Documentário da viagem ao Rio Negro, no Amazonas, pela Inspetoria de Fronteiras, chefiada por Rondon. O filme mostra cenas em Manaus e manifestações dos estudantes do colégio dirigido pelos salesianos. Nas cenas seguinte vemos solenidade comemorativas da fundação desses colégios. Partem de barco pelo Rio Negro chegam em Barcelos. É mostrado salas de aula, estudantes fazendo exercício físico e ginástica. O filme mostra as atividades da missão, começando pela estação meteorológica, escola agrícola que apresenta suas plantações de arroz, mandioca, cana e laranja. Os estudantes trabalhando no trato com a terra. As jovens índias aprendem sobre horticultura, corte e custura. Mostra, ainda, cenas de assistência médica, sala de cirurgia e famárcia. Aparece também oficina de carpintaria, sapataria e olaria. Vemos, também, o dormitório dos estudantes índios internos, com suas redes. Mostra os índiosMakú. Em seguida mostra os rios com cachoeiras e os barcos descendo nas correntezas e vencendo os desafios da natureza. Observa-se também o Padre José distribuíndo brindes aos índios Makú, como forma de catequese. Aparecem os índios do rio Tiquié, índios distribuíndo adornos para festa. E os Tuyúka aparecem dançando
UntitledAlimentação
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Informação do relatório: [?]; Legenda da foto: "Índios tomando refeições"; Descrição da foto: Índios se alimentando
Índia Urubu peneirando mandioca já ralada, para torrar, no interior da casa de farinha. Ao lado, outra mulher com criança e fogão de térmites
UntitledÍndia Urubu peneirando mandioca já ralada, para torrar, no interior da casa de farinha. Ao lado, outra mulher com criança e fogão de térmites
UntitledÍndia Urubu fazendo comida no fogo a lenha
UntitledÍndia Urubu fazendo comida no fogo a lenha
UntitledÍndia Urubu fazendo comida no fogo a lenha
UntitledÍndio Urubu chamado Anakanpukú com mulher e filhos preparando a caça para comer
UntitledÍndio Urubu chamado Anakanpukú com mulher e filhos preparando a caça para comer
UntitledÍndio Urubu chamado Anakanpukú com mulher e filhos preparando a caça para comer
UntitledÍndio Urubu cozinhando com panela numa fogueira, tendo ao fundo índios em redes de dormir
UntitledÍndio Urubu cozinhando com panela numa fogueira, tendo ao fundo índios em redes de dormir
UntitledÍndios Urubu assando alimento
Untitled“Anakanpukú acorda no meio da noite para dar de comer a sua neta que chorava”. (Diários Índios, p.178). Trata-se na verdade de um menino. No canto direito da imagem observa-se um Estojo de Emergência
Untitled“Meninos assam peixes sobre uma trempe de madeira.” (Diários Índios, p. 207)
Untitled“Meninos assam peixes sobre uma trempe de madeira.” (Diários Índios, p. 207)
UntitledÍndio Urubu dividindo alimento no pátio da aldeia. Ao fundo, carrinho usado por Foerthmann para as filmagens
UntitledDocumentário produzido pelo S.P.I. durante a viagem de inspeção aos postos indígenas no Rio Araguaia e Rio das Mortes. A equipe com etnólogos, médicos e engenheiros foi incumbida de fazer o levantamento da situação dos índios Karajá e propor melhorias para as condições de vida desta população. Os índios Karajá aparecem dançando, lutando e executando os afazeres domésticos. Vistas gerais das cidades de Goiânia e Aruanã. Assistência médica. Viagem a Ilha do Bananal. A equipe encontra ainda grupos de índios Karajá em aldeamentos temporários ao longo da descida do Rio Araguaia. Posto Indígena Getulio Vargas
UntitledVegetação de Mato Grosso, homens descendo o rio Pimenta Bueno, rico em água e fauna, casas peculiares da região amazônica, estação telegráfica com o mesmo estilo das casas, rio Jí-Paraná, ilhota do Pandu, corredeiras da Primavera, embarcações atravessando o rio, habitante das selvas, índios Txukahamãe da região do Pimenta Bueno, índios fazendo a passagem do rio, homem flechando o peixe no canal da corredeira, homens caçando uma anta, maloca da tribo dos índios Massacá ou Aikaná na margem direita do rio Pimenta Bueno, dois índios tomam “maxucú”, imagem dos índios descrevendo-as, imagem da Cachoeira de Barro, imagem de “Porto do Chopimguá” onde homens executam serviço de prospecção para ouro e diamante, derrubada de um apinzeiro, imagem de habitações rústicas, imagem da Cascata XV de Novembro e Porto Ipiranga
UntitledMulher Terena peneirando farinha de mandioca
UntitledMulher Terena peneirando farinha de mandioca
UntitledMulher Terena peneirando farinha de mandioca
UntitledMenina Terena torrando cocos de macaiubas ou bocaiubas
UntitledMenino mostrando uma cuité com enxame de abelhas Xulu-Xyli
UntitledMenino mostrando uma cuité com enxame de abelhas Xulu-Xyli
UntitledÍndio Terena tomando chimarrão
UntitledÍndio Terena tomando chimarrão
UntitledÍndio Terena tomando chimarrão
UntitledÍndios e crianças Umutina comendo no interior da casa indígena
UntitledMandioca-cipó ou Manundó, plantado pelos índios Umutina para sua alimentação
UntitledÍndia Umutina cozinhando
UntitledÍndia Umutina preparando a massa de pão de farinha de milho que é colocado em folha de bananeira para assar
UntitledAdolescente Umutina chamada Noaretá preparando bebida de milho verde para o ritual de culto aos mortos
UntitledNo rancho da roça os maridos aguardam o beiju que é preparado pelas suas respectivas mulheres
Índia Kuikuru espalhando a massa de mandioca no sol para secar
UntitledÍndio Kalapálo transportando pequi
UntitledÍndio Umutina chamado Uarepatá assando beiju ao fogo
UntitledDuas índias Kalapálo trabalhando a mandioca para fazer o beiju
UntitledFilha do chefe dos índios Kalapálo chamada Cianaco trabalhando com a mandioca
UntitledPeixes assados sendo transportados em balaios
UntitledÍndia Nahukwá carregando mangaba
UntitledÍndia Nahukwá descascando pequi, fruta que faz parte de sua alimentação e da qual os índios retiram o óleo que misturam com urucum para se pintarem
UntitledJirau para assar peixe usado pelos índios Kalapálo
UntitledÍndio Kalapálo levando peixe ao fogo numa fogueira feita no chão
UntitledTrata-se de uma coletânea organizada por membros experientes da OPAN, uma ONG indigenista com mais de 40 anos (é continuidade da Operação Anchieta). Segundo os organizadores, os artigos reunidos nessa coletânea tratam do “campo temático, complexo e variado, que marca o cotidiano dos povos indígenas com os quais trabalham os indigenistas da Operação Amazônia Nativa - OPAN –, em programas e projetos com povos indígenas no Mato Grosso e no Amazonas”. A ação da ONG é descrita, pelos organizadores da obra, como “missão de apoio e de potencialização da capacidade de atuação independente dos povos indígenas”; A obra reúne 13 textos (de 17 autores) que refletem trabalhos realizados (ou em andamento) com povos Tupi-Kagwahiva, Katukina, Deni, Paumari, Enawene Nawe, Xavante e Manoki (Irantxe)
UntitledInformação do relatório: Relatorio 1927; Legenda da foto: "A cosinha"; Descrição da foto: Homens na área de alimentação do acampamento
Informação do relatório: Relatorio 1927; Legenda da foto: "Os Bacaeris almoçam"; Descrição da foto: Índios Bakairi se alimentando
Índios assando peixes pescados na Baía da Piúva
UntitledÍndia Kadiwéu comendo a batata da raiz da palmeira da bocaiúva assada
UntitledÍndio Kadiwéu descascando o palmito
UntitledÍndio Kadiwéu chamado João Apolinário cortando palmeira bocaiúva para aproveitar o palmito, a carne do cerne e as folhas
UntitledÍndio assando alimento assando cágado vivo para tirar a carapaça
UntitledÍndio Urubu preparando alimento, rodeado por crianças, estando um homem sentado numa rede e cachorros no interior da habitação indígena
UntitledÍndios Terena comendo churrasco em frente ao rancho
UntitledÍndios Terena ralando mandioca
UntitledMulheres Terena espremendo o líquido da mandioca
UntitledÍndio Terena esquartejando boi
UntitledÍndia lavando e espremendo a mandioca
UntitledÍndia lavando e espremendo a mandioca
UntitledÍndia lavando e espremendo a mandioca
UntitledÍndia lavando e espremendo a mandioca
UntitledÍndia Kamayurá torrando beijú num prato de barro
UntitledDepósito de mandioca em cima de um jirau, cestos de fibra de buriti e cipó
UntitledDepósito de mandioca em cima de um jirau, cestos de fibra de buriti e cipó
UntitledÍndia Mehináku torrando beijú em cima de um prato de barro
UntitledMeninos Bororo tomando caldo com ajuda de conchas fluviais
UntitledMeninos Bororo tomando caldo com ajuda de conchas fluviais
UntitledÍndio Guarani Kaiwá batendo feijão
UntitledÍndio Guarani Kaiwá batendo feijão
UntitledÍndio Guarani Kaiwá assando milho
UntitledCrianças Kaingang recebendo leite do Posto Indígena
UntitledCrianças Kaingang recebendo leite do Posto Indígena
UntitledÍndios Kaingang batendo feijão
UntitledÍndios Kaingang batendo feijão
UntitledHomens descansando em frente ao rancho com mulher trazendo água fervida
UntitledÍndios bebendo chimarrão
UntitledImagens de acervo de índios do Xingu na beira do rio e do prédio do Museu do Índio. Voz em off fala do trabalho de Rondon à frente da Comissão e também das linhas telegráficas. A diretora do Museu do Índio, Marília Duarte Nunes, fala da fundação do Museu,
O professor Ney Land concede entrevista ao Programa Realce da TV Corcovado. Ele fala sobre o Moitará, festa realizada entre os índios do Xingu, que é um comércio de troca, onde o dinheiro não entra. . Ele continua, falando dos índios Macuxi de Roraima, e
Documetário canadense sobre os costumes e as tradições indigenas dos índios Kayapó Menkrangnotí. Comentam sobre a ação do FUNAI juntos aos índios; Na segunda parte (minuto 29) acompanham a expedição da FUNAI, chefiada por Apoena Meireles para um contacto
UntitledOs índios Txikão, povo nativo de Jatobá, vivem desde 1967 no Parque Nacional do Xingu, ao norte do estado de Mato Grosso. O filme registra os preparativos e ritos da cerimônia de iniciação dos jovens índios e ainda o cotidiano da aldeia
UntitledCotidiano dos índios Urubu, mostrando pintura facial, dança, alimentação, música e Confecção de adornos. Decupagem: Aldeia indígena/ Criança abanando fogueira que esta esquentando panela/ Índios em redes/ Criança/ Índio com animais/ Crianças brincando num
O filme mostra a cidade e a relação dos índios com ela. O comércio, as festas e a parada, onde o índio exibe sua cultura. Resumo de cenas: fachada de uma casa, onde há duas placas: "Santa Fe-County", "Court-huse"/ capela/ praça/ quintal / diversas flores
Filmagem de estudantes que participavam do Projeto Rondon. Decupagem: Homem na mesa falando no microfone/ Homens sentados assistindo/ Estudantes em pé/ Mulher na mesa falando no microfone/ Estudantes sentados assistindo a apresentação/ homem na mesa falan
Trechos do documentário realizado no interior do Brasil. Resumo das cenas: homens servindo comida a outros homens, mulheres na fila, mulheres sentadas à mesa comendo, pessoas na fila uniformizadas com a blusa do Projeto Rondon, sede do "Centro Médico Sani
Índios Nambikwára, de aldeias próximas à José Bonifácio, descacando frutos silvestres
UntitledDocumentário sobre Inspeções de Fronteiras chefiada pelo General Rondon, que percorre os Rios Oiapoque e Amazonas, e também faz reconhecimento das fronteiras do Brasil com as Guianas e o Suriname. A missão estabeleceu também, os primeiros contatos com os índios Wajãpi e Tirió. O General Rondon encontra os índios Rângoe da Guiana. Decupagem das legendas do filme: Região que foi penetrada recentemente pela Inspeção de Fronteiras, que apresenta neste filme os aspectos apanhados durante a excursão; Parimã, nome dado ao sistema de montanhas que nos limitam ao norte com as Guianas e Venezuela; Cabo Orange, Guiana Francesa; Entrando no rio Oiapoque, região equatorial; Este rio nos divide com a Guiana Francesa; Santo Antônio, sede do destacamento militar de nossa fronteira; Encontro com os Samaracás; Visita a guianesa Saint Georges; Clevelandia, colônia agrícola brasileira do lado oposto; Os saltos Gran Roche barram a passagem para adiante; O rio é freqüentado por viajantes comerciais; Os canoeiros guianeses são destros nas manobras; Índios guianeses; Visita ao Amapá, cidade histórica reconhecida em 1900; Sulcando as águas do Rio Amazonas, o "Rio Mar" (Brasil); Um traço dos antigos Caribés, um petróglifo raro; Região dos campos de " Tumuc-Umac" divisor da Guiana; Uma tribo pertencente ao ramo Rangôe da Guiana Holandesa; Receberam muitos objetos para o Museu Nacional; Desceram a Guiana Holandesa pelo mesmo caminho
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