamente instigante de convivência entre índios e não-índios, historicamente cristalizado sob os signos genéricos da exploração, da submissão e, do modo específico, das denúncias de violência sexual contra as mulheres; Vai estudar os dado de campo à luz da contribuição de sólida literatura, relativa à etnologia amazônica das últimas décadas, realiza uma reflexão densa, questionadora e madura, guiada por uma visão crítica diante da noção de gênero, que aprofunda a compreensão de problemas complexos relativos à nossa gente
Sem títuloDo Amazonas a Paris reproduz em edição fac-similar, acompanhada de tradução para o português, duas raras criações de Vicente do Rego Monteiro editadas em francês em Paris: Légendes, croyances et talismans des Indiens de l’Amazone e Quelques visages de Paris, respectivamente em 1923 e 1925. Estes dois livros de artista representam alguns dos mais belos exemplos bibliográficos produzidos pelas vanguardas latino-americanas. Inspirado na originalidade da estética marajoara e, paradoxalmente, no orientalismo japonês, Rego Monteiro volta-se para suas raízes, mostrando, em Légendes., seu indianismo de vanguarda em imagens figurativas de indígenas, pintadas em seda. Em Quelques., Paris é retratada em 10 desenhos de traço estilizado que, além da influência indígena, mostram elementos de um art déco geométrico. A publicação dessas duas obras acondicionadas em embalagem especial traz ao grande público a possibilidade de conhecer uma parte da rica produção de vanguarda brasileira.
Sem títuloOs índios Ticuna, do Alto Solimões, Amazonas, formam o mais numeroso grupo indígena do país, com cerca de 18.000 membros. Neste livro, o autor examina a mudança social e o processo de dominação vividos pelos Ticunas, vistos também a partir da ótica dos próprios índios. Analisa, assim, como um grupo étnico com elementos vivos e atuantes de sua própria organização social e de sua cosmologia, se adapta, resiste e reinterpreta a ação do Estado. Trata-se de uma análise convencional na linha estruturalista enfocando uma tribo isolada e em condições de suposto equilíbrio, mas sim de um estudo sobre as relações entre um grupo indígena e o Estado brasileiro, representado pelo órgão oficial de assistência ( o SPI e depois a FUNAI ) que ilumina de maneira exemplar a questão indígena na Amazônia atual
Sem títuloContribuir para o conhecimento da sociedade Tupi e de outros povos localizados na área por eles ocupada. PropOe um projeto de cunho etno-histórico, e ordena os dados sobre essa etnia baseando no estudo realizado entre os Tenharim do Rio dos Marmelos
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