Nesse momento, enquanto as mulheres mastigam caiçuma e os homens preparam e tomam a bebida tatxik, três mariwin chegam à maloca. Começam a sua atuação, tentando pegar as crianças para lhes dar golpes de varetas nas nádegas. Interagem com as pessoas na maloca.
Damë Bëtxum MatisAldeia Bukuak
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Os jovens tentam fazer com que as mulheres também levem golpes dos mariwin. Esses interagem com as pessoas através de gestos. Um dos mariwin vai embora.
Damë Bëtxum MatisAs mulheres voltam aos seus lugares e continuam a mastigar a mandioca para a feitura da caiçuma. Conversam com os homens que tomam tatxik sobre a visita dos mariwin.
Damë Bëtxum MatisOs três mariwin que chegaram à maloca interagem com as pessoas. Tentam dar um golpe de vareta nas nádegas ou na parte posterior dos corpos das crianças. Um deles esfrega-se nas costas de uma mulher, uma forma de fertilizá-la. Um dos mariwin dá um golpe nas costas da antropóloga Carolina Lopez.
Damë Bëtxum MatisUm mariwin golpeia as costas de um menino com sua vareta. Depois, outro golpeia outro menino. Essa é uma forma de incitar o crescimento das crianças que já tem idade de andar, tornando seus corpos mais fortes. As pessoas interagem com os mariwin, animadas. Um menino mais velho submete-se ao golpe do mariwin voluntariamente.
Damë Bëtxum MatisOs mariwin começam a golpear as mulheres que estão mastigando a caiçuma. Elas tentam fugir deles. Os mariwin vão embora, não antes sem um deles ameaçar a câmera com as suas varetas.
Damë Bëtxum MatisUma menina chora, mas um jovem a segura para que um mariwin possa dar um golpe de vareta em suas costas. Os mariwin tentam golpear uma mulher.
Damë Bëtxum MatisUma das mulheres mostra a marca que o golpe do mariwin deixou em suas costas. Acredita-se que os golpes desses seres tão poderosos aumentam a fertilidade das mulheres.
Damë Bëtxum MatisKuini Pussa pega brasa de uma das fogueira acesas pelas mulheres, que as usam para cozinhar na maloca, e coloca embaixo de seus dardos já envenenados. Dessa forma, o veneno esquenta e seca, fixando-se nos dardos. Imagem dos artefatos e instrumentos usados pelo caçador: seu tenke, carcás que leva os dardos da zarabatana, seus potes com veneno e o pote e cuia auxiliares que usa para a atividade. Fala sobre a prática na língua.
Damë Bëtxum MatisKuini Pussa pega mais brasa de uma fogueira usada pelas mulheres para cozinharem na maloca e coloca embaixo dos dardos envenenados. Dessa forma, o veneno esquenta e seca, fixando-se nos projéteis.
Batsi MatisKuini Pussa pega brasa de uma das fogueira acesas pelas mulheres, que as usam para cozinhar na maloca, e coloca embaixo de seus dardos já envenenados. Dessa forma, o veneno esquenta e seca, fixando-se nos dardos.
Batsi MatisPrática de passar o veneno curare nos dardos da zarabatana. Kuini Pussa pede que a equipe de filmagem registre essa atividade, realizada momentos antes da saída para a caça com essa arma. O caçador amassa uma folha específica, tirando o seu sumo. A atividade foi realizada na maloca.
Damë Bëtxum MatisCom o seu bastonete, Kuini Pusa passa o curare na ponta de seus dardos, um a um. Vai mexendo o veneno com o mesmo bastonete. Os dardos envenenados vão sendo esquentados por uma brasa colocada embaixo dos mesmos. Dessa forma, o veneno seca, fixando-se nos dardos.
Damë Bëtxum MatisKuini Pussa pega um bastonete próprio para a execução da tarefa. Mexe o seu veneno. Depois, usando o mesmo bastonete, passa o curare na ponta de seus dardos, um a um. Vai colocando os dardos envenenados para secar, apoiando-os em cima de um pequeno tronco que pegou anteriormente para isso.
Damë Bëtxum MatisKuini Pussa vai mexendo o seu veneno com o bastonete e com esse passando-o na ponta de seus dardos, um a um. Fala sobre a atividade na língua. A brasa embaixo dos dardos é para esquentar e secar o curare nos mesmos, fixando-o.
Batsi MatisKuini Pussa vai mexendo o seu veneno com o bastonete e com esse passando-o na ponta de seus dardos, um a um.
Batsi MatisKuini Pussa pega um bastonete próprio para a execução da tarefa. Mexe o seu veneno. Depois, usando o mesmo bastonete, começa a passar o curare na ponta de seus dardos, um a um.
Damë Bëtxum MatisKuini Pussa pega um bastonete próprio para a execução da tarefa. Mexe o seu veneno. Depois, usando o mesmo bastonete, começa a passar o curare na ponta de seus dardos, um a um. A atividade foi realizada na maloca.
Batsi MatisKuini Pussa fecha o seu pote cheio de veneno e prende a sua tampa com cordéis. Imagem dos dardos envenenados sendo esquentados por uma brasa colocada embaixo dos mesmos. Dessa forma, o veneno seca, fixando-se nos dardos.
Batsi MatisKuini Pussa fecha o seu pote cheio de veneno e prende-o com o cordel.
Batsi MatisKuini Pussa desamarra o cordel que garante a armazenagem de seu veneno e abre o pote que contêm o mesmo. A atividade foi realizada na maloca. Imagem do tenke, carcás onde são guardados os dardos da zarabatana.
Damë Bëtxum MatisPrática de passar o veneno curare nos dardos da zarabatana. Kuini Pussa pede que a equipe de filmagem registre essa atividade, realizada momentos antes da saída para a caça com essa arma. O caçador desamarra o cordel que garante a armazenagem de seu veneno e abre o pote que contêm o mesmo. A atividade foi realizada na maloca.
Batsi MatisDani chega e começa a participar da oficina. Prepara-se para trançar um adorno, witsun. Isso é feito utilizando-se um tear de formato triangular, chamado mabante. Toda mulher possui o seu próprio mabante.
Damë Bëtxum MatisDani tece um witsun, adorno trançado; pelo tamanho, parece ser uma pulseira masculina, mais grossa do que as femininas. Detalhe da mulher utilizando o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun. As pequeninas varetas de madeira distribuídas ao longo da peça definem os desenhos que vão sendo tecidos na mesma, constituintes do corpus de padrões trançados da cultura matis.
Damë Bëtxum MatisBësson, a participante mais madura da atividade, costura a rede de seu sekte, peneira, artefato de feitura mais complexa. Utiliza para isso fio de tucum, xapex, e uma agulha feita de osso de queixada. Detalhe das mãos da artesã realizando a atividade. Shawa junta-se ao grupo e irá começar a produzir a sua witsun. Mede o comprimento da mesma passando fios de tucum pelo seu próprio pulso. Dani tece a sua witsun masculina e está acompanhada de sua filha. A atividade ocorre na maloca.
Damë Bëtxum MatisShawa inicia o trançado de seu witsun. Após distribuir fio de tucum pelo seu mabante, tear, começa a utilizar o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, e a distribuir as pequeninas varetas de madeira, utilizadas para a definição do tipo de padrão a ser trançado no adorno. Bësson prepara na hora os fios de tucum que usa para tecer o seu sekte, peneira. As mulheres conversam entre si.
Damë Bëtxum MatisEnquanto Bësson costura a rede de seu sekte, artefato de confecção mais complexa, Shawa, à sua direita, e Dani tecem os seus witsun, adornos trançados. A atividade ocorre na maloca.
Damë Bëtxum MatisShawa inicia a feitura de seu witsun. Distribui fio de tucum pelo seu mabante, tear. Toda mulher possui o seu próprio mabante. Dani tece o que parece ser uma pulseira masculina, mais grossa do que as femininas. Detalhe da mulher utilizando o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun. Bësson, a participante mais madura da atividade, costura a rede de seu sekte, peneira, artefato de feitura mais complexa. Utiliza para isso fio de tucum, xapex, e uma agulha feita de osso de queixada.
Damë Bëtxum MatisInício da oficina de trançado do sekte, peneira, e dos witsun, adornos. Bësson, a participante mais madura da atividade, trança a rede de seu sekte, peneira, artefato de feitura mais complexa.
Damë Bëtxum MatisBësson, a participante mais madura da atividade, costura a rede de seu sekte, peneira, artefato de feitura mais complexa. Utiliza para isso fio de tucum, xapex, e uma agulha feita de osso de queixada.
Damë Bëtxum MatisBësson, a participante mais madura da atividade, trança a rede de seu sekte, peneira, artefato de feitura mais complexa. Ela conversa sobre a atividade com a antropóloga Carolina Lopez. Para a produção do artefato, é utilizado fio de xapex, tucum.
Damë Bëtxum MatisBësson fala sobre o seu artefato, enquanto costura a rede do mesmo utilizando fios de tucum e uma agulha feita de dente de queixada.
Damë Bëtxum MatisBësson fala sobre a sua agulha para a antropóloga Carolina Lopez. As agulhas podem ser feitas de ossos de queixada, txawa, ou porquinho do mato, unquin.
Damë Bëtxum MatisEnawat vai quebrando os braços de sua folha para o lado. Por vezes, precisa usar os dentes, de tão dura que é a folha. Tëkpa inicia o trançado de seu xucate. Enawat também começa o trançado de seu artefato.
Damë Bëtxum MatisEnawat ensina a antropóloga Carolina Lopez sobre o artefato, enquanto Bësson (à direita), Tëkpa e Shawa terminam de trançar os seus xucate. A mulher pega, então, outra folha para iniciar o trançado de mais um xucate.
Batsi MatisTëkpa usa a antropóloga Carolina Lopez como exemplo para mostrar como o xucate é utilizado durante a Festa da Tatuagem, ritual mais importante da etnia. O xucate é também um objeto ritual, já que é utilizado para aplacar as dores dos jovens que estão tendo suas faces tatuadas durante a festa. Bësson (à extrema direita), Enawat e Shawa terminam o trançado de suas peças.
Batsi MatisAs artesãs Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa trançam os seus xucate. Enawat termina o seu xucate e ensina a antropóloga Carolina Lopez sobre o artefato.
Batsi MatisEnawat ensina a antropóloga Carolina Lopez sobre o artefato, enquanto as outras artesãs, como Tëkpa, terminam de trançar os seus xucate. A mulher pega, então, outra folha para iniciar o trançado de mais um xucate.
Damë Bëtxum MatisBësson (bermuda azul, à extrema direita), Enawat, Tëkpa (bermuda azul) e Shawa trançam os seus xucate. O artefato é um abano para o fogo, mas também assento feminino, prato e tampa para as panelas. É um objeto polifuncional. Tëkpa trouxe o seu macaquinho de estimação.
Batsi MatisAs artesãs trançam os seus xucate. O artefato é um abano para o fogo, mas também assento feminino, prato e tampa para as panelas. É um objeto polifuncional. Bësson junta-se a Enawat e Tëkpa na atividade. Traz o seu macaquinho de estimação.
Batsi MatisAs artesãs trançam os seus xucate. O artefato é um abano para o fogo, mas também assento feminino, prato e tampa para as panelas. É um objeto polifuncional.
Damë Bëtxum MatisDebaixo de chuva, de volta à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de seus artefatos, as artesãs começam a trabalhar as folhas para a fazerem os seus xucate. Enawat vai quebrando os braços de sua folha para o lado. Tëkpa faz o mesmo, enquanto Shawa as observa. Bësson também está no local.
Damë Bëtxum MatisDe volta à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de seus artefatos, as artesãs começam a trabalhar as folhas para fazerem os seus xucate. Enawat vai quebrando os braços de sua folha para o lado. Tëkpa faz o mesmo, enquanto Shawa as observa e imita. Shawa é a mais nova e aproveita para aprender com as mais velhas. Por vezes, Enawat precisa usar os dentes, de tão dura que é a folha. Chove na aldeia.
Batsi MatisDe trás para a frente, as artesãs Enawat, Tëkpa e Shawa terminam de quebrar os braços de suas folhas para o lado e começam a trançar os seus xucate. O artefato é um abano para o fogo, mas também assento feminino, prato e tampa para as panelas. É um objeto polifuncional.
Batsi MatisInício da oficina de produção do xucate, abano trançado. As artesãs, também participantes da oficina de produção de cerâmicas, começam a trilha em busca da folha que é a matéria-prima do artefato. Enawat é seguida por Tëkpa e Shawa.
Damë Bëtxum MatisEnawat realiza a extração de mais das folhas que são a matéria-prima do xucate, abano trançado. Passa-as para Tëkpa. As mulheres, seguidas por Shawa, buscam mais folhas. Chove na mata.
Batsi MatisAs artesãs encontam a folha que é a matéria-prima do xucate. Enawat a extrae, enquanto Tëkpa a auxilia a encontrar mais exemplares pela mata. Shawa já tem uma folha consigo. Chove na mata.
Batsi MatisEnawat realiza a extração da folha que é a matéria-prima do xucate, abano trançado. Passa-a para Tëkpa. As mulheres, seguidas por Shawa, buscam mais folhas.
Damë Bëtxum MatisInício da oficina de produção do xucate, abano trançado. As artesãs, também participantes da oficina de produção de cerâmicas, andam na mata em busca da folha que é a matéria-prima do artefato. Enawat é seguida por Tëkpa e Shawa. Chove na mata.
Batsi MatisA artesã Tumã volta para a construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artefatos. Começa a talhar o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Usa um terçado para isso. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.
Batsi MatisA artesã Tumã talha o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Usa um terçado para isso. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.
Batsi MatisA artesã Tumã volta para a construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artefatos. Começa a talhar o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Usa um terçado para isso.
Damë Bëtxum MatisA artesã Tumã volta para a construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artefatos. Começa a talhar o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Usa um terçado para isso.
Damë Bëtxum MatisEm menos de uma hora, Tumã conclui a confecção de seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.
Batsi MatisInício da oficina de produção do tsinte witsun xete, o intrumento para tecer os witsun, adornos trançados. A artesã Tumã foi a responsável e vai buscar a matéria-prima em uma mata próxima à aldeia. Extrai a madeira com um facão e depois pega o caminho de volta para a aldeia.
Damë Bëtxum MatisInício da oficina de produção do tsinte witsun xete, o intrumento para tecer os witsun, adornos trançados. A artesã Tumã foi a responsável e vai buscar a matéria-prima em uma mata próxima à aldeia. Extrai a madeira com um facão.
Batsi MatisDepois de extrair a matéria-prima, Tumã pega o caminho de volta para a aldeia.
Batsi MatisUma matxó, mulher mais velha, junta-se ao grupo. As mulheres interagem durante a atividade, que é feminina e coletiva. Tumã e Tumã começam a temperar a argila com o pó de cinzas que resultou da filtragem pelo sekte, peneira.Tëkpa segura sua filha no colo e mexe as cinzas que esquentam ao fogo.
Damë Bëtxum MatisTumã explica sobre o processo de pré-queima das peças, enquanto realiza o mesmo com o masën, buzina, e a máscara de mariwin. A pré-queima serve para que as peças não se quebrem ou rachem durante a queima de fato. Coloca também o seu pote para passar pela pré-queima.
Coletivo MatisAs peças queimam na fogueira que a artesã Tumã montou. Imagem da antropóloga Carolina Lopez, da artesã Tumã e de uma de suas filhas.
Coletivo MatisCom um galho comprido, Tumã vai mexendo na fogueira. À medida que a madeira vai queimando, tornando-se cinzas, os artefatos começam a aparecer. A artesã mexe nas peças com o galho, ajeitando as lenhas em torno delas, para assim aproveitar ao máximo o fogo.
Coletivo MatisDepois de algumas horas, a artesã Tumã inicia o processo de queima das peças. Acende uma fogueira, cujas lenhas foram armadas em formato de forno, e dentro das quais foram colocadas as peças de cerâmica. A mulher vai alimentando a fogueira com mais lenha.
Coletivo MatisAs peças queimam na fogueira que a artesã Tumã montou.
Coletivo MatisCom o galho, Tumã vai puxando as peças para fora do espaço da fogueira.
Coletivo MatisAs peças queimam na fogueira que a artesã Tumã montou.
Coletivo MatisAs peças queimam na fogueira que a artesã Tumã montou.
Coletivo MatisTumã vai ajeitando os pedaços de lenha da sua fogueira.
Coletivo MatisCom um galho comprido, Tumã vai mexendo nas peças, ajeitando as lenhas em torno delas, para assim aproveitar ao máximo o fogo. À medida que a madeira vai queimando, tornando-se cinzas, os artefatos vão começando a aparecer.
Coletivo MatisCom um galho comprido, Tumã vai mexendo nas peças, ajeitando as lenhas em torno delas, para assim aproveitar ao máximo o fogo. À medida que a madeira vai queimando, tornando-se cinzas, os artefatos vão começando a aparecer.
Coletivo MatisCom o galho, Tumã vai puxando as peças para fora do espaço da fogueira.
Coletivo MatisTumã realiza a pré-queima de sua máscara de mariwin, processo feito com o propósito de evitar que a peça se rache ou quebre durante a queima de fato. Enquanto isso, faz o polimento do seu masën, buzina, usando a semente tonkete, instrumento específico para isso.
Coletivo MatisTumã realiza a pré-queima de sua máscara de mariwin e de seu masën, buzina, processo feito com o propósito de evitar que as peças se rachem ou quebrem durante a queima de fato. Artesã e equipe de registro conversam.
Coletivo MatisTumã realiza a pré-queima de sua máscara de mariwin, processo feito com o propósito de evitar que a peça se rache ou quebre durante a queima de fato.
Coletivo MatisO grupo prepara-se para a caminhada de volta à aldeia. Tëkpa é seguida por Bësson (saia azul florida), Tumã (saia rosa), Tumã (saia preta e branca), Binin, Enawat e seu bebê, Shawa (bermuda marrom), e os cachorros que acompanharam as mulheres durante toda a atividade. Elas levam seus cestos e folhas cheios de argila.
Damë Bëtxum MatisO grupo prepara-se para a caminhada de volta à aldeia. Tëkpa é seguida por Bësson (saia azul florida), Tumã (saia rosa), Tumã (saia preta e branca), Binin, Enawat e seu bebê e Shawa (bermuda marrom). As mulheres levam seus cestos e folhas cheios de argila.
Batsi MatisTumã faz o polimento de seu pote com uma semente especificamente utilizada pelas mulheres para isso, chamada tonkete. Depois, faz o polimento de sua máscara de mariwin.
Coletivo MatisTumã faz o polimento de seu pote com uma semente especificamente utilizada pelas mulheres para isso, chamada tonkete.
Coletivo MatisTumã faz o polimento de sua máscara de mariwin com uma semente especificamente utilizada pelas mulheres para isso, chamada tonkete. É observada por uma de suas netas.
Coletivo MatisPlano-detalhe do pote que Tumã está produzindo. A artesã fala na língua.
Coletivo MatisQuase no final da caminhada, cerca de 40 minutos depois, as artesãs param em uma roça próxima à aldeia para comer mamão maduro. Tëkpa corta a fruta, e a distribui primeiramente para Tumã (saia preta e branca). Ao seu lado, em sentido horário, estão Tumã, Shawa, Enawat, Binin e Bësson.
Damë Bëtxum MatisA antropóloga Carolina Lopez junta-se ao grupo de mulheres para comer mamão maduro e conversar. Ao seu lado, em sentido anti-horário, estão Shawa, Tumã, Tumã, Tëkpa, Bësson e Enawat.
Damë Bëtxum MatisTumã mostra para a equipe de filmagem como se toca o masën, buzina tradicional matis, que também serve para chamar os mariwin, e é comumente tocado pelos homens. Fala mais sobre o artefato na língua.
Coletivo MatisBësson faz os últimos ajustes em seu txuma, cuia especificamente utilizada pelos homens para tomarem a bebida tatxik.
Batsi MatisTumã molda, então, a boca de sua máscara. Fala sobre os seres mariwin.
Batsi MatisTumã molda, então, a boca de sua máscara. Fala sobre os seres mariwin para a antropóloga Carolina Lopez. Atrás da artesã estão Tumã, produzindo o seu tsinte witsun xete, instrumento para tear, e a filha e o neta dessa. Uma outra mulher (blusa de onça) também se juntou ao grupo.
Batsi MatisTumã molda, então, a boca de sua máscara. Fala sobre os seres mariwin para a antropóloga Carolina Lopez. Atrás da artesã estão Tumã, produzindo o seu tsinte witsun xete, instrumento para tear, e a filha e o neta dessa. Uma outra mulher (blusa de onça) também se juntou ao grupo.
Batsi MatisTumã molda a boca de sua máscara, após fazer suas sobrancelhas e nariz, e fala sobre os seres mariwin. Atrás dela estão Tumã, produzindo o seu tsinte witsun xete, instrumento para tear, e a filha e o neta dessa.
Damë Bëtxum MatisTumã, agora, molda o rosto de sua máscara: nariz e sobrancelhas.
Batsi MatisTumã, agora, molda o rosto de sua máscara: nariz e sobrancelhas.
Batsi MatisTumã molda a boca de sua máscara, após fazer suas sobrancelhas e nariz. Atrás dela estão Tumã, produzindo o seu tsinte witsun xete, instrumento para tear, e a filha e o neta dessa.
Damë Bëtxum MatisTumã, agora, molda o rosto de sua máscara: nariz e sobrancelhas. As mulheres conversam entre si durante a atividade, que é feminina e coletiva.
Batsi MatisTumã, agora, molda o rosto de sua máscara: nariz e sobrancelhas.
Batsi MatisTumã molda, então, a boca de sua máscara.
Batsi MatisTumã (saia preta) e Tumã (bermuda listrada) continuam a moldagem de suas peças, que agora já podem ser identificadas: um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas, e uma máscara de mariwin. Tumã fala sobre os seres mariwin.
Batsi MatisTumã (saia preta) e Tumã (bermuda listrada) continuam a moldagem de suas peças, que agora já podem ser identificadas: um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas, e uma máscara de mariwin. Tumã fala sobre os seres mariwin.
Batsi MatisEnquanto molda a sua máscara de mariwin, Tumã fala sobre esses seres. Ao seu lado, a outra Tumã molda um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas.
Damë Bëtxum MatisEnquanto molda a sua máscara de mariwin, Tumã fala sobre esses seres. Ao seu lado, a outra Tumã molda um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas.
Damë Bëtxum MatisEnquanto molda a sua máscara de mariwin, Tumã fala sobre esses seres. Ao seu lado, a outra Tumã molda um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas. As mulheres conversam entre si durante a feitura de suas cerâmicas, atividade que é feminina e coletiva. Tumã coloca a sua máscara moldada para secar ao sol. Pega então outra peça sua, já modelada e seca.
Damë Bëtxum MatisTumã (saia preta) e Tumã (bermuda listrada) continuam a moldagem de suas peças, que agora já podem ser identificadas: um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas, e uma máscara de mariwin. Tumã faz os olhos de sua máscara e depois alisa a sua parede interna com a concha tsanut.
Batsi MatisTumã (saia preta) e Tumã (bermuda listrada) continuam a moldagem de suas peças, que agora já podem ser identificadas: um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas, e uma máscara de mariwin.
Batsi Matis